Visitar a Muralha da China era um sonho de criança. Desses que a gente sonha uma vida inteira e quando chega lá é surpreendido por uma identificação imediata e absoluta.
Afinal de contas, a história de quem passou por aqui, de quem construiu essa Muralha é também a nossa história, e pra mim, esse é o grande barato de viajar: aprender a se reconhecer no outro, no longe.
A minha visita à Grande Muralha da China foi repleta de momentos mágicos, já que eu e meu grupo estávamos praticamente sozinhos em um dos trechos visitáveis da Muralha e devo dizer que tive uma aventura memorável!
A Grande Muralha da China
Dizem que as diversas muralhas que compõe a Grande Muralha foram construídas durante milênios, desde 220 a.C.
Esse complexo de muralhas tem mais de 8.000 quilômetros de extensão. Mas até hoje ninguém tem dados concretos.
Especula-se que a Muralha da China tenha sido construída como proteção contra as invasões bárbaras. Seus muros alcançam 7 metros de altura e foram construídos com diversos materiais, como blocos de pedras de calcário, granito e tijolos.
Pisar em tanta história é uma sensação bem forte, que faz da visita à Muralha da China uma das coisas mais especiais que um viajante pode sentir!
Onde fica a Muralha da China?
A Muralha da China está localizada no norte da China Ela atravessa o Deserto de Gobi, quatro províncias chinesas: Hebei, Shanxi, Shaanxi e Gansu e duas regiões autônomas: Mongólia e Ninxiá.
Qual trecho da Muralha da China visitar?
Visitar a Grande Muralha da China é algo praticamente obrigatório e relativamente simples pra quem está com viagem marcada para a capital da China e quer dicas sobre o que fazer em Pequim.
Você pode visitar vários trechos da Muralha a partir da capital da China. Alguns mais ‘autênticos’ que os outros, outros mais vazios e com melhor acesso a pessoas com restrições de locomoção.
Confira essa lista com os principais trechos visitáveis da Muralha da China perto de Pequim. E anote todas as dicas para visitá-los.
Chegou a hora de tirar a tão sonhada visita à Muralha da China do papel, hein?
Clique para ver as localização dos pontos visitáveis da Muralha da China no mapa interativo do Google
Mapa da Muralha da China: trechos visitáveis
Veja no mapa interativo abaixo, todas as localizações dos trechos da Muralha da China citados neste post.
1. Badaling
Esse é um dos trechos da Muralha da China mais populares entre o turistas chineses. Fica a apenas 70 km do centro de Pequim, uma viagem de apenas 2 horinhas.
Porém, a proximidade com a capital chinesa é uma vantagem que pode virar desvantagem nas férias ou em feriados chineses.
Evite visitar Badaling no começo de maio e outubro. As férias de julho e agosto também são épocas bastante cheias por aqui. Já pensou ter que dividir a sua experiência incrível na Muralha da China com 678.000.000 de pessoas?
O visual é lindo e esse trecho é relativamente acessível. Conta com piso ‘regular’ e corrimões, o que ajuda muito quem tem algum problema ou restrição de mobilidade. Porém, você vai ter que subir e descer muitos degraus.
Conheci a Ancient Part em Badaling, uma parte menos lotada e adorei! Para minha primeira vez na China, foi mais do que eu esperava.
» Dicas para chegar na Muralha da China em Badaling
Para chegar até Badaling de ônibus, pegue o ônibus 877 na estação Deshengmen em Pequim. A viagem leva 1 hora e custa 12 RMB por pessoa. Outra opção é o ônibus turístico Linha 1, que sai a cada meia hora de Qianmen, ao sul da Praça da Tiananmen e custa 20 RMB por pessoa.
O trem até Badaling sai da estação ferroviária de Huang Studan. A viagem dura 1 hora e meia e custa 6 RMB por pessoa. De lá você pode pegar um ônibus gratuito até a estação de teleférico. Se não tiver afim de ficar na fila, pode andar mais 15 ou 20 minutos até a entrada da área de visitação da Muralha.
Como visitar a Muralha da China em Badaling
Localização: 70 Km de Pequim;
Melhor época para visitar: Março a maio e setembro a novembro;
By Bjoertvedt (Own work) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia CommonsEsse trecho da Muralha da China fica mais perto ainda de Pequim. Portanto, fica valendo o mesmo conselho: evite visitá-la no começo de maio e outubro (feriados chineses).
Uma curiosidade interessante é que o próprio Genghis Khan conduziu suas tropas através do Passe Juyong durante sua conquista do território chinês. Legal, né?
Como visitar a Muralha da China em Badaling
Localização: 60 Km de Pequim;
Vantagem: Esta é a seção mais próxima de Pequim e é adaptada para cadeira de rodas;
Melhor época para visitar: abril a outubro;
Horário: 8h30 – 17h30.
3. Jiankou
Jiankou é uma das seções mais selvagens da Muralha da China. Com uma perigosa inclinação, é também uma das mais perigosas, recomendada apenas para quem tem experiência em trilhas em montanhas.
Essa seção não está oficialmente aberta ao público, mas os moradores locais cobram uma pequena taxa de visitação por pessoa.
Como visitar a Muralha da China em Jiankou
Localização: 100 Km de Pequim;
Vantagem: Trecho selvagem e intocado da Muralha da China;
4. Mutianyu
Localizada a 90 quilômetros de Pequim, é uma das melhores e mais bonitas regiões para visitar a Muralha da China. Com destaque para as vistas incríveis e para a quantidade de torres de vigia Ming que você vai ver lá.
Os visitantes têm acesso a dois teleféricos, que ajudam na subida e um tobogã, que te leva de volta rapidinho.
» Dicas de como chegar na Muralha da China em Mutianyu
Você pode contratar um tour em grupo, privado, ou pegar um ônibus até lá, a partir da estação de ônibus de Dongzhimen.
O ônibus 916 Express até a Estação Huairou North Avenue (Huairou Beidajie) custa 12 RMB e a viagem dura cerca de 1 hora e pouco.
Em seguida, pegue um ônibus h23, h24, h35 ou h36 até Mutianyu.
Como visitar a Muralha da China em Mutianyu
Localização: 90 Km de Pequim;
Melhor época para visitar: abril, maio, setembro e outubro;
Horário: 8h30 – 17h30;
5. Gubeikou
A Muralha da China em Gubeikou fica a 2 horas de Pequim e é uma parte que ainda não foi restaurada. Por isso mantém a sua beleza original.
By Ronnie Macdonald from Chelmsford, United Kingdom (Gubeikou 34) [CC BY 2.0], via Wikimedia CommonsO acesso aqui é bem difícil e recomendado só pra quem tem experiência.
Como visitar a Muralha da China em Gubeikou
Localização: 146 Km de Pequim;
Preço: 25 RMB;
Horário: 7h30 – 18h30;
Melhor época para visitar: abril, maio, setembro e outubro;
Como chegar: Não existe transporte direto de Pequim até Gubeikou. O melhor é contratar um transporte particular ou em grupo até aqui.
6. Jinshanling
Essa é uma das partes mais preservadas da Muralha da China e aqui você pode ver o sistema defensivo completo da Muralha, incluindo as paredes de barreira, de batalha, as torres de vigia, e paredes para bloqueio de cavalos. Até furos de tiro você consegue ver. Já pensou que emocionante?
» Dicas de como visitar na Muralha da China em Jinshanling
A maneira mais fácil e prática de chegar até aqui é com o ônibus turístico, que opera de abril a novembro, e parte da Wangjing West Station em Pequim. O ônibus sai às 8h e volta às 15h. O bilhete custa 32 RMB e viagem dura cerca de 2 horas.
Como visitar a Muralha da China em Jinshanling
Localização: 130 Km de Pequim;
Preço: 65 RMB (abril a outubro) e 55 RMB (novembro a março);
Horário: 8h – 17h;
Melhor época para visitar: abril, maio, setembro e outubro.
7. Simatai
O trecho da Muralha da China em Simatai foi parcialmente restaurado e a área turística é limitada à seção leste. Diferente do que aconteceu em trechos mais turísticos como Badaling, a renovação aqui se concentrou apenas no reforço da estrutura, mantendo a aparência original da Muralha.
By yeowatzup (Great Wall At Simatai, Beijing) [CC BY 2.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/2.0)], via Wikimedia CommonsPara visitar Simatai é recomendável fazer uma reserva online com até 10 dias de antecedência da sua visita pois o número de visitantes à essa parte da Muralha da China é limitado.
Após a chegada, compre o ingresso no centro do visitante usando a mensagem de confirmação da reserva e seu certificado de identificação. A partir daí, você será guiado para o ônibus para a Grande Muralha. O serviço de emissão de bilhetes só está disponível às 10:00, 12:00 e 14:00, portanto, você deve organizar seu itinerário bem.
Simantai é a única seção da Muralha da China aberta para tours noturnos.
Já imaginou que experiência extraordinária? De abril a outubro você pode visitar esse trecho da Muralha das 18h às 22h e de novembro a março das 17h30 às 21h (segunda a sexta) e das 17h30 às 21h30 durante os finais de semana. Já coloquei na minha lista de desejos!
» Dicas de como chegar na Muralha da China em Simatai
Combine com um transporte particular para te trazer até aqui, ou use o ônibus 980 Express, a partir da estação Dongzhimen em Pequim. Salte na estação Miyun e pegue outro ônibus (Mi 37, Mi 50 ou Mi 51) até Simatai Village Station. Caminhe até o centro de visitantes da Gubei Water Town.
O bilhete do ônibus 980 Express custa 17 RMB e do ônibus Mi 8 RMB.
Como visitar a Muralha da China em Simatai
Localização: 70 Km de Pequim;
Vantagem: única seção da Muralha da China aberta de noite;
Melhor época para visitar: abril, maio, setembro e outubro.
By Ronnie Macdonald from Chelmsford, United Kingdom (Taipingzhai to Huangyaguan 11) [CC BY 2.0], via Wikimedia CommonsLocalizada a 120 km de Pequim, este é o maior trecho restaurado da Muralha da China. Aqui você vai poder andar entre bases de pedra originais construídas durante a dinastia Qi do Norte e se quiser, pode até participar da Huangyaguan Great Wall Marathon, uma maratona anual pelos íngremes degraus da Muralha da China. Já pensou que demais?
Se você for percorrer à pé os 2,2km entre as duas entradas, é recomendado começar na entrada leste e seguir até a entrada principal fica no Huangya Pass. Você também pode fazer o trajeto com um ônibus turístico que custa 20 RMB por pessoa.
» Como chegar na Muralha da China em Huangya
Pegue um ônibus em Beijing Sihui até Jixian. O ônibus sai a cada meia hora, das 6h30 às 19h30. A viagem dura cerca de duas horas e a tarifa do bilhete é 30-40 RMB. Quando chegar em Jixian, pegue outro ônibus até a Muralha. A viagem dura uma hora e custa 25-30 RMB por pessoa.
Se preferir ir de trem, vá até Jixian a partir da estação ferroviária do leste de Pequim. A viagem dura cerca de uma hora e o bilhete custa 14,5 RMB por pessoa. Em seguida, siga até a Muralha de ônibus turístico. Saiba mais sobre os horários de trem na China.
Mais informações sobre como visitar a Muralha da China em Huangyaguan
Localização: 120 Km de Pequim;
Horário: 7h30 – 18h30;
Melhor época para visitar: abril a outubro.
A minha experiência: sozinha na Muralha da China
Minha expectativa de conhecer a Muralha da China era muito grande, mas assim que passamos pelo primeiro trecho – bem mais turistão -, fui ficando preocupada com as dezenas de centenas de turistas ‘escalando’ os pedaços de muralha que passavam pela minha janela e me lembrei de todos os blogs que diziam que Badaling é o pedaço mais pega turista de todos.
Perguntei para a guia onde iríamos exatamente e ela me respondeu que visitaríamos um pedaço ‘recém inaugurado‘ da Muralha em Badaling, chamado ‘Ancient Part’, logo após o túnel Qinglong, e que só tinha acesso a pequenos grupos. Relaxei.
Quando chegamos ao estacionamento ela nos olhou e disse: Vocês têm sorte, viemos no horário ideal. Acho que estaremos sozinhos e vocês terão 3 horas para explorar a Muralha.
UAU! Eu estava pisando na Grande Muralha da China e eu mal podia acreditar. Saí voando pelas escadas. Era tudo tão emocionante, que à medida que eu subia, queria continuar subindo mais e mais.
Quando cheguei até a primeira torre vi meu pai ainda no começo de sua caminhada, eu pude finalmente sentir o que era caminhar sobre a Grande Muralha da China.
Continuei caminhando sozinha na muralha da China – ! -. Tirei meus sapatos e continuei caminhando até chegar a um ponto de onde eu conseguia ver tudo a meu redor.
De repente comecei a ouvir um barulho bem baixinho. Fechei os olhos pra me concentrar melhor e o som que eu ouvia parecia vindo de um instrumento musical, como uma flauta, ou algum instrumento de sopro. Abri os olhos assustada, olhei ao meu redor e não vi nada.
Um arrepio me percorreu a espinha. Pensei em todas as pessoas que em algum momento passaram por ali. Pensei nos soldados chineses passando rigorosos invernos naquele lugar solitário e pensei em como os lugares podem absorver os sentimentos de quem passa ali. Não pensei em turistas, não pensei em nada, eu estava ali, 12 horas no futuro, revivendo mesmo que na minha imaginação um passado muito muito distante.
Ô sorte!
Saí de lá como uma criança, carregando comigo memórias e centenas de fotografias pra não esquecer de nada.
E aí, valeu a pena visitar a Muralha da China?
Muito, muito mesmo! Como eu disse, visitar a Muralha da China era um sonho de infância. Foi uma viagem a um passado remoto e maravilhoso em uma das partes mais conservadas da Muralha.
E você, já visitou a Muralha da China? Deixa um comentário, conta pra gente como foi!
E não se esqueça do seguro viagem, hein?
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Dúvidas frequentes sobre a Muralha da China
» Quantos quilômetros tem a Muralha da China?
O tamanho da Muralha da China e sua extensão exata é assunto controverso. E segundo a Enciclopédia Britannica, a extensão da Muralha da China total, equivale a cerca de 21.196 quilômetros (incluindo os trechos que foram reconstruídos).
Porém, a muralha construída durante a Dinastia Ming, a parte mais bem preservada, tem cerca de 8.850km de comprimento.
» Qual é a cidade que fica a Muralha da China?
A Muralha da China atravessa várias cidades e províncias. Além de dois territórios autônomos, Mongólia e Ninxiá.
» Quanto tempo se leva para atravessar a Muralha da China?
De acordo com o site exactlyhowlong.com, uma pessoa precisaria caminhar continuamente por cerca de 18 meses para atravessar a Muralha da China.
Um ar de mistério pairava sobre as ruas quase desertas do Rio Vermelho, na madrugada do dia 2 de fevereiro. Festa de Iemanjá em Salvador, dia de festa para a rainha do mar.
Às 4 da manhã, eu caminhava o mais depressa que podia em direção à praia. Para viver pela primeira vez, a experiência de participar de uma das festas populares mais intensas e tradicionais da Bahia.
Uma festa tradicional cheia de misturas e tradições que nos aproximam desse nosso Brasil profundo.
Ver o Sol nascer da praia do Rio Vermelho, com os pés na areia, ao som dos tambores e pontos da Umbanda e do Candomblé foi uma das experiências mais incríveis que já vivi nesses meus ‘nem tantosanos’ de vida. Tanto que sempre que posso, eu volto.
Para além do arrepio na pele, a Festa de Iemanjá em Salvador, é também uma ótima oportunidade para apaixonados por fotografia, como eu.
A Festa do Dia de Iemanjá em Salvador começa na noite do dia 1, na Casa de Iemanjá no Rio Vermelho.
Os fiéis passam a noite cantando e celebrando Iemanjá ao som dos tambores e fazem fila para deixar seu presente junto ao presente principal a Iemanjá, levado para alto mar pelos pescadores às 16 horas do dia 2 de fevereiro.
Neste meio tempo, quase tudo acontece nas areias da Praia do Rio Vermelho. Em uma mistura de celebração santa e profana, o 2 de fevereiro em Salvador é considerado o ‘ano novo baiano’.
Iemanjá é a rainha das águas e mares. Seu nome vem de uma expressão Iorubá que significa ‘Mãe cujos filhos são peixes‘. É um orixá muito respeitado e cultuado, e por isso a festa em sua homenagem é tão importante.
Ela é descrita como uma bela sereia de cabelos longos e vestido azul. Também chamada de Janaína, é considerada a protetora dos pescadores, jangadeiros e homens que ganham sustento no mar.
A história da Festa de Iemanjá em Salvador, no dia 2 de fevereiro
A história conta que a tradição do Cortejo de Iemanjá no Rio Vermelho começou em 1923. Depois de um período de escassez de peixes, os pescadores do Rio Vermelho começaram a fazer oferendas para Iemanjá pedindo mar tranquilo e abundância de peixes.
Desde então, a rainha do mar é celebrada em 2 de fevereiro no Rio Vermelho, em uma festa linda, cheia de cores, sons e fé, muita fé!
Dia de Iemanjá é feriado em Salvador?
O dia 2 de fevereiro, Dia de Iemanjá não é um feriado oficial em Salvador, mas é uma data muito importante na cidade.
2011 foi o primeiro ano que vivi a Festa de Iemanjá na Bahia.
Com um misto de ansiedade e sem saber muito bem o que me esperava, decidi ir até a Praia do Rio Vermelho antes mesmo do nascer do Sol.
Assim que cheguei à praia, tirei meus sapatos e comecei a fotografar os grupos de Terreiros de Umbanda e Candomblé, que, em rodas, dançavam, cantavam e tocavam tambores em homenagem à Iemanjá.
Me deixei levar por aquele mundo quase encantado e o resultado foram imagens que dificilmente sairão das retinas e durarão para sempre através das fotografias que fiz.
Aliás, como você logo vai perceber, quanto mais a hora passa no 2 de fevereiro em Salvador, mais a enseada lota e mais você começa a lutar para conseguir enquadrar sem os 368 milhões de fotógrafos espalhados pela areia.
Dicas práticas para fotografar a Festa de Iemanjá Salvador
É por essas e outras, que depois de 3 experiências nas areias do Rio Vermelho no dia 2 de fevereiro, fiz uma lista com dicas práticas para que você possa aproveitar ao máximo a Festa de Iemanjá em Salvador, na Bahia.
1. Chegue em Salvador na véspera do Dia de Iemanjá (ou antes)
Além de ser mais prático para chegar do aeroporto até o seu hotel, as homenagens à rainha do mar já começam na noite de 1 de fevereiro. Gosto de dar um pulinho lá no final do dia para fazer umas fotos e sentir o clima da ‘preparação’.
Além disso, o pôr do Sol do Rio Vermelho é de babar. Fica a dica!
No dia 2 de fevereiro, recomendo chegar cedo na praia do Rio Vermelho. Bem cedo. 5 da manhã no máximo. É quando a celebração da Festa de Iemanjá começa oficialmente, com uma alvorada de fogos que sempre conta com a presença de Carlinhos Brown.
4. Chegue cedo mesmo!
Vou repetir: chegue cedo!
Você não vai se arrepender de ver o sol nascer ao som dos tambores. É algo mágico. Se você gosta de fotografar então, prepare-se!
Se você resolver encarar a multidão que vai até o Rio Vermelho, principalmente durante a tarde, fique atento com seus pertences! Recomendo levar só o que você consegue carregar. Cuidado com os bolsos, hein?
5. Esqueça o carro
Evite se locomover de carro pelo Rio Vermelho no dia da Festa de Iemanjá. O esquema de trânsito muda completamente e a região fica meio isolada. Por isso é muito prático hospedar-se no Rio Vermelho e ir andando até a praia.
