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Como ir de trem para o aeroporto de Guarulhos? Confira horários, rotas e valores

Usar o trem para o aeroporto de Guarulhos em São Paulo é a maneira mais econômica de se deslocar até o maior aeroporto do país. E, na maioria das vezes, a mais rápida também! Tanto na ida para o aeroporto quanto na volta para a cidade.

Neste post, contarei como funciona o Expresso Aeroporto. O trem que te leva direto das estações Barra Funda e Luz até a estação Aeroporto-Guarulhos.

Você encontrará todas as informações necessárias para utilizar esse meio de transporte. Horários, preço, tempo da viagem, e muito mais!



De onde sai o trem para o aeroporto de Guarulhos?

Os trens do Expresso Aeroporto partem da Estação Palmeiras-Barra Funda. Em seguida param na Estação da Luz. E fazem mais uma parada na estação Guarulhos-Cecap.

Desde o dia 1 de setembro de 2023, a Estação Palmeiras-Barra Funda é o novo ponto de partida do Expresso Aeroporto. A estação fica na zona oeste de São Paulo.

O embarque na Estação Palmeiras-Barra Funda se dá através da plataforma 10. O caminho até a plataforma é bem sinalizado. Siga as placas Aeroporto-Guarulhos.

estação da barra funda com placa para plataforma do aeroporto de guarulhos

A Estação Palmeiras-Barra Funda atende as linhas 7-Rubi da CPTM e 8-Diamante da Via Mobilidade. E a linha 3-Vermelha do Metrô.

Além disso, bem próximo da estação tem um terminal de ônibus urbano. E ainda, uma rodoviária que recebe ônibus de diversas cidades.

Chegue com antecedência, pois o Expresso Aeroporto parte pontualmente!


O trem sai da Estação da Luz também!

Se você está próximo às linhas:

  • Linha 1 (Azul);
  • Linha 4 (Amarela);
  • Linha 7 (Rubi);
  • Linha 11 (Coral).

O ideal é pegar o trem expresso na estação da Luz.

Ao chegar na estação da Luz, dirija-se à plataforma 5. Há sinalização ‘Aeroporto – Guarulhos’ por toda a estação. Embarque no trem Expresso Aeroporto, da linha 13-jade da CPTM.

placa mostrando direção da plataforma para o trem expresso na estação Luz

Como o trem é pontual, é muito importante chegar com um pouco de antecedência à Estação da Luz. O local é bem grande e a caminhada até a plataforma correta pode levar alguns bons minutinhos.

Onde pegar o Expresso para o aeroporto de Guarulhos?

É possível pegar o trem para o aeroporto de Guarulhos nas seguintes estações:

  • Palmeiras-Barra Funda
  • Luz
  • Guarulhos-Cecap


Leia também: Use um mapa personalizado do Google para organizar sua viagem


Minha experiência

É relativamente fácil chegar de trem ao aeroporto de Guarulhos. Utilizei o trem para chegar ao aeroporto de Guarulhos em um sábado de manhã. Na época usei o serviço a partir da Estação da Luz, e achei excelente. Muito rápido, prático, pontual e sobretudo muito econômico. Aprovado!

O trem da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) é denominado Expresso Aeroporto. Possui ar condicionado e compartimentos superiores para o armazenamento de bagagens pequenas.

Interior do trem para o aeroporto de Guarulhos


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Horários do trem para o aeroporto internacional de São Paulo

O Expresso Aeroporto funciona diariamente, inclusive aos finais de semana e feriados, das 5h à meia-noite, com saídas de hora em hora. Tanto no sentido estação Aeroporto – Guarulhos quanto no sentido oposto.

O trem sai pontualmente no horário. Por isso é importante se atentar ao horário do seu voo para você se planejar direitinho.

IDA Dias da semana Partida Horários
Todos os dias, inclusive feriados e finais de semana. Estação Palmeiras-Barra Funda 5h, 6h, 7h, 8h, 9h, 10h, 11h, 12h, 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h, 20h, 21h, 22h, 23h, 0h.

Valor do trem para aeroporto de Guarulhos

Desde o dia 1º de janeiro de 2024, o valor do trem expresso que vai até o aeroporto de Guarulhos é R$ 5. Esse é o valor da tarifa de metrô e do trem em São Paulo.

A integração metrô/trem e Expresso Aeroporto é gratuita. Ou seja, se você utilizar o metrô para ir até a Barra Funda ou Luz, você pagará apenas essa passagem e mais nada depois. Vale ou não vale a pena?

Bom, a minha experiência foi ótima! Paguei menos ainda. Como meu voo era em um sábado de manhã, peguei o trem na Luz às 6h. E para chegar até a estação, utilizei o metrô antes das 5h30, pagando a tarifa madrugador.

A tarifa do Bilhete Madrugador (das 4h às 5h35) é de R$ 4,40, válida para o metrô e trens da CPTM. Essa tarifa beneficia os usuários que possuem o Bilhete Único do tipo Comum e Vale Transporte.

Tempo da viagem de trem da Barra Funda até o aeroporto de Guarulhos

O percurso de trem da estação Barra Funda até a estação Aeroporto-Guarulhos leva cerca de 35 minutos. Se for da Luz são cerca de 30 minutos.

Há que se considerar que além do tempo do trem, você gastará, mais ou menos, mais uns 10 minutos de ônibus. Da estação Aeroporto-Guarulhos até os terminais do aeroporto.

Acrescente ainda, o tempo do seu deslocamento até as estações da Barra Funda ou Luz. E também uma possível espera pelo ônibus que faz o traslado para os terminais, já que eles saem a cada 15 minutos.

A dica é, vá com folga de horário para evitar o estresse!

plataforma da estação Aeroporto de Guarulhos


Leia também: Melhor lugar para se hospedar em São Paulo


Chegando no aeroporto: ônibus da estação Aeroporto-Guarulhos para os terminais

Ao desembarcar na estação Aeroporto-Guarulhos será necessário pegar um ônibus. Ele é gratuito e leva até os terminais do aeroporto. A estação Aeroporto-Guarulhos está a 500 metros do Terminal 1, a 1,5 km do Terminal 2 e 2 km do Terminal 3 do aeroporto.

Mas não se preocupe! Os ônibus gratuitos saem a cada 15 minutos e o trajeto leva cerca de 10 minutos.

Desça as escadas rolantes e siga as indicações para a saída. Você encontrará o ponto dos ônibus que fazem o traslado até os terminais, à direita de quem sai da estação.

Verifique qual é o seu terminal de embarque antes de pegar o ônibus. Há um ônibus que leva direto para o terminal 2 e outro que leva para os terminais 1 e 3, passando pelo 2 também.

ônibus traslado parado na frente da estação do Aeroporto de Guarulhos com fila de pessoas aguardando para embarcar


Leia também: Salas VIP no Aeroporto de Guarulhos


Como sair do aeroporto de Guarulhos de trem da CPTM

Até aqui dei ênfase em como chegar de trem no aeroporto internacional de Guarulhos. Mas e como fazer o percurso inverso?

Sair de trem do aeroporto de Guarulhos funciona praticamente da mesma maneira. A única diferença é que no percurso de trem da estação Aeroporto-Guarulhos para a Barra Funda, há uma parada adicional. Na estação Brás.

Mesmo assim, vou te dar o passo-a-passo de como sair do aeroporto de Guarulhos de trem em direção à capital paulista:

  1. Ao desembarcar no aeroporto de Guarulhos: siga a indicação “Traslado Trem”. E vá até o ponto de parada do ônibus gratuito, que vai dos terminais até a estação Aeroporto-Guarulhos. Ele passa a cada 15 minutos.
  2. Na estação, embarque no Expresso: a passagem custa R$ 5. Nesse trajeto, você tem a opção de descer na estação Brás, que faz integração com a Linha 3-vermelha do metrô. Ou na estação da Luz, servida pelas Linhas 1-azul e Linha 4-amarela do metrô. E ainda, pode desembarcar na estação final: Palmeiras-Barra Funda.

Lembrando que a integração do Expresso Aeroporto com as linhas de trem e metrô é gratuita. Tanto no Brás quanto na Luz e na Barra Funda. Ou seja, você sai do aeroporto de Guarulhos e paga apenas uma tarifa para chegar até o metrô que seja melhor para você.

Trem do aeroporto de Guarulhos para as rodoviárias do Tietê, Jabaquara e Barra Funda

Precisa ir de trem do aeroporto de Guarulhos para alguma rodoviária de São Paulo? É simples!

» Trem do aeroporto de Guarulhos para rodoviária do Tietê

Para ir de trem do aeroporto de Guarulhos para a rodoviária do Tietê basta descer na estação da Luz.

De lá tem que fazer a baldeação para o metrô da linha 1 – Azul, sentido Tucuruvi. Essa linha do metrô te deixa na estação Portuguesa – Tietê, que fica na rodoviária do Tietê. São apenas 3 estações.


» Trem do aeroporto de Guarulhos para rodoviária Jabaquara

Já quem planeja ir para a rodoviária Jabaquara deve desembarcar na estação da Luz.

E fazer a baldeação para a linha 1-Azul do metrô, no sentido Jabaquara. É só desembarcar na estação final que você estará na Jabaquara. São 14 estações da Luz até Jabaquara.


» Trem do aeroporto de Guarulhos para Barra Funda

Ficou mais fácil chegar ao terminal Barra Funda! Agora você pode ir direto do aeroporto até a estação Barra Funda e estará bem ao lado da Rodoviária da Barra Funda.


Novidades previstas: People Mover

Eu havia anunciado aqui no post duas novidades previstas. Uma delas já foi implantada, a ampliação do Expresso Aeroporto até a estação Barra Funda.

Mas ainda falta o People Mover, um aeromóvel desenvolvido no Brasil que fará a ligação entre a estação Aeroporto-Guarulhos com os terminais do aeroporto.

A previsão de inauguração, segundo a CPTM, é para o primeiro semestre de 2024. O People Mover será gratuito e substituirá os ônibus hoje utilizados para o trânsfer. Terá capacidade para atender até 2.000 passageiros por hora/sentido. Vai funcionar com partidas a cada 6 minutos. É ver para crer!

As obras já estão em andamento.


Vale a pena ir de trem para o aeroporto de Guarulhos?

Na minha opinião, vale a pena! O preço é super acessível. E essa forma de transporte evita gastar longo tempo com possíveis congestionamentos. Isso agiliza muito a sua chegada. Para a experiência ser perfeita é importante se organizar em relação ao tempo que você gastará e observar sempre o horário do seu voo.

Usar o expresso aeroporto para chegar ao Aeroporto de Guarulhos é uma alternativa econômica e eficiente. Com partidas pontuais das estações Palmeiras-Barra Funda, Luz e Guarulhos-Cecap, o serviço oferece conforto e praticidade, sendo uma excelente opção para evitar o trânsito de São Paulo.


Dicas de o que fazer em São Paulo


Salve essas dicas sobre o trem para o aeroporto de Guarulhos no Pinterest

Saiba como é o Expresso Aeroporto, o trem para o Aeroporto de Guarulhos que parte da Luz. O jeito mais barato de chegar e sair do aeroporto.

Saiba como é o Expresso Aeroporto, o trem para o Aeroporto de Guarulhos que parte da Luz. O jeito mais barato de chegar e sair do aeroporto.


Farol Santander (2025): o que é, onde fica, o que fazer

O Farol Santander em São Paulo é um dos principais centros de cultura, lazer e gastronomia da região central da capital paulista.

Ele ocupa o Edifício Altino Arantes, um prédio icônico de São Paulo e terceiro maior edifício da capital. E oferece uma programação variada, com diversas exposições de artistas brasileiros e internacionais.

Além de um mirante com uma das melhores vistas do alto de São Paulo. E até um bar secreto, que fica no antigo cofre do banco.

É um daqueles passeios que você tem que fazer em São Paulo!

A seguir, vou te contar mais sobre as principais atrações do Farol Santander. Saiba como chegar, o que fazer e quanto custa a visita ao antigo prédio do Banespa.

Exterior do Edifício Altino Arantes, onde fica o Farol Santander, em SP


O que é o Farol Santander SP, no Edifício Altino Arantes

O Farol Santander é um centro cultural que nasceu em janeiro de 2018, com a reabertura do famoso Edifício Altino Arantes. Uma das principais construções do centro histórico de São Paulo.

Hoje em dia, é um dos principais centros culturais da região central da capital paulista. Com espaços dedicados a exposições temporárias. E um mirante no 26º andar com uma das mais incríveis vistas do alto da cidade.

O icônico Edifício Altino Arantes fica no centro da capital. Mais precisamente, na Praça Antônio Prado, perto da estação São Bento do metrô.

O prédio começou a ser construído em 1939 e foi inaugurado em 27 de junho de 1947. A inspiração para seu projeto foi a arquitetura art decó do Empire State Building, em Nova York. E por mais de uma década foi mais alto edifício de São Paulo.

Antigamente, era a sede Banco do Estado de São Paulo (Banespa). Daí os apelidos Banespão ou Edifício Banespa.

Farol Santander era a antiga sede do Banespa


O que fazer no Farol Santander São Paulo: como é a visitação?

A visita ao edifício do Farol Santander impressiona logo na chegada. Do lado de fora, o formato do Edifício Altino Arantes nos convida a uma viagem pela história da cidade.

Farol Santander em SP

A seguir, vamos fazer um ‘tour’ pelos principais destaques do Farol Santander. Vem comigo!

Navegue pelas dicas do que fazer no Farol Santander em São Paulo

  1. Veja São Paulo do alto no Mirante do Farol
  2. Visite as exposições no Farol Santander
  3. Conheça o incrível Bar do Cofre
  4. Faça compras na Loja da Cidade e tire fotos no Hall do Térreo
  5. Visite o Espaço Memória e saiba mais sobre o edifício
  6. Veja a obra ‘Vista 360º’, de Vik Muniz, no 4º andar
  7. Conheça a pista de skate do Farol Santander
  8. Visite o Boteco do 28º
  9. Faça uma aula de gastronomia na Cozinha do 31

1. Veja São Paulo do alto no Mirante do Farol Santander e Café do 26º andar

O Mirante do 26º andar é um dos grandes destaque da visita ao Farol Santander. A 161 metros de altura, você tem acesso a uma das vistas mais incríveis de São Paulo.

Uma não, duas. Já que o prédio tem mirantes em dois lados.

Vista do Mirante do Farol Santander em SP

Os dois mirantes têm vidros no parapeito e redes de proteção. Use as marcações nos vidros para (re)conhecer importantes locais e construções na cidade.

Aviste o belo Vale do Anhangabaú, o Edifício Martinelli, a Catedral da Sé, Avenida Paulista e muito mais!

Use os binóculos instalados nos mirantes para ver ainda mais longe.

Como é o Mirante do Farol Santander

É possível ver até 30 vezes mais longe do alto do 26° andar do Edifício Altino Arantes.

Vista do Mirante do Farol Santander

Para completar, no local ainda funciona uma cafeteria Suplicy. O café espresso feito com o Mogiana Paulista é a pedida certa para a experiência.

Esse café é especialmente produzido na cidade de São Paulo em homenagem ao Farol Santander.

Café do Mirante no Farol Santander em SP


Quer saber qual é a vista mais bonita do centro da capital? Conheça o Sampa Sky – O mirante com chão de vidro em SP


2. Visite as exposições temporárias do Farol Santander

A programação de exposições no Farol Santander em São Paulo é sempre muito diversa. A seguir, você encontra mais detalhes sobre as exposições em cartaz.

» Di Cavalcanti – 125 anos no 22º andar 

A exposição ‘Di Cavalcanti — 125 anos’ traça o percurso do artista modernista brasileiro de 1920 a 1970.

A mostra inclui trinta trabalhos e um álbum com dezesseis gravuras que retratam a cultura e a identidade do povo brasileiro. Um dos temas favoritos de Di Cavalcanti,

A mostra destaca a obra ‘Carnaval’, que ficou décadas na França e voltou ao país recentemente. O trabalho será exibido pela primeira vez para o público brasileiro.

Fica em cartaz até 7 de janeiro de 2025.


» Rosas Brasileiras no 23º e 24º andar

A exposição inédita Rosas Brasileiras celebra a trajetória da rosa como inspiração artística e parte viva do cotidiano social. É composta por 131 obras de arte e mais de 1.000 objetos, que trazem a rosa como personagem principal.

A curadoria é de Giancarlo Latorraca e Paulo von Poser, com produção da AYO Cultural.

A exposição fica em cartaz até 18 de fevereiro de 2025.


Agenda de exposições do Farol Santander em 2025

Como a programação de exposições do Farol Santander tem uma alta rotatividade, é sempre bom conferir todas as exposições em cartaz e a programação atualizada no site oficial.


Leia também: Agenda Cultural SP com os melhores eventos da cidade


3. Tenha uma experiência incrível no SubAstor Bar do Cofre, no subsolo do Farol Santander

Não deixe de conhecer também o Bar do Cofre por SubAstor, uma verdadeira joia escondida no subsolo do Farol Santander.

O bar fica dentro do antigo cofre do banco, que foi restaurado. E a decoração é inspirada na São Paulo da década de 1950. Uma experiência daquelas, hein?


4. Faça compras na Loja da Cidade e tire fotos no Hall do Térreo

No térreo do edifício, você encontra a bilheteria do Farol Santander, a Loja da Cidade e o Café do Hal. Além de um belíssimo lustre de 13 metros de altura e 1.5 toneladas. Que se destaca soberano no ambiente.

Lustre no hal de entrada do Farol Santander em SP


5. Visite o Espaço Memória no 2º, 3º e 5º andar e saiba mais sobre o edifício

No 2º, 3º e 5º andar do Farol Santander você pode visitar a exposição permanente sobre a história do prédio.

É possível visitar as antigas instalações do banco, com mobiliário e objetos originais da década de 50.

Espaço Memória no Farol Santander em SP

Uma sala espelhada nos transporta pela história de São Paulo por meio de uma experiência imersiva.

Com som e imagens, tendo como fio condutor a construção do belíssimo edifício, que é um dos símbolos da cidade. Vale a pena visitar!


6. Veja a obra ‘Vista 360º’, de Vik Muniz, no 4º andar

O 4º andar do Farol Santander abriga a obra Vista 360º, do artista brasileiro Vik Muniz.

Muita gente chega aqui pensando em se tratar da vista da cidade e de certa forma a encontra. Os painéis criados por Vik Muniz formam uma fotografia da vista panorâmica ao redor do Farol Santander.

Mas o mais interessante, é que essa fotografia foi ‘montada’ com peças de materiais reciclados. E a gente só percebe quando chega pertinho da obra.

Obra de Vik Muniz em exposição no Farol Santander em SP


Leia também: Agenda Cultural SP Maio com os melhores eventos da cidade


7. Conheça a pista de skate no 21º andar do Farol Santander por Rajas SkatePark

Também há uma pista de skate no 21° andar, o Farol Santander. Uma parceria com o Rajas SkatePark, que oferece uma experiência inusitada nas alturas!

A pista de madeira com 300m² e vista para São Paulo funciona de terça a sexta, das 09h às 20h e nos sábados e domingos, das 9h as 17h.

Pista de skate no Farol Santander

Você pode fechar uma sessão de 2 horas (com seu equipamento ou equipamento alugado). Ou contratar uma aula de 1 hora para aprender a andar de skate. Legal, né?

Saiba mais detalhes através do site oficial.


8. Visite o Boteco do 28º andar do Farol Santander

Inaugurado em outubro de 2021, o Boteco do 28 é um espaço gastronômico no Farol Santander. No cardápio, petiscos de botecos paulistanos, como coxinha e torresmo.

O ambiente é bem descontraído. Mas antes que você pergunte, já te digo: não tem vista! Mesmo estando um andar acima do mirante.

O bar funciona de terça-feira a domingo, das 11h30 às 20h e você não precisa comprar o ingresso do Farol Santander para ir até lá.


9. Faça uma aula de gastronomia na Cozinha do 31 por Accademia Gastronomica do Farol Santander

No 31º andar do Farol Santander ainda existe um espaço exclusivo que funciona como uma escola de gastronomia, com aulas e eventos.

Confira a programação de aulas e cursos da Accademia Gastronomica. E se programe para aprender técnicas e receitas avançadas na cozinha do 31.


Qual é o horário de funcionamento do Farol Santander?

O Farol Santander pode ser visitado de terça a domingo, das 9h às 20h. Com entrada para visitação até às 18h.


Quanto custa o ingresso do Farol Santander?

Os ingressos do Farol Santander custam R$ 35 (inteira) e R$ 17,50 (meia-entrada). Crianças até 2 anos e 11 meses não pagam.

Você pode comprar seu ingresso direto na bilheteria do Farol Santander ou com antecedência pelo site Sympla.

Clientes Santander tem 10% de desconto para a compra de até 8 ingressos, usando o cartão Santander. Clientes Santander Select têm o desconto e prioridade na fila de entrada para o Farol.

O ingresso inclui acesso Espaço Memória (2º, 3º e 5º andar), Vista 360º (4º andar), Mirante (26º andar) e às exposições temporárias. A visita ao Hall, Loja da Cidade e Café do Hall é gratuita.


Como chegar ao Farol Santander

O Farol Santander fica localizado no centro de São Paulo, na Rua João Brícola, 24. Ele fica a apenas 140 metros da estação São Bento do metrô, pertinho do Mosteiro de São Bento, no centro de São Paulo.

Vale a pena ir até lá de metrô, ônibus ou aplicativo. Já que o trânsito de veículos nessa região é limitado e os estacionamentos são caríssimos.

Se você quiser ir de carro, recomendo estacionar perto do Theatro Municipal e ir andando até lá. Eu acho mais prático. Escolha os estacionamentos na R. Conselheiro Crispianiano.


Onde comer perto do Farol Santander?

O Salve Jorge fica a apenas alguns metros do Farol Santander e é uma excelente opção de onde comer na região. O restaurante tem cardápio extenso e oferece pratos do dia durante a semana. Possui uma cerveja própria que é uma delícia. Vale a pena experimentar!


Farol Santander | No Mapa

Confira a localização do Farol Santander no mapa interativo abaixo.


Dúvidas frequentes sobre a visita ao Farol Santander

Quanto tempo dura a visita no Farol Santander?

A visita ao acervo e exposições permanentes do Farol Santander dura cerca de 2 horas. Porém, também é possivel visitar o mirante, café e outros espaços do edifício. Saiba mais.

O que tem de bom para fazer no Farol Santander?

O Farol Santander tem uma programação variada, cheia de excelentes exposições. Também tem um mirante com uma das melhores vistas da cidade. E até um bar secreto no antigo cofre do banco. Visitar o Farol é uma daquelas coisas que você tem que fazer em São Paulo! Conheça o Farol Santander.

Precisa reservar sua visita a Farol Santander com antecedência?

Os ingressos para o Farol Santander podem ser comprados na bilheteria no local. Ou pelo site, com antecedência. Veja mais detalhes.


Quer conhecer o centro histórico de São Paulo?

Faça um roteiro guiado pelas principais atrações do coração da cidade de São Paulo? O Free Walking Tour  funciona sem preço fixo, em um esquema ‘pague quanto quiser’ ao final do tour, conforme o seu grau de satisfação.

QUERO!


Leia também: Onde se hospedar em São Paulo – Guia completo dos melhores hotéis


Leia mais dicas do que fazer em SP


Onde ficar na Ilha de Marajó em 2025: Soure ou Salvaterra?

A Ilha de Marajó é a maior ilha marítimo-fluvial do mundo. Com quase 50.000 km², é maior que os estados de Sergipe e Alagoas juntos.

A ilha é dividida em 16 municípios, mas a maioria dos viajantes conhece apenas Soure e Salvaterra, os destinos mais indicados para ficar na Ilha de Marajó.

Onde ficar na Ilha de Marajó: Soure, Salvaterra ou Joanes?

Nesse post vou te contar mais sobre a minha experiência de viagem para a Ilha do Marajó e te mostrar as vantagens e desvantagens de ficar desses municípios. Além de te apresentar ótimas dicas de hospedagem por lá.

Quer saber onde ficar na Ilha de Marajó? Então vem comigo!


Leia também o nosso Guia completo da Ilha de Marajó, com tudo o que você precisa saber para organizar a sua viagem.


Onde ficar na Ilha de Marajó: Soure ou Salvaterra?

Soure e Salvaterra são duas cidades na Ilha de Marajó, no Pará, que oferecem diferentes opções de hospedagem e atrações para os visitantes. Veja abaixo as vantagens e desvantagens de se hospedar em cada uma delas.

VANTAGENS DESVANTAGENS
1. SOURE
  • Soure é considerada a capital da Ilha de Marajó. E é a cidade com melhor infraestrutura para os viajantes;
  • A lancha rápida Expresso Golfinho, da empresa Master Motors, sai de Belém e chega em Soure em 2 horas;
  • Soure tem praias lindas, como a da Barra Velha e a do Pesqueiro;
  • Soure tem fazendas que oferecem passeios de búfalo, de canoa. Além de trilhas pela natureza. As mais famosas são a São Jerônimo, a Bom Jesus e a Araruna.
  • Soure fica mais distante do porto do Camará, onde chegam a maioria das balsas e barcos que ligam Belém ao Marajó;
  • É preciso fazer uma travessia de cerca de 10 minutos para chegar à cidade;
  • As opções de hospedagem em Soure tem um custo mais alto.
2. SALVATERRA
  • Salvaterra é a porta de entrada da Ilha de Marajó. É onde fica o porto do Camará. Isso facilita o acesso dos visitantes que chegam de Belém por via fluvial;
  • Salvaterra também tem praias bonitas, como a do Joanes e a Praia Grande;
  • Salvaterra tem ruínas jesuíticas, que são um patrimônio histórico da ilha.
  • Salvaterra tem menos opções de hospedagem, lazer e gastronomia do que Soure;
  • A cidade é mais simples e rural;
  • Salvaterra fica mais longe das principais atrações da Ilha de Marajó, como as fazendas e as praias de Soure;
  • É preciso pegar uma balsa para visitar Soure e suas atrações.

Onde ficar na Ilha de Marajó: Soure

Soure é o melhor lugar para se hospedar na Ilha de Marajó.

A cidade é considerada a capital da Ilha de Marajó. Lá estão as principais atrações da Ilha de Marajó: Fazendas São Jerônimo e Bom Jesus e as deliciosas praia Barra Velha e praia do Pesqueiro.

Em Soure, você também pode conhecer a Fazenda Mironga e ver a produção do queijo de búfala. Assistir aos ensaios e apresentações de carimbó e lundu do Grupo Cruzeirinho, comprar cerâmicas marajoara de artistas locais e conhecer o curtume.

Praia do Pesqueiro, em Soure, na Ilha de Marajó

As melhores pousadas em Soure, são:

Outra recomendação é a Paracauary Eco Pousada. É uma opção mais afastada do centro da cidade, mas à beira do Rio Paracauari. Uma delícia!

Eco Pousada Paracauari, em Soure, na Ilha de Marajó


Encontre outras ofertas de hospedagem em Soure


Onde ficar na Ilha de Marajó: Salvaterra

Em Salvaterra, boas opções de hospedagem, são: Pousada dos Corações (⭑ 8.1), Pousada Marajó (⭑ 8.3) e a Pousada Reloday (⭑ 8.1).

Encontre outras ofertas de hospedagem em Salvaterra.


Bônus: Vila de Joanes

Em Joanes, boas opções de hospedagem, são: Pousada das Estrelas (⭑ 9.6) e Pousada Ventania do Rio-Mar (⭑ 9.0).

Hospedando-se aqui você poderá aproveitar a Praia de Joanes, com boa infraestrutura de bares na praia para comer algo e tomar uma cervejinha e ficará a poucos passos das ruínas jesuíticas do século XVII.

Onde ficar na Ilha de Marajó: Soure, Salvaterra ou Joanes?


Encontre outras ofertas de hospedagem em Joanes


Onde ficar na Ilha do Marajó | No Mapa

Veja no mapa a seguir, todas as localizações das pousadas na Ilha de Marajó listadas neste post.


Leia também: Saiba como usar um mapa personalizado do Google para organizar sua viagem


Mais dicas de onde ficar na Ilha de Marajó

Se você tá pensando em viajar para a Ilha de Marajó, recomendo reservar a hospedagem com antecedência.

Eu sempre uso o site Booking.com, uma das maiores e mais confiáveis empresas de reservas do mundo. Lá você encontra a opção de hospedagem ideal para sua viagem, com melhor preço e cancelamento grátis na maioria das reservas.

Além disso, é muito importante ler as avaliações dos viajantes. Dessa maneira você já chega sabendo o que vai encontrar.


Leia também: Booking.com é confiável? Ainda vale a pena usar?


Como chegar na Ilha de Marajó

O primeiro passo para chegar até a Ilha de Marajó é ir até Belém, a capital do Pará. Eu geralmente uso o Google Flights para encontrar pesquisar passagem aérea.

Também uso sites confiáveis como Kayak, Skyscanner e o Vai de Promo para aproveitar promoções.

A partir de Belém, você pode pegar uma balsa ou uma lancha rápida até Soure ou até o Porto de Camará, em Salvaterra.

Veja um resumo das informações de como na tabela abaixo.

EMPRESA/EMBARCAÇÃO ITINERÁRIO DURAÇÃO TARIFA
Master Motors (Lancha Expresso Golfinho o Campeão 9) Belém – Salvaterra – Soure 2h R$ 61,17
Navegação Ferreira (Lancha Atlântica e Salmista) Belém – Salvaterra (Camará) 1h30 R$ 45
Transmarajó (Lancha Ana Beatriz) Belém – Salvaterra (Camará) 1h30 R$ 45
Catamarã Banav Belém – Salvaterra (Camará) 2h R$ 45,75
Balsa Henvil (para veículos) Porto Icoaraci – Porto Camará 2h30 Moto: R$ 64 | Automóvel Pequeno R$ 175 | Automóvel médio R$ 205 | Automóvel Grande R$ 235

Acesse os canais oficiais das empresas para confirmar o preço atualizado das tarifas.


Minha experiência de hospedagem na Ilha de Marajó

Eu escolhi me hospedar em Soure, na Paracauari Eco Pousada. Um sonho de lugar, com toda a autenticidade e sossego que se esperaria de uma hospedagem na Ilha do Marajó.

Eco Pousada Paracauari, em Soure, na Ilha de Marajó

Também preferi alugar um carro em Belém e atravessar de balsa até o Porto de Camará, em Salvaterra. Com o carro, consegui me deslocar para onde queria, na hora que queria. Sem depender de táxi ou mototáxi.

Uma boa dica é usar um comparador online para comparar tarifas de locadoras diferentes, de uma vez só. Eu uso e recomendo o site da RentCars. Eles têm o menor preço e oferecem parcelamento no cartão de crédito e cancelamento grátis da reserva.

Aluguel de carro na Ilha de Marajó vale a pena?

É importante dizer também, que para chegar até Soure, você deverá pegar uma segunda balsa, também operada pela Henvil. Automóveis pequenos pagam R$ 24, médios R$ 28 e grandes R$ 38.

Para quem não pretende alugar um carro, a Edgar Transporte oferece ônibus ou vans.

A empresa te pega no desembarque do Porto do Camará e te deixa no seu hotel em Soure ou Salvaterra.


Leia também: O site da Rentcars é confiável? Vale a pena usar?


Já resolveu onde se hospedar na Ilha de Marajó?

Achou essas dicas de onde ficar na Ilha de Marajó úteis? Tem mais alguma dúvida ou precisa de ajuda? Deixe um comentário!


Leia mais dicas de viagem para o Pará


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Confira dicas de onde ficar na Ilha de Marajó. Conheça as vantagens e desvantagens de se hospedar em Soure, Salvaterra ou Joanes, as principais cidades turísticas da Ilha de Marjó e encontre ótimas opções de hospedagem em ambas as cidades.


Onde ficar em Goiânia: os melhores bairros e hotéis

Tá procurando hotel em Goiânia? Como boa goianiense que sou, vou te ajudar a encontrar a hospedagem ideal para a sua viagem.

A jovem cidade planejada, que se tornou a capital do estado de Goiás em 1933, não é bem um destino turístico. Mas tem belos parques, bosques e praças arborizadas. Além de uma gastronomia de primeira, cerveja sempre gelada e um povo amistoso demais da conta!

Vale a pena conhecer essa, que é uma das mais importantes cidades do Centro-Oeste brasileiro.

Neste post, você vai conhecer as melhores regiões para se hospedar em Goiânia. Além dos melhores hotéis a cidade, de cinco estrelas a alternativas econômicas. Vamos começar?

As melhores dicas de hotel em Goiânia


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Lista dos melhores hotéis de Goiânia

Confira a seguir, uma tabela com os 10 melhores hotéis em Goiânia, suas respectivas notas no Booking.com, localização e preço médio da diária.

Hotel em Goiânia Onde fica? Diárias a partir de
1. Golden Lis Hotel Boutique (★ 9.0)  Santa Genoveva R$ 383
2. Transamerica Collection Goiânia (★ 8.9) Setor Marista R$ 517
3. Holiday Inn – Goiania, an IHG Hotel (★ 8.8)  Setor Oeste R$ 301
4. K Hotel (★ 8.8) Jardim Goiás  R$ 556
5. Hotel Areião (★ 8.5) Setor Pedro Ludovico R$ 259
6. Castro’s Park Hotel (★ 8.3) Setor Oeste R$ 385
7. Quality Hotel Flamboyant (★ 8.2) Jardim Goiás R$ 388
8. Comfort Hotel Goiânia (★ 8.2) Setor Aeroporto R$ 282
9. Oft Plaza Oeste Hotel (★ 8.0)
Setor Oeste R$ 179
10. Ibis Styles Goiania Marista (★ 8.0) Setor Marista R$ 221

Quanto custa uma diária de hotel em Goiânia?

A tabela anterior resume bem a variedade de preços das acomodações em Goiânia. O valor da diária depende do hotel e bairro escolhido e da antecedência da reserva. Além disso, grandes eventos na cidade podem subir as tarifas.

Neste post, selecionei hotéis listados no Booking.com com diárias a partir de R$130.


Onde se hospedar em Goiânia: as melhores regiões na cidade

Para resolver onde ficar em Goiânia, a primeira coisa que você tem que considerar é o objetivo da sua viagem.

Se você vai à cidade a trabalho, hospede-se perto do seu compromisso. Assim você economiza tempo e não se aborrece com o trânsito, que pode ser bem chato em algumas regiões da cidade, principalmente nos horários de pico.

Agora, se você pretende turistar, a melhore dica é alugar um carro para poder explorar ao máximo a capital de Goiás.

Apesar do trânsito, e da fama que os carros goianos têm de vir sem seta, o carro te dá mais liberdade na hora de se locomover pela cidade.

Na tabela a seguir, você vê as vantagens e desvantagens de se hospedar em cada um dos principais bairros de Goiânia.

Bairro de Goiânia Vantagens Desvantagens
1. Centro + Norte Ferroviário
  • Próximo à estação rodoviária de Goiânia à rua 44 e ao Centro de Convenções;
  • Abriga importantes pontos turísticos de Goiânia;
  • Tem hotéis econômicos.
  • Trânsito intenso;
  • Insegurança no período da noite e aos finais de semana;
2. Setor Sul
  • Bairro residencial tranquilo e polo cultural da cidade.
  • Não tem muitas opções de hospedagem.
3. Setor Oeste de Goiânia
  • Bairro nobre de Goiânia, onde fica o Lago das Rosas e ao Zoológico;
  • Variedade de hotéis;
  • Tem muitos restaurantes lojas e bares;
  • Facilidade de locomoção pela cidade.
  • Valores de diária mais elevados que em outros bairros;
  • Trânsito congestionado em horários de pico.
4. Setor Aeroporto
  • Bairro central e bem localizado;
  • Opções de hotéis confortáveis e acessíveis.
  • Trânsito intenso;
  • Poucas opções de lazer e gastronomia.
5. Jardim Goiás
  • Bairro moderno e planejado, próximo ao Parque e Shopping Flamboyant;
  • Tem opções de hotéis de luxo e muitos flats;
  • Muitos restaurantes, lojas e bares.
  • Valores de diária mais caros que em outros bairros;
  • Trânsito congestionado em horários de pico.
6. Setor Marista
  • Bairro sofisticado e boêmio, próximo ao Shopping Bougainville e à Praça do Sol;
  • Tem muitos restaurantes lojas e bares;
  • Grande variedade de hotéis;
  • Facilidade de locomoção pela cidade.
  • Valores de diária mais altos que em outros bairros;
  • Trânsito congestionado em horários de pico.
7. Setor Bueno
  • Bairro nobre de Goiânia, próximo ao Parque Areião e ao Goiânia Shopping;
  • Tem muitos restaurantes e bares;
  • Opções de hotéis executivos e flats.
  • Distante do centro e dos principais pontos turísticos de Goiânia;
  • Poucas opções de hospedagem;
  • Trânsito congestionado em horários de pico.
8. Pedro Ludovico
  • Bairro tranquilo e familiar, próximo ao Shopping Cerrado;
  • Opções de pousadas e apartamentos mobiliados.
  • Distante do centro e dos principais pontos turísticos;

1. Centro de Goiânia: hotéis baratos e pontos turísticos

Apesar do centro de Goiânia não ser a minha primeira opção de onde ficar na cidade, vou começar por ele.

É na região central da capital goiana que se concentra grande parte das atrações históricas da cidade.

Onde ficar no Centro de Goiânia

Goiânia é a cidade brasileira com o maior acervo de arquitetura art déco. E a maioria dos edifícios e monumentos tombados como patrimônio pelo IPHAN ficam bem no centro da cidade.

E apesar de muitos destes edifícios estarem abandonados há tempos, é bem interessante viajar no tempo pelas belas fachadas art déco. Elas foram projetadas por Atílio Corrêa Lima, arquiteto responsável pelo plano urbanístico de Goiânia.

Art Decó em Goiânia

A Praça Dr. Pedro Ludovico Teixeira, ou Praça Cívica, é o coração de Goiânia. Lá estão localizados importantes pontos turísticos da capital de Goiás, como:

  • Palácio Pedro Ludovico Teixeira (sede da administração pública);
  • Palácio das Esmeraldas (residência oficial do governador);
  • Museu Zoroastro Artiaga;
  • Monumento às Três Raças, obra da artista Neusa Morais, que simboliza as três raças formadoras do povo goiano.

Monumento às Três Raças na Praça Cívica

Outro destaque do centro de Goiânia é o Mercado Central de Goiânia, que eu particularmente adoro!

Além disso, para quem gosta de arte de rua, o Beco da Cordorna é a pedida certa. O Theatro Goiânia (art déco) e a Vila Cultural Cora Coralina, uma homenagem à poeta goiana, completam o circuito cultural do centro da cidade.

Beco da Codorna, em Goiânia

Os preços das tarifas dos hotéis nessa região da cidade variam entre R$130 a R$267. É uma excelente opção para quem quer economizar e conhecer a cidade como ela é no seu dia-a-dia.


Onde ficar no Centro de Goiânia

O Crystal Plaza Hotel (★ 8.1) é o hotel mais perto da Praça Dr. Pedro Ludovico Teixeira. Ele fica na Av. 85, uma das vias mais importantes da cidade.

Boas opções de hotel nos arredores da Avenida Anhanguera, são: Umuarama Plaza Hotel by Castelo Itaipava (★ 8.1) e Aton Plaza Hotel (★ 7.9), em frente ao Beco da Codorna. Além do Hotel Araguaia (★ 7.6), um tradicional hotel barato em Goiânia.

O Comfort Hotel (★ 8.2) é um hotel bem avaliado e mais perto do Centro de Convenções de Goiânia. O café da manhã é o destaque.

Para completar, o Novares Hotel é uma boa opção para quem precisa se hospedar em Goiânia perto da Praça Universitária. Onde ficam os edifícios da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Universidade Católica de Goiás (UCG).


Em busca de pontos turísticos e muita natureza? Conheça a Chapada dos Veadeiros: 21 estadias incríveis para aproveitar


2. Setor Sul de Goiânia: cultura e verde

O Setor Sul é o vizinho mais arrumadinho do centro de Goiânia. Com o passar dos anos, esse bairro residencial tornou-se um dos refúgios culturais mais plurais da cidade.

O bairro é super verde, com praças, bosques e belos jardins escondidos. Além disso, abriga bares, restaurantes, cafés, galerias de arte e centros culturais como o Centro Cultural Martim Cererê.

Todavia, não existem muitos hotéis por aqui. Com exceção do Bimba Hostel (★ 8.3).

Onde ficar em Goiânia: Setor Sul


Setor Norte Ferroviário: compras em Goiânia

O hotel com melhor avaliação perto da rua 44, o polo de compras no Setor Norte Ferroviário de Goiânia, é o Mega Moda Goiania Hotel (★ 8.4). O hotel oferece buffet de café da manhã e também fica perto da rodoviária.

O Hotel Cco Goiânia (★ 7.8) também é uma boa dica de hotel barato em Goiânia nessa região.

É bom alertar que essa região não é muito segura para andar à noite, já que fica praticamente deserta quando as lojas. Porém, o bairro reúne alguns dos hotéis em Goiânia mais baratos.


3. Setor Oeste: hospede-se perto do Zoológico de Goiânia

O Setor Oeste é um dos bairros de Goiânia com tradição hoteleira. Aqui ficam alguns dos melhores hotéis de Goiânia. Além de excelentes bares e restaurantes.

Recomendo que você se hospede em uma dessas duas regiões:

  • Entre o Bosque dos Buritis e a Alameda das Rosas (onde fica o Zoológico de Goiânia);
  • Nos arredores da Praça Tamandaré, onde, aos sábados, acontece a Feira da Lua. A Feira do Sol também acontece ali perto aos domingos, na Praça do Sol. É lá que fica o letreiro ‘Eu AMO Goiânia’.

Onde ficar em Goiânia: setor Oeste

As tarifas dos hotéis no Setor Sul de Goiânia variam entre R$160 e R$300. É uma ótima região para famílias viajantes.


Hotéis no Setor Oeste em Goiânia

As melhores dicas de hotéis situados no setor Oeste, entre o Bosque dos Buritis e a Alameda das Rosas, são: o tradicional Castro’s Park Hotel (★ 8.4), hotel 5 estrelas de Goiânia. E seu vizinho Oft Neve’s Hotel (★ 7.9). Além do Like Ü Hotel (★ 8.2), antigo Papillon Hotel, outro clássico da cidade.

Nos arredores da Praça Tamandaré, boas dicas de hospedagem, são: o hotel 4 estrelas Holiday Inn Goiânia (★ 8.8). O SJ Premium Hotels By Atlantica (★ 8.5) e o hotel San Marino (★ 7.8), outra dica de hotel com piscina em Goiânia.

O Ibis Goiânia também fica nessa região. E apesar da nota Booking.com ser ★ 7.4, abaixo da nossa recomendação (★ 8.0), é bom saber que podemos sempre contar com o padrão Ibis. Boa dica de hotel barato em Goiânia.


4. Setor Aeroporto: clínicas e hospitais

Goiânia é uma cidade referência em atendimento e tratamento médico. Muita gente viaja até aqui se consultar com médicos de diversas especialidades.

Muitas clínicas e hospitais ficam no setor Aeroporto, bairro vizinho ao Setor Oeste. Boas opções de hospedagem por aqui, são: o Comfort Hotel Goiânia (★ 8.2) e o Pinheiros Hotel (★ 8.0), uma boa dica de hotel barato em Goiânia.


5. Jardim Goiás / Parque Flamboyant / Alto da Glória

O novo polo hoteleiro de Goiânia é o Jardim Goiás. Bairro nobre perto de uma das entradas da cidade. É uma boa opção para quem busca hotel romântico em Goiânia.

A localização é um ponto positivo para hospedar-se nessa região. Uma das vantagens é o fácil acesso às rodovias que ligam Goiânia a várias cidades. Como a BR-153, que liga Goiânia a Brasília. E a GO-020, que vai até Caldas Novas.

Você também estará perto do Shopping Flamboyant, o maior shopping da cidade.

O Centro Cultural Oscar Niemeyer, Parque Flamboyant, Estádio Serra Dourada e Goiânia Arena são outros destaques dessa região que se desenvolveu muito nos últimos tempos.

É o local perfeito para de hospedar em Goiânia para quem vem assistir partidas de futebol e festivais de música como o famoso Villa Mix.

Centro Cultural Oscar Niemeyer no Jardim Goiás em Goiânia


Os melhores hotéis em Goiânia no Jardim Goiás

Os principais hotéis no Jardim Goiás, são: o novo K Hotel (★ 8.8), Comfort Suites Flamboyant (★ 8), uma bela dica de hotel com piscina em Goiânia. Além do Oitis Hotel (★ 8.6) e Quality Hotel Flamboyant (★ 8.6).


6. Setor Marista: tradição hoteleira em Goiânia

O Setor Marista é o bairro mais boêmio de Goiânia. É onde está grande parte dos tradicionais bares, restaurantes, cafés e baladas da cidade. É como eles dizem: se não tem mar, vamos pro bar!

Os destaques dessa região, são: o Shopping Bouganville e o rooftop do Grá Bistrô, com uma das mais belas vistas de Goiânia. É a região perfeita para quem busca hotel em Goiânia para casal.

Rooftop do Grá Bistrô em Goiânia


Onde ficar no Setor Marista

A melhor opção de hospedagem no Setor Marista é o Transamerica Collection Goiânia (★ 8.9). O hotel dispõe de piscina ao ar livre para enfrentar o calor e é super bem localizado.

Ibis Styles Goiânia Marista (★ 8.0) e QS Marista Stay e Hotel (★ 8.6) também são excelentes alternativas.


7. Setor Bueno: encontre hospedagem perto do parque Vaca Brava

O setor Bueno é a minha área! É um bairro residencial relativamente novo, com muitos prédios, escolas, bares e restaurantes.

O Parque Vaca Brava, famosa área verde de Goiânia, e o Goiânia Shopping são duas atrações dessa região.

É no Setor Bueno também, que fica o CBCO, o Hospital dos Olhos em Goiânia, o primeiro centro de especialidades oftalmológicas do Brasil. Uma referência nacional!


Onde ficar no Setor Bueno

Apesar de ser um dos principais bairros de Goiânia, o Setor Bueno não tem muitos hotéis. Alugar um apartamento de temporada tipo Airbnb pode ser uma boa opção para quem faz questão de se hospedar por aqui.

O apartamento Easy Life (★ 9.7) tem uma vista incrível para o Parque Vaca Brava.


8. Setor Pedro Ludovico

O Setor Pedro Ludovico é o bairro vizinho ao Setor Bueno. Por aqui, você encontra o Parque Areião e o HUGO, hospital de emergências de Goiânia.

Além disso, o campo de treinamento do Goiás, principal clube de futebol goiano, também fica aqui.

Essa região é a opção perfeita para quem quer se locomover com facilidade por diversos bairros de Goiânia. Tem fácil acesso à BR-153 e Aparecida de Goiânia.


Hotéis no Setor Pedro Ludovico

Os 3 únicos hotéis e flats disponíveis para reserva online no bairro ficam praticamente colados ao parque Areião e ao HUGO. São eles:

Hotel Areião (★ 8.5), Hotel Maione (★ 8.8) e Bristol Evidence (★ 7.7).


✈️ Hotéis perto do aeroporto de Goiânia

A melhor opção de hotel em Goiânia próximo ao Aeroporto Internacional Santa Genoveva é o Plaza Inn Breeze Aeroporto (★ 8.6). Ele fica a cerca de 5km de distância do ‘novo’ terminal. O hotel fica bem perto da BR-153. E oferece transfer gratuito para o aeroporto.

O Golden Lis Hotel Boutique (★ 8.9) também é uma excelente dica para quem quer se hospedar nessa região.