Além de assistência médica e odontológica, o seguro viagem nacional oferece outras coberturas importantes para qualquer viagem, como: reembolso de despesas por atrasos ou cancelamentos de voo, dano ou extravio de bagagem e até mesmo cancelamento de viagem.
Tudo isso por um investimento de menos de R$ 5 por dia de viagem!
Onde se hospedar para a Festa de Iemanjá em Salvador
Como já falei nas dicas, se você tiver pensando em ir para Salvador especialmente para a Festa de Iemanjá no dia 2 de fevereiro, recomendo reservar um hotel no Rio Vermelho, perto da praia.
Por conta da interdição de toda essa região, os deslocamentos ali ficam bem complicados.
Testamos e aprovamos 2 opções: O Ibis Rio Vermelho (★ 8.0) e o Mar Hotel (★ 7.2), um pouco mais simples, mas literalmente do outro lado da rua da praia do Rio Vermelho.
Eu acho que Salvador é uma dessas cidades onde alugar um carro é a melhor opção para se locomover.
Sei que questões como trânsito e estacionamento podem desanimar quem não curte muito dirigir seu próprio carro, mas esse não é o meu caso. Já fui 4 vezes a Salvador, todas dirigindo e sempre fui onde queria, quando queria.
Claro que no 2 de fevereiro o carro ficou guardado, mas como sempre emendamos mais uns dias na cidade, acho que vale a pena.
Nós sempre usamos o site da Rentcars, empresa brasileira que garante o melhor preço, as melhores condições, com pagamento em real, parcelado no cartão de crédito.
A proveite estas super dicas de passeios e cidades perto de Las Vegas para programar um dia de folga da loucura dos cassinos e da badalação da Sin City.
Os destinos que você conhecerá aqui são perfeitos para uma viagem bate e volta, rápida e sem perrengue. Ou para passar alguns dias.
Las Vegas foi construída em pleno deserto de Nevada e está rodeada por belezas naturais impressionantes.
Por todo lado que se olhe há belos cenários, rios com águas claras, cidades fantasmas e até estação de esqui!
Bora pegar a estrada para se aventurar pelo deserto?
+15 passeios e cidades perto de Las Vegas para um bate e volta
O Red Rock Canyon é uma Área de Conservação Nacional (National Conservation Area), que fica a apenas 30 minutos a oeste da Strip.
É um excelente destino perto de Las Vegas para quem quer aproveitar a natureza ao ar livre com cenários incríveis, trilhas emocionantes e uma estrada cênica de 20km de tirar o fôlego!
Sloan Canyon é uma Área de Conservação Nacional (NCA) nas proximidades de Henderson, cidade perto de Las Vegas, e tem um dos mais importantes sítios de arte rupestre do sul do deserto de Nevada.
Arqueólogos acreditam que existam mais de 300 painéis e 1.700 elementos no Sloan Canyon Petroglyph Site!
Fotos: Bureau of Land Management via Wikimedia Commons
Se você pretende se aventurar por um desses lugares incríveis perto de Las Vegas, recomendo alugar um carro e dirigir por conta própria.
Uma dica para economizar é usar um comparador online para encontrar o melhor preço e benefícios. Eu uso e recomendo a Rentcars, que ainda oferece pagamento sem IOF.
A instalação Seven Magic Mountains (Sete Montanhas Mágicas), do artista suíço Ugo Rondinone, produzida pelo Museu de Arte de Nevada, foi inaugurada em 2016. Fez tanto sucesso, que seu prazo de exposição de 2 anos foi estendido por mais três – e quem sabe mais.
As sete torres de pedras empilhadas, com mais de 9 metros de altura, erguem-se como totens coloridos com as cores do arco-íris e ficam a apenas 15 minutos ao sul de Las Vegas, em pleno Deserto de Mojave.
Foto: Lyle Hastie via Unsplash
Para visitar o lugar, não é preciso reserva. Porém, para se aproximar da instalação é preciso caminhar por terreno irregular, em pleno deserto.
A entrada é gratuita e as Sete Montanhas Mágicas são visíveis já da Interestadual I-15. O uso de máscara é obrigatório.
Diversas empresas de turismo oferecem tours para visitar as Seven Magic Mountains, combinando geralmente o passeio com outro destino perto de Las Vegas. Alguns dos melhores, são:
Abra uma conta gratuita em dólar e economize muito na viagem para os EUA
Passei a economizar MUITO nas minhas viagens para o exterior desde que comecei a usar os cartões de débito internacional vinculados àconta Nomad digital e conta multimoedas Wise.
Essas contas são gratuitas e usam o câmbio do dólar comercial. Bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos. Além disso, cobram apenas 1,1% de IOF. Menos que os cartões de crédito brasileiros.
OTule Springs Fossil Bedsse estende ao longo da US Highway 95, ao norte de Las Vegas. Possui apenas uma trilha fácil, com cerca de 5km de extensão, mas que oferece vistas panorâmicas do Deserto de Mojave.
Essa região é rica em fósseis do Pleistoceno e armazena em seu subterrâneo tesouros da era do gelo, incluindo fósseis do imenso mamute-columbiano.
Para percorrer a trilha é só parar em um dos estacionamentos na N. Durango Drive, W. Moccasin Road ou N. Aliante Parkway e W. Moonlight Falls Avenue.
Foto: National Park Service via Wikimedia Commons | Public domain
Essa imensa barragem, localizada na fronteira entre Nevada e Arizona, fica a apenas 40 minutos da Strip e é um dos destinos mais populares para um bate e volta de Las Vegas.
Além de mergulhar na história da Represa Hoover, as belas vistas do rio Colorado e do Lake Mead valem a pena!
Foto: Ryan Thorpe via Unsplash
Você pode fazer esse passeio perto de Las Vegas por conta própria, alugando um carro e dirigindo até o Centro de Visitantes da Hoover Dam, que está aberto ao público com 25% da capacidade, todos os dias, das 9h às 16h.
Os tours pela barragem estão temporariamente suspensos. Assim como a venda de ingressos online. É preciso ir pessoalmente até lá para comprá-los. O uso de máscara é obrigatório para todos.
Se você preferir, pode contratar um tour a partir de Las Vegas:
Quando a gente chega de avião, vê que Las Vegas fica no deserto. E no meio desse deserto está o Lake Mead, um imenso lago formado pela Hoover Dam, a menos de 50km de Las Vegas.
Foto: Nikola Majksner via Unsplash
O Lake Mead é a maior ‘National Recreation Area’ (Área de Recreação Nacional) dos EUA e lá você terá acesso a várias opções de diversão no lago. É uma excelente opção de passeio perto de Las Vegas para quem driblar o calor escaldante do deserto de Nevada.
O passe diário custa $25 por carro e quem tem o America The Beautiful Card, o passe nacional dos parques nacionais americanos, não paga.
» Black Canyon e sua trilha aquática
📍 91km de Las Vegas
Uma das principais atrações do Lake Mead é o Black Canyon e sua trilha aquática com cerca de 50km, muitas praias, belas enseadas e natureza selvagem.
Esses primeiros quilômetros do rio Colorado, são conhecidos como os mais limpos e claros.
Willow Beach oferece uma série de comodidades, incluindo aluguel de canoas e caiaques, acampamento, estacionamento para trailers, loja e restaurante. A praia e o cais de pesca também são bem populares.
Foto: Alex Proimos via Wikimedia Commons| CC BY 2.0
A mina Techatticup, no cruzamento do Eldorado Canyon, o Rio Colorado e o Black Canyon, a apenas 45 minutos da Strip de Las Vegas, é a mais antiga mina de ouro do sul de Nevada. Ela funcionou de 1861 a 1942 e costumava ser um dos lugares mais sem lei em todo o oeste americano.
Os tours pela mina – acima e abaixo do solo – duram aproximadamente 1 hora e acontecem às 9h, 12h e 14h.
Foto: Tanya Hart via Wikimedia Commons | CC BY-SA 2.0
O Valley of Fire State Park é uma das melhores dicas de viagem bate e volta de Las Vegas. Lá você encontrará formações rochosas surreais, árvores petrificadas, petróglifos e paisagens deslumbrantes.
Dá para percorrer a estrada que corta o parque estadual de carro e fazer trilhas incríveis como a Fire Wave, na foto.
O ingresso para entrar no parque custa $ 15 por dia, por carro. Mas se você não tiver afim de dirigir, dá para contratar um tour até lá:
Mais uma vez, é preciso estar atento às condições climáticas. É melhor evitar dias muito quentes para fazer esse passeio no deserto perto de Las Vegas.
Uma das coisas mais características do oeste americano são as cidades fantasmas e existem muitas delas por toda essa região. Algumas mais turísticas e outras mais ‘selvagens’, digamos assim.
» Chloride
📍 151km de Las Vegas
Chloride é uma das mais interessantes cidades fantasmas perto de Las Vegas. A pequena vila abrigava minas de prata, ouro, zinco e turquesa.
Lá você poderá visitar alguns prédios reformados e uma vila cenográfica de como as coisas eram antigamente aqui no velho oeste americano. Divertido e fotogênico!
» Nipton
📍 95km de Las Vegas
Nipton não é uma cidade fantasma comum. A pequena vila, a cerca de três quilômetros da fronteira de Nevada, nos limites da Reserva Nacional de Mojave, foi comprada em 2018 pela American Green Inc., uma empresa de tecnologia e cultivo de Cannabis, que planeja transformá-la em um verdadeiro resort da Cannabis.
Foto: akahawkeyefan | CC BY-NC-SA 2.0
A empresa não teve verbas suficientes para reconstruir a antiga cidade de mineração no deserto de Nevada e a revendeu um ano depois da compra. No entanto, alega que uma das cláusulas do contrato de venda era continuar o seu projeto resort canábico. Veremos!
» Rhyolite
📍 204km de Las Vegas
Rhyolite costumava ser uma grande cidade, com saloons, casas de hospedagem e milhares de habitantes. Porém, depois do terremoto em São Francisco em 1910, todas as minas fecharam e a cidade foi abandonada.
Hoje em dia, Rhyolite é uma das mais famosas cidades fantasmas perto de Las Vegas e das mais fotografadas. Vale a pena fazer uma parada caso você esteja planejando visitar o Death Valley.
Calico é conhecida como a cidade fantasma da Corrida de Prata da Califórnia. A 232km de Las Vegas, é uma boa oportunidade para quem quer fazer uma viagem no tempo para ver como funcionava uma antiga cidade de mineração no oeste americano.
A cidade foi abandonada em meados de 1890 e hoje em dia faz parte do sistema de Parques Regionais do Condado de San Bernardino.
O parque abre diariamente, das 9h às 17h, e o uso de máscara é obrigatório.
11. Mojave National Preserve
📍 100 km de Las Vegas
Localizado nos arredores de Barstow, na Califórnia, a Mojave National Preserve é o ponto de encontro de três grandes desertos do sudoeste dos EUA: Mojave, Great Basin e Sonoran.
Aqui você encontrará cidades fantasmas, formações vulcânicas, imensas dunas de areia e uma grande concentração de árvores de Joshua (Joshua Trees). Maior até que no Parque Nacional de Joshua Tree.
Foto: ogwen via Wikimedia Commons | CC BY-SA 3.0
Você também terá a chance de visitar um túnel de lava. Uma caverna natural formada por lava que esfriou há milhares de anos.
Dá para esquiar em Las Vegas? Sim, dá! Em uma bela estação de ski a 80km da cidade, onde é possível esquiar ou fazer snowboard durante o inverno (de final de novembro a início de abril).
A estação fica no Mount Charleston, a montanha mais alta de Nevada, que tem quase 4.000 metros de altura.
Foto: Stan Shebs via Wikimedia Commons | CC BY-SA 3.0
O complexo tem 11 trilhas diferentes, bar, restaurante e hotel. Lá, você pode alugar todo o equipamento para esqui e snowboard, além de roupas especiais para aguentar o frio. Vai encarar?
Um dos lugares mais bizarros para visitar perto de Las Vegas é a Area 51, local secreto de teste da Força Aérea dos EUA que dizem abrigar objetos voadores não identificados (OVINIs) e outras provas de vida extraterrestre.
Como o lugar é secreto, e sabe-se apenas que uma de suas entradas fica na cidade de Rachel, a 134km de Las Vegas, você não conseguirá visitar nem ver nada de perto. Mas poderá percorrer a Extraterrestrial Highway em busca de vida alienígena e atrações de beira de estrada de outro mundo!
Foto: Famartin via Wikimedia Commons | CC BY-SA 4.0
Outra ótima cidade perto de Las Vegas para conhecer é Kingman, um verdadeiro tesouro no Arizona, parte da Histórica Rota 66, a ‘Main Street’ americana.
A partir de Kingman, você pode percorrer o maior trecho ininterrupto da ‘verdadeira Rota 66’ e ser transportado pelo tempo na Hackberry General Store, uma loja pitoresca e parada obrigatória para fotos nessa aventura!
Foto: Marine 69-71 via Wikimedia Commons | CC BY-SA 4.0
O Death Valley National Park, na Califórnia, é o maior parque nacional americano fora do Alasca e está localizado ao longo da fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada (160 km a oeste de Las Vegas).
As atrações mais populares do parque estão localizadas ao sul de Furnace Creek e podem ser visitadas em um dia. Porém, se você levar em conta as viagens de ida e volta para Las Vegas, pode ficar um pouco pesado fazer um bate e volta.
Recomendo passar pelo menos uma noite por aqui e conhecer locais mágicos, como Zabrinskie Point, Badwater Basin, Devil’s Golf Course, Artist’s Pallet e tantos outros. É uma daquelas viagens para guardar para sempre na mémoria da cabeça e do celular!
O Grand Canyon é a grande atração natural americana. Esse imenso cânion é um dos lugares mais impressionantes que já visitei na vida, e surpreende até os mais experientes viajantes.
A ‘borda’ mais famosa – e fotogênica – do Grand Canyon é o South Rim – essa da foto – que fica a 450km de Las Vegas, viagem impraticável para um bate e volta.
Porém, é bem possível fazer um bate e volta até o Grand Canyon West, a região mais perto de Las Vegas.
A viagem dura cerca de 2h30 (195km) e você pode parar na Hoover Dam no caminho. O destaque no Grand Canyon West é a Skywalk, uma passarela de vidro em forma de U, onde você pode andar sobre o Grand Canyon. Tem coragem?
Como visitar o Grand Canyon é um dos passeios mais famosos perto de Las Vegas, muitas operadoras oferecem os mais diversos tours para conhecer essa deslumbrante atração:
Zion National Park é um dos parque nacionais mais visitados dos Estados Unidos e surpreende pela magnitude de sua beleza. É um desses lugares inesquecíveis para quem gosta de se aventurar pela natureza selvagem.
Localizado na cidade de Springdale (Utah), a pouco mais de 270km de Las Vegas, é o tipo de bate e volta que requer muita força de vontade. Pois a viagem é muito longa e o parque é imenso. Porém, é possível. Tudo depende do seu querer.
Se você quer a minha opinião, eu acho que vale a pena ficar pelo menos uns 2 dias nessa região, que é maravilhosa. Porém, se você não tem muito tempo e sonha conhecer esse lugar, vai fundo.
Mas prepare-se para encarar muita estrada. São mais de 400km para ir e outros mais de 400 para voltar. Não é mole não!
Se você está se perguntando em que estado fica Las Vegas, saiba que a Sin City é uma das maiores cidades de Nevada, no sudoeste dos Estados Unidos.
Não viaje sem seguro viagem para os Estados Unidos
Uma etapa essencial no planejamento de uma viagem para Las Vegas é a contratação de um seguro viagem.
Só para você ter ideia, um dia de internação em um hospital nos Estados Unidos pode chegar a $ 5.220 dólares. Uma operação de emergência, em caso de apendicite, por exemplo, pode custar mais de $ 16.000 dólares.
Com o dólar beirando os R$ 6, imagina o prejuízo! Melhor investir bem menos e contratar um seguro viagem internacional, né?
Outra coisa muito importante se você tá pensando em conhecer todos esses lugares perto de Las Vegas é alugar um carro. Além de ser mais econômico, o carro vai te dar flexibilidade e independência na sua viagem.
Uma ótima dica para economizar é usar um comparador online. Eu uso e recomendo a Rentcars. Além de encontrar o melhor preço, você pode pagar em real, sem iof. E ainda conta com cancelamento grátis e atendimento em português. Fica a dica!
OHotel Mercure SP Bela Vista é uma ótima opção de hospedagem em São Paulo. Super bem localizado, com muitas comodidades e ótimo serviço.
É a escolha certa para quem vai à cidade a passeio ou a trabalho e deseja se hospedar nessa região.
Hotel Mercure SP Bela Vista
O hotel passou por uma recente renovação e ficou ainda mais bonito, com estilo moderno e aconchegante.
A equipe do hotel é qualificada e atenciosa, o atendimento foi nota 10 desde o momento da nossa chegada até o checkout.
O Mercure São Paulo Bela Vista é classificado como muito bom noBooking.com. O hotel tem nota 8,3.
Localização do hotel Mercure Bela Vista
O Hotel Mercure SP Bela Vista fica na Rua Maestro Cardim, 407, no bairro da Bela Vista, região central da cidade. Perto de diversos pontos de turísticos em São Paulo.
Ele fica a 1km da Avenida Paulista, por exemplo, e é possível ir caminhando até lá, você levará uns 15 minutos a pé.
O tradicional bairro da Liberdade também está bem próximo, o percurso é de 1,4km até a Praça da Liberdade.
Se quiser visitar o Centro Cultural São Paulo, um espaço de cultura que vale a visita, a distância é de 1km. Já o aeroporto de Congonhas está a cerca de 9 km de distância do hotel.
O Mercure SP Bela Vista possui 112 quartos divididos em 3 categorias:
Quarto superior casal ou twin;
Apartamento superior casal ou twin, que tem uma mini cozinha e é uma ótima opção para estadia de longa duração ou para quem viaja com crianças;
Suíte júnior que tem cama de casal e um sofá cama.
Nos hospedamos na suíte júnior, o modelo mais espaçoso de apartamento, com sala e quarto.
Todos os quartos possuem piso laminado e uma bonita decoração com painéis fotográficos que retratam a cidade de São Paulo.
A suíte júnior possui dois aparelhos de TV, um na sala e um no quarto. Na sala, além do sofá-cama, tem um frigobar grande e uma chaleira elétrica.
A suíte conta com ar condicionado, cofre e cortina blackout. É super confortável.
O banheiro tem um bom tamanho, fica próximo ao quarto. O chuveiro é bom e dentro do box tem um varal retrátil que quebra o maior galho.
Eu gosto bastante dos itens de banho da rede Mercure, principalmente do gel de banho, fora que as embalagens são bem bonitinhas. Ah, tem secador de cabelos também no banheiro.
Todos os quartos possuem mesa de trabalho. Na suíte júnior ela fica na sala e é bastante espaçosa. Foi muito útil para gente, ainda mais com esse detalhe super importante de ter duas cadeiras.
Piscina climatizada no Mercure Bela Vista
A piscina coberta e climatizada é agradável nos dias de calor e também nos dias mais frescos. O hotel também conta com saunas seca e a vapor.
A academia é bem equipada e tem decoração moderna, ótima para quem curte uma atividade física. Não é bem o meu caso.
Café da manhã no hotel Mercure Bela Vista
O café da manhã pode ou não estar incluso na diária, e é servido em sistema de bufê. É completo, com tudo aquilo que você precisa para começar bem o dia. Pão de queijo, sucos, ovo mexido, frutas, pães e frios, café, cereais, bolos e pães doces.
Restaurante Bonjardim no Mercure Bela Vista
Além de servir o café da manhã, o restaurante Bonjardim oferece almoço e jantar diariamente. De segunda a sexta-feira o almoço é servido em sistema de bufê composto por saladas, pratos quentes e sobremesas.
No almoço aos finais de semana e no jantar o serviço é à la carte. Você pode também solicitar suas refeições no quarto, há um cardápio bastante variado e até pizza delivery. Experimentamos a aprovamos.
A vista do hotel Mercure Bela Vista
Tivemos a chance de subir no topo do prédio e de presente ganhamos essa vista da cidade.
De lá do alto você tem uma vista 360 graus de São Paulo e consegue ver alguns pontos importantes da cidade como o Farol Santander e a Catedral da Sé.
Do outro lado, você consegue ver o Centro Cultural São Paulo e a avenida 23 de maio.
Gostamos tanto que voltamos à noite para apreciar Sampa toda iluminada.
Fomos convidadas a experimentar os serviços do Hotel Mercure SP Bela Vista. A gente experimenta e conta tudo para você, de maneira transparente e com opiniões independentes. Leia mais sobre as políticas do blog.
Se você chegou até aqui se perguntando se a nova CNH substitui a PID para dirigir em outros países, tenho uma boa e uma má notícia baseada em informações de fontes oficiais.
A má notícia é que a nova CNH não vale como PID (Permissão Internacional para Dirigir). Mesmo com as mudanças mais inclusivas, novos campos e tradução para inglês e espanhol.
A boa notícia é que descobri uma super dica que vai te ajudar a economizar muito na emissão da PID.
Vem comigo entender porque a PID ainda é o documento mais seguro para quem quer alugar um carro no exterior e se aventurar pelo mundo dirigindo por conta própria.
Como é a nova carteira de habilitação brasileira e quais são as mudanças para os motoristas?
A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é um documento obrigatório para quem deseja dirigir no Brasil. Além de ser um documento individual de identificação em todo país.
E desde 1º de junho de 2022, esse documento passou a ser emitido em uma nova versão nas cores verde e amarelo, atendendo às demandas da resolução 886, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Foto da nova CNH brasileira
A CNH brasileira se tornou mais inclusiva e segura. E agora também conta com tradução para inglês e espanhol e traz a identificação das categorias com equivalência internacional.
Veja os principais pontos que mudaram na nova versão da carteira nacional de habilitação:
A nova versão incorpora um código MRZ (Machine Readable Zone ou Zona Legível por Máquina), utilizado em documentos de identificação internacionais, como passaportes. A CNH continua trazendo a tecnologia do QR Code, com todas as informações do documento, inclusive a fotografia do motorista.
O documento tem mais dispositivos de segurança para evitar falsificação e fraudes. Como uso de tinta especial fluorescente que brilha no escuro, itens visíveis apenas com luz ultravioleta, holograma na parte inferior, entre outros.
Apresenta tradução em português, inglês e espanhol, para facilitar a identificação dos condutores brasileiros no exterior.
Traz a opção de utilizar o nome social do condutor e os nomes dos pais afetivos, campos disponibilizados pelo Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach).
Tem campos com informações diversas: indicação do tipo de veículo da habilitação (e tabela com as categorias), informações para indicar se o condutor exerce atividade remunerada ou tem possíveis restrições médicas.
Está disponível na versão física e digital. A CNH eletrônica (CNH-e), que está disponível no aplicativo da Carteira Digital de Trânsito (CDT), também recebeu as alterações contemplando todos os novos campos e atendendo à resolução determinada pela resolução nº 886 do Conselho Nacional de Trânsito.
A nova CNH será emitida gradualmente para condutores que forem renovar o documento, emitir a segunda via, alterar dados ou tirar a CNH pela primeira vez.
E a versão antiga da CNH continuará válida até sua data de vencimento para renovação.
CNH substitui RG para viajar?
A CNH (Carteira Nacional de Habilitação) é frequentemente utilizada como documento de identidade para viagens no Brasil.
No entanto, ela não substitui o RG (Registro Geral) ou passaporte caso de viagem internacional. Nem para países que compõem o MERCOSUL, por exemplo, onde apenas o RG atualizado é válido como documento de identificação.
O que é PID (Permissão Internacional para Dirigir)?
A PID, ou Permissão Internacional para Dirigir é um documento oficial impresso, que funciona como uma tradução de informações importantes da sua CNH (carteira de habilitação brasileira) em nove idiomas. Inglês, espanhol, português, chinês, japonês, árabe, russo, francês e alemão.
E embora nem todas as locadoras de carro no exterior exijam a apresentação do documento na hora da retirada do carro, a PID pode evitar multas altas e muita dor de cabeça em caso de abordagem policial ou qualquer acidente no trânsito.
Não perca tempo e peça já a sua PID online. Mais barato e rápido que no DETRAN em 15 estados brasileiros!
Quem tem a nova CNH pode dirigir fora do Brasil? A nova habilitação é válida como PID?
Apesar de alguns campos da CNH nova terem recebido tradução para inglês e espanhol, ela não segue padrões internacionais determinados pela Convenção de Viena.
Entrei em contato com assessoria especial de comunicação do Ministério dos Transportes e eles me confirmaram que a nova CNH brasileira não vale como permissão internacional para dirigir no exterior.
Também analisei o texto original Convenção de Viena sobre Trânsito Viário, de 1968, para entender melhor esse acordo internacional que determinou uma série de regras a fim de facilitar o trânsito viário de condutores internacionais. Incluindo a padronização da carteira de habilitação.
Analisando os anexos da Convenção de Viena, a gente vê que a nova CNH brasileira não está adequada aos seus requisitos.
Ou seja, para dirigir em um dos países estrangeiros signatários da Convenção de Viena, você deverá possuir habilitação internacional dentro dos padrões internacionais: a PID ou habilitação nacional acompanhada de tradução certificada.
É bom ressaltar também que a PID só é válida quando apresentada com a CNH brasileira. Como prevê o artigo 2º da Portaria 1.043/2022, da Secretaria Nacional de Trânsito.
Em quais países a CNH brasileira é válida com a PID?
A combinação CNH brasileira e PID é válida em 84 países. Isso inclui todos os países que assinaram a Convenção de Viena e outros países que mantêm o Princípio de Reciprocidade com o Brasil, como os países do MERCOSUL.
Porém, é importante ressaltar que a CNH digital não vale no exterior.
Veja a lista de todos os países que assinaram a Convenção de Viena
África do Sul, Albânia, Alemanha, Anguila (Grã-Bretanha), Angola, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Arquipélago de San Andres – Providência e Santa Catalina (Colômbia), Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Bélgica, Bermudas, Bielo-Rússia (Belarus), Bolívia, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Cabo Verde, Canadá, Cazaquistão, Cayman (Grã-Bretanha), Ceuta e Melilla (Espanha), Chile, Cingapura, Colômbia, Congo, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Cote D’ivoire, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Equador, Escócia Reino Unido), Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Gibraltar (Colônia da Grã-Bretanha), Grã-Bretanha, Grécia, Groenlândia (Dinamarca), Guadalupe (França), Guatemala, Guiana, Guiana Francesa (França), Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilha de Pitcairn (Colônia da Grã-Bretanha), Ilha Norfolk (Austrália), Ilhas Aland (Finlândia), Ilhas Cayman (Grã-Bretanha), Ilhas Cocos – Keeling (Austrália), Ilhas Cook (Austrália), Ilhas do Canal (Coroa Britânica), Ilhas Geórgia e Sandwich do Sul (Colônia Britânica), Ilhas Virgens (Grã-Bretanha), Ilhas Wallis e Futuna (França), Indonésia, Inglaterra (Reino Unido), Irã, Iraque, Iria Ocidental, Irlanda do Norte (Reino Unido), Israel, Itália, Kuwait, Letônia, Libéria, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malvinas ou Ilhas Falkland (Grã-Bretanha), Marrocos, Martinica (França), Mayotte (França), México, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Montenegro (Iugoslávia), Montserrat (Grã-Bretanha), Namíbia, Nicarágua, Níger, Niue (Nova Zelândia), Noruega, Nova Caledônia (França), Nova Zelândia, Nueva Esparta (Venezuela), País de Gales (Reino Unido), Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polinésia Francesa (França), Polônia, Porto Rico, Portugal, Quênia, Quirguistão ou Uirguiztao, República Centro Africana, República Democrática do Congo, República Dominicana, República Eslovaca (Tchecoslováquia), República Tcheca (Tchecoslováquia), Reunião (França), Romênia, Rússia, Saara Ocidental, Saint-Pierre e Miquelon (França), San Marino, Santa Helena (Grã-Bretanha), São Tomé e Príncipe, Seicheles, Senegal, Sérvia, Suécia, Suíça, Svalbard (Noruega), Tadjiquistão, Terras Austrais e Antártica (Colônia Britânica), Território Britânico na Antártica (Colônia Britânica), Território Britânico no Oceano Índico (Colônia Britânica), Timor, Toquelau (Nova Zelândia), Tunísia, Turcas e Caicos (Grã-Bretanha), Turcomenistão, Turquia, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela, Vietnã e Zimbábue. Para mais informações, consulte o site do Ministério das Relações Exteriores.
Cada DETRAN do Brasil tem um procedimento e cobra um valor diferente para emitir o documento.
Já a PID do Automóvel Clube Brasileiro custa R$ 243 (+ custo da entrega pelos Correios), independente do estado onde sua CNH esteja registrada.
Esse valor é mais barato que o DETRAN em 15 estados brasileiros: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe.
O Automóvel Clube Brasileiro é a única entidade civil autorizada, desde 2017, a emitir o documento no país (Art. 15 da portaria nº 176, com certificação homologada através da portaria nº 1.077).
Tanto eu quanto a Sofia (e centenas de leitores aqui do blog) já emitimos nossas PID com eles e confirmamos que o processo é confiável e seguro.
O tempo de emissão da PID pelo site do ACBrtambém é bem mais vantajoso: até 3 dias úteis após confirmação do pagamento, mais prazo de entrega dos Correios (dependendo da modalidade que você escolheu). Muito rápido e prático!
A PID pode ser solicitada por qualquer cidadão brasileiro que possua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou Permissão Para Dirigir (PPD).
A PID só não será expedida caso o motorista esteja com a CNH suspensa, cassada, condenado por crime de trânsito ou por determinação judicial.
Pessoas com PPD (Permissão para Dirigir) podem dirigir em outros países?
Quem tem a Permissão para Dirigir (PPD) também pode solicitar a PID. Mas não adianta só ter a versão da carteira digital de trânsito. É preciso ter o documento impresso em mãos.
O documento também será válido temporariamente, apenas dentro do prazo de validade da PPD.
PID vale por quanto tempo? Qual é a validade do documento?
A PID vale por três anos ou até a data da validade da CNH brasileira. O que vier primeiro.
3 dicas infalíveis para economizar muito em aluguel de carro no exterior
Se você vai viajar e está pensando em alugar um carro nos Estados Unidos, pela Europa ou até na África, compartilhamos dicas importantes que vão te ajudar a fazer uma boa escolha:
Use um comparador online para pesquisar preços de locadoras de veículos diferentes e encontrar o melhor preço para a sua viagem. Uso e recomendo o site da Rentcars.
Reserve com antecedência;
Contrate seguro completo para o carro. Essa é uma garantia, já que qualquer problema ou imprevisto com o veículo alugado pode ser um prejuízo.
Perguntas frequentes sobre o uso da nova habilitação brasileira no exterior
A nova CNH é internacional?
Alguns campos da CNH nova foram traduzidos para inglês e espanhol. Porém, ela não segue os padrões determinados da Convenção de Viena.
Com a nova CNH posso dirigir no exterior?
É recomendado sempre ter a PID para dirigir no exterior. O documento é uma tradução oficial da habilitação brasileira e facilita a comunicação com um policial ou agente de trânsito em caso de acidente ou blitz.
Nova CNH substitui PID?
A CNH nova não segue os padrões internacionais determinados pela Convenção de Viena. Por isso, ela não substitui a PID.
Tá pensando em viajar pelo Brasil ou para o exterior, vai alugar um carro e quer saber se o site Rentcars é confiável? Você veio ao lugar certo!
Neste post vou responder algumas dúvidas em relação à Rentcars. Essa empresa brasileira tem o melhor comparador online de ofertas de aluguel de veículos do país.
Uma ferramenta que eu uso há mais de 10 anos e que vai te ajudar a alugar carro mais barato na sua próxima viagem para o Brasil ou exterior.
Mas ao contrário do que muita gente pensa, não é uma locadora de veículos.
Essa ferramenta facilita muito a vida do viajante, já que faz todo o trabalho de comparar tarifas de locadoras de veículos lado-a-lado em um único lugar.
Dessa maneira, você escolhe a oferta ideal para a sua viagem e retira o veículo direto com a locadora no destino que escolher, pelo melhor preço!
Alugar um carro é uma das maneiras mais práticas de transporte terrestre
A Rentcars é confiável?
Sim, aRentcars é confiável. Essa empresa brasileira existe desde 2009 e está presente em mais de 160 países pelo mundo. E mais de 5.000 cidades.
A Rentcars é a líder no mercado brasileiro de emissões de reservas junto às principais redes de locadoras de veículos no mundo.
Eu uso o site da Rentcars há mais de 10 anos, em praticamente todas as minhas viagens de carro, e super recomendo.
Como saber se o site Rentcars é confiável: Reclame Aqui
Se você ainda não se convenceu se a Rentcars é confiável, outra boa forma de conferir a confiabilidade da empresa é olhar sua nota no site do Reclame Aqui.
E a Rentcars tem uma ótima reputação no site (9.3/10), com quase 100% de reclamações respondidas.
Além disso, a Rentcars tem um excelente índice de solução de 97.4%. E quase 90% dos consumidores voltariam a fazer negócio com a empresa.
Para mim esses números são ótimos. Você não acha?
Foto: Reprodução site Reclame Aqui
Minha experiência: alugar um carro na Rentcars é seguro? Vale a pena usar o site em 2024?
Outra dúvida é se o site Rentcars é seguro. Eu uso a ferramenta há mais de 10 anos e acho que é a maneira mais fácil e confiável de alugar carro no Brasil e no exterior.
Já aluguei carro em Belo Horizonte, Salvador, Palmas, Brasília, nos Estados Unidos, na Itália, em Dubai. E posso te dizer com propriedade que a empresa, além de ter a melhor ferramenta do mercado, também oferece os melhores preços.
Meu histórico de aluguéis de carro pelo site Rentcars
Rentcars ou Rentalcars
Eu nem sempre eu usei o site da Rentcars. Nas primeiras viagens do blog, lá em 2012, 2013, eu usava a Rentalcars, a concorrente gringa da Rentcars.
Porém, tudo mudou depois de uma viagem para o Marrocos, quando a Rentalcars jogou nossa reserva para uma locadora de veículos local terrível sem dar nenhuma explicação ou opção.
Tivemos o maior problema do mundo com um carro horroroso, caindo aos pedaços. Depois disso, eu só uso a Rentcars. E não me arrependo!
Confira a seguir, o tutorial passo-a-passo de como alugar um carro na Rentcars.
1. Acesse o site da Rentcars, selecione o local e horário de retirada e devolução do veículo e seu país de residência.
2. Na próxima tela, você terá acesso a uma lista de ofertas de veículos disponíveis para locação no seu destino e para as suas datas.
Você pode ordená-las por preço (maior ou menor) ou por recomendações da própria Rentcars. Além disso, você pode usar os vários filtros da busca para reservar o carro ideal para você, como ar condicionado, número de portas, câmbio automático e número de passageiros.
3. Escolha a melhor opção de carro/locadora para você e continue até a próxima tela, onde você poderá revisar as condições da reserva e adicionar o plano de seguro que você quer contratar (com ou sem coparticipação na franquia), além de extras como gps.
4. Finalize a reserva e receba todos os dados e comprovante através do seu e.mail.
5 vantagens de usar o site da Rentcars para alugar carro
1. Site Rentcars.com tem o menor preço garantido
Por trabalhar com um volume grande de vendas, a Rentcars negocia as tarifas direto com as locadoras de veículos e consegue disponibilizar preços muito abaixo dos preços de mercado.
É o mesmo que acontece também com outras ferramentas online como Booking.com(hospedagem) e Seguros Promo (seguro viagem).
Os preços no site da Rentcars serão sempre mais baixos ou iguais aos preços da locadora. Sempre!
Além disso, a empresa trabalha com garantia de menor preço. Ou seja, se você encontrar uma diária mais barata, com as mesmas condições, a Rentcars cobre o valor encontrado.
2. Rentcars tem condições de pagamentos diferenciadas
Usando o site Rentcars.com para alugar um carro no exterior, por exemplo, você tem a opção de fazer o pagamento em real sem cobrança de IOF.
Além disso, você pode pagar a reserva em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito. Ou com 5% de desconto pagando com boleto bancário ou PIX.
3. O cancelamento na Rentcars é gratuito
Outra vantagem de alugar carro na Rentcars é o cancelamento gratuito das reservas. Além da possibilidade de alterações sem custo.
4. Site e atendimento ao cliente em português
Por ser uma empresa brasileira, o site Rentcars.come o atendimento ao cliente é feito em português, a partir do Brasil. Perfeito para quem não fala inglês ou espanhol.
Eu já usei o atendimento várias vezes, tanto por telefone quanto pelo Whatsapp e super funcionou.
Na última vez, em Petrolina, precisei esticar o prazo da reserva por conta de um atraso no meu voo, e a atendente foi super atenciosa. Deu tudo certo!
5. Rentcars oferece três opções de seguro para seu veículo alugado
O seguro viagem é um item essencial, que você deve contratar sempre que for alugar um veículo no Brasil ou exterior.
E todas as tarifas de aluguel de carro listadas no site da Rentcars.com incluem o seguro básico contra colisões e roubo.
Porém, esse seguro é muito básico e não oferece coberturas importantes para acessórios, pneus, rodas e suspensões danificadas por buracos ou guias, riscos ou amassados e trincos no para-brisa, espelhos e janelas.
Caso você tenha algum problema dessa natureza, terá que pagar o conserto do próprio bolso, além da taxa diária cobrada pela locadora já que o carro ficará na oficina.
É por isso que eu prefiro fazer um seguro extra mais completo. E apesar de encarecer um pouco o aluguel, ele me deixa 100% protegida em caso de qualquer problema.
Existem 3 maneiras para contratar o seguro mais completo. São elas:
Contratar um seguro completo direto com a locadora de veículos
Você pode contratar o seguro completo do veículo alugado direto no balcão da locadora, na retirada do carro.
E apesar de ser o jeito mais prático e sem dor de cabeça para você contratar seguro para o carro alugado, infelizmente, é também a opção mais cara. E pode dobrar o valor do seu aluguel
Contratar um seguro de uma seguradora
A segunda opção é contratar um seguro de uma seguradora como a RentalCover.com, parceira da Rentcars.
Este tipo de seguro tem melhor custo-benefício em relação ao seguro completo da locadora. E a cobertura é mais completa, abrangendo itens que a garantia básica não cobre, como pneus furados, para-brisas rachados, faróis danificados, chaves perdidas e reboque.
A desvantagem de contratar esse seguro é que em caso de dano, você terá que pagar os custos para a locadora. E só depois solicitar o reembolso por meio de um processo online.
Basta preencher o formulário de reembolso e enviar os documentos solicitados, como o certificado do seguro contratado, os recibos de pagamento, cópias de recibos e relatórios da apólice (que a locadora irá te enviar por e.mail) ou qualquer outro documento relacionado a terceiros envolvidos no acidente.
Eu tive uma experiência recente durante um aluguel de carro na Itália, com o seguro da AIG, que funciona nos mesmos moldes da RentalCover.com.
E eles me pagaram direitinho o prejuízo que tive como uma tentativa de roubo do carro. O dinheiro caiu direto na minha conta Wise.