💎 Hotéis de luxo em Goiânia

Se você está em busca de um hotel em Goiânia 5 estrelas, as melhores opções, são:

  • Transamerica Goiânia Collection (★ 8.9). É um dos melhores hotéis em Goiânia com piscina. Tem vista panorâmica da cidade e quartos muito espaçosos. Alguns com banheira de hidromassagem. Além disso, oferece spa, sauna, bar e restaurante. Fica no Setor Marista e possui estacionamento gratuito.
  • Castro’s Park Hotel (★ 8.3). É o mais tradicional hotel 5 estrelas em Goiânia. O hotel fica no Setor Oeste e possui excelente estrutura de lazer. Além de serviço de babá, restaurante e estacionamento. Ótima opção para quem procura hotel com piscina em Goiânia.
  • Golden Lis Hotel Boutique (★ 8.9). É um belo hotel em Goiânia com banheira e outros mimos.

💰 Hotéis em Goiânia com bom custo benefício para sua estadia

A rede Ibis é sempre uma excelente escolha para quem procura hotel com bom custo-benefício em Goiânia. Os dois hotéis da rede na cidade são o Ibis Styles Goiânia Marista (★ 8.0) e o Ibis Goiânia (★ 7.4). Ambos com diárias abaixo de R$200.

O Comfort Hotel Goiânia (★ 8.2), no Setor Oeste, em frente ao Centro de Convenções, e o Comfort Suites Flamboyant (★ 8.3) são outras excelentes dicas com bom custo-benefício.


🤑 Hotéis baratos em Goiânia

Para quem está em busca de um hotel em Goiânia barato, os destaques na cidade com diárias abaixo de R$150, são:

  • Hotel Araguaia (★ 8): tradicional hotel bom e barato em Goiânia.
  • Pinheiros Hotel (★ 8.2): hotel simples que oferece quartos com TV, frigobar e banheiro privado. Com estacionamento gratuito;
  • OYO Mangabeiras Hotel (★ 7.2) oferece wi-fi gratuito e quartos com TV, frigobar e banheiro privativo. Ele fica no Setor Norte Ferroviário, o polo de compras da capital de Goiás.

💗 Hotéis românticos em Goiânia

Para quem vai viajar para Goiânia com seu par, boas opções de hospedagens românticas, são:


🏳️‍🌈 Hotéis em Goiânia LGBTQIA+ friendly

Ao filtrar sua hospedagem em Goiânia por acomodações Travel Proud no Booking.com, você tem a certeza de que está fazendo uma reserva em um lugar onde você será acolhido como quem realmente é. Independentemente de quem ama ou como se identifica.

Os hotéis em Goiânia LGBTQIA+ friendly, são:


Onde ficar em Goiânia | No Mapa

No mapa interativo a seguir, você encontra as localizações de todos os hotéis em Goiânia dessa lista.


Leia também: Tutorial completo de como usar um mapa personalizado do Google para organizar a sua viagem


Ofertas de hotéis em Goiânia: dicas para pesquisar e reservar um hotel mais barato

Para aproveitar as melhores ofertas de hotéis e pousadas para a sua temporada em Goiânia, recomendo que você pesquise e compare os preços do site Booking.com.

Outra dica é reservar com a maior antecedência possível.


Já decidiu onde ficar em Goiânia?

Ficou com alguma dúvida ou tem mais alguma dica de hotel em Goiânia para acrescentar? Deixa um comentário! Vou adorar saber mais sobre a sua experiência de viagem para minha cidade natal!

Acesse a lista completa de hoteis em Goiânia através deste link.


Leia mais dicas de viagem para Goiás


35ª Bienal de São Paulo (2023) abre as portas para o público no Parque do Ibirapuera

A 35ª Bienal de São Paulo acontece até 10 de dezembro e tem como título “Coreografias do Impossível”.

Mais uma vez, o tradicional Pavilhão da Bienal se transforma em um espaço de experimentação para artistas de todo o mundo e ‘começa’ com uma provocação: como corpos em movimento conseguem coreografar o possível, dentro do impossível?

35 Bienal de São Paulo

A Bienal de SP acontece a cada dois anos no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera e é uma das maiores exposições de arte do cenário mundial. Ela é a segunda bienal mais antiga do mundo. Perde apenas para La Biennale, em Veneza.

Em sua 35ª edição, a exposição tem 1.100 obras de diferentes linguagens. Elas dão voz a 121 artistas contemporâneos do Brasil e do mundo e trazem reflexões sobre as novas perspectivas sobre o mundo a partir das urgências dos tempos atuais.

Neste post, vou te contar algumas curiosidades sobre a 35ª edição da Bienal de São Paulo. Além disso, vou te mostrar 15 obras que chamaram a minha atenção na primeira visita que fiz à exposição.

Mas já adianto, hein? É impossível ver e sentir tudo em só visita. Aproveite que a entrada é gratuita e repita a dose. Arte nunca é demais!


Leia também: Os melhores museus em SP para visitar


Curadoria coletiva de Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel

Este é um ano de mudanças e novas coreografias na Bienal de arte de São Paulo. Começando com a proposta inovadora de formar um grupo de curadores.

Eles se apresentam como um coletivo e atuam de maneira horizontal, desafiando a tradicional figura do curador-chefe em uma espécie de dança. Uma tentativa de romper hierarquias e normas que mantém de pé estruturas verticais de poder. Que como sabemos, já não são mais sustentáveis no mundo.

Segundo a equipe de curadores: ‘É a singularidade deste ensaio, que se desgarra entre fronteiras, que nos permitirá desdobrar as redes da 35ª Bienal de São Paulo de um modo extradisciplinar e extrainstitucional.’

A equipe curatorial da 35ª edição da Bienal de São Paulo é composta por quatro profissionais: Diane Lima, curadora independente, escritora e pesquisadora; Grada Kilomba, artista multidisciplinar, escritora e teórica; Hélio Menezes, curador, antropólogo e pesquisador; e Manuel Borja-Villel, pesquisador, historiador da arte e ex-diretor do Museo Reina Sofía, de Madri. Museu incrível que abriga a famosa Guernica, de Pablo Picasso.

Coletivo de curadores da Bienal de São Paulo
Coletivo curatorial da 35ª Bienal de São Paulo, da esquerda para a direita: Manuel Borja-Villel, Diane Lima, Grada Kilomba e Hélio Menezes © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo

Coreografias do impossível

A 35ª edição do maior evento de arte contemporânea do Hemisfério Sul traz como tema ‘Coreografias do Impossível’.

Segundo os curadores da Bienal: “O termo coreografia foi tomado para realçar a prática de desenhar sequências de movimentos que atravessam o tempo e o espaço, criando várias e novas frações, formas, imagens e possibilidades, apesar de toda inviabilidade, de toda negação.”

O impossível, nesse caso, é entendido como algo indefinido, imensurável, indescritível e inimaginável. Algo que se manifesta nas violências generativas que marcam a nossa história e o nosso presente.

O objetivo é, portanto, descrever essas violências, mas sem reencená-las. A proposta é apontar para as fugas, as recusas e os exercícios poéticos desenvolvidos por este grupo de artistas que faz parte da mostra. E que ecoam as vozes das diásporas e de povos originários, expandindo o intercâmbio local e internacional.

Segundo os curadores: “Os participantes presentes nesta Bienal desafiam o impossível em suas mais variadas e incalculáveis formas. Vivem em contextos impossíveis, desenvolvem estratégias de contorno, atravessam limites e escapam das impossibilidades do mundo em que vivem. Lidam com a violência total, a impossibilidade da vida em liberdade plena, as desigualdades, e suas expressões artísticas são transformadas pelas próprias impossibilidades do nosso tempo. Esta Bienal abraça o impossível, as coreografias do impossível, como uma política de movimento e movimentos políticos entrelaçados nas expressões artísticas. É um convite a nos movermos por entre artistas que transcendem a ideia de um tempo progressivo, linear e ocidental. A impossibilidade é o fio condutor e o principal critério que guia a seleção desses participantes.”


Identidade visual

A identidade visual da 35ª edição da Bienal de São Paulo é obra de Nontsikelelo Mutiti, artista visual e educadora nascida no Zimbábue.

A produção artística de Mutite mergulha nos significado das tranças e dos cabelos como elementos importantes na diáspora africana. Eles carregam não só sentidos políticos e estéticos, mas sentidos subjetivos, que dizem muito das experiências cotidianas e da história das pessoas negras na diáspora.

Mais uma vez, a composição poética do nome aparece nos elementos da identidade visual. É quase impossível de ler, mas representa o jogo de cintura desses artistas.

Identidade visual da Bienal de São Paulo


Projeto arquitetônico e expográfico desenvolvido pelo escritório de arquitetura Vão: um novo trajeto

Outra novidade dessa edição é o projeto arquitetônico e expográfico desenvolvido pela equipe do escritório de arquitetura Vão, que se destaca por sua abordagem inovadora.

Pela primeira vez na história, o vão central do Pavilhão Ciccillo Matarazzo foi inteiramente fechado. Fechamento temporário, diga-se de passagem.

A proposta é oferecer uma experiência nova para os visitantes, convidando o público a explorar o espaço de uma nova maneira e desafiando a própria estrutura modernista do icônico prédio projetado por Oscar Niemeyer.

Vão central do Pavilhão da Bienal de SP foi fechado pela primeira vez

Além do fechamento do vão central do segundo andar, outra novidade na 35ª Bienal é a proposta de um percurso pré-definido.

Comece no primeiro andar (verde), use as rampas internas do Pavilhão para ir até o terceiro andar (azul) e finalize a visita no segundo andar (roxo), utilizando os acessos externos.


Visitas mediadas e audioguia inclusivo

Uma dica que eu recomendo, é fazer a visita mediada, que tem cerca de uma hora de duração e é gratuita. A proposta é muito interessante, já que vai muito além de simples explicações sobre as obras em exposição.

Cada visita desdobra-se em uma abordagem diferente, que fica a critério do mediador e de seu diálogo com os visitantes.

Na minha primeira visita, contei com a mediação da Mira, que nos levou por uma viagem pelas coletividades presentes na mostra. Um recorte bastante pertinente dentro da temática do impossível.

As visitas mediadas podem ser agendadas previamente para grupos, mas também são realizadas espontaneamente com horários fixos. Outra alternativa é procurar os mediadores nos espaços dedicados à intermediação.

Os visitantes também podem usar o audioguia inclusivo da 35ª Bienal. Ele apresenta histórias de 20 obras expostas na Bienal e inclui comentários sobre os processos dos artistas participantes da mostra, seguindo o percurso proposto pela curadoria.

O audioguia está disponível em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Além das visitas mediadas e do audioguia da 35ª Bienal, há outras iniciativas de inclusão na Bienal de SP. São elas:

  • Textos em braile e em fonte ampliada
  • Maquetes táteis
  • Cartaz e plantas táteis
  • Acessibilidade física

15 destaques da 35ª Bienal de São Paulo: “Coreografias do Impossível”

Veja a seguir, uma lista com 15 obras que chamaram a minha atenção durante a minha primeira visita à 35ª Bienal de SP.


1. Parliament of Ghosts [Parlamento de fantasmas], de Ibrahim Mahama

Logo na entrada do pavilhão expositivo da Bienal SP, somos recepcionados pela obra Parliament of Ghosts [Parlamento de fantasmas], de Ibrahim Mahama, artista nascido em Tamale, Gana, conhecido por suas obras de grandes proporções.

Neste projeto comissionado para a 35ª Bienal SP, podemos ver trilhos antigos de uma ferrovia e diversos vasos de barro.

Obra de Ibrahim Mahama, na Bienal de São Paulo

Esses elementos remetem aos quase 100 anos que Gana foi colônia britânica. Durante este período, as ferrovias funcionavam como vias para saque e extrativismo. Já os vasos, falam sobre o trabalho arqueológico e propõe uma revisão crítica do período colonial. Não só em Gana, mas para todos os povos colonizados.

As arquibancadas no centro do espaço, recriam o pátio interno do Red Clay Studio, ateliê do artista, que também funciona como um espaço público de exposição, desenvolvimento de projetos e educação artística.

Obra de Ibrahim Mahama, na Bienal de SP
Vista da Bienal © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo

2. Kidlat Tahimik

Em sua obra para a 35ª Bienal de São Paulo, o artista e cineasta filipino Kidlat Tahimik, cria uma instalação que confronta as narrativas coloniais e imperialistas com as mitologias indígenas.

Igpupiara (termo tupi que significa monstro marinho) e Syokoy (espécie de homem-sereia) são figuras mitológicas ancestrais de povos brasileiros e filipino e personificam o assassinato de imaginários tribais. Um imenso genocídio cultural que amplifica sua tragédia com o capitalismo ecocida racial. 

Obra de Kidlat Tahimik, na Bienal de São Paulo
Vistas da Bienal © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo

3. Ocupação 9 de Julho

A presença da Cozinha Ocupação 9 de Julho e do MSTC na 35ª Bienal de São Paulo é um importante desdobramento dessas coreografias do impossível.

O projeto nasceu em um prédio ocupado por quase quinhentas pessoas do Movimento dos Sem Teto do Centro (MSTC) no centro da capital paulista. E desde 2017, atua em uma ampla rede multidisciplinar, com políticas de redistribuição, lixo zero e uma grande preocupação com segurança alimentar.

Cozinha na Ocupação Nova de Julho na Bienal de São Paulo

E o espaço vai muito além das refeições. Ele representa a força do trabalho coletivo em torno de questões como a luta por moradia em São Paulo. E a legitimidade de alguns corpos circularem e morarem no centro de uma cidade tomada pela especulação imobiliária.

Para completar, empatia e afeto são os motores do trabalho da Cozinha Ocupação 9 de Julho. A cada prato que você compra no restaurante montado no Pavilhão da Bienal, dois são doados para quem não pode pagar.

É sempre bom lembrar que cultura engloba muito mais do que arte.

Cozinha da Ocupação 9 de Julho ne Bienal de São Paulo


4. Denilson Baniwa

Em Kwema/Amanhecer, Denilson Baniwa, um dos principais nomes indígenas na arte contemporânea, aprofunda sua pesquisa sobre as formas de introdução de temporalidades indígenas em instituições artísticas não indígenas.

A organização linear do tempo imposta movida pelas noções de progresso do colonizador é incompatível com as concepções do tempo entre as culturas ameríndias. Estas são baseadas na interação com a natureza.

A plantação de sementes de milho crioulo em uma das entradas do pavilhão, pretende questionar o tempo acelerado que vivemos como sociedades ocidentais. Além disso, a intenção é fazer emergir o tempo da reflexão, escuta e espera.

Obra de Denilson Baniwa, na Bienal de São Paulo
Vistas da Bienal © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo

5. MAHKU

MAHKU é abreviação de Movimento de Artistas Huni Kuin, do Acre. O coletivo foi formado no final dos anos 2000, e tem como prática artística coletiva, a transformação de cantos sagrados huni meka em pintura.

As imagens são frutos de mirações do Nixi Pae, o ritual do cipó, e narram histórias que são a base da cosmologia Huni Kuin.

Obra do MAHKU na Bienal de São Paulo

A presença do grande painel do coletivo na 35ª Bienal de São Paulo, traz uma série de reflexões. Eles estão apresentando o seu repertório cultural em um espaço de arte que anteriormente os colocava em uma posição de objeto de estudo.


6. Quilombo Cafundó

Parte da história do Quilombo Cafundó, em Salto de Pirapora, perto do centro de Sorocaba, no estado de São Paulo, é contada na 35ª Bienal, por uma série de documentos, fotografias e outros registros.

Na década de 1970, com as intensas disputas de terra na região, Otávio Caetano, um dos líderes da comunidade, começou a falar em cupópia, a língua do Cafundó, nos espaços que frequentava em Sorocaba.

Ao falar a língua cupópia, que é uma mistura de português com palavras de origem africana, do quimbundo, ele atraiu o olhar e visibilidade de antropólogos e linguistas interessados na comunicação.

Nas coreografias do impossível, esse registro, que mais parece um álbum de família, mostra que a luta pode ser pensada e feita através da memória e da afetividade. Não precisa só usar um punho cerrado.

Quilombo Cafundó na Bienal de São Paulo


7. Colectivo AYLLU

É um grupo de pesquisa colaborativa e de ativistas formado por pessoas racializadas, dissidentes, migrantes de ex-colônias espanholas. Não à toa, Ayllu significa família, na língua quechua.

A crítica radical à história cis-hetero-patriarcal e à supremacia branca são temas recorrentes em seus trabalhos.

Na 35ª Bienal, o coletivo traz uma instalação em tecido criada em parceria com colaboradoras a partir de uma metodologia que envolve escuta e aprendizagem coletiva.

A proposta foi escrever cartas para seus ancestrais, do passado e do futuro. A ideia é que o ato de transmitir, sentir e transmutar possa se transformar em uma experiência política produtora de contra-narrativas.

Colectivo Ayllu, na Bienal de São Paulo


8. Frente Três de Fevereiro

A Sala Frente Três de fevereiro é um espaço interativo e arquivístico que transforma a ideia de inteligência artificial em inteligência ancestral.

O coletivo surge a partir da articulação de uma ampla rede de ativistas, encabeçados pela professora Marinete Lima (1942-2018). Uma resposta a mais um caso de violência do Estado brasileiro.

Em 2004, o jovem dentista negro Flávio Ferreira Sant’Ana foi assassinado pela Polícia Militar de São Paulo, que alterou a cena do crime.

Frente Três de Fevereiro na Bienal de São Paulo


9. Taller NN

O Taller NN utilizou a gráfica como instrumento de denúncia diante dos massacres e desaparecimentos políticos no Peru durante os anos 1980.

O nome é uma referência à classificação que a polícia atribuía às vítimas. Em latim, Nomen Nescio significa ‘sem nome’.

Taller NN, na Bienal de São Paulo 2023


10. Taller 4 Rojo

O coletivo foi formado durante um período de fortes tensões políticas na Colômbia.

A gramática visual do Taller 4 Rojo é resultado do seu trabalho com comunidades desfavorecidas de camponeses e indígenas. Além de sindicatos e comunidades urbanas periféricas.

Taller 4 Rojo, na Bienal de São Paulo


11. Papalotes de los desaparecidos, de Francisco Toledo

O artista mexicano Francisco Toledo é conhecido por seus trabalhos feitos em papel. Ele é considerado parte da “Geração da Ruptura”, formanda por artistas mexicanos nascidos no pós-guerra que romperam com o muralismo.

Papalotes de los desaparecidos [Pipas dos desaparecidos], projeto exposto na 35ª Bienal, é um dos marcos de sua expressão artística e ativismo social.

Obra de Francisco Toledo na Bienal de São Paulo


12. Pink-Blue, de Kapwani Kiwanga

A instalação Pink-Blue, de Kapwani Kiwanga, artista canadense de origem tanzaniana, foi produzida através de uma pesquisa sobre mecanismos de controle em instituições psiquiátricas e presídios.

Seu trabalho lida com questões de gênero, colonialismo e diáspora africana.

Kapwani Kiwanga, na Bienal de São Paulo


13. Rosana Paulino

A paulistana Rosana Paulino é uma importante artista visual brasileira. Ela trabalha com diferentes suportes e linguagens para debater sobre raça e gênero na contemporaneidade.

Na Parede da memória é uma de suas obras mais emblemáticas e pode ser vista integralmente 35ª Bienal. Este vasto arquivo familiar é composto por 1500 variações que marcam a dimensão simbólica da memória. Uma reflexão sobre o legado colonial que produziu apagamento e negação, principalmente para as comunidades negras.

Já no conjunto de desenhos de Mulheres-Mangue, saberes antigos se apresentam através de uma poética imagética que funde elementos da natureza com o corpo feminino.

Obra de Rosana Paulino na Bienal de São Paulo


14. Vidas proibidas, de Rosa Gauditano

As fotografias de Rosa Gauditano contam sobre a história da resistência das mulheres lésbicas em São Paulo e no Brasil.

Apesar da perseguição da ditadura aos “subversivos” e “comunistas”, a comunidade lésbica em SP manteve abertos alguns locais de convivência, como bares e boates.

Em 1979, Rosa foi contratada pela revista Veja para registrar um desses lugares, e passou dois meses fotografando as frequentadoras do Ferro’s Bar, no centro de São Paulo.

Foi nesse local, em 19 de agosto de 1983, que aconteceu o Levante do Ferro’s Bar, a primeira manifestação organizada por lésbicas contra a discriminação e o silenciamento da sexualidade dessas mulheres, organizado pelo grupo político Lésbica-Feminista (LF).

Desde 2008, a data foi reconhecida como o Dia do Orgulho Lésbico.

Exposição de Rosa Gauditano na Bienal de SP


15. Montando a história da vida, de Castiel Vitorino Brasileiro

A instalação ‘Montando a história da vida’, da artista, escritora e psicóloga Castiel Vitorino Brasileiro, é um grande museu em ruínas que nos convoca ao exercício político e estético da memória e da alma dos elementos.

A obra ainda escancara o papel da polícia como a instituição que determina quais são as vidas que podem ser ceifadas apenas com a justificativa irreal da superioridade racial.

Obra de Castiel Vitorino Brasileira


A entrada na Bienal de SP é gratuita. Aproveite!

A 35ª Bienal de São Paulo acontece até dia 10 de dezembro e tem entrada gratuita. Aproveite e planeje a sua visita!


Programação pública da Bienal SP

Além das obras expostas na 35ª Bienal, a programação do evento inclui apresentações musicais, ativações de obras, performances, encontros com artistas e mesas de discussão.

Também serão realizadas ativações nas obras de Ibrahim Mahama, Nadir Bouhmouch, Soumeya Ait Ahmed, Denise Ferreira da Silva e Sauna Lésbica, que terá palestras, conversas e uma festa.

Acompanhe a programação no site oficial.


Horários da Bienal

A 35ª edição da Bienal de São Paulo acontece no Pavilhão da Bienal, dentro do parque Ibirapuera. Aconselho entrar pelo portão 3.

O horário de funcionamento é de terça a domingo. Até o dia 10/12. Nas terças, quartas, sextas e domingos, de 10h às 19h (última entrada às 18h30). Quintas e sábados, das 10h às 21h (última entrada às 20h30).


Leia também: Os melhores parques de SP para aproveitar a cidade ao ar livre


E você, o que mais gostou na 35ª Bienal de São Paulo?

É sempre bom lembrar que esta lista é fruto de um recorte. Fui inspirada a escrever sobre coletividades pela excelente visita mediada que participei.

Todavia, com mais de mil obras expostas, a gente pode imaginar e reencenar o impossível em centenas de listas como essa.

Me conta quais foram as obras que você gostou na Bienal? Deixa um comentário! Vou adorar saber.

35a Bienal de São Paulo


Leia mais dicas de São Paulo


Roteiros literários na Europa: 9 ideias para sua viagem

Esses 9 roteiros literários na Europa inspirados em importantes autores e suas obras vão te transportar para outros mundos e épocas.

Conheça paisagens e histórias de importantes cidades europeias pelo ponto de vista de alguns dos mais importantes autores da história e seus personagens icônicos.

Visite lugares que serviram de cenário e inspiração para romances, contos e poemas que moldaram nosso tempo e conheça um pouco mais sobre a vida e a obra de escritores consagrados que descreveram como ninguém, cidades por onde ainda passaremos.

Tudo pronto para embarcar nessa viagem literária pela Europa?

Viagens literárias pela Europa



1. Roteiro em Lisboa com Fernando Pessoa

Fernando Pessoa é considerado um dos maiores poetas da língua portuguesa. Nascido em Lisboa no ano de 1888, viveu grande parte da sua vida na capital portuguesa, onde criou mais de 70 pseudônimos, ou heterônimos. Cada um com personalidades, estilos, filosofias e biografias próprias.

A Casa Fernando Pessoa é o melhor lugar para começar um roteiro literário por Lisboa inspirado no poeta.

Fernando Pessoa morou os últimos 15 anos de sua vida nessa casa de três andares no Bairro de Campo de Ourique. Hoje, ela abriga um museu com uma emocionante exposição sobre sua vida e obra, além de uma biblioteca especializada em poesia mundial.

Roteiro em Lisboa inspirado em Fernando Pessoa

Siga até o Café A Brasileira do Chiado, um dos mais emblemáticos cafés de Lisboa, para fazer uma verdadeira viagem no tempo. O espaço centenário ainda preserva o charme e a elegância originais. E era um dos locais preferidos de Fernando Pessoa na capital portuguesa.

Do lado de fora, uma estátua de bronze do poeta, marca sua eterna presença ali.