Usar o benefício do seguro do cartão de crédito
Você também pode usar o benefício de seguro de aluguel de veículo do seu cartão de crédito.
Os cartões Mastercard Platinum e Mastercard Black oferecem um seguro básico para aluguel de carro no exterior. Com cobertura para roubo, incêndio e danos causados por colisão, capotamento, vandalismo e causas relacionadas ao clima, como granizo, inundações, etc.
O Visa Seguro Auto cobre danos por colisão, roubo, vandalismo e acidentes totais ou parciais.
O seguro de carro do cartão de crédito não cobre danos a terceiros. E não inclui uma série de coberturas importantes como: reembolso de custos de troca de pneu ou perda das chaves na estrada, danos na carroceria e danos causados por motoristas adicionais.
Além disso, aluguéis de longo prazo também estão excluídos dessa cobertura. E geralmente, esse só vale se você não tiver outro seguro CDW valendo.
Fica a dica para seu próximo aluguel de carro no site da Rentcars.
Rental Cover vale a pena
A RentalCover.com é parceira da Rentcars e oferece um seguro completo com excelente custo-benefício.
A desvantagem desse seguro é que ele funciona por reembolso. Ou seja, se você tiver algum problema, terá que pagar a locadora de veículos e depois solicitar o reembolso.
O processo pode demorar, já que envolve várias etapas, mas é a opção que eu tenho usado nas minhas últimas reservas de carro pela Rentcars, pelo excelente custo-benefício.
Analise o que é melhor para você.
Vai dirigir no exterior? Não esqueça da PID
O carro é um meio de transporte terrestre prático e muitas vezes mais confortável. E a Permissão Internacional para Dirigir (PID) é um dos documentos mais importantes para quem tá pensando em alugar um carro e dirigir no exterior.
Ela é uma tradução da sua CNH brasileira e acaba sendo uma segurança em caso de fiscalização ou acidente. Com ela, nenhuma autoridade de trânsito no exterior poderá questionar sua habilitação internacional.
Eu sou do time que sempre leva a PID quando vai dirigir no exterior. Sempre!
E uma forma bem mais prática e rápida para emitir a PID é através do site carteirainternacional.org, do Automóvel Clube Brasileiro (ACBr), única entidade civil autorizada a emitir o documento no Brasil além dos DETRANs.
O processo é 100% online, seguro e confiável e tem um preço fixo para todo o Brasil de R$ 243 (mais frete). Bem mais barato e rápido que o processo no DETRAN de São Paulo, por exemplo, que me cobraria mais de R$ 380.
O site da Rentcarsfunciona como um comparador de preços de locação de veículos online.
É uma ferramenta que facilita muito a vida do viajante, pois faz todo o trabalho de comparar tarifas de locadoras de veículos em um único lugar. Economia de tempo e dinheiro.
A Rentcars é confiável?
Sim, a Rentcars é confiável. É uma empresa brasileira líder no mercado de emissões de reservas junto às principais redes de locadoras de veículos no mundo que existe desde 2009.E está presente em mais de 160 países pelo mundo.
Vale a pena usar o site da Rentcars?
Sim, vale a pena usar o site da Rentcars. Quem é que não gosta de economizar uma graninha durante uma viagem? Além do melhor preço garantido, você ainda economiza pesquisando de uma vez só tarifas de várias locadoras diferentes.
Não dê bobeira e faça já uma cotação grátis para sua viagem.
Cancelamento Rentcars: como funciona?
Caso você precise cancelar a reserva ou fazer alguma alteração, entre em contato com a Rentcars (por telefone, e.mail ou Whatsapp). O atendimento é no Brasil, em português. Não tem erro!
Vai visitar Maceió e quer aproveitar uma praia que mais parece um pedaço do paraíso? Recomendo o Hibiscus Beach Club, considerado um dos melhores clubes de praia da capital alagoana.
Ele fica a cerca de 20 km do centro da cidade, na maravilhosa Praia de Ipioca. E é o lugar perfeito para curtir essa deliciosa praia de água azul-turquesa, com muita comodidade.
O clube de praia oferece um dos melhores day use em Maceió e foi uma das minhas paradas durante a viagem de 8 dias pelo litoral norte de Alagoas, um dos lugares mais especiais do Brasil.
Conto aqui a nossa experiência por lá!
Hibiscus Beach Club day use perto de Maceió
O Hibiscus é um clube de praia que oferece day use em Maceió.
E a vantagem de um lugar assim é que você pode aproveitar toda a infraestrutura do local. Que é como se fosse a de um hotel, com espaço confortável para tomar sol ou se proteger dele, serviço de bar, restaurante, programação infantil, música ao vivo e muito mais.
Tudo isso em uma posição privilegiada, de frente para o mar.
Estive no Hibiscus em um domingo de verão e o clube estava bem cheio. Por isso recomendo que você chegue cedo para garantir um lugar bem de frente para o mar.
Cheguei perto da hora do almoço e em um primeiro momento consegui um lugar não tão na frente, porém super gostoso.
Fiquei em um gazebo com mesa, bancos almofadados e uma rede. Foi o tempo de tomar uma cerveja e logo avistei uma mesa livre bem na cara do gol. Ops, do mar! E para lá eu fui.
Que delícia de lugar! Curtir essa praia com tantas comodidades foi uma experiência bem gostosa.
Experimentei o Espaço Beach, que tem capacidade para até 600 pessoas e conta com mesas com guarda-sol, espreguiçadeiras e gazebos que comportam até 6 pessoas.
O valor do day use neste espaço é de R$ 100 por pessoa. Crianças de 6 a 11 anos, pagam 50% do valor.
Espaço Lounge Hibiscus
Além do Espaço Beach, o Hibiscus oferece o Espaço Lounge, uma área reservada, construída sobre um deck.
O espaço conta com 17 lounges para 10 pessoas cada. Os lounges possuem, cada um deles, espreguiçadeiras, redes, duchas, sofás, mesinhas e Wi-Fi.
O cardápio nesse espaço é diferente do outro. E lá ao invés de música ao vivo rola DJ.
Cardápio do Hibiscus Beach Club: day use em Maceió
A fome não tardou a bater e provei dois pratos do cardápio do restaurante do Hibiscus.
Decidi comer na nossa mesa mesmo. Mas quem preferir pode comer no restaurante. O cardápio é bem interessante, com muitas opções de petiscos e pratos.
Pedi dois pratos que estavam deliciosos. Um filé com risoto e um risoto de camarão. Recomendo!
A Praia de Ipioca fica a 20km de distância do centro de Maceió, seguindo na direção norte. É bem pertinho e vale muito a pena. É uma praia bem menos agitada que as praias urbanas da capital alagoana.
Para mim a Praia de Ipioca foi uma das mais bonitas que visitamos e olha que visitei muitas praias bonitas na viagem para Alagoas.
As águas da praia são cristalinas e têm coloração turquesa no verão. Um verdadeiro convite a um mergulho.
Foto da praia de Hibiscus Maceió
Estrutura do Hibiscus Beach Club
Como eu já disse, a estrutura do Hibiscus é bem completa. E tudo la é muito bonito e bem cuidado. Essa é a área dos vestiários que têm duchas e armários.
As crianças têm um espaço exclusivo com direito a parquinho, piscina infantil e monitores com recreação para animar o dia delas. É bem legal!
O estacionamento é amplo e gratuito. E nessa viagem por Alagoas, preferi alugar um carro para ter bastante autonomia e fazer todos os passeios que eu queria.
Depois desse relato só tenho a dizer que foi uma ótima experiência passar o dia na maravilhosa Praia de Ipioca, desfrutando de toda a estrutura e comodidades do Hibiscus Beach Club.
Espero voltar em breve e espero que você goste também.
Onde fica o Hibiscus Beach Club
O Hibiscus Beach Club fica no Residencial Angra de Ipioca, na Rodovia AL 101, Norte. Não tem erro, é só se atentar às placas indicativas.
Se você colocar no aplicativo de GPS Hibiscus Beach Club ele te leva direitinho.
Eu sempre uso o site da Rentcars. Essa empresa brasileira garante o melhor preço e as melhores condições. Com pagamento parcelado no cartão de crédito.
A Vinícola Montes (Viña Montes), pioneira na produção de vinhos tintos de alta qualidade no Chile, foi eleita a 7ª melhor vinícola do mundo em 2023 pela World´s Best Vineyards Awards.
A vinícola ainda aparece na lista como uma das melhores vinícolas da América do Sul.
Além de produzir vinhos premium e ultra premium, como os famosos Montes Alpha M., Montes Folly, Purple Angel e Montes Alpha, a visita à Viña Montes é uma experiência única e inesquecível.
Com direito a adega subterrânea ao som de cantos gregorianos, feng shui e um restaurante comandado um por um famoso chef argentino.
Neste post você vai saber tudo sobre a visita à Viña Montes. Onde fica, como chegar e o que fazer na melhor vinícola do Chile. Tudo pronto para começar?
A Viña Montes nasceu do sonho de Aurelio Montes e Douglas Murray de produzir vinhos chilenos com altíssima qualidade em pleno vale de Apalta, parte mais fria do Valle de Colchagua, a cerca de 2 horas da capital Santiago.
A Montes foi uma das pioneiras a explorar o ‘terroir’ dessa região que tem clima estável e equilibrado o ano todo, perfeito para o cultivo de uvas que, aqui, passam por um processo de maturação mais lento e completo.
Vinhedos na Viña Montes, no Chile
E a história não me deixa mentir: o vinho Montes Alpha Cabernet Sauvignon foi o primeiro vinho ‘Premium’ a ser exportado pelo Chile, em uma época que existiam apenas 14 vinícolas exportadoras no país. Hoje são mais de duzentas.
Os vinhos Alpha Chardonnay, Merlot e Syrah vieram em seguida e tornaram a Viña Montes a melhor vinícola do Chile.
É muito importante citar que a Vinícola Montes é o resultado bem-sucedido de esforços nacionais. Sem a participação de joint ventures ou consultorias estrangeiras, estratégia comum usada por outras vinícolas chilenas famosas.
Todos os vinhos produzidos na Viña Montes são 100% chilenos.
Vinícola Montes, no Valle de Colchagua (Chile)
O Valle de Colchagua
O Valle de Colchagua é um dos destinos chilenos mais famosos por seus vinhos. Localizado na zona central do Chile, a cerca de 180km de Santiago.
Além da Viña Montes, pioneira nessa região, também abriga outras excelentes vinícolas, como: Vinícola Viu Manent, Clos Apalta, Lapostolle e Vinícola Santa Cruz.
Como é a visita à Viña Montes
A visita guiada à Vinícola Montes começa ao ar livre, em meio às parreiras. E apesar da Montes também possuir vinhedos nos vales Aconcágua, Curicó, Itata e Maule, o vale de Apalta é seu verdadeiro lar.
O projeto da vinícola foi criado conforme os princípios do Feng Shui, incorporando água, metal e madeira para garantir harmonia entre os elementos básicos (fogo, terra, ar e água). Tudo pensado para aumentar a qualidade dos vinhos.
Vista da Viña Montes, no Vale de Apalta (Chile)
E o que não falta na Viña Montes é boa energia. Por todos os lados você verá figuras de anjos. Tanto na decoração quanto nos rótulos dos vinhos. Proteção para a vinícola e visitantes.
Os rótulos dos vinhos são obras do ilustrador britânico Ralph Steadman. E os anjos da decoração são confeccionados pelas mulheres artesãs de Apalta.
Presença constante dos anjos na Vinícola Montes
A visita continua dentro da vinícola. E podemos acompanhar a produção e engarrafamento dos vinhos Montes.
O processo é baseado em uma cultura sustentável, que preza pelo respeito ao meio ambiente e às pessoas envolvidas em todas suas etapas.
Algumas das iniciativas sustentáveis na vinícola, são:
Uso de técnicas de manejo integrado em 100% dos vinhedos;
Sistema de irrigação por gotejamento com alta eficiência no consumo de água;
Compostagem com o bagaço da uva (casca e semente) para a diminuição no uso de fertilizantes;
Uso de cobertura vegetal natural para reduzir a erosão e compactamento do solo.
Vinhedo no Vale de Apalta, no Chile
Outro ponto interessante, é que a Viña Montes não usa bombas no processo de produção de seus vinhos. As uvas colhidas são esmagadas no telhado do edifício e o sumo move-se para baixo, até a sala de produção, de forma delicada e usando apenas a força da gravidade.
Dessa maneira o mosto é preservado integralmente, mantendo os sabores e taninos mais suaves desses vinhos intactos.
Sala de produção dos vinhos Montes
Para completar, os vinhos Montes passam por um processo de maturação na adega subterrânea semicircular, localizada no coração vinícola, dentro de barricas de carvalho francesas.
A belíssima adega funciona como uma espécie de teatro para esses importantes atores, que permanecem repousando ao som de cantos gregorianos famosos, até atingir sua ‘maioridade’.
Sala das Barricas, na Viña Montes
Ao final do tour, você pode visitar a loja da vinícola para comprar alguns dos rótulos produzidos aqui. Também estão disponíveis para compra, peças de artesanato local, incluindo os anjos, presentes na decoração da vinícola.
A Vinícola Montes oferece visitas guiadas em inglês e espanhol.
O que fazer na Vinícola Montes: tours e experiências
As visitas guiadas são passeios cheios de informação. Além dos vinhedos, você também terá acesso à área de fabricação dos vinhos Montes, à Sala das Barricas, a adega subterrânea onde os vinhos descansam ao som de cantos gregorianos. E também à loja da vinícola.
Veja na tabela a seguir um resumo dos tours disponíveis. A maior diferença entre eles é a degustação de vinhos.
Tour
Degustação
Horário
Preço
Tour Premium
2 Montes Alpha
1 Outer Limits
1 Icono
10h30, 12h30 e 15h30 (inglês e espanhol)
CLP $35.000 por pessoa
Tour Sunset
4 Vinhos acompanhados de tábua de queijos e doces caseiros.
Rosé (Montes Querubim) ou vinho branco fresco
2 Montes Alpha ou Outer Limits
1 Icono (M, Folly ou Purple Angel)
18h30 às 20h15 (inglês e espanhol)
CLP $ 46.000 por pessoa
Alta Gama
1 Montes Alpha
1 Outer Limits
2 Iconos
10h30, 12h30 e 15h30 (inglês e espanhol)
CLP $ 49.000 por pessoa
Evolution
Uma taça de Montes Sparkling Ángel ou Outer Limits
Degustação Vertical de 4 garrafas de safras antigas de Vinos Iconos (M, Folly ou Purple Angel).
11h às 15h30
CLP $ 800.000 por grupo de até 6 pessoas
» Experiências na Vinícola Montes
As experiências na Vinícola Montes incluem excelentes refeições preparadas no Fuegos de Apalta, restaurante do chef argentino Francis Malmann.
Seja um piquenique ao ar livre, um almoço leve (com pizza assada no forno de barro ou sanduíche na grelha) ou uma harmonização guiada em três tempos, você logo entenderá porque a Viña Montes é tão premiada.
» Trekking na Viña Montes
Também é possível fazer uma trilha de 6km pelos vinhedos da Montes, nas colinas do Cerro Divisadero. E experimentar os deliciosos vinhos Montes.
A caminhada começa às 9h30 e tem 4 horas de duração.
Os vinhedos no vale de Apalta
Seguro viagem para o Chile é obrigatório
É super recomendado ter um seguro viagem para o Chile.
A dica é usar um comparador online para contratar o melhor seguro pelo menor preço, de maneira fácil, rápida e online. Eu uso e recomendo o site da Seguros Promo, que tem o melhor preço e atendimento do mercado.
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Para completar a experiência de visitar a vinícola Montes, não deixe de experimentar as delícias do icônico Fuegos de Apalta.
O restaurante pertence ao famoso chef argentino Francis Mallmann, mentor da ex-Masterchef Paola Carosella.
O menu é incrível, o serviço impecável e a localização privilegiada. O restaurante fica, literalmente, dentro das parreiras da vinícola, com vista arrebatadora para os montes. Vale a pena visitar e experimentar.
Restaurante Fuegos de Apalta na Viña Montes
Para quem não conhece o chef Francis Mallmann, vale a pena assistir o episódio dele na série Chef’s Table, na Netflix. É o terceiro episódio da primeira temporada e um dos melhores!
Vinícola Montes | No Mapa
Confira a localização da Viña Montes no mapa interativo abaixo.
Qual a melhor época para visitar as vinícolas no Chile?
No mês de janeiro, as parreiras estavam bem verdinhas e jovens. Entre março e abril acontecem as tradicionais festas da vindima. Eventos para comemorar a colheita da uva.
Uvas verdinhas no mês de janeiro no Valle de Colchagua
Tá pensando em viajar e quer saber se uma viagem para o Chile precisa de passaporte? Pois saiba que é possível visitar o país apenas com o seu rg brasileiro.
Vem comigo conhecer todas as regras e requisitos para entrar no Chile. Tudo para você organizar a sua viagem de maneira fácil e com segurança.
TIRA-DÚVIDAS PARA PLANEJAR SUA VIAGEM PARA O CHILE
Precisa de passaporte para o Chile?
Não. O RG (identidade brasileira) em boas condições e com a foto atual é suficiente;
Quais são os documentos e requisitos para entrar no Chile?
Turistas brasileiros devem cumprir os seguintes requisitos para entrar no Chile:
Ter documento de viagem válido (rg ou passaporte);
Comprovar valor mínimo de subsistência diária de 46 dólares;
É recomendado contratar seguro viagem Covid Chile.
Você sempre deve consultar as informações atualizadas com a companhia aérea antes da viagem.
1. Chile precisa de passaporte? Não! Pode ser rg ou passaporte.
Um dos requisitos obrigatórios para entrar no Chile é a apresentação de um documento de viagem válido.
Como Brasil e Chile são Estados do Mercosul, brasileiros podem apresentar tanto a carteira de identidade nacional (RG) quanto passaporte válido para entrar no país.
O RG deve estar em boas condições e a foto deve permitir identificação clara do viajante. O passaporte deve ter validade mínima de seis meses a partir da data da viagem para o Chile.
Precisa de visto para entrar no Chile?
Turistas brasileiros não precisam de visto para entrar no Chile em viagens de até 90 dias.
Para trabalho, estudo, estágio ou trabalho voluntário no país, será exigido um visto apropriado. Você deve providenciá-lo junto ao Consulado.
2. Comprovação de valor mínimo de subsistência diária para viajar pro Chile
O Serviço Nacional de Migração do Chile atualizou o valor mínimo de dinheiro que turistas estrangeiros devem comprovar para entrar no país.
Conforme as informações recentes do Serviço de Migração: ‘toda pessoa estrangeira que ingressar no Chile temporariamente para recreação e/ou férias, esportes, estudos, negócios e/ou congressos; visitar parentes ou amigos, fazer tratamento de saúde – ou por qualquer outro motivo – deve comprovar um valor mínimo de subsistência diária de US$ 46’.
Pode ser dinheiro vivo, extrato bancário e até o saldo de uma conta internacional, por exemplo.
Brasil e Chile não têm acordo de saúde pública e até o sistema de saúde público chileno é pago.
Isso significa que se você precisar de uma consulta ou qualquer outro atendimento médico de emergência, por menor que seja, terá que pagar do próprio bolso. E o atendimento médico de emergência no país é caríssimo.
Uma ótima dica é usar um comparador online. Eu uso e recomendo osite da Seguros Promo, que tem o melhor preço e atendimento do mercado.
Com a ferramenta, você pode comparar os melhores planos e ver qual é o ideal para a sua viagem.
A partir de R$ 18,91 por dia de viagem. (R$ 189,13 para uma semana de viagem)
USD 60.000;
Cobertura médica para prática de esportes;
Cobertura COVID-19;
Retorno de menor desacompanhado.