Para completar o roteiro, vá até o Mosteiro dos Jerônimos, em Belém, patrimônio mundial da UNESCO. O poeta está sepultado aqui, com outros grandes nomes, como Luís de Camões e Alexandre Herculano.


2. Roteiro em Paris com Victor Hugo

Victor Hugo foi um dos maiores escritores franceses do século XIX. Ele é o autor de obras-primas como Os Miseráveis e O Corcunda de Notre-Dame.

O escritor também foi um político engajado, defensor dos direitos humanos e da liberdade.

Comece seu roteiro literário em Paris pela Maison Victor Hugo, no segundo andar do Hôtel de Rohan-Guéménée, na Place des Vosges. 

O escritor viveu aqui entre 1832 e 1848 e hoje em dia, abriga um museu com objetos pessoais, pinturas, desenhos e manuscritos originais.

Roteiro em Paris inspirado em Victor Hugo

Siga para o Café de Flore, no Boulevard Saint-Germain, coração de Paris. Victor Hugo costumava se reunir com outros escritores e intelectuais da época, como do Balzac, Musset e George Sand.

Picasso, Camus, Simone de Beauvoir, Sartre e Hemingway também eram frequentadores desse tradicional café em Paris. E ele mantém o seu charme e elegância desde o século XIX até hoje.

A Catedral de Notre-Dame é uma das mais belas e antigas da Europa. Ela é o cenário principal do romance ‘Notre-Dame em Paris’, também conhecido como ‘O Corcunda de Notre-Dame’, publicado em 1831.

Uma curiosidade interessante é que a obra foi um sucesso de público e crítica e ajudou a salvar a Catedral do abandono e da demolição.

Atualmente, a Catedral Notre-Dame está fechada devido ao grave incêndio ocorrido em 2019. Porém, a obra de reconstrução deve ser finalizada em 2024.

Catedral de Notre Dame em Paris

Victor Hugo está sepultado no Panteão desde 1885, com outros grandes nomes da história e da cultura francesa, como Voltaire, Rousseau, Zola e Marie Curie.

O Panteão é um monumento neoclássico que homenageia os heróis da nação.


3. Roteiro em Verona com Shakespeare

Verona é uma das cidades mais belas do norte da Itália e palco de uma das obras mais famosas de Shakespeare: a trágica história de amor entre Romeu e Julieta, publicada em 1597.

Apesar de não sabermos se Romeo e Giulieta existiram de fato, ou se Shakespeare sequer visitou Verona, ao seguirmos os passos das personagens e visitarmos alguns dos cenários desse romance, descobriremos algumas preciosidades sobre a história e cultura de Verona.

Roteiro em Verona inspirado em Shakespeare

Comece seu roteiro do que fazer em Verona inspirado por Shakespeare pela Casa di Giulieta, onde fica a famosa sacada onde Romeu teria declarado seu amor por Julieta. Como este é um dos principais pontos turísticos de Verona, chegue cedo.

A crença popular é que a famosa varanda data da época medieval. No entanto, ela só foi adicionada ao prédio na década de 1930. E o mais surpreendente de tudo é não haver sequer uma cena da varanda na peça original de Shakespeare.

Não deixe também de visitar a estátua de bronze de Julieta no pátio. Dizem que quem toca o seu seio direito tá garantido no amor.

A estátua de Giulieta em Verona

No segundo andar, há um pequeno museu com os figurinos e a cama que aparecem no clássico filme de Franco Zeffirelli de 1986. A entrada é gratuita com o Verona Card.

Siga até a Casa de Romeo para conhecer o local onde morava a família Cagnolo Nogarola, no século XIV, que dizem ser Romeu.

Complete seu roteiro visitando a Tomba di Giulieta.

Shakespeare escolheu o mosteiro de San Francesco al Corso como cenário da tragédia da morte dos amantes. Ele fica fora das muralhas medievais da cidade, na Via del Pontiere.

Ali fica o sarcófago de pedra que teria sido usado para sepultar a doce Julieta.


O lugar também abriga um museu de afrescos belíssimo, que vale a visita. A entrada também está incluída no Verona Card.


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4. Roteiro em Londres com Sherlock Holmes

Sherlock Holmes é o detetive mais famoso da literatura e do cinema. Ele e seu fiel amigo e parceiro, o Dr. Watson, viveram e resolveram vários casos misteriosos em Londres.

Ambos são personagens criadas pelo escritor escocês Arthur Conan Doyle no final do século XIX.

Viagem literária em Londres com Sherlock Holmes

Um roteiro literário por Londres com inspiração em Sherlock Holmes, deve incluir os seguintes pontos:

O 221B Baker Street, endereço fictício onde Sherlock Holmes e Dr. Watson moravam e recebiam os seus clientes. O local é um museu que recria o apartamento dos personagens, com móveis, objetos, roupas e até a famosa lupa do detetive.

O Museu de Cera Madame Tussauds, onde você pode conferir as estátuas de cera de Sherlock Holmes e Dr. Watson, além de uma área temática chamada The Sherlock Holmes Experience. Uma aventura interativa pelos cenários dos livros.

Visite também o Museu de Londres (London Museum), que conta a história da cidade desde a pré-história até os dias atuais. Lá você pode ver exposições sobre a vida cotidiana, a arte, a cultura e os acontecimentos históricos de Londres.

O museu tem uma seção dedicada à era vitoriana, período em que Sherlock Holmes teria vivido e desvendado mistérios na cidade.

O Pub The Sherlock Holmes, um dos mais antigos e tradicionais pubs londrinos, pertinho da Trafalgar Square. Ele foi fundado em 1736 e tem uma decoração inspirada nos livros de Conan Doyle, com objetos, fotos e até um mini museu no segundo andar.

Aproveite o happy hour para saborear uma cerveja inglesa por um precinho melhor.

The Sherlock Holmes Pub: viagem por Londres com Sherlock Holmes


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5. Roteiro em Dublin com James Joyce

James Joyce nasceu em Dublin em 1882 e foi um dos maiores escritores irlandeses do século XX.

É o autor de obras inovadoras e complexas como Ulisses e Finnegans Wake. Ele retratou sua cidade natal em várias delas, especialmente em Ulisses.

Viagem literária em Dublin com James Joyce

Todos os anos, Dublin organiza o Bloomsday Festival, na semana de 16 de junho.

Uma homenagem a Leopold Bloom, o protagonista de Ulisses, que viveu no dia 16 de junho de 1904 a jornada que o tornou um dos personagens da literatura mais conhecidos do mundo.

Acredita-se que a data tenha sido escolhida por Joyce, por marcar seu primeiro encontro com Nora Barnacle, sua esposa.

Contudo, a celebração deste dia como um evento cultural só começou em 1954, em homenagem aos 50 anos da odisseia de Bloom. Hoje em dia, ele acontece em vários países do mundo.

Em Dublin, a programação oficial do Bloomsday é organizada pelo James Joyce Centre. Mas muitos bares e centros culturais também realizam eventos temáticos.

Conheça a Martello Tower, em Sandycove para ser transportado para o cenário da abertura de Ulisses. James Joyce conhecia bem o local, pois morou ali.

A torre é uma antiga fortificação militar, transformada em um pequeno museu dedicado a James Joyce. Ele está aberto diariamente e tem entrada gratuita.

Martello Tower: viagem por Dublin com James Joyce

Termine o seu tour no Pub Davy Byrnes (21 Duke Street). Este é um dos pubs mais tradicionais de Dublin. Faça como Leopold Bloom em Ulisses e peça um sanduíche de queijo e um copo de vinho da Borgonha.


6. Roteiro em Praga com Franz Kafka

Franz Kafka nasceu em Praga, em 1883, cidade onde viveu até a sua morte por tuberculose em 1924. Ele foi um dos maiores escritores do século XX e é o autor de obras-primas como A Metamorfose e O Processo.

Viagem literária em Praga com Franz Kafka

Comece seu roteiro literário em Praga visitando o Museu Franz Kafka. Este é um lugar obrigatório para quem quer conhecer melhor a vida e obra do famoso escritor e sua relação com a cidade.

Uma curiosidade interessante é que a maioria das obras de Kafka foram publicadas postumamente. E graças a Max Brod, que não cumpriu a promessa que havia feito ao autor e seu grande amigo, de queimar todos os seus manuscritos depois da sua morte.

Do lado de fora do museu, você pode ver a instalação do artista tcheco David Černý, chamadaPissing Men’.

As estátuas de dois homens parecem se mexer vagarosamente, a medida que urinam sobre um mapa da República Tcheca.

Instalação Pissing Men em Praga

David Černý também criou uma obra de arte em homenagem a Kafka, chamada de ‘K on The Sun’.

A imensa cabeça fica no pátio do Quadrio Shopping Center, na Cidade Nova de Praga, tem 11 metros de altura. Ela é formada por 42 camadas revestidas de aço inox, que giram de maneira independente, em várias direções.

Outra homenagem a Kafka é a estátua Description of a Struggle’, localizada na frente da Sinagoga Espanhola, no quarteirão judaico. Ela foi inspirada na cena de um homem andando com outro nos ombros pelas ruas de Praga, em um dos primeiros contos do escritor.

Esculturas em homenagem a Kakfa em Praga

Siga até o Café Louvre, um dos mais elegantes e tradicionais cafés de Praga, fundado em 1902. O café tem um ambiente refinado e histórico e era frequentado por Kafka e outros intelectuais da época, como Albert Einstein e Max Brod.

Kafka foi enterrado no Novo Cemitério Judeu (The New Jewish Cemetery), no bairro Zizkov. Neste mesmo local também existem memoriais das vítimas da Primeira Guerra Mundial e vítimas do Holocausto.


7. Roteiro em Florença com Dante Alighieri

Dante Alighieri foi um dos maiores poetas da história. Ele nasceu em Florença, em 1265, e é considerado o pai da língua italiana.

Dante é o autor de A Divina Comédia, uma obra-prima da literatura universal, que narra uma viagem alegórica pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, guiada por Virgílio e Beatriz, sua musa inspiradora.

Viagem literária em Florença com Dante Alighieri

Um roteiro literário por Florença inspirado em Dante Alighieri deve começar no Museu Casa di Dante, fundado em 1965 por ocasião do sétimo centenário do nascimento do poeta.

Além de contar sobre a vida do poeta, o museu também apresenta aspectos políticos, econômicos e sociais da Florença Medieval, período de ‘florescimento intelectual e comercial’ da cidade.

Ao mesmo tempo, era uma época de muitos conflitos políticos de legitimação de poder entre papado (apoiado pelos guelfos), império (apoiado pelos gibelinos) e comuna.

Por conta de seu envolvimento político, Dante foi exilado e nunca mais retornou a Florença.

Em Santa Croce, do lado de fora da igreja, você pode ver uma estátua do poeta feita em mármore, para celebrar o 600º aniversário de seu nascimento.

Estátua de Dante em Santa Croce, Florença

E se você for visitar o Palazzo Vecchio, não deixe de conferir a máscara fúnebre de Dante, que dizem ter sido esculpida 150 anos após sua morte.

Dizem que Dante conheceu Beatrice Portinari, sua grande paixão platônica, na Igreja de Santa Margherita dei Cerchi, conhecida como a ‘igreja de Dante’.

Ela é uma das igrejas mais antigas de Florença, e alguns acreditam os seus restos mortais de Beatrice estão aqui. Os visitantes costumam deixar cartas e poesias para a amada de Dante em uma pequena cesta perto de sua suposta lápide.

Compre um tour com áudio autoguiado pela Florença de Dante e faça o passeio no seu tempo.


Seguro viagem para Europa é obrigatório

Brasileiros ainda não precisam de visto para uma viagem para Europa de até 90 dias.

No entanto, é preciso contratar um seguro viagem com cobertura mínima de 30.000 € (Seguro Schengen).

A dica que eu uso e recomendo é usar um comparador de seguro viagem online para analisar planos de várias seguradoras lado-a-lado e ideal para sua viagem.

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8. Roteiro em Barcelona com Carlos Ruiz Zafón

Carlos Ruiz Zafón foi um dos maiores escritores espanhóis do século XXI. Ele nasceu em Barcelona e é o autor de A Sombra do Vento, um romance histórico, de fantasia e mistério, ambientado na cidade, no século XX.

Viagem literária em Barcelona

Siga os passos do protagonista Daniel Sempere e comece seu roteiro literário em Barcelona no Bairro Gótico, o coração histórico e cultural da cidade.

Aqui se encontram alguns dos monumentos mais antigos e importantes da cidade, como a Catedral de Barcelona, o Palau de la Generalitat de Catalunya, a Praça Real e a Praça Sant Jaume.

O labirinto de ruas, becos e passagens estreitas do Bairro Gótico escondem o obscuro Cemitério dos Livros Esquecidos, o lugar mágico que dá início à obra de Zafón e é inspirado em lugares reais de Barcelona, como a Biblioteca de Catalunya.

Na Plaça Real, local onde morava Clara, o primeiro amor de Daniel, repare nos postes de luz desenhados por Antoni Gaudí.

Plaça Real em Barcelona

O famoso arquiteto espanhol é responsável por verdadeiras obras de arte na cidade, como a Casa Batlló e o Parque Güell.

A Casa Batlló é um exemplo do modernismo catalão, com sua fachada colorida e ondulada. Assim como as esculturas, mosaicos, fontes e jardins do Parque Güell, criam um universo fantástico.

Casa Batló em Barcelona

Depois, faça uma parada no Ateneu Barcelonês, localizado na Carrer de la Canuda. O centro cultural ocupa o Palácio Savassona e possui uma importante biblioteca.

Visite também o Café Els Quatre Gats, um dos mais emblemáticos e tradicionais cafés de Barcelona. Ele foi fundado em 1897 e era frequentado por artistas e intelectuais importantes, como Pablo Picasso.

Por fim, percorra Las Ramblas e se delicie com a gastronomia espanhola no ótimo mercado La Boqueria.

Termine o tour na Igreja de Santa Maria del Mar. 


Faça um passeio guiado por Barcelona inspirado no livro ‘A Sombra do Vento’, de Carlos Ruiz Zafón.


9. Roteiro em Copenhagen com Hans Christian Andersen

Hans Christian Andersen foi um dos maiores escritores dinamarqueses do século XIX.

Embora seja um escritor prolífico de peças, relatos de viagem, romances e poemas, ele é mais lembrado por seus icônicos contos de fadas.

Roteiro literário por Copenhaguen

Eles foram traduzidos para mais de 125 idiomas, transformados em filmes pela Disney e são parte da história mundial. Quem não conhece A Pequena Sereia, O Patinho Feio e O Soldadinho de Chumbo?

Hans Christian Andersen nasceu em Odense em 1805, mas se mudou para Copenhagen em 1819, aos 14 anos, cidade onde viveu e trabalhou até a sua morte em 1875.

Comece seu roteiro pela Estátua da Pequena Sereia. Uma homenagem ao conto de Andersen, publicado em 1837, que conta a história de uma sereia que se apaixona por um príncipe humano e sacrifica a sua voz e a sua cauda para se tornar uma mulher.

A estátua é uma das atrações mais famosas e visitadas da cidade, apesar de ser pequena e discreta.

Escultura inspirada em A Pequena Sereia, na Dinamarca

O peculiar museu Ripley’s Believe it or Not, possui uma área temática chamada de Hans Christian Andersen Experience, que promete uma viagem pela vida desse famoso escritor dinamarquês.

O Copenhaguen: City Card inclui a entrada do museu, assim como mais de 40 outras atrações na capital da Dinamarca, além de transporte ilimitado nos ônibus hop-on hop-off. Vale a pena para economizar.

Outro lugar imperdível neste roteiro é o Tivoli Gardens, um dos parques de diversões mais antigos do mundo, fundado em 1843.

Dizem que o lugar é tão mágico, que serviu como fonte de inspiração para os contos de fadas de Hans Christian Andersen e até para a criação da Disney World.

Parque de diversões Tivoli Gardens, na Dinamarca


E você, conhece outros roteiros literários na Europa?

Deixa um comentário com uma ideia, dica ou sugestão. Bora inspirar todo mundo a viajar na literatura.

Roteiros literários na Europa


Free Walking Tours na Europa

Uma excelente opção para quem curte passeios guiados e não quer gastar muito, são os Free Walking Tours. Eles não têm preço fixo, e funcionam um esquema ‘pague quanto quiser’ ao final do tour. Conforme o seu grau de satisfação.


Leia mais dicas de viagem para Europa


*Todas as ilustrações deste post são originais e foram feitas em colaboração com uma inteligência artificial.


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Dicas de 9 roteiros literários pela Europa
Dicas de 9 roteiros literários na Europa

Melhores dicas de viagem para o Uruguai 2025 + roteiro para viajar

Tá pensando em fazer uma viagem para o Uruguai? Este guia vai te ajudar a planejar uma viagem perfeita para nosso vizinho. Um país encantador, que oferece uma série de benefícios para viajantes estrangeiros.

Saiba como chegar ao Uruguai, quantos dias ficar e o que fazer no país. Inspire-se e monte um roteiro de viagem de 3, 5, 7 ou 10 dias inteiros.

Veja também quais são as atualização das regras e documentos necessários para entrar no Uruguai. E contrate um seguro viagem para o Uruguai obrigatório por menos de R$10 por dia.

Seguro viagem para o Uruguai: dicas e desconto



Por que conhecer o Uruguai?

Alguns dos motivos que fazem do Uruguai um dos melhores países para conhecer na América do Sul, são:

  1. Oferece opções para turismo o ano todo;
  2. É um país pequeno, mas com muitas paisagens. Dá para visitar mar, serra e campo de maneira rápida;
  3. Possui mais de 600 km de costa oceânica;
  4. É um país seguro, com modo de vida desacelerado e tranquilo;
  5. Tem bons vinhos e ótimas vinícolas perto das principais cidades turísticas;
  6. Rico patrimônio cultural;
  7. Gastronomia de excelência;
  8. Oferece diversos benefícios para turistas estrangeiros.

Requisitos e documentos para entrar no Uruguai em 2023

Conforme as novas regras do governo uruguaio, turistas estrangeiros que chegam para uma viagem para o Uruguai por meio aéreo, terrestre ou marítimo, deverão cumprir os seguintes requisitos:

  1. Apresentar documento de viagem válido (rg ou passaporte);
  2. Ter um seguro viagem para o Uruguai com cobertura para a COVID-19.
TIRA-DÚVIDAS PARA PLANEJAR SUA VIAGEM
Brasileiro precisa de passaporte para entrar no Uruguai? Não. O RG (identidade brasileira) em boas condições e com a foto atual é suficiente;
Precisa de algum tipo de visto? Não.
Precisa seguro viagem com cobertura Covid? Sim. Faça uma cotação e ganhe até 25% de desconto.
Precisa apresentar certificado de vacina contra Covid-19? Não.
Precisa apresentar certificado de vacina contra febre-amarela? Não.
* Fonte: Ministerio de Turismo do Uruguai

Para entrar no Uruguai precisa de passaporte?

Brasileiros podem entrar no Uruguai apenas o documento de identidade nacional (RG), já que Brasil e Uruguai são Estados do Mercosul. Ou seja, você nem precisa de passaporte para entrar no Uruguai.

É importante destacar que o RG deve estar em boas condições. E a foto deve ser atual e permitir identificação clara do viajante pelo agente de imigração no Uruguai.


Seguro viagem Uruguai é obrigatório (e tem que ter cobertura Covid)

Seguro viagem internacional com cobertura para Covid-19 é outro item obrigatório para viajar pelo Uruguai. E não importa seu roteiro pelo país.

A regra é válida para entradas no país via terrestre (de ônibus, com um carro próprio, ou carro alugado), aérea ou marítima.

No caso de viagem aérea, você deverá apresentar sua apólice de seguro viagem para ao Uruguai logo no check-in. Se não tiver seguro viagem, você nem embarca.

Uma vantagem é que o seguro viagem é válido em vários países na América do Sul na mesma viagem. Ou seja, você também poderá usar o seguro ao visitar a Argentina ou o Chile, por exemplo.


Como contratar seguro viagem para o Uruguai mais barato?

Para contratar um seguro viagem Uruguai de maneira prática, online, e pelo melhor preço, use um comparador online.

Uso e recomendo o site da Seguros Promo. Ele tem o melhor preço e atendimento do mercado.

Para facilitar a sua vida, fiz uma lista com os 4 planos de seguro viagem para o Uruguai com melhor custo-benefício:

1. My Travel Assist 15 Am. Latina +COVID-19 é o plano mais barato do mercado. Custa menos de R$ 10 por dia de viagem.

2. Travel Assist 30 Am. Latina +COVID-19 tem o melhor custo-benefício. Com os mesmos benefícios do primeiro plano, mas dobro de cobertura. Custa R$ 11 por dia de viagem.

3. GTA 75 EUROMAX COVID-19 PLUS10 é recomendado para idosos, gestantes ou pessoas com enfermidades preexistentes.Também oferece passagem aérea para acompanhante caso haja necessidade.

4. UA 40 MUNDO (exceto EUA) COVID-19 QUARENTENA cobre gastos com quarentena em hotel por conta de infecção por COVID-19 durante a viagem para o Uruguai.


Principais cidades e dicas do que fazer no Uruguai

O Uruguai é um país pequeno, mas que tem muitos destinos interessantes.

Os três principais destinos turísticos do Uruguai para fazer um roteiro completo e ter uma boa viagem, são:

Montevidéu

Montevidéu é a capital do país. A cidade é cosmopolita e vibrante, mas conserva um belo centro histórico que vale a visita.

Não deixe de conhecer o Mercado del Puerto. Nesse polo gastronômico, você pode saborear o churrasco, o chivito (sanduíche de carne) e a parrillada (mistura de carnes grelhadas). Especialidades uruguaias.

Além disso, Montevidéu tem vários parques e praças e uma bela orla marítima (Rambla). Perfeita para um passeio de bicicleta.

Viagem para Montevidéu no Uruguai

Não deixe de assistir a um show de ritmos tradicionais do Uruguai, como o candombe, tango, milonga e folclore. Recomendo o restaurante El Milongón.

E aproveita também para visitar as melhores vinícolas perto de Montevidéu. Uma delas é a Bodega Bouza.

Punta del Este

Punta del Este fica a cerca de 130 km de Montevidéu e é um dos balneários mais famosos da América do Sul. A cidade tem praias belíssimas, cassinos glamourosos e restaurantes requintados. Além de uma vida noturna super agitada.

A Península é a parte mais central e movimentada da cidade e lá você encontra diversas opções de hospedagem.

Punta del Este é uma das principais cidades do Uruguai

A Praia Mansa e a Praia Brava são ótimas para tomar sol, nadar ou praticar esportes como surfe, windsurfe e kitesurfe.

Outro cartão-postal de Punta del Este é o Monumento al Ahogado. A escultura de dedos que saem da areia na Praia Brava é do artista chileno Mario Irarrázabal, e é uma das atrações mais famosas da cidade.

Não perca o pôr do sol na Casapueblo. O complexo arquitetônico é uma obra-prima do artista uruguaio Carlos Páez Vilaró. E funciona como uma mistura de hotel, museu, galeria de arte e ateliê. Imperdível!

Colonia del Sacramento

Colonia del Sacramento é umas das cidades mais antigas e charmosas do Uruguai. Ela fica a 180km de Montevidéu e foi fundada pelos portugueses em 1680.

A cidade tem um centro histórico bem preservado, que foi declarado Patrimônio Mundial pela Unesco em 1995.

Caminhe pelas ruas de pedra e admire as charmosas casas coloniais. Visite também a Basílica do Santíssimo Sacramento, o Farol e o Portão da Cidadela. Ou faça um passeio de barco pelo rio da Prata.

Colonia del Sacramento é uma das principais cidades do Uruguai


Onde ficar no Uruguai: melhores dicas de hotéis no Uruguai

Para fazer suas reservas de hospedagem no Uruguai, recomendo o site Booking.com. Ele é uma das maiores e mais confiáveis plataformas de marketplace de viagens do mundo.

E tem opções de hospedagem em praticamente todos os destinos turísticos do Uruguai. Para todos os orçamentos.

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Leia também: Booking.com é confiável? Vale a pena usar?