O seguro viagem Chile vale para outros países na América do Sul
Quando você contrata umseguro viagem internacional pelo site da Seguros Promo ele também pode ser usado em outros países da Amérida do Sul, comoArgentina eUruguai, onde o seguro viagem é obrigatório.
Câmbio no Chile: qual é a melhor forma de levar dinheiro para uma viagem para o Chile?
O Peso Chileno (CLP) é a moeda oficial do Chile. Você pode encontrar cinco notas de CLP 1.000, CLP 2.000, CLP 5.000, CLP 10.000 e CLP 20.000. E moedas de CLP 1, CLP 5, CLP 10, CLP 50, CLP 100 e CLP 500.
Hoje em dia, a melhor maneira de levar dinheiro para uma viagem para o Chile e outros destinos na América do Sul é usar os cartões de débito vinculados a contas internacionais.
Essas contas são gratuitas, operam com o câmbio do dólar comercial, mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio no Chile e no Brasil. E cobram apenas 1,1% de IOF. Menos que os 5,38% cobrados pelos cartões de crédito brasileiro.
Além disso, todas as contas internacionais oferecerem um cartão de débito sem taxas ou anuidade. O que é bem mais prático e seguro para uma viagem internacional.
E no Chile, você poderá usar esses cartões em praticamente todos os lugares. Restaurantes, cafeterias, lojas e até para pagar passeios.
Caso você prefira viajar com dinheiro vivo, com esses cartões também é possível sacar pesos chilenos em caixas automáticos. Tanto o cartão Nomad quanto oWise oferecem dois saques gratuitos por mês.
Como alternativas, você pode levar alguns dólares para trocar em casas de câmbio no Chile. Ou mesmo levar um cartão de crédito internacional desbloqueado para qualquer emergência.
O Chile é um país riquíssimo em paisagens e atividades. E de uma forma geral, a melhor época para viajar para o Chile é entre os meses de setembro a março. Porém, depende muito do que você deseja fazer no país.
Na tabela a seguir, você encontra as principais atrações para fazer no Chile tanto no verão quanto no inverno.
O que fazer no Chile no verão (entre janeiro e março)
O que fazer no Chile no inverno (entre julho e setembro)
Planeje a sua viagem: pontos de fronteira aérea e terrestre para viajar ao Chile
Para chegar no Chile de avião, você pode usar os seguintes aeroportos:
Aeroporto de Santiago do Chile (Comodoro Arturo Merino Benítez)
Aeroporto de Calama
Aeroporto de Iquique (Aeropuerto General Diego Aracena)
Aeroporto de Antofagasta (Aeropuerto Andrés Sabella)
Aeroporto de Punta Arenas (Aeropuerto Presidente Carlos Ibáñez del Campo)
Aeroporto da Ilha de Páscoa
Aeroporto de Puerto Montt
Aeroporto de Concepcion
Aeroporto de Arica
Aeroporto de Temuco
Aeroporto de La Serena
Aeroporto de Balmaceda
Aeroporto de Valdivia
Aeroporto de Mocopulli – Chiloé
Aeroporto de Puerto Williams
Aeroporto de Osorno
Se você preferir viajar para o Chile de carro, pode entrar pelos seguintes pontos de fronteira:
Chacalluta (fronteira com o Peru)
Colchane (fronteira com a Bolívia)
Pino Hachado (fronteira com a Argentina)
Clique para ver as localizações em um mapa personalizado do Google.
Requisitos para voltar ao Brasil depois de uma viagem ao Chile
Brasileiros e estrangeiros não mais precisam apresentar comprovante de vacinação ou teste negativo de Covid-19 para entrar no Brasil. Adecisão foi adotada pela Anvisa em março de 2023.
Veja as regras e documentos de viagem para entrar em outros países da América do Sul
Dúvidas frequentes sobre requisitos e documentos para entrar no Chile em 2023 e 2024
Veja um resumo sobre os requisitos de entrada no Chile. E quais os documentos e autorização de viagem que você precisa ter para passar pela imigração no país.
Brasileiro precisa de passaporte para entrar no Chile?
Para viajar para o Chile é necessário apresentar passaporte ou a carteira de identidade. Ter seguro viagem Covid Chile é mais que recomendado.
Posso entrar no Chile com CNH?
Não. Você precisa ter rg ou o passaporte para uma viagem pro Chile. Saiba quais são todos os documentos que você precisa para passar pela imigração no Chile.
Precisa de vacina da Covid para entrar no Chile?
Desde o dia 10 de maio de 2023, não é mais necessário apresentar certificado de vacinação para Covid-19 na chegada ao Chile.Veja mais detalhes.
Seguro viagem para o Chile é obrigatório?
Apesar do seguro viagem para o Chile não ser mais obrigatório, ele é essencial em caso de qualquer emergência ou acidente. Eu nunca viajo para o exterior sem seguro viagem e recomendo que você faça o mesmo.
Qual é o melhor seguro viagem Chile?
Os melhores planos de seguro viagem Chile, são:
Tem algum seguro de viagem que vale para o Chile e Argentina?
Todos os planos de seguro viagem à venda no site da Seguros Promo te permitem viajar pela América do Sul com cobertura plena.
O Natal é uma festividade que tem suas raízes na tradição cristã, mas ao longo dos anos, diferentes países ao redor do mundo abraçaram essa época festiva e criaram diferentes tradições natalinas.
Neste artigo, exploraremos algumas das tradições de Natal mais incomuns e fascinantes de diversas partes do globo.
Bora embarcar nessa jornada por celebrações de Natal únicas?
11 tradições de Natal pelo mundo: curiosidades sobre as celebrações de natal ao redor do mundo
Você sabia que existem 13 Papais Noéis na Islândia?
Isso mesmo! Por lá, o Natal é celebrado com a visita de 13 personagens folclóricos, os Yule Lads, também chamados de Jólasveinar, que significa “filhos da luz” em islandês.
Os Yule Lads são filhos de um casal de trolls chamados Grýla e Leppalúði. E cada um tem um nome e uma personalidade que refletem seus hábitos ou travessuras.
Eles visitam as casas islandesas nas 13 noites que antecedem o Natal, e deixam presentes para as crianças boazinhas ou batatas podres para aquelas que não se comportaram muito bem.
2. A lenda do Krampus, o anti-Papai Noel da Áustria
Segundo uma tradição natalina austríaca, São Nicolau recompensa os bons meninos e meninas, e seu companheiro medonho Krampus, assusta aquelas que não se comportaram bem.
O Krampus é uma criatura metade cabra e metade demônio, que pune as crianças más no Natal.
Durante o mês de dezembro, principalmente na primeira semana, acontece a “Krampusnacht” (Noite do Krampus). Nessa noite, pessoas se fantasiam como Krampus e saem pelas ruas da cidade, fazendo barulho com correntes e sinos.
A tradição do Krampus tem origem em lendas pré-cristãs, que associavam os deuses nórdicos ao inverno e à natureza selvagem.
O filme ‘Krampus: O Terror do Natal’ é um exemplo de adaptação cinematográfica dessa figura diabólica. No filme, a família protagonista enfrenta o Krampus após perder o interesse pelo Natal.
3. As casas de biscoito de gengibre nos Estados Unidos
As casas de biscoito gengibre enfeitadas com balas e doces coloridos são um símbolo da cultura natalina nos Estados Unidos.
Elas podem ser encontradas em diversos lugares, como lojas, shoppings, hotéis. E até mesmo em kits para montar em casa.
Dizem que essa história de montar pequenas casinhas com biscoito de gengibre começou na Alemanha em 1800, inspirada na história infantil de João e Maria.
A história das duas crianças encontram uma casa feita de guloseimas na floresta foi publicada pelos irmãos Grimm no século XIX e popularizou a tradição das casas de gengibre na Europa.
As casinhas de pão de gengibre (“lebkuchenhaus” em alemão) vieram para os Estados Unids com os imigrantes europeus durante a colonização. E acabaram se popularizando.
A Noche de las Velitas é celebrada por toda Colômbia no dia 7 de dezembro, na véspera do dia da Imaculada Conceição, um dos feriados mais importantes no país.
Essa é uma das festividades mais tradicionais da Colômbia, e marca o início da época natalina. Neste dia, as famílias se reúnem e acendem lanternas e velas em suas varandas, quintais e nas ruas de diversas cidades colombianas.
As velas são tradicionalmente usadas para iluminar o caminho da virgem, para que ela possa chegar a casa de todo mundo. Nesse dia também é servido um banquete com deliciosas comidas de Natal.
5. O bode de Gävle, na Suécia
A Suécia tem uma das tradições de natal mais antigas do mundo. Há menções do Yule Goat (bode Yule) no século XI.
Dizem que o bode de tamanho humano acompanhava São Nicolau e sob suas ordens, conseguia controlar o diabo.
A figura se popularizou e acabou tornando-se um símbolo da celebração de Natal na região. Hoje em dia, é um ornamento de Natal tradicional nas árvores da Suécia.
Desde 1966, um imenso bode Yule com 13 metros de altura é construído no centro da Praça do Castelo em Gävle, cidade a cerca de 100 km ao norte de Estocolmo.
Ele é decorado com enfeites natalinos e tem uma coroa na cabeça. E habitantes da cidade tentam, a todo custo, queimar o bode.
Destruir a escultura gigante é uma tradição informal. Nos últimos 40 anos, ela foi queimada 29 vezes. Por isso, as autoridades da cidade ficam em estado de alerta.
6. Befana, a bruxa natalina na Itália
A Festa da Befana é uma tradição italiana que acontece no dia 6 de janeiro, dia da Epifania ou Dia de Reis. Segundo uma lenda, a Befana é uma velha bruxa que hospedou os Reis Magos em sua casa, mas recusou-se a ir com eles ver o Menino Jesus.
Depois, arrependida, tentou encontrá-los, mas não conseguiu. Então, ela resolveu dar doces para todas as crianças que encontrava pelo caminho, esperando que uma delas fosse o Menino Jesus.
Até hoje, as crianças italianas esperam pela Befana na noite de 5 para 6 de janeiro, deixando uma meia vazia na janela. As que foram boas ganham doces, e as que foram más ganham carvão.
7. Lagartas fritas: iguarias de Natal na África do Sul
O tradicional almoço de Natal em muitos lares sul-africanos inclui um prato bem peculiar: lagarta frita.
Segundo a tradição, comer as imensas lagartas da espécieNudaurelia cytherea, também chamada de mariposa-imperador do pinheiro, traz sorte extra para o próximo ano.
Apesar de só 1% da população do Japão ser cristã e comemorar o Natal, o dia 25 de dezembro ainda é um grande negócio por aqui.
Mercados de Natal e iluminações tecnológicas e frango frito marcam essa época do ano para os japoneses.
Isso mesmo que você leu. No Japão, o destaque da ceia de natal é o frango frito. Resultado de uma campanha de marketing da rede de fast food KFC na década de 1970, que transformou a ‘iguaria’ em uma tradição natalina.
O slogan Kentucky para o Natal ( “Kurisumasu ni wa kentakkii!”) popularizou uma tradição nacional. E desde então, a KFC tem alta demanda na época do Nata. Famílias japonesas se reúnem no KFC local para uma refeição especial na véspera de Natal.
9. Cenouras nos sapatos na Holanda
Na Holanda, as crianças colocam seus sapatos perto da lareira na noite antes do Natal para que Sinterklaas, o Papai Noel holandês, os encha com presentes e guloseimas durante a noite.
Tradicionalmente, cenouras são deixadas nos sapatos para o fiel o companheiro de Sinterklaas, um cavalo branco chamado Amerigo.
10. Pōhutukawa, a árvore de Natal alternativa da Nova Zelândia
A Pōhutukawa é uma árvore deslumbrante que só cresce na Nova Zelândia, principalmente ao longo da costa da Ilha Norte.
Ela tem raízes retorcidas e flores vermelhas vibrantes. E florescem justamente na época do Natal (de dezembro a janeiro).
Por isso, seus ramos são usados por moradores locais para decoração de suas casas.
11. Jogue seus sapatos na República Tcheca
Na República Tcheca, as mulheres solteiras celebram o Natal de uma maneira diferente. Uma superstição popular local, diz que elas têm uma oportunidade única de descobrir o seu futuro romântico na noite de 24 de dezembro, véspera de Natal.
Basta ficar na porta de frente para a porta e jogarem um sapato por cima do ombro, poderão descobrir se se casarão em um ano. Se os sapatos apontarem para a porta, vem casamento no próximo ano. Mas se eles apontarem para longe da porta, ela permanecerá solteira por, pelo menos mais um ano.
E aí, gostou dessas tradições natalinas e curiosidades sobre o Natal em vários países do mundo?
Apesar do Natal ser uma das celebrações mais celebradas no mundo, cada cultura tem sua própria maneira especial de comemorar esta época festiva.
Mas o que importa mesmo é curtir a família, os amigos e aproveitar para descansar e se renovar para o ano.
Segundo o blog Ensinar História, a palavra Natal vem do latim nātālis e do verbo nāscor, que tem sentido de nascer. Da palavra em latim, surgiu natale em italiano, noël em francês, nadal em catalão, navidad em espanhol.
Já o termo Christmas, usado nas línguas anglo-saxônicas, originou-se do inglês arcaico Christes maesse. Que evoluiu para Christ’s mass que quer dizer “missa (em louvor) de Cristo”.
O ‘X’ em Xmas é uma abreviação grega para Cristo, que em grego se escreve Χριστός (Christos).
2. A origem pagã da escolha do dia 25 de dezembro como a data do Natal
Você sabia que apesar do Natal comemorar o nascimento de Cristo, a escolha da data 25 de dezembro não tem nada a ver com a Bíblia?
A data do Natal no dia 25 de dezembro foi escolhida pela Igreja Católica no século IV e alinhava-se ao período da Saturnália, um festival da Antiga Roma em honra a Saturno, que se estendia de 17 a 25 de dezembro no Calendário juliano.
A Saturnália era uma festa pagã celebrada no antigo Império Romano, em comemoração ao solstício de inverno.
A festa incluía banquetes públicos, troca de presentes e muito mais. Em um verdadeiro clima de carnaval. Era o momento do vale tudo, em que todas as normas sociais romanas eram derrubadas.
Alguns desses costumes pagãos foram naturalmente agregados às novas e cristãs tradições natalinas.
3. A impressionante velocidade de Papai Noel no dia de Natal
Você já se perguntou como o Papai Noel consegue entregar presentes para todas as crianças do mundo em uma única noite? Bem, a resposta mais óbvia é que ele precisa ser muito, mas muito rápido.
Ele precisaria viajar a uma velocidade de 1560 km/s. E supondo que cada presente pese aproximadamente 1,5 kg, o trenó do Papai Noel pesaria 1.072.500 toneladas!
Para carregar tudo isso, seria preciso não de 10 renas, mas de 6 milhões delas!
Já pensou? Ainda bem que o Papai Noel tem alguns truques mágicos para facilitar seu trabalho né?
4. Os múltiplos nomes do Papai Noel ao redor do mundo
O Papai Noel é conhecido por vários nomes em diferentes países. E dependendo da língua, da cultura e da história, o bom velhinho recebe diferentes nomes e características.
Por exemplo, na França, ele é chamado de Père Noël, que significa Pai Natal, e usa um longo manto vermelho. Na Alemanha, ele é chamado de Weihnachtsmann, que significa Homem do Natal, e é acompanhado por um anjo ou um duende.
Na Espanha, ele é chamado de Papá Noel, que é uma adaptação do nome francês, e divide a atenção com os Reis Magos, que trazem presentes no dia 6 de janeiro.
Na Itália, ele é chamado de Babbo Natale, que significa Papai Natal, e compete com a Befana, uma bruxa que distribui doces para as crianças boazinhas e carvão para as que não se comportam.
Na Rússia, ele é chamado de Ded Moroz, que significa Vovô Gelo. E usa um casaco azul e um chapéu de pele. É acompanhado por sua neta, a Fada da Neve.
5. Papai Noel tem código postal no Canadá
Outra curiosidade interessante é que o Papai Noel tem um código postal especial no Canadá.
Isso mesmo! Desde 1982, o Papai Noel recebe cartas de crianças de todo o mundo em seu endereço canadense: Santa Claus, North Pole, H0H 0H0, Canada.
Você pode enviar uma cartinha de qualquer país e no seu idioma original. O Papai Noel poliglota fala e escreve em 35 idiomas diferentes, incluindo braile.
Para receber uma resposta personalizada é importante incluir o seu endereço na carta. Você pode escolher personalizar sua cartinha entre 4 modelos diferentes. Para crianças mais novas e mais velhas.
6. A história da árvore de Natal
A árvore de Natal é um dos principais símbolos do natal, nessa época do ano. Mas você sabe como ela surgiu?
Existem diferentes histórias e tradições sobre essa prática, que foi, muito provavelmente, um dos elementos do Natal com origem em culturas pagãs, assim como a guirlanda, o visco e o azevinho.
Esses símbolos foram incorporados ao Natal cristão ao longo dos séculos, criando uma fusão de tradições e significados.
O visco era considerado sagrado pelos druidas, que o usavam para rituais de fertilidade e cura. O azevinho era usado pelos celtas para afastar os maus espíritos e trazer sorte. O carvalho era venerado pelos germânicos como a morada de Thor, o deus do trovão.
7. Jingle Bells: uma canção de ação de graças?
Você sabia que a famosa música de Natal ‘Jingle Bells’ foi originalmente escrita para o Dia de Ação de Graças?
A canção foi composta em 1857 pelo americano James Pierpont, professor de música e organista de uma igreja em Savannah, na Geórgia.
Ele escreveu a música para seus alunos em uma festa de Ação de Graças e a música se tornou logo um sucesso em todo o país.
*Todas as imagens foram feitas em colaboração com uma inteligência artificial
Quer saber qual é a melhor pousada em Gonçalves, uma das cidades mais charmosas da Serra da Mantiqueira, às margens do rio Capivari, no sul de Minas Gerais, quase na divisa com o estado de São Paulo.
Seja para aproveitar um final de semana de férias da cidade grande na roça com a família ou em uma viagem romântica com o seu amor, ou com você mesmo, o importante é escolher um bom lugar para ficar em Gonçalves e o que não faltam são ótimas opções na cidade mineira.
Confira essa curadoria especial com mais de 10 dicas das melhores pousadas em Gonçalves. E encontre ótimas ofertas de hospedagem para a sua viagem.
No final do post você encontra lista com dicas de pousada em Gonçalves organizadas por categoria.
Onde ficar em Gonçalves: no centro ou fora dele?
A localização é a primeira coisa que você deve considerar ao reservar uma pousada em Gonçalves.
Grande parte das pousadas de Gonçalves ficam fora do centro da cidade. Mas isso não quer dizer que a hospedagem não seja bem localizada. Pelo contrário!
Aproveitar o ar puro e a vista das montanhas é a grande vantagem de ficar em meio à natureza. Em uma rede na varanda com vista vista das montanhas, com chuveiro quentinho e até banheira de hidromassagem então, só alegria!
Considere também, que as estradas que levam até algumas pousadas em Gonçalves são de terra e ficam a uma certa quilometragem do centro da cidade.
Por isso, é muito importante se informar sobre as condições da estrada antes de reservar. Principalmente se a sua viagem acontecerá durante o verão (dezembro a fevereiro), o período de chuva em Gonçalves.
Pegar estrada de terra, na chuva, pode ser um desafio para carros muito baixos ou motoristas inexperientes.
Quanto custa uma diária com café da manhã
A diária de uma pousada em Gonçalves pode variar entre R$ 300 e R$ 1.100. Dependendo da data da sua viagem, localização e comodidades da pousada.
Eu uso o site Booking.com para reservar hospedagem. Ele tem menor preço garantido, cancelamento grátis. E você pode confiar nos comentários e avaliações de viajantes que também se hospedaram por lá.
1. Pousada Toca da Onça (★ 9.8)
Fotos: Divulgação
A Pousada Toca da Onça fica em uma propriedade de 15 alqueires com cachoeiras, trilhas e um mirante com vista de 360° da Serra da Mantiqueira. Todos os chalés possuem banheira de hidromassagem e paredes de vidro para uma perfeita integração com a natureza.
Excelente dica para uma viagem romântica. É a pousada que os viajantes mais adoram em Gonçalves.
A Pousada Bicho do Mato está cercada por uma natureza estonteante e o lugar perfeito para recarregar as baterias enquanto você esquentando seus pés no calor da lareira.
A Pousada Viver a Pedra é uma das melhores pousadas de Gonçalves. Ela conta com piscina ao ar livre e oferece acomodação em chalés e suítes modernas, com algumas opções que tem sala de estar com sofá-cama.
A pousada é ótima. E oferece Wi-Fi gratuito em todas as áreas, tem jardim e parquinho infantil, e o balcão de turismo pode te ajudar a organizar passeios pela região.
A Pousada Colina das Andorinhas conta com piscina coberta e aquecida, sauna, quadra de beach tennis e trilha em meio a natureza.
Essa pousada excelente tem quartos com banheira de hidromassagem e uma bela vista panorâmica das montanhas. É uma ótima opção de pousada em Gonçalves para quem quer relaxar e curtir a paisagem.
A Pousada Lua de Pedra é perfeita para relaxar e curtir a natureza com muito conforto. Essa pousada linda é uma das melhores opções de hospedagem em Gonçalves.
A pousada é maravilhosa e oferece sauna seca e hidro ao ar livre. Com direito também a churrasqueira e lounge com vista para as montanhas da Serra da Mantiqueira.
Além disso, tem restaurante exclusivo para hóspedes com ótima carta de vinhos e comida feita com produtos orgânicos da região.
A Pousada Villa Catarina é a melhor pousada perto do centro de Gonçalves. capresenta vistas panorâmicas sobre a montanha a partir do terraço, oferece banheira de hidromassagem, sauna e informações turísticas.
Os bangalôs são confortáveis e têm um estilo rústico. Todos possuem lareira e banheiro e alguns ainda contam com cozinha equipada e sala de estar. Além de TV a cabo, banheira de hidromassagem e frigobar.
A Cachoeira do Cruzeiro fica 15 minutos a pé da pousada.
7. Pousada Solar d’Araucária (★ 9.3)
Fotos: Divulgação
A Pousada Solar d’Araucária fica em uma grande área cercada por muita natureza, e esbanja charme e conforto. A pousada possui piscina climatizada, sauna e spa.
Ela ainda conta com inúmeras cachoeiras, quedas d’água, matas, trilhas e jardins. Todas as acomodações têm lareira e banheira de hidromassagem.
A Pousada Espelho D’Agua oferece charme e conforto em meio à natureza. Além das trilhas e cachoeiras, o restaurante espaçoso é todo envidraçado tem vista para as montanhas.
A pousada é ótima. E possui acomodações em chalés, equipados com wi-fi gratuito, lareira e banheira de hidromassagem.
A fica no caminho para a cachoeira Sete Quedas, uma das melhores dicas de atração na cidade.
A Pousada Cabanas no Mundo oferece possui sauna finlandesa e ofurô natural e acomodações temáticas, que homenageiam vários países. Todos os quartos são equipados com lareira, varanda e hidromassagem e/ou ofurô (exceto suíte México).
As outras opções de lazer dessa ótima pousada em Gonçalves são: cachoeira, rio e lago para pescaria amadora.
A Pousada Passaredo oferece uma piscina ao ar livre e sauna e fica em um lugar lindo. Entre a mata nativa e o rio. A apenas 3 km da Cachoeira do Simão e 30 minutos a pé da Pedra do Forno
Os quartos têm clima campestre e possuem varanda, lareira, TV e frigobar e alguns têm 2 andares. Destaque para o delicioso café da manhã, que pode ser servido no quarto.
ARiacho das Pedras Pousada está situada em Gonçalves e é perfeita para quem está pesquisando uma estadia a apenas alguns metros do centro da cidade. Perto dos principais pontos turísticos da cidade.
Os hóspedes também podem fazer uma trilha que leva a duas cachoeiras. É um lugar lindo!
Para quem não quer arriscar dirigir pelas estradas de terra da região e prefere se hospedar no centro da cidade, a Pousada Arco Íris possui acomodações simples, mas com tudo limpo e organizado.
Gonçalves não é uma das cidades mais baratas para hospedar no sul de Minas. Porém, a Pousada Arco Íris no centro de Gonçalves e a Pousada das Flores são duas opções de pousadas baratas em Gonçalves.
Aluguel de temporada: ótimas casas e chalés em Gonçalves
Ótimas opções para aluguel de temporada em Gonçalves são:
Não existe um grande hotel localizado em Gonçalves. Mas a cidade tem muitas pousadas charmosas. Além de chalés e belas casas para aluguel de temporada. E é isso que eu adoro em Gonçalves.
Localização das melhores pousadas de Gonçalves mapa interativo
Veja as localizações de todas as dicas de pousada em Gonçalves dessa lista no mapa interativo abaixo.
Gonçalves fica a 240km de São Paulo, 370km do Rio de Janeiro e 464km de Belo Horizonte. Como não há ônibus direto nem a partir de São Paulo e nem do Rio de Janeiro, ir de carro é o jeito mais prático para chegar até lá.
Para alugar carro mais barato, eu sempre uso um comparador online para encontrar o melhor preço e condições para a minha reserva.
Uso e recomendo o site Rentcars, que ainda oferece parcelamento no cartão de crédito e alterações/cancelamento grátis. Só vantagem!
Dá para fazer a cotação online para a sua viagem rapidinho.
Perguntas frequentes sobre essas dicas de onde ficar em Gonçalves
Quais são os melhores hoteis e pousadas em Gonçalves MG?
A vantagem de hospedar-se no centro de Gonçalves é a facilidade na locomoção para restaurantes e outras atrações. Porém, a hospedagem nas montanhas ganha em termos de natureza e ar puro.
Quanto custa ficar em uma pousada em Gonçalves?
A diária de uma pousada em Gonçalves pode variar entre R$ 200 e R$ 1.000. Dependendo de sua localização e comodidades. A pousada mais barata dessa lista é a Pousada Arco Íris (★ 8.6), no centro da cidade.
Quais são as pousadas em Gonçalves MG com piscina aquecida?
Use o Booking.com para economizar muito na sua reserva. O site tem a maior oferta de pousadas em Gonçalves, com o menor preço garantido, cancelamento gratuito e você pode ainda pode confiar nos comentários e avaliações de viajantes que também se hospedaram por lá.
O‘Santuario de la naturaleza Capillas de Marmol‘ é um dos destinos mais procurados pelos viajantes que desembarcam no Chile para conhecer a parte norte da Patagônia chile, a região de Aysén.
As super ‘instagramáveis’ Capelas e Catedral de Mármore tornaram-se febre na internet e colocaram a pequena Puerto Río Tranquilo na lista de desejo de muitos viajantes do mundo inteiro.
E não é para menos. Ver uma obra prima da natureza como essa, ao vivo, é um super privilégio.
Vou te contar como fiz esta viagem sem estresse. E com uma única preocupação: fotografar muito! Tem coisa melhor?
Capelas de Mármore: o que são as ‘Capillas de Marmol’?
As Capillas de Marmol são um complexo de túneis e cavernas de mármore, que surgem como ilhas no Lago General Carrera, o maior lago do Chile.
Essas obras de arte da natureza são resultado da ação do vento e das águas do General Carrera, que durante milhares de anos esculpiram o mármore produzindo essas maravilhas.
Como chegar às Capelas de Mármore?
Para chegar até as Capillas de Mármol, você deve pegar um voo até Santiago. E depois voar até o aeroporto de Balmaceda, um dos dois aeroportos que servem a cidade de Coyhaique.
De lá, siga para o sul até a pequena cidade de Puerto Rio Tranquilo, de onde saem os tours de barco para conhecer as Capelas e Catedral de Mármore do Chile.
Prepare-se para enfrentar mais 200km de Ruta 7, a belíssima e sinuosa Carretera Austral. Essa é uma das estradas mais icônicas da América do Sul, e corta essa região no Sul do Chile.
Como conhecer as Capillas de Mármol: passeio de barco a partir de Puerto Rio Tranquilo
Para chegar até as Capillas de Marmol você terá que pegar um barco na pequena Puerto Río Tranquilo.
O passeio depende das condições do tempo. E o ideal é visitar as Capillas de Mármol em um dia de sol brilhando e águas calmas.
Como na Patagônia o tempo é imprevisível, prepare-se!
Os barcos têm capacidade para até 12 pessoas e o passeio dura cerca de 1h30 e 2 horas.
O tour é bem popular, mesmo durante a baixa temporada, e o preço gira em torno de 10.000 pesos chilenos por pessoa (R$65).
Todos a bordo, é hora de navegar!
O visual é arrebatador. Logo de cara me vi hipnotizada pelas águas azuis do Lago General Carrera, segundo maior lago da América Latina, atrás apenas do Titicaca.
O lago é imenso e suas águas são compartilhadas com a vizinha Argentina. Lá ele se chama Lago Buenos Aires.
Vinte minutos depois que o barco deixa o ponto de partida já é possível ver as primeiras formações rochosas.
Os túneis e cavernas se espalham pelas encostas do lago. E se por fora essas esculturas naturais já parecem incríveis, imagine só poder entrar e explorá-las por dentro.
Pura magia! Somos transportados para outro mundo, outro tempo. E pensar que tudo isso foi moldado pelo ir e vir das águas durante o passar dos anos.
Em alguns momentos dá até para tocar nas paredes de mármore. Você já sentiu a força do tempo e da natureza?
Tudo impressiona. As formas, padrões, o contraste com as águas esverdeadas do lago.
E se tem uma coisa que eu aprendi durante essa viagem de 6 dias pela Patagônia Aysén é que se a água pode ficar mais turquesa ainda, ela ficará. Pode esperar!
Simplesmente inacreditável.
As Capelas e a Catedral de Mármore do Chile
O grande momento do passeio é chegar perto das Capelas de Mármore e a Catedral de Mármore.
Elas são as formações de mármore mais famosas desse santuário da natureza.
Dizem que quem toca no mármore dentro da capela de mármore casa em um ano. Será?
Depois de tirar fotos sem fim, voltamos ao pier.
Dessa vez com mais emoção, já que viajamos contra o vento. Dependendo do dia, a viagem pode ser bem agitada. É aventura que fala, né?
A visita às Capelas e Catedral de mármore do Chile, é uma atração que faz parte da rota da Carretera Austral.
E percorrer a Carretera Austral é um sonho para quem curte uma boa viagem de carro.
Mas é preciso ter cuidado, já que uma viagem pela Carretera Austral também pode se transformar em um pesadelo
De Balmaceda até o Parque Nacional Cerro Castillo a estrada é asfaltada. E apesar das curvas dá para manter uma velocidade relativamente boa.
Seguindo para o sul dali em diante, a estrada se transforma em uma aventura de cascalho. A velocidade despenca e o balanço toma conta.
Salve-se quem puder e leve com você um remedinho para enjoo na bolsa.
As chuvas constantes, grande quantidade de neve e constantes interrupções na via são os principais inimigos de quem pensa em alugar um carro e fazer essa viagem pela região da Carretera Austral por conta própria.
Não é brincadeira não, viu?
Dica para economizar com aluguel de carro no Chile
Uma super dica para economizar em aluguel de carro no Chile é usar um comparador online para comparar preços de diferentes locadoras em uma única plataforma.
Eu sempre uso o site da Rentcars, empresa brasileira com o melhor preço e condições. Com pagamento em real, parcelado no cartão de crédito e sem iof.
Eu fiz o trajeto de Puerto Chacabuco a Puerto Río Tranquilo em uma das vans do Hotel Loberías del Sur.
O hotel, além de hospedagem, oferece passeios para os principiais atrativos da região de Aysén. Entre eles, o passeio de 2 dias para conhecer as Capillas de Mármol.
Dividir a viagem em dois dias é uma ótima ideia. Pois além do percurso ser super cansativo, caso o tempo não colabore para a navegação até às Capelas e Catedral de Mármore, a gente ganha uma segunda chance na manhã seguinte.
O tour oferecido pelo Loberias del Sur inclui o deslocamento de ida e volta até Puerto Río Tranquilo de van, com motorista e guia. Passeio de barco até as Capillas e refeições.
Além de pernoite nos chalés do Green Baker Lodge, um lugar encantador às margens do rio Baker. Um sonho!
O melhor de tudo é só ter que se preocupar em tirar fotos pelo caminho. Tô nessa! Eu nunca vou me esquecer das imagens dessa viagem.
Outra opção é contratar um tour em Coyhaique, a maior cidade da região Aysén.
Hotel Loberias del Sur: hospedagem + tours completos
O Loberías del Sur oferece programas de 4 ou 5 dias com tudo incluído: hospedagem, transfers, passeios, refeições e bebidas não alcoolicas.
Você também pode reservar só a hospedagem + café da manhã e comprar os passeios avulsos. O que eu acho que não compensa muito, principalmente se você for fazer todos os passeios.
E dá para conhecer a Catedral de Mármore por conta própria?
Dá. Você pode alugar um carro direto no aeroporto de Balmaceda e depois dirigir por conta própria até Puerto Río Tranquilo.
Se não quiser dirigir e estiver com orçamento mais apertado, dá para pegar um ônibus de em Coyhaique até Puerto Río Tranquilo.
Tenha em mente que só há um horário disponível por dia e a viagem pode demorar 10 horas.
Dicas práticas para visitar as Capillas de Mármol
Prepare-se para o frio e chuva. Vista-se em camadas e leve uma capa de chuva.*
O saco estanque é o melhor amigo da fotógrafa e do fotógrafo.
Não esqueça o remedinho para enjoo.
Carregue as baterias da câmera e zere o cartão de memória antes de começar o tour.
Torça para o sol dar o ar da graça. Os raios solares transformam a paisagem das Capillas de Mármol.
Aproveite a viagem e olhe com os olhos.
*PS. Quem faz o roteiro com o Loberías del Sur nem precisa levar a capa. Eles já têm tudo preparadinho.
Não esqueça o seguro viagem, hein?
Se você está pensando em uma viagem para a Patagônia, é essencial contratar um seguro viagem. Ele é uma garantia em caso de algum acidente ou emergência. E elas acontecem, acredite.
Meu amigo Rafa levou um tombo na primeira tentativa de dominar o snowboard no Chile e fraturou uma vértebra. Ele teve que ser transferido para um hospital em Santiago de helicóptero e por pouco não teve que passar por uma cirurgia.
Ainda bem que ele tinha seguro de viagem e não teve que se preocupar com nada. Imagina essa conta!
A dica é usar um comparador online para encontrar o melhor preço e cobertura de maneira mais rápida e fácil. Eu uso e recomendo o site da Seguros Promo.
Com nosso cupom de desconto exclusivo TOPENSANDO15, você ganha até 20% de desconto pagando via PIX ou boleto. Aproveite!
É o lugar perfeito para relaxar e recarregar as baterias. Ou fugir com seu amor para curtir uma daquelas pausas inspiradoras.
A pousada é deliciosa e super acolhedora. O prédio central onde funciona a cozinha incrível do Restaurante Sauá é lindo. Um espetáculo à parte.
Além de ter uma vista panorâmica de tirar o fôlego, o salão principal é também bem quentinho, aquecido pelo fogão a lenha, lareira, e pela simpatia do staff da pousada, sempre querendo ajudar!
Logo de cara você já se sente em casa, e se não dá pra ficar melhor, já te adianto: dá!
Onde fica a Pousada Bicho do Mato
A pousada fica no km 7,5 da Estrada Sertão do Cantagalo, em Gonçalves, sul de Minas Gerais. Em uma área de preservação ambiental, 1650 metros acima do nível do mar.
Gonçalves está localizada a 240 km de São Paulo, 180 km de Campinas, 370 km do Rio de Janeiro, e 464 km de Belo Horizonte.
Como você vai logo perceber, Gonçalves tem uma organização diferente de cidades mais badaladas como Monte Verde e Campos do Jordão.
As pousadas ficam escondas nas montanhas, adicionando um delicioso toque de mistério.
A maioria delas fica em estradas de terra rurais, de terra. Por isso é sempre bom se informar antes de reservar.
Para chegar aqui na Pousada Bicho do Mato, a gente pegou menos de 10 km de estrada de terra e em um período chuvoso. Tudo facilmente superável a bordo do nosso carro 1.0.
A vantagem é que esse acaba se tornando um lugar perfeito para se conectar à natureza e relaxar sem se preocupar com mais nada.
Piscina interna aquecida para deleite dos hóspedes
E por falar em relaxamento, olha só que incrível essa piscina coberta aquecida. Uma delícia!
Foi lá que descobri que a combinação piscina e lareira é 100% acerto!
Os quartos e chalés da Pousada Bicho do Mato em meio à Serra da Mantiqueira
Os chalés são muito agradáveis e estão espalhados por uma área de 180 mil m² de natureza abundante. Com cerca de 70% de mata nativa preservada e cheia de vida.
Uma paisagem deslumbrante!
Além disso, cada chalé homenageia um ‘bicho do mato’e tem um estilo diferente.
Tem a Toca da Lontra, do Tucano, do Bicho Preguiça, da Onça, da Coruja, da Siriema, do Lobo, e do Tatu.
Ficamos hospedadas na Toca do Lobo, que tem uma suíte com sacada e vista maravilhosa, lareira, frigobar, tv e aquecedor elétrico.
Sorte a sua se não precisar usar esses dois últimos itens, não é mesmo?!
» Banheiro
O chuveiro é uma delícia, tem aquecimento a gás, e os azulejos decorativos são todos temáticos, com os bichos do mato.
Espelho grande, toalhas fofinhas, e box de vidro proporcionam todo o conforto que você precisa!
» Lareira e lençol térmico na cama: remédios para o frio
Pra remediar o frio, todos os chalés são equipados com uma lareira. Afinal de contas, perto do fogo tudo fica mais gostoso! Com um vinhozinho então…
Para os mais friorentos, os chalés também são equipados com lençol térmico com controles individuais dos dois lados da cama.
Eu que nunca tinha usado lençol térmico antes, e achei o máximo do quentinho!
Ótimo café da manhã e outras refeições no Restaurante Sauá
A diária na Pousada Bicho do Mato inclui café da manhã e jantarno Sauá. E a comida, caro leitor, a comida é um dos pontos altos de toda essa experiência.
Como em toda cozinha mineira que se preze, o café da manhã – a refeição mais importante do dia, na minha opinião – da Pousada Bicho do Mato é de babar!
Pão artesanal, suco fresquinho, pão de queijo de primeira, geleias, e frutas variadas. Queeeeijo das Minas Gerais!
Sinto até o cheirinho do café fresco…
Como a ideia da pousada é fazer com que o hóspede sinta-se em casa, você mesmo pode preparar um ovinho frito, mexido no fogão a lenha.
Confira disponibilidade de datas e preço da diária
Acesse este link para fazer a sua reserva pelo site Booking.com.
Eu sempre faço as minhas reservas pelo Booking.com, porque o site sempre oferece boas promoções e ofertas irresistíveis.
Além disso, o cancelamento é gratuito na maioria das reservas e eu posso fazer o pagamento com cartão de crédito. Vale a pena demais!
A cada viagem que faço, percebo cada vez mais que a escolha da hospedagem pode transformar a experiência da viagem. E quando encontro um lugar assim como a Pousada Bicho do Mato isso fica cada vez mais claro para mim.