Como chegar ao Uruguai de avião

O Aeroporto Internacional de Carrasco, em Montevidéu, é a principal chegar no Uruguai. Ele fica a 2h30 de voo de São Paulo e apenas 1h20 de voo de Porto Alegre.

Gol, Latam e Azul são as principais companhias aéreas que oferecem voos diretos do Brasil para Montevidéu. A partir Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, no Brasil.

A Aerolíneas Argentinas oferece um voo com escala em Buenos Aires.

Também é possível voar até o Aeroporto Internacional Laguna del Sauce em Punta del Este, em Maldonado. O aeroporto de Punta del Este é a aposta atual do turismo uruguaio. Ele costuma receber voos comerciais com maior frequência no verão.

Use o Google Flights para economizar na hora de comprar sua passagem aérea. Fique de olho também em oportunidades de buscadores de passagem como o Vai de Promo.


Como ir do aeroporto ao seu hotel em Montevidéu

O aeroporto de Montevidéu fica a 17 km do centro da cidade. E você pode ir até o centro de Montevidéu de táxi, Uber, transfer e ônibus.

Como o aeroporto de Montevideo oferece Wi-Fi grátis, fica fácil pedir um carro Uber. Uma boa dica também, é já comprar um chip internacional com internet no Brasil, para garantir.

Use o ônibus para economizar. O ônibus convencional vai até o Terminal 3 Cruces. E o ônibus executivo DM1 Punta Carretas vai até Pocitos e Punta Carretas.


Como chegar ao Uruguai de ônibus

Como o Brasil faz fronteira com o Uruguai, é possível chegar lá por via terrestre. A empresa de ônibus TTL oferece 3 linhas que ligam o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo a cidades no Uruguai.

  • São Paulo — Montevidéu/UY
  • Porto Alegre — Montevidéu/UY
  • Florianópolis — Montevidéu/UY

Como chegar ao Uruguai de carro

Outra opção é entrar de carro no Uruguai. A BR-101 é o melhor caminho até Porto Alegre para quem sai de São Paulo, Curitiba ou Florianópolis.

A partir de Porto Alegre, existem três rotas principais para cruzar a fronteira do Uruguai:

Chuí / Chuy

Este é o caminho que acompanha o litoral do Uruguai. Tem belas paisagens e passa por importantes destinos turísticos uruguaios.

  • Porto Alegre a Punta Del Este: 737 km (9h)
  • Porto Alegre a Montevidéu: 849 km (10h40)
Jaguarão / Rio Branco

Esta é a rota mais curta até Montevidéu.

  • Porto Alegre a Punta Del Este: 734 km (9h)
  • Porto Alegre a Montevidéu: 807 km
Santana do Livramento / Rivera

Esta é a rota para quem quer conhecer o norte do Uruguai (as termas em Salto e Paysandú são famosas). Com a vantagem adicional de poder fazer aquela comprinha na zona livre de Rivera, na região norte do Uruguai.

  • Porto Alegre a Montevidéu: 1000 km

Dicas de viagem ao Uruguai: principais rotas de entrada terrestre no Uruguai


O que precisa para entrar no Uruguai de carro

Se você tá pensando em fazer uma viagem para o Uruguai de carro ou moto é importante saber que veículos brasileiros só podem permanecer no país por até 90 dias.

Além do seu documento de identidade e seguro viagem com cobertura Covid, para entrar no Uruguai de carro será necessário apresentar uma documentação extra do seu veículo.

1. Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida;

2. Comprovante de Seguro Carta Verde vigente;

3. Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) no nome do motorista do veículo. Caso o veículo seja alugado ou de terceiro, é preciso emitir a Autorização para Circulação no MERCOSUL (ACM). Além de registrá-la em cartório.


Como fazer a Carta Verde para entrar no Uruguai

Carta Verde é um seguro de responsabilidade civil por danos causados a terceiros obrigatório para que veículos com placa brasileira rodem em países do Mercosul. Incluindo Uruguai, Argentina, Chile e Paraguai.

É um seguro provisório do veículo, que cobre apenas danos para terceiros durante o tempo da sua viagem ao Uruguai. Por isso não substitui o seguro do seu veículo.

De acordo com determinação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), o Seguro Carta Verde também é obrigatório para ‘motos, bicicletas motorizadas, reboques e motorhomes matriculados e/ou registrados no Brasil, ao ingressarem, em viagem internacional, nos países membros do Mercosul’.

Consulte a sua seguradora ou faça uma pesquisa para encontrar o melhor preço com outras empresas.


Como chegar no Uruguai a partir de Buenos Aires ao Uruguai

Uma combinação popular entre os viajantes brasileiros, é combinar uma viagem ao Uruguai com uma visita a Buenos Aires, na Argentina.

A travessia do Rio da Prata é feita em grandes catamarãs que também transportam carros. A partir de Montevidéu, a travessia tem 3h30 de duração e a partir de Colônia do Sacramento, 50 minutos.

A Buquebus opera os dois trechos. Colonia Express e Seacat conectam Buenos Aires a Colônia do Sacramento.

Recomendo comprar a passagem com antecedência.


Leia também: Viagem para Argentina — tudo o que você precisa saber


Quando ir. Qual é a melhor época para visitar o Uruguai?

É possível viajar ao Uruguai em qualquer época do ano. Mas dependendo da época do ano, sua viagem pode mudar muito!

Punta del Este, e as outras cidades do litoral uruguaio, por exemplo, parecem ter vida apenas durante o verão. De dezembro a março. Porém, é a época mais cheia de turistas e com preços nas alturas.

No inverno, Punta del Este fica praticamente abandonada. Montevidéu e Colônia do Sacramento são cidades mais movimentadas para essa época do ano.

Cidade no Uruguai JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Montevidéu Mín. 17 °C 17 °C 15 °C 12 °C 9 °C 7 °C 6 °C 7 °C 8 °C 10 °C 13 °C 15 °C
Máx. 28 °C 27 °C 25 °C 22 °C 18 °C 15 °C 15 °C 16 °C 18 °C 21 °C 24 °C 26 °C
Chuva 88mm 97mm 104mm 86mm 86mm 79mm 79mm 79mm 76mm 66mm 84mm 86mm
Punta del Este Mín. 16 °C 16 °C 14 °C 11 °C 9 °C 7 °C 6 °C 7 °C 8 °C 10 °C 12 °C 14 °C
Máx. 26 °C 25 °C 23 °C 20 °C 17 °C 15 °C 14 °C 15 °C 17 °C 19 °C 22 °C 24 °C
Chuva 88mm 97mm 104mm 86mm 86mm 79mm 79mm 79mm 76mm 66mm 84mm 86mm
Colonia del Sacramento Mín. 17 °C 17 °C 15 °C 12 °C 10 °C 8 °C 7 °C 8 °C 9 °C 11 °C 13 °C 15 °C
Máx. 28 °C 27 °C 25 °C 22 °C 18 °C 15 °C 14 °C 16 °C 18 °C 21 °C 24 °C 26 °C
Chuva 86mm 114mm 100mm 85mm 80mm 67mm 59mm 64mm 67mm 72mm 83mm 86mm
Dados do site weather.com

Verão: alta temporada no Uruguai

Se a sua viagem não tiver como objetivo curtir a praia, evite o período entre dezembro e março. Como o verão é a alta temporada uruguaia, os destinos de praia, como Punta del Este ficam lotados e os preços aumentam muito.

O inverno é a época mais barata para embarcar em um roteiro pelo país. Porém, é bom considerar que muitos estabelecimentos no litoral fecham nestes meses fora da temporada. E algumas praias ficam praticamente desertas.


Câmbio no Uruguai: que moeda levar para sua viagem

A moeda oficial do Uruguai é o peso uruguaio. A dica mais tradicional é comprar dólares no Brasil ou levar reais e trocar pela moeda local nas casas de câmbio no Uruguai.

Porém, desde que descobri os cartões vinculados a contas internacionais tenho dado preferência a eles na hora de levar moeda para o exterior.

Uso e recomendo a conta Nomad ou a conta multimoedas Wise. Também existem outras opções como a C6 Global, Inter, N26 e BS2.

Usar o cartão internacional das contas internacionais é bem mais prático e econômico. Você não precisa perder tempo de viagem indo até casas de câmbio. É mais seguro que andar com muito dinheiro vivo. E é mais econômico que trocar dinheiro em casas de câmbio no Brasil ou no Uruguai.

Peso uruguaio é a moeda oficial do Uruguai

Essas contas são gratuitas e oferecerem um cartão de débito Mastercard sem taxas ou anuidade. Com cobrança de 1,1% de IOF. Menos que os 5,38% do cartão de crédito brasileiro.

Além disso, essas contas globais operam com o câmbio do dólar comercial. Mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos no Brasil.


Leia também: Como funciona a conta global Nomad. Abra a sua e ganhe até 20 dólares de presente.


Desconto no IVA Uruguai 2023 e outros benefícios para turistas em viagem para o Uruguai

Outra coisa importantíssima é que o governo uruguaio oferece uma série de benefícios para turistas estrangeiros.

Como desconto de IVA (ICMS uruguaio) no pagamento de restaurantes e aluguel de veículos no país. Dese que sejam feitos com cartão internacional (de crédito, débito ou pré-pago)

Os descontos valem para pagamento com cartões internacionais (crédito, débito ou pré-pago). E, atualmente, são válidos até 30 de setembro de 2023.

Veja mais detalhes:

Devolução de 9% do IVA em restaurantes

Contas de restaurantes, bares, confeitarias, cafeterias, salões de chá e similares, pagas com cartão internacional (de crédito, débito ou pré-pago) têm desconto de 9% no Imposto ao Valor Agregado (IVA), um tipo de ICMS uruguaio.

A devolução é feita no seu cartão, de maneira automática. E o cálculo tem como base o valor da conta antes da adição de 22% de IVA.

O benefício é válido até 30 de setembro de 2023. Mas há previsão de extensão desse prazo.

Devolução de 9% do IVA em aluguel de carro

Desconto de 9% no IVA também para aluguel de veículos no Uruguai. Benefício válido até 30 de setembro de 2023.

IVA zero em hotéis

No caso dos hotéis, não há cobrança do IVA para turistas estrangeiros. Por isso, não há devolução. Ou seja, valor da hospedagem em sites como o Booking.com é o valor sem a cobrança de imposto.


Então vale a pena usar o cartão de crédito no Uruguai?

Usar cartão de crédito no Uruguai pode ser vantajoso por conta do desconto no IVA.

Porém, é bom lembrar que compras internacionais feitas com cartões de crédito emitidos no Brasil são taxadas em 5,38% de IOF. Mais taxa de spread, que gira em torno de 5%, nos principais bancos brasileiros.

Portanto, é bem mais vantajoso usar o cartão de contas internacionais, que cobram apenas 1,1% de iof e, no máximo, 2% de spread. Recomendo a conta Nomad ou a conta Wise.

Conta Nomad dá acesso a cartão físico


Informações práticas úteis

A voltagem padrão no Uruguai é 220 V. E o padrão de tomadas mais comum é o tipo L (com três pinos redondos alinhados).

Também há tomadas no padrão I (argentino), com três pinos chatos.

Tipo de tomada no Uruguai e outras dicas de viagem ao Uruguai


Prepare-se com antecedência. Compre um adaptador universal no Brasil. Ou vá até uma ‘ferreteria’.


Dicas de transporte: qual é a melhor maneira de viajar pelo Uruguai?

O jeito mais prático de viajar pelo Uruguai é alugando um carro e dirigindo por conta própria.

As estradas são boas e como o Uruguai é um país pequeno, é possível cruzá-lo em uma viagem de menos de 8 horas de carro.

Reserve com antecedência e retire o veículo no aeroporto, logo na chegada ao país.

Escolha o ônibus se a ideia é economizar. Porém, é importante considerar que alguns trechos demoram até 3 vezes mais do que o trajeto carro. Já que os ônibus fazem muitas paradas pelo caminho.

É possível também, contratar tours no Uruguai. A partir de Montevidéu, é possível embarcar em uma excursão para Punta del Este. Ou em uma excursão até Colonia del Sacramento.


Aluguel de carro no Uruguai

Uma boa dica para economizar no aluguel de carro no Uruguai, que eu uso e recomendo, é usar um comparador online como o do site da Rentcars.

Lá, você compara preços de várias locadoras ao mesmo tempo. E encontra a melhor oferta para a sua viagem. Com pagamento em real (em até 12 vezes sem juros), sem cobrança de IOF. Se preferir pagar com boleto bancário ou PIX, ganha 5% de desconto.

Outra vantagem é que o cancelamento das reservas é gratuito e você não paga nada a mais por ele e nem por alterações na reserva.

Faça uma cotação grátis para a sua viagem.


Leia também: 5 vantagens ao usar o comparador online da Rentcars


Rotas para viajar de carro pelo Uruguai: conheça Montevidéu, Colonia del Sacramento, Punta del Este, Punta del Diablo e outras

Algumas das melhores rotas para viagens de carro no Uruguai, são:

  • Colonia del Sacramento – Montevidéu – Punta del Este
  • Punta del Este – La Paloma – Cabo Polonio – Punta del Diablo
  • Montevidéu – Minas – Rocha – Chuy
  • Paysandú – Salto – Tacuarembó – Rivera
  • Colonia del Sacramento – Carmelo – Fray Bentos – Mercedes

É seguro viajar para o Uruguai?

O Uruguai é considerado um dos países mais seguros para visitar na América Latina. Tem baixos índices de violência e política e economia estáveis.

Porém, como em qualquer lugar do mundo, é preciso atenção sempre. Principalmente mulheres viajando sozinha. Cuide dos seus pertences, não ande com dinheiro ou objetos de valor à vista. E evite andar sozinha à noite em lugares desertos ou mal iluminados.

E não se esqueça do seguro viagem obrigatório, hein! Por menos de R$10 por dia de viagem, você viaja com proteção em caso de qualquer emergência ou acidente.

Além de contar com outras coberturas extras. Em caso de atraso de voo ou extravio de bagagem e até mesmo assessoria jurídica em caso de perda de documentos.


Leia também: Contrate seguro viagem Uruguai por menor de R$ 10 por dia


Maconha legalizada no Uruguai

O Uruguai foi o primeiro país do mundo a legalizar o uso recreativo da maconha, em 2013. Porém, apenas residentes podem adquirir a planta legalmente. Além disso, o consumo de maconha é proibido em lugares públicos, como ruas, praças e praias. Não dê bobeira!

A venda de maconha legalizada para turistas no Uruguai ainda não é uma realidade. Mas pode se tornar em breve. Um projeto de lei que propõe que turistas tenham acesso à Cannabis por meio de uma credencial temporária, foi apresentado ao Parlamento em 2022.


Viajar para o Uruguai é barato? Quanto custa?

O Uruguai não é um país tão barato para brasileiros. O custo de vida no país é alto e os preços são dolarizados. O que não é muito vantajoso para nós brasileiros.

Mesmo assim, é possível fazer uma viagem para o Uruguai mais econômica. Busque hospedagem e alimentação mais em conta e faça free tours, por exemplo.

Na tabela a seguir, você vê uma estimativa de gastos durante uma viagem para o Uruguai para três tipos de viajantes: mochileiros ($), econômicos ($$) e de luxo ($$$).

Mochileiros ($) Econômicos ($$) De luxo ($$$)
Hospedagem R$ 73 a R$ 146 R$ 175 a R$ 349 R$ 382 a R$ 765
Alimentação R$ 49 R$ 116 R$ 240
Transporte R$ 50 (R$ 86 entre cidades) R$ 198 (entre cidades) R$ 286 (entre cidades)
Passeios R$ 31 R$ R$ 180
Média de gastos por dia R$ 165/pessoa R$ 391/pessoa R$ 827/pessoa

Esses valores são uma média geral. É possível gastar mais ou menos, conforme seu perfil de viajante. Uma boa dica é usar o site Budget Your Trip para ter uma estimativa de preços nas regiões turísticas do Uruguai.


Roteiro de 3 dias: dicas para uma viagem curta para o Uruguai

Dia 1: Aproveite o primeiro dia em Montevidéu para passear pelo centro histórico e visitar a Plaza Independencia, o Palácio Salvo, a Puerta de la Ciudadela e o Mercado del Puerto. Curta a noite no restaurante El Milongón, que oferece show e jantar típico.

Dia 2: Faça um passeio bate e volta para Colônia do Sacramento. Conheça o centro histórico, o farol, a basílica, o porto e o museu do azulejo. Experimente o chivito em um restaurante típico. O sanduíche tem carne, queijo, presunto, alface, tomate e maionese.

Dia 3: Passeio bate e volta para Punta del Este. Visite as praias Mansa e Brava, o monumento La Mano, a Casa Pueblo, o porto e o cassino. Se tiver tempo, estenda o passeio até José Ignacio ou La Barra, praias mais tranquilas e charmosas.


Dicas para montar seu roteiro de 5 dias no Uruguai

  • Dia 1: Faça um tour pelo centro histórico de Montevidéu. Visite a Plaza Independencia, o Palácio Salvo, a Puerta de la Ciudadela e o Mercado del Puerto. Aproveite a vida noturna na Ciudad Vieja ou Pocitos.
  • Dia 2: Passeio pelo Parque Rodó + visita guiada ao Teatro Solís. À tarde, faça um tour pela Bodega Bouza. Uma das melhores vinícolas perto de Montevidéu. Experimente o vinho tannat, a uva típica do país.
  • Dia 3: Viagem para Colônia do Sacramento (180 km). Conheça o centro histórico, o farol, a basílica, o porto e o museu do azulejo. Experimente o chivito em um restaurante típico. À tarde, alugue uma bicicleta ou um carrinho de golfe e explore os arredores da cidade, como a Plaza de Toros, a Granja Arenas e as praias.
  • Dia 4: Viagem para Punta del Este (300 km). Visite as praias Mansa e Brava, o monumento La Mano, a Casa Pueblo, o porto e o cassino. Se tiver tempo, estenda o passeio até José Ignacio ou La Barra, praias mais tranquilas e charmosas.
  • Dia 5: Retorno para Montevidéu (130 km) e embarque para o Brasil.

Roteiro de 7 dias no Uruguai em uma viagem de carro

  • Dia 1 a 3: Como no roteiro anterior.
  • Dia 4: Viagem para Carmelo (80 km), uma charmosa com ótimas vinícolas. Visite a Bodega El Legado, a Bodega Cordano e a Bodega Familia Irurtia. Todas oferecem degustações e visitas guiadas.
  • Dia 5: Viagem para Punta del Este (300 km). Visite as praias Mansa e Brava, o monumento La Mano, a Casa Pueblo, o porto e o cassino. Se tiver tempo, estenda o passeio até José Ignacio ou La Barra, praias mais tranquilas e charmosas.
  • Dia 6: Faça um passeio pela Ruta 10, uma das melhores estradas do Uruguai, até Cabo Polonio, um vilarejo rústico e isolado, onde não há energia elétrica nem água encanada. Visite também La Pedrera, uma praia com boas ondas para surfe e um clima jovem e descolado.
  • Dia 7: Retorno para Montevidéu (230 km) e embarque para o Brasil.

Roteiro pelo Uruguai: 10 dias para aproveitar melhor sua viagem

Esse roteiro de 10 dias no Uruguai é uma sugestão para um roteiro mais completo pelo país.

  • Dia 1 a 7: Use o roteiro anterior.
  • Dia 8: Viagem para Rocha (100 km). Visite o Parque Nacional Santa Teresa, sua fortaleza histórica, jardim botânico e zoológico. Conheça também a Laguna de Rocha.
  • Dia 9: Viagem para Salto (500 km), uma cidade famosa pelas suas águas termais e por suas tradições culturais. Relaxe nas piscinas naturais do Parque Aquático Termas del Daymán ou do Parque Aquático Termas del Arapey. Aproveite para visitar o Museu do Homem e da Tecnologia (Del Hombre y la Tecnologia).
  • Dia 10: Retorno para Montevidéu (500 km) e embarque para o Brasil.

Requisitos para voltar ao Brasil após ir ao Uruguai

Não é mais necessário apresentar comprovante de vacinação ou teste negativo de Covid-19 para entrar no Brasil.

A decisão foi adotada pela Anvisa em março de 2023.


Regras de viagem para outros países da América do Sul

Não! Cada país tem suas regras e requisitos. Para fazer uma viagem tranquila, acesse os posts individuais.


Dúvidas frequentes sobre uma viagem de turismo no Uruguai

Precisa de passaporte para o Uruguai?

Você não precisa de passaporte para viajar para Uruguai. Saiba quais são os requisitos para entrar no Uruguai 2023.

Qual a melhor época para viajar para o Uruguai?

É possível viajar ao Uruguai em qualquer época do ano. Para viajar para Punta del Este e outras cidades do litoral uruguaio, a melhor época é de dezembro a março. No inverno, é recomendado visitar Montevidéu e Colonia del Sacramento. Saiba mais.

O que o brasileiro precisa para entrar no Uruguai?

Turistas brasileiros devem apresentar os seguintes documentos para entrar no Uruguai: rg ou passaporte válido. E apólice de seguro viagem para o Uruguai. Leia mais detalhes.

Preciso fazer seguro viagem para o Uruguai?

Sim. Ter seguro viagem internacional com assistência Covid-19 é uma das exigências para entrar no Uruguai. Contrate o seguro viagem Uruguai por menos de R$ 10.

Quanto custa um seguro viagem para o Uruguai?

O My Travel Assist 30 Am. Latina +COVID-19 tem o melhor custo-benefício do mercado e atende todas as exigências do governo uruguaio. Saiba mais sobre o seguro viagem Uruguai Covid e contrate com desconto.

Posso entrar no Uruguai com CNH?

Não. Apenas RG ou passaporte são documentos válidos para uma viagem para o Uruguai. Saiba mais detalhes sobre o que precisa para entrar no Uruguai.

Quais são os principais pontos turísticos do Uruguai?

As principais cidades turísticas do Uruguai, são: Punta del Este e Colônia del Sacramento, Montevideo, a capital do Uruguai. Saiba mais.


Leia mais dicas de viagem ao Uruguai


O que fazer em Berlim: o guia definitivo para viajantes independentes

Essas dicas sobre o que fazer em Berlim vão te ajudar a planejar a viagem perfeita para a capital da Alemanha. Uma cidade que combina o histórico e o contemporâneo, o clássico e o alternativo, e encanta por sua diversidade, cultura e modernidade.

Visitar Berlim é mergulhar na história de acontecimentos marcantes para Alemanha e para o mundo. Com a ascensão e queda do nazismo, a divisão pelo Muro de Berlim, e a posterior reunificação do país já nos anos final dos anos 1980.

Esses eventos históricos deixaram marcas profundas na cidade e seguem vivos nos monumentos, museus, memoriais e ruas de Berlim.

Dicas do que fazer em Berlim

Mas se engana quem acha que é só isso. Berlim também é um importante centro de inovação e criatividade. A cidade tem uma cena artística efervescente, com galerias, teatros, cinemas e festivais. É famosa também pela sua vida noturna, com bares, pubs, clubes e discotecas para todos os gostos.

Te convido a abrir uma cervejinha ou pegar uma xícara de café e vir comigo nessa viagem. Esse roteiro completo de o que fazer em Berlim tem uma lista de experiências e dicas desde os clássicos a opções muito além do óbvio. E para todos os gostos e estilos de viagem.


Do ônibus turístico ao transporte público: como se locomover em Berlim para visitar as atrações da cidade

Visitar Berlim é muito fácil para quem usa o transporte público. Metrô, ônibus, bonde (tram) e trens urbanos funcionam muito bem e fazem parte de um sistema integrado. Ou seja, você pode usar o mesmo bilhete para diferentes meios de transporte.

Dá para comprar o bilhete nas máquinas automáticas nas estações. O preço varia conforme a zona tarifária (A, B ou C) e o tipo (individual, diário, semanal ou mensal). Não se esqueça de validar o bilhete antes do primeiro embarque.

Transporte público em Berlim

Quem compra o Berlin WelcomeCard pode usar o sistema de transporte público de maneira ilimitada. Ele vale para um adulto e até 3 crianças (de 6 e 14 anos). O passe turístico ainda oferece entrada gratuita – ou descontos de até 50% – em mais de 190 museus e atrações da capital alemã.

Também existe outro jeito de explorar a cidade, que pode ser muito útil para quem está pela primeira vez em Berlim ou tem pouco tempo na cidade: o ônibus turístico de dois andares.

O ônibus percorre uma rota de 120 minutos passando pelos principais pontos turísticos da cidade. E você pode subir e descer quantas vezes quiser.

A vista panorâmica e um audioguia em português com histórias e curiosidades sobre Berlim são outros dois pontos positivos.

O ônibus turístico em Berlim vale a pena?

Eu recomendo o ônibus da a City Sightseeing, uma empresa que opera esse serviço em mais de 100 cidades do mundo.

Para mim, foi uma excelente introdução aos vários distritos de Berlim. Fiz o passeio no primeiro dia de viagem e nos dias seguintes voltei aos locais que mais me chamaram atenção.

Além disso, os patinetes elétricos e bicicletas estão em praticamente todos os lugares. A maneira mais fácil para usá-los é baixar um aplicativo de compartilhamento, cadastrar seu cartão e seguir as instruções para desbloqueio.

Usei muito o aplicativo Bolt na minha viagem. Usei os patinetes e as bicicletas elétricas (também tem opção de carros). Berlim tem muitas ciclovias e praticamente todo mundo usa essas soluções.


Existe uma linha de ônibus regular turística?

As linhas regulares de ônibus 100, 200 e 300 são coringas que você pode usar na sua viagem, já que elas fazem praticamente o mesmo percurso dos ônibus turísticos.



1. Portão de Brandemburgo, um dos principais pontos turísticos de Berlim

Vamos começar nossa viagem pela capital da Alemanha pelo Portão de Brandemburgo (Brandemburg Tor), uma das atrações e símbolos mais importantes de Berlim.

O arco monumental neoclássico inspirado na Acrópole de Atenas, foi construído pelo rei Frederico Guilherme II no século XVIII, e fica na Pariser Platz. A praça foi palco de vários eventos históricos, como a marcha nazista, o discurso do presidente Kennedy e a celebração da queda do Muro de Berlim.

Portão de Brandenburgo em Berlim

Ele tem doze colunas dóricas que formam cinco passagens. Quatro delas usadas para carruagens e uma para pedestres. A passagem central era reservada para a família real e seus convidados. No topo, destaque para uma estátua de cobre da deusa Vitória conduzindo uma quadriga (carro puxado por quatro cavalos).


Veja todos os endereços e como chegar até eles no mapa interativo no final do artigo.


2. Reichstag, o Parlamento Alemão

O Reichstag é o prédio histórico que abriga o Parlamento Alemão (Bundestag) em Berlim. É um dos símbolos da democracia e da reunificação do país, além de ser uma obra arquitetônica impressionante.

Durante a visita ao Reichstag, você pode subir até a cúpula de vidro que fica sobre a sala de plenários do Parlamento. Também há a possibilidade de visitar um mirante aberto, com uma vista panorâmica de 360 graus da cidade.

Visita ao Reichtag é uma das dicas do que fazer em Berlim

A visita ao Reichstag é gratuita e dura cerca de 20 minutos. É necessário fazer o agendamento prévio pelo site (com alguns dias de antecedência) e você pode alugar um audioguia em português para te acompanhar na sua visita.

Uma boa dica é chegar ao local com antecedência de pelo menos 15 minutos do horário marcado para passar pelos trâmites de entrada com calma.


3. Memorial do Holocausto em Berlim

O Memorial do Holocausto, também conhecido como Memorial aos Judeus Mortos da Europa, é uma obra arquitetônica impactante que homenageia as vítimas do genocídio nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

O memorial consiste em 2.711 blocos de concreto de diferentes alturas, dispostos em um terreno de 19 mil metros quadrados.

Memorial das Vítimas do Holocausto em Berlim

Além do memorial ao ar livre, há também um centro de informação onde é possível ver exposições sobre a história do Holocausto, os nomes das vítimas e os locais dos campos de concentração.


Passeios Guiados por Berlim

Berlim guarda muitas histórias. E nem sempre é fácil descobrir todas elas por conta própria. Por isso, é uma boa ideia é fazer um passeio com um guia que pode te contar os fatos e as curiosidades sobre a cidade.

Você pode embarcar em um free tour com diferentes temáticas, como Muro de Berlim e Guerra Fria, Mistérios e Lendas. Ou contratar um tour privado em português.

Um free tour de bicicleta ou uma excursão de scooter elétrica também são boas pedidas.


O free tour funciona em um esquema ‘pague quanto quiser’ ao final do passeio, conforme o seu grau de satisfação.


4. Tiergarten, o maior parque de Berlim

Berlim é uma cidade verde e tem mais de 2.500 parques e áreas verdes que funcionam como espaços de lazer e contato com a natureza. O Tiergarten é o maior e mais antigo deles.

O parque foi criado no início do século XVI e seu nome significa ‘jardim dos animais’. Na época, toda essa área era o campo de caçadas dos nobres.

Dica do que fazer em Berlim: visiar o Tiergarten

Hoje em dia dá para fazer piqueniques e até praticar naturismo pelos campos do Tiergarten durante o verão.

O parque tem mais de 200 hectares e possui lagos, fontes, estátuas e vários monumentos, além de trilhas para caminhada e ciclismo.

Ele também abriga o imenso Zoológico de Berlim, a Coluna da Vitória e o Palácio Bellevue.


5. Coluna da Vitória (Siegessäule)

A Coluna da Vitória (Siegessäule) foi construída no final do século XIX para celebrar as vitórias militares da Prússia sobre a Dinamarca, Áustria e França, que levaram à unificação da Alemanha.

A coluna tem 67 metros de altura. Lá no alto, uma estátua de bronze da deusa romana Vitória segura uma coroa de louros e um bastão.

Coluna da Vitória em Berlim

Você pode admirar a arquitetura neoclássica da coluna por fora ou subir os 285 degraus que levam até uma plataforma de observação. A vantagem é a bela vista panorâmica de 360 graus do parque Tiergarten e seus arredores.

O ingresso custa 4 €. A bilheteria fica em um dos quatro pavilhões que marcam as entradas para o túnel subterrâneo que leva até a coluna.


Dica: use o túnel para atravessar a rotatória super movimentada.


6. Gendarmenmarkt

A Gendarmenmarkt é considerada uma das praças mais bonitas de Berlim.

Ela fica no centro da cidade e possui três edifícios imponentes: o Konzerthaus (Sala de Concertos), sede da Orquestra de Berlim. Além das duas igrejas gêmeas: Deutscher Dom (Catedral Alemã) e Französischer Dom (Catedral Francesa).

Nos arredores da praça, você encontra vários restaurantes, cafés, hotéis e lojas de luxo como a Galeries Lafayette e a Rausch Chocolatiers.

Na época do Natal, a praça recebe um dos mercados natalinos mais famosos de Berlim, com a comidas e bebidas típicas e apresentações musicais.

Mercado de Natal na Gendarmenmarkt, em Berlim


Se você for visitar Berlim neste período do ano, recomendo pedir para o papai Noel esse tour pelos mercados de Natal.


7. Potsdamer Platz

A Potsdamer Platz é uma das mais importantes praças de Berlim. Localizada no coração da capital alemã, é um símbolo da transformação da cidade. É surreal pensar que essa área foi completamente reconstruída após a queda do Muro de Berlim.

Na saída da estação de metrô da praça, você poderá ver partes do muro de Berlim alinhadas no lugar onde ele passava.

A Potsdamerplatz em Berlim

Por aqui, a memória divide espaço com imensos edifícios futuristas. O Sony Center se destaca por sua enorme cúpula de vidro e aço iluminada. O lugar é um complexo com cinemas, restaurantes, cafés, lojas e escritórios. E é aqui onde acontece anualmente o Festival de Cinema de Berlim (Berlinale).

A Torre Kollhoff é um dos edifícios mais altos da Potsdamer Platz. Ela tem mais de 100 metros de altura e um mirante que oferece uma das melhores vistas da região central de Berlim.

O Panoramapunkt é acessível por um elevador panorâmico considerado o mais rápido da Europa, que sobe os 24 andares em apenas 20 segundos.

Mirante em Berlim
Foto: A.Savin | CC BY-SA 3.0

Aproveite para conferir a exposição ao ar livre sobre a história da Potsdamer Platz e tomar um café no Panoramacafé, que funciona diariamente, das 10h às 17h. E você pode comprar o ingresso individual ou o ingresso familiar, válido para 2 adultos e 4 crianças menores de 15 anos.

Recomendo comprar o ingresso sem fila com antecedência.


O mítico Hansa Studio e a história da música Heroes, do David Bowie

Estúdio Hansa em Berlim: onde foi gravado Heroes, de David BowieHeroes é uma das músicas mais famosas do camaleão David Bowie. Lançada em 1977 como parte de um álbum de mesmo nome, tornou-se um hino da queda do Muro de Berlim.

O disco foi gravado no Hansa Studio, nos arredores da Potsdamer Platz. Na época, o estúdio era conhecido como “Hansa by the Wall” (Hansa perto do Muro), por sua proximidade com o Muro de Berlim.

Bowie escreveu a música após testemunhar um beijo entre seu produtor Tony Visconti e a cantora Antonia Maass, dois amantes secretos que se beijavam nas sombras do Muro de Berlim.

Tive a sorte de visitar o estúdio Hansa e presenciar ao vivo a energia desse lugar fascinante, que além de ter recebido outros artistas renomados como Iggy Pop, Nick Cave, Depeche Mode e U2, também já foi usado como um salão de concertos, sede de editora marxista e até um cabaré após a guerra.


8. Checkpoint Charlie

O Checkpoint Charlie é uma das atrações mais populares dessa lista de dicas de o que fazer em Berlim.

O posto de controle da Friedrichstraße era o único ponto de passagem autorizado para estrangeiros, diplomatas, militares e funcionários do governo que queriam cruzar de um lado para o outro da Berlim dividida pelo Muro.

Foto antiga do Checkpoint Charlie em Berlim

O posto ficou famoso por ser palco de vários confrontos entre as tropas soviéticas e americanas, como a crise dos tanques de 1961, quando tanques dos dois lados ficaram frente a frente por 16 horas, em uma situação de alta tensão que poderia iniciar uma guerra nuclear.

Hoje em dia, o Checkpoint Charlie é um museu ao ar livre gratuito e aberto 24 horas por dia. Em frente à cabine, há uma placa com as bandeiras dos países aliados (EUA, França e Reino Unido) e dois retratos: do soldado americano e do soldado soviético que ali se encaravam.

Checkpoint Charlie em Berlim nos dias de hoje

Pessoalmente, achei os arredores mais interessantes que o Checkpoint Charlie em si. Mesmo assim, essa é uma daquelas atrações que a gente tem que conhecer em uma primeira viagem a Berlim.

Você também pode visitar o Mauermuseum (Friedrichstraße 43-45). O museu conta a história do muro e das tentativas de passagem de um lado para o outro de Berlim mais inusitadas e arriscadas que aconteceram no Checkpoint Charlie.

Algumas delas envolveram carros modificados, malas falsas, túneis subterrâneos e até balões de ar quente.

Funciona todos os dias das 9h às 22h. Compre seu ingresso sem fila com antecedência.


Nessa região, há também outras três experiências interessantes sobre a história da Guerra Fria, do Muro de Berlim e da divisão da Alemanha, como:

Excursão a pé: Terceiro Reiche e Guerra Fria

Esse passeio guiado a pé por lugares importantes, como o Memorial de Guerra Soviética no Tiergarten, Checkpoint Charlie e Memorial aos Judeus Mortos da Europa. Ainda passa pelo local do bunker de Hitler e o edifício do Ministério da Aviação de Hermann Göring, onde a RDA foi fundada em 1949.

Reserve seu ingresso com antecedência.

DIE MAUER – The asisi Panorama of the divided Berlin (Friedrichstraße 205)

Essa experiência imersiva permite vivenciar uma cena da vida cotidiana em Berlim no ano de 1980, quando o muro ainda estava de pé.

A obra é do artista Yadegar Asisi e mostra os contrastes entre os dois lados da cidade em uma imagem que ocupa 360 graus de um imenso pavilhão circular.

A entrada é gratuita para quem tem a versão All Inclusive do Berlin Welcome Card.


9. Topografia do Terror

Topografia do Terror (Niederkirchnerstraße 8) é um museu e memorial que documenta os crimes e atrocidades cometidos pelo regime nazista.

O museu fica no local onde funcionava a sede da Gestapo, a polícia secreta de Hitler, e da SS, a tropa de elite responsável por muitas das perseguições e execuções de judeus, ciganos, homossexuais e outros ‘inimigos do Estado’.

Topografia do Terror: dica do que fazer em Berlim

A exposição permanente, no interior do prédio principal, apresenta fotos, textos, documentos, vídeos e áudios para explicar o contexto histórico, político e social da época.

A exposição ao ar livre fica ao longo de um trecho remanescente do Muro de Berlim e mostra os principais eventos e fatos que ocorreram na capital alemã durante o regime nazista em ordem cronológica.

O museu abre todos os dias, das 10h às 20h (exceto 24 e 31 de dezembro e 1º de janeiro). A visita é gratuita e não há necessidade de agendamento prévio.

Você pode alugar um audioguia em português por 3 € ou fazer uma visita guiada (em inglês ou alemão) por 4 € por pessoa ou 60 € por grupo.


10. Trabi Museum e passeio no Trabant, o carro mais popular da Alemanha Oriental

Não deixe de dar um pulo ao Trabi Museum (Zimmerstraße 14/15), dedicado ao Trabant, o carro mais popular da Alemanha Oriental.

O museu exibe vários modelos do simpático veículo e conta a história e as curiosidades desse carrinho que se tornou um ícone da cultura comunista.

TrabiWorld: dica do que fazer em Berlim

Mais legal ainda é aventurar-se por Berlim dirigindo seu próprio Trabant. O passeio tem duração de 75 minutos e inclui um roteiro com audioguia. Além disso, você ganha uma carteira de motorista de Trabant para guardar como lembrança.


Uma opção mais ecológica é alugar um e-trabi com motor elétrico.


11. Unter den Linden

Unter den Linden é a avenida mais importante de Berlim. Ela cruza o centro da cidade (Mitte) desde o Portão de Brandemburgo até a Ilha dos Museus.

Minha recomendação é que você caminhe por essa grande via prestando atenção aos edifícios e monumentos que contam mais sobre a história e a cultura da capital alemã.

Unter den Linden em Berlim

Listei alguns deles aqui para facilitar a sua vida.

Universidade Humboldt (Humboldt-Universität zu Berlin)

Fundada em 1810 pelo filósofo Wilhelm von Humboldt, essa é uma das mais importantes universidades modernas da Alemanha e do mundo.

A universidade tem uma bela fachada neobarroca e foi frequentada por Albert Einstein, Karl Marx, Friedrich Engels, Otto von Bismarck e Angela Merkel.

Universidade Humbolt: dica do que fazer em Berlim

Nova Casa da Guarda (Neue Wache)

Esse edifício neoclássico construído entre 1816 e 1818 como um memorial aos soldados prussianos mortos nas guerras napoleônicas. Atualmente, é o Memorial Central da República Federal da Alemanha para as Vítimas da Guerra e da Tirania.

Em seu interior há uma única sala com uma abertura circular no teto que ilumina uma escultura de uma mãe com o filho morto em seus braços.

Neue Wache: dica do que fazer em Berlim

Memorial da Queima de Livros na Bebeplatz (Denkmal zur Bücherverbrennung am 10. Mai 1933)

A Bebelplatz está localizada no sul da Unter den Linden. Essa praça é conhecida por ser o local de um triste episódio ocorrido na noite de 10 de maio de 1933, quando o regime nazista promoveu uma terrível queima de livros considerados inconvenientes ou contrários à ideologia nazista.

Obras de escritores judeus, esquerdistas, liberais ou pacifistas foram incinerados em um ato de censura e perseguição. Um prenúncio dos horrores que seguiriam.

A queima de livros aconteceu em diversas cidades alemãs. Mas a da Bebelplatz, organizada pelo diretório nacional de estudantes (afiliado ao partido nazista) foi imensa. E contou com um discurso de Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hitler.

Para lembrar esse episódio, o escultor israelense Micha Ullman criou um monumento na Bebelplatz, que é um convite à reflexão. Por uma placa de vidro no chão vê-se uma sala subterrânea com prateleiras de livros vazias. Nessas prateleiras vazias, cabem todos os livros queimados naquela noite.

Memorial da Queima dos Livros na Bebelplatz em Berlim

Ópera Estatal de Berlim (Staatsoper Unter den Linden)

Fundado em 1742 pelo rei Frederico II, este é o teatro lírico mais antigo e importante de Berlim. Tem uma fachada barroca com oito colunas coríntias e um frontão com esculturas que representam Apolo e as musas.

O teatro funciona de setembro a julho, com uma programação variada de óperas, balés e concertos.

Ópera de Berlim: dica do que fazer na capital da Alemanha

Museu Histórico Alemão (Deutsches Historisches Museum)

Este museu conta a história da Alemanha desde a Idade Média até os dias atuais, através de mais de 8.000 objetos, documentos, fotos e vídeos expostos em dois edifícios.


11. Humboldt Forum no Palácio de Berlim

O novo Humboldt Forum é um grande centro cultural de Berlim, que ocupa o edifício reconstruído do Palácio da cidade, antiga residência dos reis da Prússia e dos imperadores alemães.

O surpreendente projeto arquitetônico combina elementos barrocos da fachada original com uma estrutura moderna de vidro e aço.

Humboldt Forum, em Berlim
© visitBerlin, Foto: Mo Wüstenhagen

Seu nome é inspirado nos irmãos Alexander e Wilhelm Humboldt, importantes cientistas, exploradores e pensadores do século XIX.

Aqui, você poderá visitar as coleções do Museu Etnológico e do Museu de Arte Asiática. Além de exposições temporárias, eventos e atividades educativas sobre temas globais, como migração, religião, clima e direitos humanos.

O Humboldt Forum funciona de terça a domingo, das 10h às 20h. Oferece guarda-volumes, cafeteria, restaurante, loja e biblioteca. Para mais informações, visite o site oficial.


12. A fantástica Ilha dos Museus em Berlim (Museumsinsel)

A Ilha dos Museus é um conjunto arquitetônico e cultural declarado Patrimônio Mundial da UNESCO.

A Museumsinsel abriga cinco renomados museus:

  • Museu Pergamon abriga coleções de arte antiga da Grécia, Roma, Pérsia e Oriente Médio. Ficará fechado para restauração a partir de 23 de outubro de 2023;
  • Bode-Museum (Museu Bode) abriga uma das maiores coleções de esculturas da Europa, além de obras de arte bizantina, moedas e medalhas;
  • Altes Museum (Museu Antigo) possui obras de arte clássica e egípcia;
  • Neues Museum (Museu Novo) conta com o famoso busto da rainha Nefertiti e outras relíquias egípcias;
  • Alte Nationalgalerie (Antiga Galeria Nacional) apresenta pinturas e esculturas do século XIX.

Berlin WelcomeCard

Se você tá pensando em visitar pelo menos dois museus da Ilha dos Museus, vale a pena comprar o Berlin WelcomeCard com antecedência.

O cartão permite o uso ilimitado do transporte público em Berlim e arredores e oferece entrada gratuita – ou descontos de até 50% – em mais de 30 museus e atrações de Berlim.


13. Berliner Dom, a Catedral de Berlim

A Catedral de Berlim foi construída entre 1894 e 1905 e se destaca na paisagem da Ilha dos Museus com sua fachada neobarroca, quatro torres e uma grande cúpula verde.

A visita à Catedral custa 6,50 € com o desconto do Berlin Welcome Card.

Berliner Dom: a catedral de Berlim


14. Museu do RDA (DDR Museum) e Marx-Engels-Forum

Berlim não é para amadores. A cidade foi palco de intensos conflitos ideológicos e políticos ao longo dos séculos e mesmo após a reunificação, ainda traz alguns lugares que refletem essa história e a memória de uma cidade dividida.

Um deles é o Museu da RDA (DDR Museum). Ele mostra, de maneira interativa, como era a vida cotidiana na extinta República Democrática Alemã sob o regime comunista.

O museu funciona de segunda a domingo, das 9h às 21h, exceto nos dias 24 e 31 de dezembro, quando fecha às 16h. Recomendo comprar o ingresso sem fila com antecedência.

Já o Marx-Engels-Forum é um parque público no coração de Berlim. O parque foi criado em 1986, na Berlim Oriental e seu nome é uma homenagem a Karl Marx e Friedrich Engels, autores do Manifesto Comunista de 1848.

Marx and Engels Forum: dica do que visitar em Berlim

As esculturas de bronze de Marx e Engels, feitas pelo artista Ludwig Engelhardt são os destaques aqui. Além delas, há um mural com cenas da história do movimento operário alemão, desde a Revolução de 1848 até a fundação da RDA.


15. Nikolaiviertel

Nikolaiviertel é o bairro mais antigo de Berlim e ainda carrega um charme medieval em suas casas, lojas, restaurantes e pequenos. O bairro foi reconstruído após a Segunda Guerra Mundial, em seu estilo original.

Visite a Igreja de São Nicolau (a igreja mais antiga da cidade), o Museu Ephraim-Palais (com exposições sobre a história e a cultura de Berlim).

Nikolaiviertel, o primeiro bairro de Berlim

Aproveite também para tomar uma Berliner Weiss às margens do Rio Spree, sob a proteção da espada da imensa estátua de São Jorge, símbolo dessa região.

A Berliner Weiss é a cerveja oficial de Berlim. É uma cerveja de trigo com baixo teor alcoólico (3% ABV), leve acidez e sabor frutado. Ela é tradicionalmente servida em copos pequenos e largos, misturada com xaropes aromatizados de framboesa (Himbeersirup).

 


Cervejarias em Berlim

A Alemanha tem uma longa tradição cervejeira. E em Berlim, além das tradicionais cervejarias, fiéis à lei de pureza da cerveja, existe também uma cena vibrante de cervejas artesanais.

Além da Brauhaus GEORGBRAEU, uma tradicional cervejaria de Berlim, localizada em Nikolaiviertel, vale a pena conhecer também as cervejas das ótimas BRLO Brwhouse (Schöneberger Str. 16) e Vagabund Brauerei (Antwerpener Str. 3).


Que tal fazer um tour de cerveja em Berlim?


16. Alexanderplatz e a Fernsehturm (Torre de TV de Berlim)

Uma das coisas que você tem que fazer em Berlim é visitar a Alexanderplatz, uma das praças mais famosas e movimentadas da cidade. Um verdadeiro símbolo da história de Berlim.

Alexanderplatz: dicas de o que fazer em Berlim

É onde fica a Fernsehturm, a famosa Torre de TV de Berlim. A construção é a mais alta da Alemanha e para muitos, a atração mais emblemática da capital do país.

A torre foi construída em 1969 pelo governo da Alemanha Oriental como um símbolo do poder e da tecnologia socialista. No topo, uma esfera metálica lembra o satélite soviético Sputnik. Ela abriga uma plataforma de observação e um restaurante giratório a mais de 200 metros de altura.

Lá do alto, é possível ter uma vista panorâmica de 360 graus de Berlim.

A Torre de TV em Berlim

A torre funciona todos os dias, das 10h às 24h (ou até à 1h às sextas-feiras e sábados). O ingresso custa entre 17 e 23 € para adultos e entre 9 e 14 € para crianças, dependendo do horário escolhido. Recomendo comprar seu ingresso sem fila com antecedência.

O Relógio Mundial é outro destaque da praça. Ele foi instalado em 1969 como parte das comemorações do 20º aniversário da fundação da Alemanha Oriental. É uma estrutura cilíndrica que mostra as horas em diferentes cidades do mundo. O relógio também tem um anel com os signos do zodíaco e um painel com as fases da lua.

Relógio da Alexanderplatz em Berlim


17. Rotes Rathaus, o prédio da prefeitura de Berlim

O Rotes Rathaus (Rathausstraße 15) é o prédio que abriga a sede do governo e a residência oficial do prefeito de Berlim.