Esses lugares especiais, pensados, realizados e administrados por pessoas para pessoas, e que tem um cuidado tão refinado com os detalhes chegam a me emocionar. Foi assim que me senti na Bicho do Mato: Emocionada!
Até pegadas de bicho do mato, eles ‘imprimiram’ no chão do chalé. Não é demais?!
Aliás, para chegar até a Pousada você também tem que ‘seguir as pegadas’ até encontrar, quase no paraíso, a Pousada Bicho do Mato!
Birdwatching em Gonçalves
Além disso, é o lugar certo para os apaixonados por aves. Por conta do relevo variado de Gonçalves, com altitudes bem diferentes, a região possui uma incrível variedade de aves e plantas.
A Isabel Lira, dona da pousada, e apaixonada por aves, natureza, e detalhes, contou para gente que já foram identificadas mais de 200 espécies de aves na região, e que já existe um guia publicado, com as aves até agora catalogadas.
Perguntas frequentes sobre a Pousada Bicho do Mato
Animais de estimação são permitidos no Pousada Bicho Do Mato?
Infelizmente, pets não são permitidos na Pousada Bicho do Mato. Você pode conferir outras dicas de pousadas em Gonçalves para encontrar a ideal para sua viagem com seu animal de estimação.
Existe uma área de piscina no Pousada Bicho Do Mato?
Sim. A pousada tem uma deliciosa piscina coberta aquecida, em um ambiente onde também é possível desfrutar e uma lareira. Uma delícia!
Há estacionamento está disponível no Pousada Bicho Do Mato?
A pousada oferece estacionamento gratuito no local. Não é necessário reserva.
Onde está localizada a Pousada Bicho Do Mato?
A Pousada Bicho do Mato está localizada no km 7,5 da Estrada Sertão do Cantagalo, em Gonçalves, sul do estado de Minas Gerais.
A Pousada Bicho do Mato foi nossa parceira nesta viagem. Independente da cortesia, as opiniões contidas neste post são totalmente imparciais, garantindo transparência e verdade para os leitores do blog!
Um misto de chamado e inspiração me guiou até o Platô do Colorado, na região dos Four Corners, no Sudoeste dos EUA, ponto onde se encontram 4 grandes estados do país: Colorado, Novo México, Arizona e Utah.
A região possui a maior concentração de parques nacionais dos Estados Unidos e abriga territórios sagrados de povos nativo americanos, que habitaram e ainda habitam essa área há milhares de anos.
Eles têm uma ligação profunda com essas terras, que carregam a história e presença de seus ancestrais.
Ruínas no Canyon de Chelly, no Arizona
Inspirada pela história de existência e resistência dos povos nativo americanos, embarquei em uma viagem pelo Grand Circle (of National Parks) do oeste americano.
Do Canyon de Chelly ao Monument Valley, o roteiro passa pelos estados do Arizona, Utah e Nevada e cada destino é uma aula de história ao vivo e em cores. Uma experiência que vai muito além do turismo convencional.
A viagem pelo Platô do Colorado (Colorado Plateau)
Nessa viagem, atravessei o enorme Platô do Colorado, no coração do Four Corners, do oeste do Colorado ao norte do Arizona, e de leste de Utah ao noroeste do Novo Mexico.
Foto: Reprodução Google Earth
As rochas que compõem o Platô do Colorado foram depositadas (uma camada em cima de outra) há milhares de anos, em antigos mares, lagos e desertos.
E com a movimentação dos continentes, o que antes era fundo do mar, transformou-se nessa grande área elevada, cuja paisagem foi sendo moldada pelos ventos, chuva e rios, como o grande rio Colorado, por exemplo, que ‘escavou’ o Grand Canyon.
Também inclui algumas atrações em Nevada, fora do Platô, já que meu ponto de partida foi Las Vegas, um excelente destino aéreo para quem pensa em fazer uma viagem assim a partir do Brasil.
Estrada cênica no Valley of Fire, em Nevada
E além das belezas naturais e maravilhas geológicas que iremos encontrar pelo caminho, é importante lembrar que grande parte dessas terras são territórios sagrados para diversos povos indígenas norte americanos.
Em praticamente todos os cantos do Four Corners, é possível ver os vestígios da ocupação humana milenar, através de ruínas de estruturas de pedras e também da arte rupestre.
Petróglifos (imagens esculpidas na rocha) e pictogramas (imagens pintadas) feitos há milhares de anos são abundantes por toda essa região e nos conectam a uma história ancestral.
Petróglifo no Monument Valley, no Arizona
Um breve resumo sobre a história recente dos povos indígenas nos EUA
O genocídio dos povos indígenas dos Estados Unidos durante o século XIX é considerado um dos mais prolongados e intensos da história humana e é uma parte triste e traumática da história estadunidense.
As ‘guerras indígenas’, resultado de políticas oficiais da época, resultaram na extinção de diversas culturas e os que não foram mortos, foram gradualmente forçados a mudar para territórios isolados, na maioria das vezes inférteis e longe de suas terras originais.
Estima-se que antes desses conflitos, havia mais de 25 milhões de indígenas na América do Norte, falando cerca de 2 mil idiomas diferentes. Ao final, menos de 10% sobreviveram.
Foto histórica da ‘Longa Caminhada’ do povo Diné (Navajo)
Uma dura realidade que precisa ser encarada e trazida à luz já que os povos indígenas dos EUA continuam lutando pela preservação de suas terras e recursos, contra a pobreza, falta de acesso à saúde e oportunidades, além de constantes tentativas de apagamento de sua cultura.
Por isso é tão importante que a gente conheça e conte essas histórias, muito relevantes não só para os Estados Unidos, mas para toda a humanidade.
Sudoeste Sagrado: roteiro por territórios sagrados para povos originários dos EUA
O roteiro dessa viagem usa o Grand Circle como referência e por isso está ancorado nos principais Parques Nacionais dessa região, mas vai muito além das das belezas naturais.
O foco aqui é a história das pessoas que passaram por esses lugares. Diné (Navajo), Hopi, Havasupai, Hualapai, Paiute, Yavapai, Apache e Zuni. Visitaremos territórios sagrados desses e de outros povos originários dos EUA e conheceremos mais sobre suas histórias.
Clique para ver o mapa completo com todas as dicas desse post no Google My Maps.
1. Grand Canyon
Essa longa jornada pelo Platô do Colorado começa pelo Grand Canyon, no coração do Grand Circle. O grande cânion dos EUA é considerado uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo e é um desses lugares que a gente só consegue sentir sua grandeza quando chega lá e a imensidão te arrebata.
A borda sul do Grand Canyon, no Arizona
As três opções para conhecer o Grand Canyon, são:
West Grand Canyon (West Rim), parte da reserva indígena Hualapai;
Grand Canyon South (South Rim), parte do Grand Canyon National Park;
Grand Canyon North (North Rim) , parte do Grand Canyon National Park.
Eu escolhi visitar o South Rim, no Parque Nacional, mas para quem não tem muito tempo, a experiência no West Rim (mais perto de Las Vegas) é excelente.
» Grand Canyon West Rim
O centro turístico da borda oeste do Grand Canyon (Grand Canyon West) fica dentro da reserva Hualapai, que foi estabelecida em 1883 e é a opção mais perto de Las Vegas (205 km da Strip).
A empresa Grand Canyon West, gerida pelo povo Hualapai, palavra que significa ‘Povo dos Pinheiros Altos’, é uma alternativa ao Parque Nacional do Grand Canyon e oferece uma série de atrações, como a Skywalk, a plataforma de vidro de 70 metros suspensa em pleno Grand Canyon.
Skywalk, o grande destaque do Grand Canyon West
Além dela, você pode encarar uma imensa tirolesa, um tour de helicóptero + flutuação pelo rio Hualapai ou até mesmo embarcar em uma aventura de um ou dois dias fazendo rafting pelo rio Colorado no interior do Grand Canyon.
E mesmo que aventura não seja a sua praia, é possível visitar apenas os mirantes e aprender mais sobre a cultura Hualapai, sua história e tradições.
Na Native American Village, em Eagle Point, você viajar no tempo e presencia, ao vivo, como viviam os antigos povos, donos dessas terras.
Native American Village no Grand Canyon West
As performances ao vivo dos Hualapai Bird Singers também são imperdíveis. Durante essas apresentações, os homens cantam músicas que são criadas através de seus sonhos, acompanhados de tambores e maracas.
Os Hualapai acreditam que o universo e a terra estão conectados em um círculo sem começo nem fim. E quando as mulheres Hualapai dançam como pássaros sobrevoando o Grand Canyon, conseguimos entender, mesmo que de relance, a conexão que de fato existe entre nós, a natureza e o mundo espiritual. Emocionante!
» South Rim & North Rim
O Grand Canyon National Park tem Centros de Visitantes nas bordas Sul (South Rim) e Norte do cânion (North Rim).
Escolhi visitar o South Rim, pois na minha opinião é a parte ideal para uma primeira visita a este que é um dos lugares mais lindos dos Estados Unidos.
Mirante da borda sul do Grand Canyon, no Arizona
Além de sua beleza natural, o Grand Canyon é também um lugar sagrado para vários povos nativos americanos que viveram e ainda vivem por aqui.
Vestígios arqueológicos revelaram que toda essa região é habitada há pelo menos 12.000 anos e onze nações indígenas são tradicionalmente associadas ao território onde agora fica o Parque Nacional. São elas:
No South Rim, vá direto ao Desert View Inter-tribal Cultural Heritage Site para aprender mais sobre esses povos nativos do Grand Canyon.
Desert View, no Grand Canyon South
O espaço foi recentemente redesenhado e ainda está em reforma. Ele se tornará um centro de boas-vindas tribais, com direito a um novo anfiteatro, espaços de convivência e áreas de piquenique.
Fique de olho também no calendário do Cultural Demonstration, um programa gratuito que oferece a oportunidade de conhecer as histórias e ofícios de artesãos e artistas dos 11 povos tradicionalmente associados ao Grand Canyon.
A histórica Hopi House é outra excelente parada para conhecer mais sobre a história das diversas culturas dessa região. Ela foi originalmente projetada por Mary Colter em 1905 para se assemelhar a uma habitação Hopi e abriga diversos tipos de artesanatos em cerâmica, esculturas e tecido.
Hopi House, no South Rim do Grand Canyon
Os Hopi são conhecidos como ‘os gente pacífica’ e são um dos povos nativos americanos mais antigos ainda existentes nos Estados Unidos. A História da Origem Hopi conta que esse povo emergiu da terra e portanto devem cuidar dela e aprendê-la com seus próprios pés.
» Havasu Falls: o segredo ancestral do Grand Canyon
Pra completar sua experiência no Grand Canyon, você também pode ir até o fundo do cânion para conhecer a Havasu Falls, um dos segredos do povo Havasupai, conhecidos como ‘Povo da Água Azul’.
Eles acreditam que o rio Havasu e suas cachoeiras são sagrados e que suas águas têm poderes curativos.
A Havasu Falls é a principal cachoeira e você pode chegar lá através de uma trilha de 16km, que fica dentro da reserva Havasupai.
Seguindo viagem, vamos explorar três National Monuments (Monumentos Nacionais) na região de Flagstaff.
Desertos, cânions, montanhas e campos vulcânicos servem como pano de fundo para as histórias de povos ancestrais que fazem parte das histórias e tradições dos atuais povos indígenas americanos e que merecem ser lembradas e celebradas.
Esses três lugares perto de Flagstaff abrigam mais de 3.000 sítios arqueológicos e tem extrema importância para a história dos povos nativos do sudoeste dos EUA. São eles:
Wupatki National Monument
Sunset Crater Volcano
Walnut Canyon National Monument
Dica importante!
Flagstaff é uma cidade interessante para usar como base nessa região já que a oferta de hospedagem aqui é grande e com ótimo custo-benefício.
» Wupatki National Monument
No Monumento Nacional Wupatki, você poderá ver com seus próprios olhos, diferentes estruturas de pedras, chamadas pueblos, que foram construídas por antigas civilizações que viveram nessa área e que deram origem aos povos indígenas contemporâneos.
Essa é a única área conhecida no sudoeste dos EUA onde existem evidências físicas de pelo menos três culturas ancestrais que viveram em tempos diferentes: os pueblos ancestrais, os Sinagua e os povos nativos americanos modernos como os Diné (Navajo) e o povo Hopi.
O grande destaque aqui é o espetacular Wupatki Pueblo, que dá nome ao Monumento Nacional, e tem mais de 104 quartos, sala comunitária e onde foi encontrado um buraco no chão de onde sai ar frio.
Wupatki Pueblo, ruínas no Arizona
» Sunset Crater Volcano National Monument
Uma curiosidade interessante sobre o Sunset Crater Volcano National Monument é que essa área foi usada para treinar os astronautas do Projeto Apollo e testar equipamentos usados em missões não tripuladas entre 1963 e 1972.
Aqui você pode ver um antigo vulcão e o resultado de sua erupção há mais de 1.000 anos.
Quando a erupção aconteceu, os Sinagua viviam por aqui, mas ao que tudo indica, tiveram tempo de se deslocar para comunidades próximas evitando uma grande tragédia.
Vista aérea do Sunset Crater Volcano National Monument
O nome ‘Sinagua’ se refere a um grupo que habitou a região de Flagstaff de 550 dC a 1.300 dC e significa ‘sem água’ espanhol. Uma homenagem ao nome original dado pelos pelos primeiros exploradores espanhóis aos picos de San Francisco, onde essa cultura foi identificada pela primeira vez.
Os arqueólogos dividem os Sinagua em Sinagua do Norte (atual área de Flagstaff) e os Sinagua do Sul (no atual Vale Verde). Vestígios de cerâmica e centenas de ruínas das estruturas de pedras nos contam mais sobre a história desse povo, a quem o povo Hopi chama de Hisatsinom ou ‘as pessoas que vieram antes’ ou ‘aqueles que viveram há muito tempo’.
Os Sinagua abandonaram essa região sem deixar muitas pistas. Algumas possíveis explicações são as mudanças ambientais da região, conflitos sociais, superpopulação ou até mesmo razões religiosas.
» Walnut Canyon National Monument
Para completar o trio de Monumentos Nacionais em Flagstaff, chegamos ao Walnut Canyon National Monumente seus mais de 500 sítios arqueológicos.
O destaque aqui são as estruturas de pedra construídas nas paredes do cânion, que serviam como moradia para os Sinagua.
Além da diversidade ecológica e abundância de recursos, o lugar era ideal para construir casas protegidas. Principalmente se considerarmos o ambiente árido do Platô do Colorado.
Walnut Canyon, no Arizona
Todavia, a ocupação humana dessa área parece ser mais antiga ainda. Arqueólogos encontraram artefatos dentro do Walnut Canyon National Monument que datam de 7.000 aC. Um vestígio da importância dessa região para ‘os que vieram antes’.
Também existem centenas de imagens esculpidas e pintadas por povos nativos dentro das paredes do cânion. Pegadas, animais, elementos geométricos são algumas das imagens rupestres mais frequentes encontradas nessa região.
Infelizmente, esses locais não são para os visitantes do parque, mas dá para fazer umtour virtual por 11 locais dentro do Walnut Canyon National Monument que contêm imagens pintadas ou esculpidas nas rochas pelos Sinagua, .
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3. Sedona
Depois de explorar a região de Flagstaff, vamos deixar o Platô do Colorado para fazer um desvio na rota rumo ao Sul, até Sedona, cidade famosa pela beleza mística das suas rochas vermelhas (Red Rocks) e seus vórtices de energia, áreas onde a energia da Terra é particularmente intensa.
Há vestígios de ocupação humana em Sedona desde antes de 8.000 aC. Porém, como não havia registro escrito, pouco se sabe sobre esses primeiros povos, anteriores aos Sinagua, chamados de ‘pueblos ancestrais’.
As famosas Red Rocks em Sedona, no Arizona
Eles também desapareceram (ou migraram) deixando poucas pistas sobre sua antiga civilização.
Quando o povo Sinagua chegou a Sedona, ele se uniu a outros dois grupos que já viviam aqui, praticavam agricultura e poduziam cerâmica (Hakataya e Hohokam). Hoje em dia são chamados de Sinagua do Sul.
Com 800 anos e 20 cômodos, o Castelo de Montezuma é uma das residências de penhasco (cliff dwelling) mais bem preservadas da América do Norte. Essas habitações geralmente tinham vários níveis e eram acessadas por meio de escadas de madeira.
Montezuma Castle, monumento nacional perto de Sedona, no Arizona
Vestígios arqueológicos mostraram que esses cômodos pertenciam a várias famílias diferentes, como se fosse um prédio de apartamentos nos dias de hoje.
Outra curiosidade interessante é que o penhasco onde foi construído o Castelo de Montezuma está voltado para o sul e por esse motivo, as casas ficavam quentes no inverno e frescas no verão.
A localização alta dessas residências, além de proteger os Sinagua de possíveis predadores (ou inimigos), também os protegia das inundações anuais do Beaver Creek.
Depois que os Sinagua desapareceram, os povos Yavapai e Tonto Apache (atuais culturas nativo americanas) mudaram-se para a região, que também tem uma forte influência dos Navajo e Hopi.
Alguns clãs Hopi acreditam que os Sinagua foram seus ancestrais, já os Yavapai-Apache dizem que alguns dos Sinagua se integraram aos seus povos. De qualquer maneira, esses ‘monumentos’ são importantíssimos na história dos povos indígenas modernos dos EUA, pois fazem parte de suas crenças e mitos de origem.
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A próxima parada da nossa viagem é o surpreendente Petrified Forest National Park, localizado na borda sul do Platô do Colorado. E mesmo que você tenha apenas pouco tempo para visitá-lo, recomendo fortemente que o faça.
Uma das paisagens fantásticas do Petrified Forest National Park
Além das belíssimas paisagens que parecem nos transportar para outro planeta, duas atrações do parque chamam bastante a atenção quando pensamos na ocupação humana dessa área: Puerco Pueblo e Newspaper Rock.
As ruínas de Puerco Pueblo nos transportam para o ápice dessa comunidade, que por volta de 1300, teria abrigado cerca de 200 pessoas.
A grande estrutura sem janelas ou portas para o exterior foi construída com blocos de arenito e tinha mais de 100 quartos, posicionados ao redor de uma praça retangular, onde acontecia a maior parte das atividades da comunidade.
Ruínas de Puerco Pablo no Petrified Forest National Park
Já a Newspaper Rock é um sítio arqueológico belíssimo com mais de 650 petróglifos criados por povos ancestrais que viviam, cultivavam e caçavam ao longo do rio Puerco entre 650 e 2.000 anos atrás.
Essa alta concentração de petróglifos em uma área tão pequena, certamente marca um lugar importante para tantas culturas que ocuparam essa região ao longo dos séculos.
Newspaper Rock, no Petrified Forest National Park
Fique de olho também no calendário de demonstrações culturais no parque. Esses eventos são excelentes oportunidades para conhecer mais sobre a cultura dos povos Diné (Navajo), Hopi e Zuni, tradicionalmente associados a essa região.
5. Canyon de Chelly
O Canyon de Chelly é considerado o coração da Navajo Nation e do povo Navajo, nação indígena mais numerosa nos Estados Unidos, cujo nome original é Diné.
Mirante no Canyon de Chelly, coração da Navajo Nation
A Navajo Nation é a maior reserva indígena dos Estados Unidos e foi criada em 1868, cobrindo uma área de mais de 27.000 km² nos estados do Arizona, Novo México e Utah.
A história da ocupação do Canyon de Chelly – Tsegié para os Diné – é longa e remonta a mais de 5.000 anos, e o que torna esse lugar tão especial é que durante todo esse tempo, o cânion foi habitado ininterruptamente, mais que em qualquer outro lugar do Platô do Colorado.