É um dos edifícios mais emblemáticos e históricos da capital alemã. Ele tem uma fachada de tijolos vermelhos e uma torre de 74 metros de altura.

Rotes Rathaus: dica do que visitar em Berlim

Após a divisão de Berlim, serviu como prefeitura da parte Oriental da cidade. Berlim Ocidental tinha sua própria prefeitura em Schöneberg. Com a reunificação, voltou a ser a prefeitura de toda a cidade.

A visita é gratuita e não requer agendamento prévio. Como pode estar fechado por diversos motivos, é recomendável verificar antes.


18. Hackesche Höfe + Hackescher Markt no bairro judeu

Hackesche Höfe e Hackescher Markt são dois pontos turísticos de Berlim localizados no antigo bairro judeu, que são exemplos de como o passado e o presente se misturam na capital alemã.

Hackescher Markt é uma praça movimentada – na estação de mesmo nome – com vários restaurantes, bares e lojas. Às quintas e sábados recebe uma feira de rua com muitas opções gastronômicas.

Tour pelo antigo bairro judeu em Berlim

Hackersche Höfe (Rosenthalerstraße e Sophienstraße) fica nos arredores da praça. É um complexo arquitetônico único em Berlim, construída entre 1906 e 1908, em estilo Art Nouveau.

Esse complexo cultural é formado por oito pátios interligados, que abrigam uma variedade de restaurantes, cafés, bares, galerias e lojas com produtos exclusivos, além de apartamentos residenciais.

Há também um teatro (Chamäleon Theater) e um cinema que exibe filmes independentes e internacionais (Hackesche Höfe Kino)

Hackesche Hofe em Berlim

Toda essa área é conhecida como Scheunenviertel, ou ‘Bairro dos Celeiros’. Por conta dos celeiros, que foram construídos aqui para armazenar feno fora das muralhas da cidade e evitar possíveis incêndios no final do século XVII.

E como é de se imaginar, a ascensão do nazismo na década de 1930 abalou muito toda essa área. Para conhecer mais sobre essa história ainda tão presente, visite o Museu Otto Weidt, no Pátio II. Ele era um fabricante de vassouras que trabalhava aqui, que empregou e protegeu judeus cegos e surdos do regime nazista.

Hackesche Höfe abre todos os dias das 10h às 22h. A entrada é gratuita para os pátios, mas alguns museus e teatros cobram ingressos.


Stolpersteine: as pedras do tropeço

Stolpersteine: as pedras do tropeço em Berlim

Ao caminhar por essa região, fique de olho nos pequenos cubos de concreto com uma placa de latão colados ao chão. Eles são os Stolpersteine. Um projeto iniciado pelo artista alemão Gunter Demnig em 1992.

Cada placa traz nome e dados de uma vítima do nazismo. Elas são colocadas na calçada em frente à última residência ou local de trabalho da pessoa, antes de ser perseguida, deportada ou assassinada pelos nazistas.

Stolpersteine significa ‘pedra de tropeço’ em alemão. E encontrá-las provoca reflexões e sentimentos sobre um passado e presente coletivos.

Acho que essa coisa do ‘lembrar’ está sempre presente em muitos locais em Berlim é uma das grandes potencialidades da cidade. Um aprendizado que só uma viagem até aqui podem trazer.


Faça uma visita guiada pelo Bairro Judeu e seu museu, que termina em Hackescher Markt.


19. O rio Spree e seus atrativos

O Spree é o principal rio que corta Berlim. Ao seu redor, existem diversas opções de entretenimento, cultura e lazer para os visitantes, que vão desde passeios de barco até festas noturnas.

Passeio de barco pelo rio Spree em Berlim

Passeio de barco pelo Rio Spree

Uma das melhores formas de apreciar a paisagem e a arquitetura de Berlim é fazer um passeio de barco pelo Rio Spree. Os melhores são:

Badeschiff

Badeschiff (Eichenstraße 4) é uma piscina flutuante que fica no Rio Spree, na altura de Kreuzberg. É um lugar ideal para se refrescar nos dias quentes de verão, com vista para a torre de TV e da bela Oberbaumbrücke, uma das pontes mais bonitas de Berlim.

Badeschiff, a piscina no rio Spree em Berlim

A piscina é cercada por uma plataforma de madeira com espreguiçadeiras, guarda-sóis e chuveiros. Há também um bar que serve bebidas e lanches.

O horário de funcionamento é das 8:00 às 22:00 todos os dias da semana, mas pode variar dependendo de eventos e do clima. O preço por ingresso é de 8 € (incluindo espreguiçadeira). É necessário reservar um ingresso online com horário fixo.

Holzmarkt 25

O Holzmarkt (Holzmarktstraße 25) é um complexo cultural e criativo no bairro de Friedrichshain. Esse espaço alternativo e colaborativo foi criado por um grupo de artistas, empreendedores e ativistas e ocupa um antigo terreno industrial abandonado às margens do Rio Spree.

O local abriga diversos espaços de arte, música, gastronomia, lazer e sustentabilidade, onde são promovidos diversos eventos, exposições, oficinas e projetos sociais.

O Holzmarkt funciona todos os dias, das 10h às 24h (ou até mais tarde nos fins de semana). A entrada é gratuita, mas as atividades podem ter custo.


Flussbad Berlin

Flussbad Berlin é um projeto que visa reativar o Spreekanal, um canal de 1,8 km de extensão que circunda a Ilha dos Museus. A ideia é transformá-lo em um espaço público e sustentável para a cidade, com uma área de banho pública.

O projeto também propõe a revitalização das margens do canal transformando-as em espaços verdes de lazer para pedestres e ciclistas.


A East Side Gallery (Mühlenstraße) é o maior trecho do Muro de Berlim ainda de pé, transformado em uma galeria de arte urbana a céu aberto.

Com 1,3 quilômetro de extensão e mais de 100 grafites de artistas de todo o mundo, é um dos símbolos da reunificação da Alemanha. E um dos pontos turísticos mais visitados de Berlim.

East Side Gallery em Berlim

A East Side Gallery é uma exposição permanente e gratuita, que pode ser vista a qualquer hora do dia ou da noite. Algumas das imagens mais famosas e icônicas que você encontrará aqui, são: o beijo entre os líderes comunistas Leonid Brezhnev e Erich Honecker e o Trabant saindo do muro.

Você pode fazer a visita por conta própria como eu fiz ou contratar um tour com um guia especializado, que pode te dar mais informações sobre o contexto histórico e cultural dos murais e suas mensagens.


21. Urban Nation Museum, RAW-Gelände e a arte de rua em Berlim

Berlim é uma cidade que respira arte, cultura e criatividade. Há muitos museus incríveis na cidade, mas é na rua que a gente consegue realmente ver do que uma cidade é feita. Muros, fachadas, portas, postes. Todo lugar é válido quando a gente fala de arte de rua ou arte urbana. E Berlim não decepciona.

A arte urbana está em praticamente todos os cantos de Berlim, mas existem alguns lugares especiais.

O Urban Nation Museum, inaugurado em 2017, foi o primeiro museu dedicado à arte urbana contemporânea no mundo. Ele fica em uma casa restaurada do final do século XIX, em Schöneberg. Seu acervo conta com mais de 100 artistas renomados, como Shepard Fairey e Banksy, e as exposições são feitas dentro e fora do prédio.

Urban Nation: museu dedicado ao graffiti em Berlim
Foto: Nika Kramer

O RAW-Gelände é um complexo cultural e alternativo, situado em uma antiga área ferroviária em Friedrichshain. Ele abriga diversos espaços de arte, música, gastronomia, lazer e esporte, como clubes, bares, galerias, cinemas, mercados, pistas de skate e escalada.

É um dos melhores lugares para ver arte urbana de Berlim – grafites, estênceis, colagens e outras intervenções artísticas.


Confira um mapa com os murais de arte urbana mais famosos de Berlim.


22. Memorial do Muro de Berlim

Para mim, este é um dos pontos turísticos imperdíveis para visitar em Berlim. Mesmo que você tenha pouco tempo na cidade, vale a pena visitar esse memorial que ocupa uma área de 1,4 km na rua Bernauer. Exatamente onde o muro passava.

Memorial do Muro de Berlim

O Muro de Berlim foi um dos símbolos mais marcantes da Guerra Fria e da divisão da Alemanha em República Federal da Alemanha (RFA), capitalista e aliada ao Ocidente, e a República Democrática Alemã (RDA), socialista e aliada à União Soviética.

Ele foi construído em 1961, da noite para o dia e durante 28 anos, separou a cidade em duas.

O Memorial do Muro de Berlim é composto por quatro áreas principais:

  • Exposição ao ar livre com um trecho original do muro, faixa de segurança e uma torre de observação;
  • Um monumento em homenagem às pessoas que morreram tentando atravessar o muro;
  • Um centro de documentação, que apresenta a história da construção do muro em 1961 e os seus efeitos na vida das pessoas;
  • A capela da reconciliação, que foi erguida no lugar da antiga igreja da reconciliação, demolida em 1985;

A visita ao memorial é gratuita e a exposição ao ar livre pode ser visitada em qualquer horário e dia do ano. Já o centro de documentação abre de abril a outubro, das 9h30 às 19h, e de novembro a março, das 9h30 às 18h.


As estações fantasmas do metrô de Berlim

Estação fantasma do metrô de BerlimA Nordbahnhof S-Bahn é uma das chamadas ‘estações fantasmas’ do metrô de Berlim.

No lado da Berlim Ocidental, elas eram marcadas nos mapas, mas o trem não era autorizado a parar na Berlim Oriental.

Do outro lado, essas estações foram removidas dos mapas. Suas entradas foram concretadas e as placas de indicação removidas. Era como se não existissem e nunca tivessem existido.

Tudo isso para evitar que fossem criadas rotas de passagem subterrâneas de um lado para o outro na Berlim dividida.

Com a queda do Muro em 1989, as estações fantasmas foram reincorporadas à rede de transporte em um processo que demorou longos anos.

Hoje em dia, a Nordbahnhof abriga uma exposição interessantíssima com fotografias, informações, mapas e documentos históricos que contam mais sobre a história da divisão subterrânea de Berlim durante a Guerra Fria. Vale a pena ir até lá!


23. Mauerpark

O Mauerpark (Gleimstraße 55) fica no bairro de Prenzlauer Berg (no antigo lado oriental da cidade) e é um dos parques mais populares de Berlim. Vale a pena visitá-lo principalmente se você estiver na cidade em um domingo, quando o parque recebe um dos maiores e mais famosos mercados de pulgas de Berlim.

O parque tem esse nome porque ficava na ‘faixa da morte’, região onde passava o antigo Muro de Berlim. Hoje em dia, porém, é um símbolo de liberdade, criatividade e diversão.

Em um domingo no Mauerpark a gente consegue ver a diversidade e a energia caótica da cidade.

Domingo no Maurerpark em Berlim

E não perca o karaokê, hein? O Bearpit Karaoke acontece todos os domingos de sol (confirme antes de ir) e atrai uma multidão.

É uma experiência divertidíssima. Mesmo para quem não tem coragem de enfrentar a plateia de centenas de pessoas. Recomendo demais!

Karaoke no Maurerpark em Berlim aos domingos


24. Friedrichstraße e Kurfürstendamm (Kudamm): onde fazer compras em Berlim

A capital da Alemanha é um dos melhores destinos do país para fazer umas comprinhas. A Friedrichstraße e a Kurfürstendamm são as grandes ruas de compras em Berlim.

A Friedrichstraße fica no centro de Berlim, no antigo lado Oriental da cidade. Zara, Birkenstock, Montblanc e outras grandes marcas têm lojas aqui.

Friedrichstrase: rua de compras em Berlim

A famosa Kurfürstendamm é uma das maiores avenidas da cidade. E é conhecida pelos berlinenses como Ku’damm. Por lá, você encontrará lojas de grandes marcas, como Chanel, Gucci, Bulgari, Prada, Louis Vuitton, Burberry e Tiffany.

Outra parada imperdível é a KaDeWe (Kaufhaus des Westens), considerada a maior loja de departamentos da Europa. A loja tem mais de 60 mil metros quadrados e oito andares. Vá até o terraço no sétimo anda para ter uma vista panorâmica da cidade.


Para quem gosta de brechós, Berlim também é um destino dos sonhos. Alguns dos brechós mais famosos da cidade, são: Made in Berlin (Neue Schönhauser 19) e Das Neue Schwarz (Mulackstraße 38).


25. Tempelhofer Feld

Esse é um dos maiores e mais interessantes parques da cidade de Berlim. Ele foi criado no local do antigo aeroporto de Tempelhof, desativado em 2008 e oferece diversas opções de atividades ao ar livre e de uma maneira muito peculiar.

É possível andar de bicicleta, patins, skate ou até mesmo correr nas antigas pistas de pouso e decolagem.

Tempelhofer Feld: dica do que fazer em Berlim

Também dá para fazer piquenique e aproveitar a rica programação de eventos culturais, como shows, exposições e peças de teatro.


26. Aproveite a noite em Berlim

Berlim é conhecida por seus clubes e sua vida noturna agitada. Aqui, você encontrará uma infinidade de bares e baladas de todos os estilos.

  • Berghain é o clube mais famoso de Berlim. Ele ocupa o prédio de uma antiga central de energia elétrica, que pertencia a Berlim Oriental. É conhecido por ter critérios de seleção bem exigentes para entrar em suas festas.
  • MS Hoppetosse é um clube peculiar, que fica em um barco atracado nas margens do rio Spree, em frente ao Molecule Man.
  • SchwuZ é o maior clube queer de Berlim e um dos mais antigos e importantes da Alemanha. Oferece uma programação com diferentes estilos musicais como pop, disco, house, latin e habibi, além de shows, exposições, teatro, cinema, leituras e debates.

Para completar, vale a pena ir até o Klunkerkranich, um clube ao ar livre na cobertura de um prédio, com uma incrível vista panorâmica dos bairros de Neukölln e Kreuzberg.

Balada em Berlim


Leia também: Quem é Sven Marquardt, o famoso segurança do Berghain?


27. Onde comer em Berlim e o que comer na cidade

Berlim é uma cidade cosmopolita, lar de muitos imigrantes de diversas partes do mundo. E a influência de diversas culturas e países reflete diretamente na grande diversidade gastronômica encontrada na cidade.

Em Berlim, é possível encontrar desde restaurantes com pratos típicos da culinária alemã até especialidades do Vietnã, Tailândia, Turquia e Itália.

Alguns dos pratos que você tem que provar em Berlim, são:

Currywurst é uma salsicha coberta com molho de tomate picante e curry em pó servida com pão ou batata frita. É um dos lanches mais populares nas ruas de Berlim. Experimente o Currywurst no Curry 36.

Experimente currywurst em Berlim

Schnitzel é um filé de carne a milanesa (porco ou vitela) geralmente acompanhado de salada de batata ou repolho. Experimente o Schnitzel no Zur Letzten Instanz. O restaurante existe desde 1621 e já recebeu personalidades como Napoleão Bonaparte e Beethoven.

Kebab é um sanduíche de origem turca, feito com pão pita recheado com carne assada no espeto, com salada e molhos variados. Como existe uma grande comunidade turca em Berlim, é muito comum encontrar kebabs por toda a cidade. O Mustafa’s Gemüse Kebap é um dos mais famosos.

Kebab em Berlim

Outra coisa que reparei é que existem muitos restaurantes vietnamitas em Berlim. Isso porque a cidade tem uma grande comunidade de imigrantes do Vietnã, que chegaram à Alemanha em três ondas de imigração diferentes.

A primeira, na década de 70, quando o Vietnã enviou milhares de trabalhadores para sua alidada Alemanha Oriental. A segunda na década de 80, por conta da crise econômica e social do pós-guerra e a terceira que dura até hoje.

Como a culinária vietnamita é uma das minhas preferidas, confesso que aproveitei os excelentes restaurantes que encontrei. Recomendo o Monsieur Vuong.


Markthalle Neun: o melhor mercado gastronômico de Berlim

Markthalle Neun: dica gastronômica em BerlimÉ impossível falar sobre gastronomia em Berlim sem falar do Markthalle Neun, localizado no descolado e multicultural Kreuzberg.

O mercado foi construído em 1891 e reaberto em 2007. Ele é o lugar perfeito para experimentar a diversidade culinária de Berlim.

Às quintas-feiras, acontece o chamado ‘Street Food Thursday’, com uma seleção de comidas de rua do mundo todo.


Berlim LGBTQIA+

Berlim é uma das cidades mais abertas e tolerantes do mundo. E o descolado distrito de Schöneberg é o coração da comunidade LGBTQIA+ na capital alemã.

É lá que fica o Schwules Museum (Gay Museum), inaugurado em 1985. Esse é o único museu do mundo dedicado exclusivamente à arte, à cultura e à história da comunidade LGBTIQIA+ na Alemanha e no mundo.

Recomendo também visitar o Memorial aos Homossexuais Perseguidos sob o Nazismo (Memorial to Homosexuals Persecuted Under Nazism).

O memorial foi inaugurado em 2008 e fica no Tiergarten, em frente ao Memorial aos Judeus Mortos da Europa.

O monumento consiste em um cubo de concreto cinza com uma pequena janela, por onde é possível assistir um vídeo mostrando beijos entre homens gays e mulheres lésbicas.

Memorial dos homossexuais mortos pelo nazismo


Encontre um hotel Travel Proud em Berlim

O novo selo Travel Proud do Booking.com foi lançado recentemente pela empresa, depois de uma pesquisa que mostrou que mais da metade das pessoas LGBTQIA+ já foi discriminada durante suas viagens.

Ao filtrar sua hospedagem em Berlim por acomodações Travel Proud, você tem a certeza de que está fazendo uma reserva em um lugar onde você será acolhido como quem realmente é, independentemente de quem ama ou como se identifica.


29. Berlim com crianças: Zoológico de Berlim, AquaDom & Sea Life e Legoland Berlim

A capital alemã oferece muitas atrações e lugares divertidos para quem viaja com crianças. Alguns destaques são:

  • Zoo-Berlin é o mais antigo e famoso zoológico da Alemanha, onde você pode ver de leões a pandas;
  • AquaDom & Sea Life é uma atração incrível para quem gosta do mundo aquático;
  • LEGOLAND® Discovery Centre, um parque temático feito inteiramente com as famosas peças de Lego

Onde ficar em Berlim, a capital alemã

Hospedagem não é um problema em Berlim. A cidade é uma das capitais da Europa com melhor custo-benefício em hospedagem, com uma oferta muito diversificada de hotéis, hostels e imóveis de temporada.

Tive duas excelentes experiências com hospedagem em Berlim e acho que vale a pena compartilhar.

O nhow Berlin é um dos hotéis mais bonitos e estilosos da cidade. A localização é maravilhosa, ao lado da East Side Gallery e a poucos passos do descolado Kreuzeberg.

O café da manhã é outro ponto alto. E como se já não fosse suficiente, eles também oferecem guitarra e amplificador para que os hóspedes possam fazer um som em seus quartos. Demais!

Hotel nhow em Berlim
Hotel nhow Berlin

O hotel Berlin, Berlin é um clássico na cidade e fica em frente à Lützowplatz, entre os distritos Mitte e Schöneberg.

Os quartos são imensos e a localização é excelente para quem está planejando usar o transporte público de Berlim e o custo-benefício é excelente (tem diárias a partir de 70 €).

O hotel tem o selo Travel Proud do Booking.com.

Veja como foi a minha experiência de hospedagem no Hotel Berlin, Berlin.

Quarto no Hotel Berlin, Berlin


Encontre hospedagem em Berlim com até 50% de desconto


Não se esqueça de fazer um seguro viagem para Berlim, hein?

Brasileiros não precisam de visto para uma viagem para a Alemanha de até 90 dias. Basta apresentar passaporte válido por, no mínimo, três meses da data de entrada no país.

No entanto, é preciso contratar um seguro viagem com cobertura mínima de 30.000 € (Seguro Schengen).

A dica que eu uso e recomendo é usar um comparador de seguro viagem online para analisar planos de várias seguradoras lado-a-lado e ideal para sua viagem.

No site da Seguros Promo você encontra opções de planos de seguro viagem para Europa por menos de R$ 10 por dia de viagem. Ganhe no mínimo 15% de desconto na contratação usando nosso cupom TOPENSANDO15.

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Principais pontos turísticos e passeios em Berlim | No Mapa

Veja no mapa interativo a seguir, as localizações de todas essas dicas do que fazer em Berlim.


Leia também: Use um mapa personalizado do Google para planejar a sua viagem


Novidades: lista das principais atrações de Berlim recentes

  • O ano de 2024 marca o 35º aniversário da queda do Muro de Berlim. E data merece celebrações especiais. Fique de olho no calendário oficial do turismo de Berlim.
  • Grande exposição ‘Magic of the North’ de Edvard Munch na Berlinische Galerie;
  • Fotografiska at the former Tacheles: famoso museu dedicado à fotografia no histórico Kunsthaus Tacheles, um edifício que já foi uma loja de departamentos, uma prisão nazista e uma galeria de arte alternativa;
  • Inauguração de três novos museus: Samurai Museum, Museum of 20th Century e Sculpture Garde na Neue Nationalgalerie.

Como chegar em Berlim

Não há voos diretos para Berlim a partir do Brasil. Portanto, você vai precisar fazer pelo menos uma escala em outra cidade europeia.

As principais companhias aéreas que oferecem voos para Berlim são a Air France (com escala em Paris), a British Airways (com escala em Londres) e a KLM (com escala em Amsterdam.

Compare preços em sites confiáveis como o KAYAK, Skyscanner e Vai de Promo. E compre sua passagem com, no mínimo, 4 semanas de antecedência para economizar.

O principal aeroporto de Berlim é o Aeroporto de Berlim-Brandemburgo (BER). Ele fica a cerca de 18 km do centro da cidade.

Para sair do aeroporto e chegar ao centro da cidade, você pode contratar um transfer privado, usar táxi ou aplicativo de mobilidade, ônibus ou os trens S-Bahn (trem urbano) ou Regional Express (trem regional).

Recomendo comprar o Berlin Welcome Card para ter acesso ilimitado ao transporte público de Berlim. Para ir do aeroporto até a cidade é preciso comprar o bilhete para as zonas ABC.

Também é possível chegar em Berlim de trem ou ônibus a partir de outras cidades na Alemanha e na Europa. São opções mais práticas e muitas vezes mais baratas que os voos.

Eu comprei todas as minhas passagens de trem na Europa através da Omio e recomendo. Muitos sites de empresas alemãs não têm tradução e isso complica um pouco as coisas.

Usando o site da Omio em inglês, com tradução para português, fica mais fácil. Além da facilidade de comparar horários e empresas para comprar a passagem com o melhor custo-benefício possível.


Dica de ouro para economizar com câmbio em uma viagem para Europa

Passei a economizar MUITO nas minhas viagens para o exterior desde que comecei a usar os novos cartões de débito vinculados a contas internacionais como Nomad e Wise.

Essas contas são gratuitas e oferecerem um cartão de débito Mastercard sem taxas ou anuidade. Elas também usam o câmbio do dólar comercial e só cobram 1,1% de IOF (menos que os 5,38% do cartão de crédito brasileiro).

Bem mais seguro que usar dinheiro vivo e bem mais vantajoso que o cartão de crédito brasileiro.


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Quando visitar Berlim: qual é a melhor época do ano?

Berlim é uma cidade que pode ser visitada em qualquer época do ano. Mas a cada estação você viverá uma cidade diferente.

O verão (de junho a agosto) é a época mais movimentada em Berlim. Faz muito calor e as ruas enchem, com programação farta de eventos culturais e festivais ao ar livre. É uma boa época para curtir a vida noturna, os bares e restaurantes nas margens do rio Spree, já que anoitece tarde.

O verão é a melhor época para conhecer Berlim

No inverno (de dezembro a fevereiro) faz muito frio em Berlim. E põe frio nisso! Os dias costumam ser curtos e escuros. E não dá nem ânimo para sair de casa. Porém, pode ser uma boa para quem quer conhecer os mercados de Natal e aproveitar as pistas de patinação no gelo pela cidade.

Na tabela a seguir, você encontra um resumo das temperaturas (mínima e máxima) e precipitação (quantidade de chuva) em Berlim em cada mês do ano.