Segundo os Diné, o povo Anasazi foi o primeiro a viver aqui. O termo Anasazi significa ‘inimigo antigo’ e refere-se a um povo ancestral que viveu na região do Four Corners, principalmente nas áreas onde hoje se encontram Mesa Verde, Chaco Canyon, Canyon De Chelly e Aztec.
Ruínas no Canyon de Chelly
Hoje em dia, é habitado por cerca de 40 famílias Diné, que criam gado e cultivam terras ali.
Para visitar o Canyon de Chelly National Monument, você deve ir até Chinle. De lá, dá para conhecer por conta própria três mirantes na borda norte do cânion e seis mirantes na borda sul. Cada percurso demora cerca de 2 horas para ser concluído.
Não deixe de visitar o Spider Rock Overlook e admirar a imponente Spider Rock, que segundo uma antiga lenda Navajo, é o lar da Spider Woman (Na’ashjé’íí Asdzáá), a primeira a tecer a teia do universo e quem ensinou a arte da tecelagem aos Diné, uma das coisas mais importantes dessa cultura incrível.
Spider Rock no Canyon de Chelly
A lenda diz ainda que a Spider Woman leva as crianças que não se comportam e não obedecem suas avós para o topo da Spider Rock e as come, deixando só os ossinhos. É por isso que o topo da pedra é branco.
A visita ao interior do cânion é permitida apenas com guias autorizados pela Navajo Nation e na minha opinião, é imperdível!
E além de ver as ruínas das antigas construções bem de perto dá para admirar os petróglifos e pictogramas, que são alguns dos exemplares mais impressionantes de todo o Arizona.
Painel de petróglifos no Canyon de Chelly
Para quem quiser hospedar-se em Chinle, recomendo fortemente o Thunderbird Lodge. Ele é único hotel dentro do Canyon de Chelly National Monument e costumava ser um Trading Post.
A ‘Longa Caminhada’ dos Navajo
O Canyon de Chelly é muito especial para os Diné (Navajo) por ter sido o último ponto de resistência durante as violentas ‘Guerras Navajo’, primeiro contra os exploradores espanhois e depois contra os governos mexicano e estadunidense.
Em 1864, o cânion foi palco da Batalha do Canyon de Chelly quando milhares de Dinés se renderam depois de ter seus acampamentos, colheitas e recursos arrasados pelo exército de Kit Carson, em pleno inverno.
Eles foram forçados a caminhar mais de 500km até Fort Sumner, no Novo México,onde ficaram presos em péssimas condições até 1868. Este triste episódio é conhecido como ‘A Longa Caminhada’ (Long Walk).
6. Monument Valley
O Monument Valley, Tse’Bii’Ndzisgaii para o povo Diné (Navajo), fica na fronteira entre o Arizona e Utah e tem algumas das paisagens mais icônicas do sudoeste dos EUA.
O lugar tem sido cenário de filmes desde os antigos faroestes de John Ford nos anos 1930, até ‘De Volta para o Futuro’, ‘Missão Impossível’ e ‘Forrest Gump’. Quem não se lembra da icônica cena quando Forrest decide parar de correr e voltar para casa?! Ela foi gravada exatamente aqui.
Estrada rumo ao Monument Valley, na fronteira entre o Arizona e Utah
Logo que você chega no Centro de Visitantes, já se depara com esse mirante fenomenal, com vistas privilegiadas para os famosos Mitten Buttes e Merrick Butte.
Mirante do Monument Valley
Outra possibilidade é percorrer uma estrada cênica (de terra) com cerca de 27 km, que serpenteia pelos gigantes de pedra do vale. Você pode dirigir seu próprio carro ou contratar um tour guiado, que eu recomendo muito.
No tour é possível acessar lugares únicos dentro do Monument Valley e conhecer a fundo a história desse lugar tão importante, ocupado por civilizações antigas há milhares de anos. Vale a pena demais.
Essas paisagens ganharam contornos mágicos sob a luz do nascer do dia e com as histórias do meu guia Diné, que em determinado momento, estacionou a van em um local que mais parecia um anfiteatro natural e começou a cantar antigas canções Diné.
Também é possível fazer uma trilha a pé. A Wilcat Trail é uma trilha para caminhadas autoguiadas, com cerca de 6 km de extensão.
Cerca de 10 famílias ainda vivem no Monument Valley e mantêm as tradições e estilo de vida de seus antepassados.
São pastores de gado e ovelhas e ainda moram em Hogans, as tradicionais habitações Navajo, construídas com troncos e revestidas com argila, com as portas sempre direcionadas para o leste.
Tradicional Hogan Navajo, no Monument Valley
Para quem quer ter uma experiência ainda mais ‘imersiva’ na paisagem do Monument Valley, vale investir na hospedagem no ‘The View Hotel’, localizado dentro do parque. Imagina o sonho que deve ser observar as estrelas durante a noite e acordar com essa vista deslumbrante.
7. Antelope Canyon
Localizado perto de Page, cidade no norte do Arizona, o Antelope Canyon é o slot canyon mais fotografado do mundo e uma formação geológica impressionante.
Um slot canyon (cânion estreito) é formado pela água dos rios, chuvas e vento que esculpem o arenito macio, por milhares de anos criando cânions com passagens estreitas e paredes que parecem ter sido pintadas à mão.
Lower Antelope Canyon
O Antelope Canyon fica dentro da Navajo Nation e para conhecê-lo é preciso agendar um tour guiado com um guia Navajo.
O cânion é composto por dois principais segmentos:
1. Upper Antelope Canyon, ou Tsé’bighanilí na linguagem Diné, que significa ‘lugar por onde a água corre’ é a entrada mais popular, com menos de 2% de inclinação;
2. Lower Antelope Canyon, Hasdestwazi, que significa ‘arcos de rocha em espiral’ é a entrada mais tranquila, sem tanto movimento, já que para chegar até lá você deve descer e subir alguns lances de escada.
Interior do Lower Antelope Canyon
Se o seu foco é a fotografia, o ideal é reservar um passeio com um grupo de fotógrafos, que tem uma duração maior e te permite entrar no cânion com um tripé.
Para fazer fotos do feixe de luz solar dentro do cânion, que é bem mais denso no Upper Antelope Canyon, o ideal é reservar um passeio por volta das 11h às 13h, principalmente nos meses de março a outubro.
Feixe de luz no interior do Upper Antelope Canyon
A maioria dos passeios no Upper Antelope Canyon têm duração de 90 minutos e custa entre US$ 50 e US$ 90. Se você quiser fazer a visita na alta temporada (quando os feixes de luz dentro do cânion aparecem), você deve reservar com antecedência.
Passeios de uma hora pelo Lower Antelope Canyon custam de US$ 40 a US$ 80, dependendo do tipo de tour escolhido.
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Localizados na cidade de Moab, os parques nacionais Arches e Canyonlands fazem parte dos Mighty 5, os cinco poderosos e mais importantes parques nacionais do estado de Utah.
O Arches National Park é conhecido pela grande quantidade e diversidade de arcos naturais de pedra. Foram catalogados mais de 2.000 em todo o território do parque. Mais que em qualquer outro lugar no mundo.
Arco natural no Arches National Park, em Utah
Mas para além de sua beleza natural, o lugar também é terra sagrada para vários povos nativos americanos, como o Pueblo of Zuni (A:shiwi), os Hopi, Ute e Paiute.
E apesar de poucas habitações terem sido encontradas por aqui, no extremo norte do território do povo ancestral Puebloan, é bem possível que o local fosse usado sazonalmente para rituais e cerimônias desses povos ancestrais.
As montanhas La Sal eram consideradas como a morada de espíritos e seres sagrados e um lugar com vista plena para as montanhas, como o Arches, era de extrema importância para potencializar esses rituais e falar ‘olhando os deuses nos olhos’.
Vista para as montanhas La Sal
Muitos desses rituais e cerimônias envolviam também a coleta de ervas e plantas dessas regiões, que eram usadas para tratar uma série de doenças e enfermidades.
Para aprender mais sobre a ocupação humana no Arches National Park, vá até a trilha para o Delicate Arch e siga as indicações para a Petroglyph Interpretive Trail.
O painel de petróglifos perto de Wolfe Ranch mostra cavaleiros a cavalo e carneiros selvagens e provavelmente foram feitos pelo povo Ute ou Paiute, em meados de 1600, quando esses povos passaram a usar cavalos após a chegada dos exploradores espanhóis no continente.
O desvio na trilha até os petróglifos adiciona 10 minutos à sua caminhada até o Delicate Arch, mas vale muito a pena.
Petróglifos no Arches National Park
Eu fico muito emocionada quando eu vejo essas ‘mensagens’ de perto. É através delas que os povos indígenas dos EUA ‘se comunicam’ com seus ancestrais e aprendem sobre diversos aspectos da vida cotidiana e experiência espiritual.
Por toda essa região, é comum encontrar espirais, pontos e outros padrões geométricos, assim como animais, humanos e impressões de mãos. Presença literal de antigos povos.
E por mais que seja tentador, é muito importante que você não toque essas marcações de jeito nenhum. A oleosidade da nossa pele acelera a deterioração dessas preciosidades, que são insubstituíveis.
No gigante Canyonlands National Park, o destaque é a Grande Galeria no Horseshoe Canyon, um painel pictográfico com figuras cônicas em tamanho real sem braços e pernas.
Grande Galeria de pictogramas no Horseshoe Canyon
O Horseshoe Canyon só é acessível por veículos com tração e para chegar até os painéis você deve enfrentar uma caminhada de 11 km (ida e volta).
O Canyonland National Park é dividido em três distritos: Island in the Sky, The Needles e The Maze e não há estradas dentro do parque que liguem esses destinos. Isso pode dificultar muito a visita.
Como o parque está em uma área remota, não oferece nenhuma estrutura. Ou seja, é preciso levar tudo o que for usar.
O Zion National Park, no sudoeste de Utah, recebe mais de 4 milhões de visitantes por ano e é um dos parques nacionais mais populares dos Estados Unidos.
Zion National Park
Assim como o Yosemite, na Califórnia e o Grand Canyon no Arizona, o Zion tem um excelente sistema de transporte com paradas determinadas e você pode usá-lo gratuitamente para explorar os mirantes do parque.
Se quiser ir mais a fundo, escolha uma das dezenas de trilhas com diversos níveis de dificuldade para aventurar em uma caminhadinha (ou caminhadona). Incluindo a famoso The Narrows.
Trilha The Narrows, no Zion National Park
O povo Kaibab Paiute têm uma forte ligação com esse local, onde foram encontrados vestígios de ocupação humana há mais de 8.000 anos. Primeiro com grupos caçadores e coletores e depois com povos ancestrais como Puebloan e Fremont, aprenderam a plantar abóbora e milho.
Os Kaibab Paiute acreditam que tudo o que foi criado aqui, plantas, animais e até as pedras, tiveram uma vida como nós um dia e eles podem entender a língua Paiute. Por isso é tão importante para eles mantê-la viva.
Eu fiquei muito impressionada com o Zion. Talvez este seja lugar mais arrebatador que visitei durante essa jornada. Único e inesquecível.
Zion National Park
Atualmente, existem mais de 500 sítios arqueológicos abertos no Zion National Park, mas a maioria deles não é visitável. Assim que você chegar ao parque, vá até o Centro de Visitantes e informe-se corretamente sobre quais deles estão abertos para os visitantes.
10. Valley of Fire
O Valley of Fire State Park fica a menos de 100 km de Las Vegas e foi o primeiro parque a ser estabelecido pelo estado de Nevada.
Percorra a estrada cênica que atravessa o parque para embarcar em uma viagem por paisagens inacreditáveis e lembranças de antigas civilizações que viveram por aqui há pelo menos 4.000 anos.
Atlatl Rock e Mouse’s Tank são os melhores exemplares de arte rupestre por aqui.
Petróglifos no Valley of Fire State Park
Na Atlatl Rock, você pode ver uma representação do atlatl (“at-lat-l”), um dos primeiros predecessores do arco e flecha. A maioria das formações rochosas está aberta ao público durante todo o ano. Mouse’s Tank é um dos poucos que você não pode escalar. Faz parte de um circuito de trilha arenosa que apresenta os melhores exemplos de petróglifos.
Não deixe de fazer também a Fire Wave Trail, uma das trilhas mais fotogênicas do parque.
Fire Wave no Valley of Fire State Park
Dicas práticas de viagem
Agora que você chegou ao fim desse roteiro incrível pelas terras sagradas dos povos originários dos EUA no Sudoeste do país, confira as melhores dicas práticas para organizar essa viagem.
Desde 12 de junho de 2022 não é mais necessário apresentar teste negativo para Covid-19 para embarcar para uma viagem para os EUA.
Cidadãos brasileiros precisam cumprir os seguintes requisitos para entrar no país:
Ter documento de viagem válido (passaporte) + visto para os EUA;
Apresentar certificado de esquema de vacinação completo contra Covid-19 a pelo menos 14 dias antes da viagem;
É recomendado ter um seguro viagem para os EUA com um bom valor de cobertura;
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Para fazer uma viagem assim, você vai ter que investir em aluguel de carro. Uma boa dica para economizar é usar um comparador online para pesquisar ofertas de locadoras de veículos diferentes em uma única plataforma, simples e fácil de usar.
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Apesar de não ser obrigatória para retirar o carro na locadora, ela pode ser solicitada pela autoridade policial em caso de blitz ou acidente. Por isso, é recomendado ter a tradução da sua CNH.
Mais barato que o DETRAN de 15 estados brasileiros: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe.
O sistema de saúde dos EUA é 100% privado e um dos mais caros do mundo. Uma simples consulta médica nos EUA não custa menos de 300 dólares e uma visita ao pronto-socorro por conta de uma infecção urinária ou pedra nos rins pode facilmente passar de USD 700.
Se o atendimento for mais complexo e você precisar de remoção ou precisar ir até um pronto-socorro, prepare-se, a conta pode vir alta. Por isso, é muito melhor investir só R$20 por dia de viageme contratar um bom seguro viagem internacional.
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3. GTA 75 EUROMAX COVID-19 PLUS10 é o plano recomendado para idosos, pessoas com efermidade preexistentes ou gestantes. Oferece passagem de ida e volta para familiar caso haja necessidade.
A Catedral foi o primeiro monumento a ser criado e construído na nova capital do país. Ela foi inaugurada em 31 de maio de 1970. Doze anos depois que sua pedra fundamental foi lançada.
O projeto da Catedral de Brasília foi idealizado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. E os cálculos estruturais para a execução da construção da catedral ficaram a cargo do engenheiro Joaquim Cardoso.
Cardoso também foi parceiro de Niemeyer em outras obras importantes em Brasília, como o Congresso Nacional e o Palácio da Alvorada.
Além do belíssimo projeto arquitetônico, a Catedral também conta com importante acervo de obras de arte de artistas brasileiros e internacionais, como Di Cavalcanti, Athos Bulcão, Alfredo Ceschiatti e Marianne Peretti.
A Catedral de Brasília tem uma área circular de setenta metros de diâmetro, e uma altura de 40 metros. Ela possui uma estrutura hiperboloide, formada por 16 colunas de concreto, que pesam 90 toneladas cada.
Essa estrutura sustenta uma cobertura de vidro composta por 16 peças triangulares coloridas, idealizadas pela artista plástica Marianne Peretti.
A franco-brasileira Marianne foi a única mulher na equipe de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa durante a construção de Brasília.
A química entre a luz de Brasília e os vitrais azuis, verde, branco e marrom criam um efeito incrível dentro da Catedral. E transformam a visita em uma experiência sinestésica. É impossível não se deslumbrar.
Ainda na parte externa da Catedral, um belo espelho d’água com capacidade para 1 milhão de litros de água rodeia o templo e ajuda a refrigerar e garantir umidade. Além disso, ele oculta a base das colunas, dando a sensação de que elas flutuam.
O campanário da Catedral de Brasília, com 20 metros de altura, abriga quatro sinos de bronze doados pelo governo da Espanha. Desde 1987, os sinos tocam todos os dias às 6h, às 12h e às 18h.
Para completar, na praça de acesso, quatro estátuas de bronze com três metros de altura, recebem os visitantes que estão prestes a entrar na Catedral.
Elas são obras-primas do grande Alfredo Ceschiatti e representam os evangelistas Mateus, Marcos, Lucas e João. Considerados os primeiros registradores da história de Jesus Cristo.
O que ver no interior da Catedral de Brasília
Para chegar ao interior da Catedral, onde fica o salão principal e o altar, esculpido em madeira pelo artista italiano Dante Croce, é preciso percorrer uma rampa subterrânea.
Dentro da Catedral, há muito o que ver. Por todos os lados beleza, beleza e beleza. Diversas obras de arte enriquecem o ambiente.
As minhas preferidas, são:
O batistério ovoide que simboliza o nascimento. E foi revestido com azulejos de Athos Bulcão, que assina também cenas da vida de Maria mãe de Jesus na entrada da Catedral;
O painel da ressurreição pintado por Di Cavalcanti Ele tem 14 metros de altura e 10 metros de largura e fica atrás do altar foi. É considerado uma das maiores obras de arte sacra do Brasil
Os anjos de Ceschiatti. Ao olhar para o alto desse ‘espaço nave’ projetado por Niemeyer, você verá três anjos em bronze ‘flutuando’ pelo ar (presos no teto por cabos de aço). Eles foram esculpidos pelo Alfredo Ceschiatti, e representam os três arcanjos bíblicos: Miguel, Gabriel e Rafael.
Veja a seguir algumas curiosidades para descobrir antes de visitar a Catedral de Brasília
O interior da Catedral de Brasília tem capacidade para receber quatro mil pessoas;
A acústica do interior da Catedral é bastante peculiar. Se uma pessoa falar baixinho perto de uma das paredes, no interior da Catedral de Brasília, outra pessoa pode ouvi-la perfeitamente do outro lado;
A Catedral de Brasília tem uma cripta, que fica abaixo do salão principal e abriga os túmulos destinados à sepultura dos arcebispos de Brasília;
Dentro da Catedral de Brasília, você pode ver uma réplica em tamanho original de Pietá, de Michelangelo. Uma das esculturas mais lindas do mundo;
A Catedral é coberta por mais de 2 mil metros quadrados de vitrais, cujas cores mudam conforme a luz do dia;
Esses não são os vitrais originais. Eles foram substituídos em 1990. Os originais foram fabricados artesanalmente em vidro de sopro e apresentavam diferenças grandes de espessura em uma mesma peça. Com a expansão e retração do vidro devido à exposição a altas temperaturas no interior da catedral, essas peças acabavam quebrando espontaneamente;
A Catedral de Brasília tem uma iluminação especial sobre as colunas e os vitrais. E muda de cor conforme o horário e a ocasião. Vale a pena visitá-la de noite.
Onde fica a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida?
A Catedral de Brasília está localizada na Esplanada dos Ministérios, no Eixo Monumental, coração de Brasília.
Ela fica próxima a outros pontos turísticos, como o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, o Museu Nacional e a Praça dos Três Poderes.
Para chegar até lá, é possível usar transporte público, como ônibus e metrô, ou transporte privado, como carro, táxi ou aplicativo.
Há estacionamento gratuito no local, mas é limitado.
Clique para ver a localização da Catedral de Brasília no mapa
Como visitar a Catedral de Brasília
A Catedral de Brasília está aberta à visitação diariamente, das 8h às 18h. A entrada é gratuita, e não é necessário agendamento.
Dá para assistir uma missa na Catedral de Brasília?
Além da importância turística da Catedral de Brasília, é bom lembrar que ela funciona como sede da Arquidiocese de Brasília. E é palco de celebrações como missas, casamentos, batizados, concertos e outros eventos oficiais.
As missas são celebradas diariamente. Às 8h30, 12h15 e 18h30. Aos domingos, há missas às 8h30, 10h30, 12h, 17h30 e 19h.
E você, já conhece essa obra-prima na capital do Brasil?
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