Mês Jan Fev Mar Abr Mai Junho Jul Ago Set Out Nov Dez
❄️ Mín. -2 °C -1 °C 1 °C 5 °C 10 °C 13 °C 15 °C 14 °C 11 °C 7 °C 3 °C -0 °C
☀️ Máx. 3 °C 4 °C 9 °C 14 °C 19 °C 22 °C 24 °C 24 °C 19 °C 13 °C 7 °C 4 °C
☔ Chuva 42 mm 33 mm 40 mm 37 mm 55 mm 71 mm 55 mm 58 mm 45 mm 37 mm 49 mm 55 mm

Quantos dias em Berlim?

Tente planejar uma viagem para Berlim de pelo menos 3 dias inteiros. Será suficiente para conhecer as principais atrações históricas, culturais e gastronômicas da cidade sem atropelos.

Com mais tempo, você pode explorar o lado mais alternativo da cidade, igualmente interessante.

O bate-volta para Potsdam e a visita ao Campo de Concentração de Sachsenhause também são bem populares entre os viajantes. Tem gente que faz os dois no mesmo dia.


Leia mais dicas de Berlim e da Alemanha


13 casas de artistas que viraram museus pelo mundo

Já pensou visitar a casa de importantes nomes da arte mundial e se transportar para suas inspirações, inquietações por meio de lembranças e marcas nos locais onde viveram e criaram? Eu já! E inspirada por esse desejo fiz uma lista com 13 casas de artistas que viraram museus pelo mundo.

Depois dessa verdadeira lista de desejos, o que não faltará é inspiração para viajar.



1. Museu Rodin, em Meudon na França

O escultor francês Rodin (1840 -1917) comprou Villa des Brillants, em Meudon em 1895. E apesar de continuar com seu ateliê em Paris, era aqui que sua criatividade encontrava a força de trabalho de mais de 50 assistentes.

Você pode admirar algumas das mais famosas obras de Rodin enquanto passeia pelo lugar.

Casas de artistas que viraram museus pelo mundo
© Musée Rodin, A. Berg

Leia mais sobre a visita ao Museu Rodin em Meudon.


2. Museu Frida Kahlo, na Cidade do México

A famosa Casa Azul de Frida Kahlo (1907-1954) é uma das ‘casas-museu’ mais famosas do mundo. No simpático bairro de Coyoacán, distrito da Cidade do México, você pode visitar a casa onde viveu e morreu uma das pintoras mais conhecidas do mundo.

O museu funciona de terça-feira a domingo, das 10h às 18h.

Casas de artistas que viraram museus pelo mundo
Foto: fragatasurprise.com

Leia mais sobre Coyoacán e a Casa Azul de Frida Kahlo.


3. Casa Museu Rembrandt, em Amsterdam

Viaje no tempo durante a visita à casa onde Rembrandt (1606 – 1669), um dos maiores artistas holandeses de todos os tempos viveu por 20 anos.

A casa também serviu de ateliê do artista e pode ser visitada diariamente, das 10h às 18h.


Saiba mais sobre a casa de Rembrandt em Amsterdam


4. Pollock-Krasner House, em East Hampton

Jackson Pollock (1912-1956), um dos mais importantes artistas do expressionismo abstrato. Ele mudou-se para esta casa, considerada Patrimônio Histórico Nacional em East Hampton nos anos 40 com sua companheira e também pintora Lee Krasner (1908 – 1984).

A casa fica aberta de maio a outubro, às quintas, sextas e sábados das 13h às 17h. Confira a programação completa aqui.

Uma das grandes atrações da casa-estúdio museu é a visita ao celeiro onde Pollock pintava suas imensas telas.

Casas de artistas que viraram museus pelo mundo
Foto: www.stonybrook.edu/pkhouse

Fico emocionada sempre que vejo um trabalho do Pollock ao vivo. Recomendo visitar o MoMA, em Nova York, para se impressionar com as imensas telas. De chorar de tão lindas!


5. Casa Museu Salvador Dalí, em Portlligat

Visitar essa casa incrível é entrar um pouco no mundo mágico e peculiar de Salvador Dalí (1904 – 1989). Você pode visitar os cômodos da casa onde morou Dalí, seu ateliê e ver ao vivo, duas obras inacabadas do artista!

Confira os horários de funcionamento e programação aqui.

Casas de artistas que viraram museus pelo mundo


A casa de Dali em Portlligat no Ideias na Mala


6. Museu Picasso, em Antibes, sul da França

Além de visitar o único Museu Picasso do mundo que foi casa do artista por um período, você vai também poder se impressionar com uma grande coleção de arte moderna e com o azul do mar do sul da França.

Casas de artistas que viraram museus pelo mundo
“Antibes” by Sébastien Bertrand is licensed under CC BY 2.0

Antibes e o Museu Picasso no blog Mari Campos pelo Mundo


7. Casa e Jardins de Monet em Giverny, França

Prepare-se para literalmente entrar nas obras do pintor Claude Monet (1840 – 1926). Essa é a casa onde o pintor morou entre 1883 e 1926, em Giverny, a 75 km de Paris.

Aqui você pode visitar os jardins de Monet. Inspiração total!

Faça um tour virtual!

casas de artistas que viraram museus
“Claude Monet house and garden in Giverny” by Anna & Michal is licensed under CC BY 2.0

8. Casa Natal de Goya, em Fuendetodos, Espanha

A casa onde nasceu o pintor Goya (1746-1828) fica em Fuendetodos, na Espanha. É uma construção antiga, declarada Patrimônio Histórico Nacional e aberta à visitação do público desde 1985.

casas de artistas que viraram museus
“Estatua de Francisco de Goya frente a su casa natal en Fuendetodos, Zaragoza” by Samuel Negredo is licensed under CC BY 2.0

9. Maison de Van Gogh, em Auvers-sur-Oise, na França

Foi em uma cidadezinha a cerca de 30km de Paris, chamada Auvers-sur-Oise, que o grande pintor holandês Van Gogh (1853 – 1890) passou seus últimos dias. Nessa casa.

casas de artistas que viraram museus
Foto: www.maisondevangogh.fr

Leia também: Seguindo os passos de Van Gogh no blog Última Parada


10. Georgia O’Keefe’s Museum, no Novo México, EUA

A casa e estúdio da artista americana Georgia O’Keeffe no Novo México também se transformou em um museu sobre sua obra.


Neste site você pode saber mais sobre os mais de 30 museus que foram casa ou ateliê de artistas americanos nos Estados Unidos. Achei muito legal!


11. Casa de verão de Kandinsky e Gabriele Münter em Murnau, na Alemanha

A pintora Gabriele Münter (1877 – 1962) e o pintor russo Wassily Kandisnky (1866-1944) passaram os verões de 1909 a 1914 nessa casa em Murnau, uma cidade a cerca de 70 quilômetros de Munique.

A Münter House  tem muita importância na história da criação do expressionismo. Dizem que o Blue Rider Almanac foi criado lá. A casa está aberta à visitação desde 1999, de terça-feira a domingo, das 14 às 17h.

casas de artistas que viraram museus
Gabriele Münter, The Russians’ House, 1931, óleo sobre tela (Stadtische Galerie im Lenbachhaus, Munich)

12. Casa de verão de Renoir, em Essoyes, França

Você pode visitar a casa onde o pintor impressionista Renoir e sua esposa Aline Charigot passaram os verões de 1896 a 1919, em Essoyes, na França.

O local passou por uma extensa restauração e reabriu suas portas ao público, que pode visitar o ateliê do jardim, onde Renoir criava. casas de artistas que viraram museus


13. Casapueblo, em Punta Ballena, Uruguai

Casapueblo é a antiga casa de verão do arquiteto e artista plástico Carlos Páez Vilaró e fica em Punta Ballena, próxima de Punta del Este, no Uruguai.


13 casas de artistas que viraram museus pelo mundo


Onde comer em Palm Beaches: os melhores restaurantes da região

Comer bem é uma das coisas que realmente fazem as viagens valerem a pena. Sendo assim, preparei uma lista de onde comer em The Palm Beaches, uma das regiões mais interessantes da Costa Leste da Flórida.

Este é um destino perfeito para curtir ‘férias das férias’ depois de uma programação intensa de parques temáticos em Orlando, ou compras e badalação em Miami.

Nessa lista esperta com os melhores restaurantes de Palm Beaches, você encontrará dicas de onde comer nas principais cidades dessa região: Palm Beach, West Palm Beach, Delray Beach e Jupiter!


Leia também: 9 motivos para conhecer e amar The Palm Beaches


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Essas contas são gratuitas e além de oferecerem um cartão de débito Mastercard sem taxas ou anuidade, usam o câmbio do dólar comercial (bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos) e cobra apenas 1,1% de IOF (menos que os 5,38% do cartão de crédito brasileiro).

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Onde comer em The Palm Beaches: dicas por cidade

» Onde comer em Delray Beach

1. Brule Bistro

Localizado no coração da charmosa Delray Beach, mais precisamente na Pineapple Grove, o Brule Bistro é uma excelente dica de onde comer em uma das cidades mais gostosas de Palm Beaches.

Brule Bistro: dica de onde comer em Palm Beaches

Obviamente ataquei o camarão, uma das coisas que você tem que provar e provar de novo na Flórida!


2. Yaxche Tearoom + Emporium

A Yaxche Tearoom é um dos lugares mais incríveis e exóticos que já visitei. A casa de chás que funciona também como um empório fica em uma pacata rua em Delray Beach, uma cidade deliciosa na costa leste da Flórida.

Aqui você pode escolher um blend personalizado de chá, perfeito para o seu gosto.

Yaxche Tearoom: dica de onde comer em Palm Beaches


3. Gary Rack’s Farmhouse Kitchen

O menu do Gary Rack’s Farmhouse Kitchen tem a filosofia de servir “apenas boa comida”, honrando o meio ambiente e apoiando fornecedores locais. A missão deles é não servir apenas como um lugar para jantar, mas também passar um estilo de vida rural.


4. Che!! Restaurant

O Che!! Restaurant é um famoso restaurante internacional com influências argentinas e espanholas, com vista!


+ Encontre as melhores opções de hospedagem em Delray Beach


» Onde comer em Jupiter

5. Guanabana’s

Uma fantástica dica de onde comer em Jupiter, a cidade mais ao norte do condado de Palm Beach, é o Guanabana’s, aberto em 2004 por surfistas da região como uma loja de sanduíches.

Com o passar do tempo, o Guanabana’s se tornou uma verdadeira instituição em Jupiter, e não é pra menos. O ambiente é incrível. Totalmente ao ar livre, cercado por verde e com uma atmosfera relaxada e descolada! Guanabana's: dica de onde comer em Palm Beaches

As porções são grandes e dá para dividir com a turma. Para acompanhar, uma cerveja local não pode faltar, né? A Flórida tem ótimas cervejarias. Aproveite a viagem para descobrir sabores cervejeiros locais.

Entrada e cerveja no Guanabana's, em Jupiter

Reserve um tempinho depois do almoço para contemplar a vista e relaxar.


6. 1000 NORTH

O 1000 NORTH é um dos melhores restaurantes da Flórida à beira-mar. O restaurante tem quatro áreas de refeições exclusivas, todas com vistas deslumbrantes, ou do Farol de Jupiter, ou da Intracoastal Waterway.

O restaurante oferece cozinha regional americana com um toque moderno e serviço impecável. O brunch no final de semana é bem disputado!


+ Encontre ofertas de hospedagem em Jupiter, Fl


» Onde comer em Palm Beach

7. Buccan e Imoto

Os restaurantes irmãos Buccan e Imoto são duas excelentes dicas de onde comer na famosa Palm Beach.

O cardápio do Buccan é resultado da culinária americana criativa e inventiva de Clay Conley e é inspirado pelas cidades e países por onde Clay já passou ou viveu. Experimentamos algumas das especialidades do Buccan, com destaque para as short-ribs empanadas, e o delicioso tartare de salmão.

Buccan: dica de onde comer em Palm Beaches

A surpreendente carta de drinks dá um toque a mais à experiência, que fica completa com o ambiente acolhedor e aconchegante, serviço de primeira e a cozinha aberta para o salão.

Ambiente descolado do Bucan

As entradas deliciosas no Buccan prepararam meu apetite para a próxima etapa da noite: o jantar no Imoto, palavra que significa ‘irmã caçula’ em japonês.

Inspirado no Buccan, irmão mais velho, o Imoto expande o conceito para a culinária asiática. Nas paredes, belas fotos de Myanmar, logo me fizeram me sentir em casa.

Imoto: dica de onde comer em Palm Beaches

O cardápio do Imoto é extenso e cheio de surpresas. Os pratos são individuais, ou podem ser compartilhados pelo seu grupo de amigos ou familiares, como nós fizemos. Se você está procurando um restaurante japonês em Palm Beach, o Imoto vai te surpreender!

Imoto: dica de onde ficar em Palm Beaches


8. Celis Produce

Uma das coisas que eu mais gosto de visitar na Flórida são esses pequenos lugares charmosos, em sua maior parte, empresas familiares com muita tradição. O Celis Produce é um deles.

Os produtos vendidos pelos irmãos Celis são 100% orgânicos, produzidos localmente. Os sucos são frescos e feitos quase artesanalmente, um por um.

Celis Produce: dica de onde comer em Palm Beaches

Visitamos o Celis Produce que fica no charmoso Royal Poinciana Plaza e conhecemos um dos donos do estabelecimento. Pra ele, o lugar é muito mais que um ‘bar de sucos’. O local é parada diária para comunidade local e uma oportunidade para experimentar novos sabores e combinações.

Cercada por esse visual então, já pensou?!

Dica de onde comer em Palm Beaches: Royal Poinciana


9. Le Passage at Cafe Boulud

Recentemente, o Café Boulud, localizado no Hotel Brazilian Court, foi reinaugurado como ‘Le Passage’. O restaurante oferece um menu fresco com inspiração no cardápio do restaurante original do Chef Boulud em Nova York.


10. Florie’s no Four Seasons Resort Palm Beach

O Florie’s é o novo restaurante do Four Seasons Resort Palm Beach em parceria com o triestrelado chef Mauro Colagreco. O menu é inspirado na natureza e tem inspiração em Palm Beach e na Riviera Francesa.

Outra particularidade é que o restaurante tem uma extensa carta de vinhos 100% orgânica, uma filosofia seguida pelo restaurante.


11. CPB at The Colony Palm Beach

O CPB é o novo restaurante do hotel The Colony Palm Beach. Com um menu inspirado no mar, o chef Tom Whitaker reinventa clássicos americanos, com ênfase em produtos locais.


12. Seaway no Four Seasons Palm Beach

Se você está procurando um lugar para comer em Palm Beach com vista panorâmica do Oceano Atlântico, sua escolha tem que ser o Seaway at Four Seasons Resort Palm Beach.

O menu do restaurante do hotel Four Seasons Resort Palm Beach usa e abusa de frutos do mar e outros ingredientes nativos do sul da Flórida.


+ Encontre as melhores opções de hospedagem em Palm Beach


» Onde comer em West Palm Beach

13. Galley

O novo restaurante do Hilton West Palm Beach oferece um menu com sabores globais e passou recentemente por uma remodelação.

A coleção de arte contemporânea na parte interior do restaurante e uma moderna lareira/fogueira na parte exterior do Galley completam essa verdadeira experiência sensorial!

Restaurante Galley no Hilto West Palm Beach

Todas as sextas-feiras o restaurante organiza eventos musicais com banda ao vivo. Fica a dica!


Leia mais sobre o Hilton West Palm Beach, um hotel com pinta de resort


14. The Restaurant at The Norton

Outra excelente dica de onde comer em West Palm Beach é o The Restaurant at The Norton (Museum of Art).

Depois de uma recente expansão que custou cerca de $100 milhões de dólares, o museu reabriu suas portas com um restaurante com cardápio surpreendente e um terraço com vista para o jardim.

The Restaurant at The Norton

The Restaurant é operado pelo Constellation Culinary Group, que administra restaurantes no Carnegie Hall, na New York Historical Society, no Philadelphia Museum of Art e no Perez Art Museum Miami.

Depois de uma apresentação dessas, minha contribuição só poderia ser fotográfica, né?!

The Restaurant at The Norton Museum

Sobremesa no The Restaurant at The Norton

Ahh, recomendo que você visite o The Norton em uma noite de sexta-feira, quando acontece o já tradicional ‘Art after dark’, hein?!


15. Batch New Southern Kitchen & Tap

O Batch New Southern Kitchen & Tap é um restaurante e bar casual, localizado na efervescente Clematis Street, em Downtown West Palm Beach. O cardápio é inspirado na gastronomia do sul dos Estados Unidos e o restaurante se orgulha em usar ingredientes frescos e locais.

Oferece opções veganas e sem glúten.


16. Todd’s by Todd English at EmKo

Localizado em Flamingo Park, o bairro histórico de West Palm Bech, a EmKo é um espaço para artistas composto por galeria, bar de sucos, mercado, padaria e um restaurante, inaugurado pelo chef Todd English.

O Todd’s tem um conceito casual e moderno e um cardápio inspirado nos sabores americanos, com ênfase na alimentação criativa.


17. Dr. Limon

Um dos restaurantes peruanos mais amados de Miami abriu suas portas recentemente na agitada Clematis Street, em Downtown West Palm Beach. O Dr. Limon oferece mais de 17 variedades de ceviche em seu cardápio, além de drinques com gelo seco e pisco.


19. Cholo Soy Cocina

O restaurante Cholo Soy Cocina fica em Antique Row, um dos bairros mais interessantes de West Palm Beach. O Chef Clay Carnes, da Cutthroat Kitchen, da Food Network comanda o restaurante, que oferece um novo tipo de comida de rua latina.

Com sabores andinos-americanos tentadores, produtos locais e ingredientes de alta qualidade, é uma das melhores dicas de onde comer em Palm Beaches! Não deixe de experimentar os tacos feitos com tortillas de milho branco orgânico da Flórida.


20. Grandview Public Market

Um dos lugares mais legais para comer em West Palm Beach é o Grandview Public Market, uma espécie de mercado público com diferentes opções de gastronomia e bebidinhas para todos os gostos, do café à cerveja artesanal.

Todo sábado rola uma feirinha ao ar livre, a Farmer’s Market by Farriss Farm. A entrada é gratuita.

Grandview Public Market: dica de onde comer em Palm Beaches Grandview Public Market – 1401 Clare Ave, West Palm Beach, FL


+ Encontre as melhores opções de hospedagem em West Palm Beach


Festivais e eventos gastronômicos em The Palm Beaches

Além de conhecer os ótimos restaurantes em The Palm Beaches em qualquer época do ano, você também pode programar a sua viagem para coincidir com um dos festivais e eventos gastronômicos que ocorrem anualmente nessa região.

Os principais deles, são:

Boca Restaurant Month | Evento anual que acontece durante o mês de setembro, nos restaurantes de Boca Raton. Mais de 20 restaurantes na região de Greater Boca Raton servem refeições de três pratos com preços reduzidos.

Dine Out Downtown Delray Restaurant Week | A Dine Out Downtown Delray Restaurant Week acontece de 1 a 7 de agosto e oferece menus de preço fixo com vários pratos, começando pelo almoço por 20 dólares e jantar por 40 dólares (por pessoa).

Flavor Palm Beach | O Flavor Palm Beach acontece no mês de setembro na badalada Palm Beach. É a sua chance de experimentar os restaurantes mais famososo da cidade menu de almoço e jantar com três pratos por um preço reduzido. Confira os restaurantes participantes.


Mapa interativo com os melhores restaurantes de Palm Beaches


Leia também: Como usar o Google My Maps para planejar a sua viagem


Gostou das dicas de onde comer em Palm Beaches?

Tem mais alguma dica de onde comer em Palm Beaches? Deixa um comentário e conta tudo pra nós!


Seguro viagem para os EUA é essencial

Uma simples visita à emergência médica nos Estados Unidos pode facilmente passar de 5.000 dólares. Não é brincadeira. Muito melhor investir em um bom seguro viagem e não passar perrengue depois.

Além da cobertura médica e odontológica, a maioria dos planos de seguro viagem para os Estados Unidos oferece reembolso em caso cancelamento ou interrupção de viagem e atraso de voo ou extravio de bagagem.

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Leia também: Dicas infalíveis para contratar seguro viagem mais barato


Mais dicas de viagem para Palm Beaches


Alessandra viajou a convite do Discover The Palm Beaches e Copa Airlines.


One World Observatory: uma das melhores vistas de NY

O One World Observatory é o deque de observação do One World Trade Center, o prédio mais alto de Nova York. Localizado em Lower Manhattan, parte sul da ilha, o One WTC tem um significado especial e profundo para a cidade, já que foi construído no imenso ‘vazio’ deixado pela queda das torres gêmeas depois do atentado de 11 de setembro de 2001.

Além ser um dos melhores lugares para ver Nova York do alto, com direito a uma vista privilegiada de Lady Liberty, a Estátua da Liberdade, o One World Observatory oferece várias atrações interativas, que tornam a visita ainda mais imersiva e interessante.

Quer saber como funciona a visita e se vale a pena mesmo visitar o One World Observatory? Aperta o play e sente o clima!



O One World Trade Center

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY A construção do One WTC foi concluída em 2014 e o arranha-céu, com 1.776 pés de altura – 541 metros -, número simbólico em homenagem ao ano da independência americana, se tornou o edifício mais alto do Ocidente e o 4º prédio mais alto do mundo!

O projeto do escritório Skidmore, Owings & Merrill LLP (SOM) tem 104 andares, com três deques de observação entre o 100º e o 102º andar, que fazem parte do One World Observatory.

O exterior do One WTC é revestido com vidro super resistente e lâminas de aço inoxidável e seu interior com uma estrutura híbrida reforçada de concreto e aço. Dizem que a quantidade de vidro no One WTC é suficiente para cobrir 20 campos de futebol, e com o aço usado na construção do prédio, poderiam ser fabricados cerca de 20.000 carros. Impressionante, né?


Leia também: Como escolher o melhor seguro viagem para Nova York


Onde fica o One World Observatory?

O One World Observatory fica no One World Trade Center, na esquina das ruas West e Vesey, no sul da ilha de Manhattan, em Nova York.

Se você se perder é só olhar para o alto e dar de cara com o futuro.

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


Como chegar?

Acho que a maneira mais fácil e rápida de chegar até o One World Observatory é de metrô.

As estações mais perto do One World Trade Center e as linhas que as servem, são:

  • Chambers St.-WTC: linhas A e C;
  • Fulton St.: linhas 2 e 3;
  • Cortland St.: linhas R e W;
  • Rector St.: linha 1;
  • World Trade Center: linha E.

Nessa viagem também descobrimos a beleza que é andar de ônibus em Nova York. Bem mais prático para quem tem alguma restrição de mobilidade e não aguenta subir e descer escadas, principalmente quando está fazendo calor.

O M20 (South Ferry) para Vesey St/North End Ave e o M55 (South Ferry) para Broadway/Cortland St. vão te levar até o One World Observatory. Veja o mapa dos ônibus de Manhattan.


Confira o mapa das linhas de metrô de Nova York


Quanto custa?

O ingresso normal custa US$ 43,55. Ele dá acesso aos andares 100, 101 e 102 e ao City Pulse. Crianças de 5 a 12 anos pagam US$ 37,37. Maiores de 65 anos pagam US$ 41,73.

O All Inclusive também dá direito a uma bebida (café, cha, refrigerante, cerveja, vinho ou coquetéis da casa). Além disso, você pode chegar a hora que quiser no dia selecionado. O ingresso custa US$ 65,33.

Recomendo comprar com antecedência. Usando o site Civitatis, você paga em real, com até 9% de desconto sobre o preço oficial da bilheteria. Compensa demais!

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


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Leia também: Abra já uma conta Nomad gratuita e ganhe até US$ 20 (mais de R$ 100) de presente.


O One World Observatory está em algum dos passes de atrações de NY?

A visita ao One World Observatory está inclusa no cartão The New York Pass® e no Go City: New York Explorer Pass.

Para usar os passes, você não precisa reservar e nem pagar qualquer valor adicional para visitar o observatório.

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY

O interessante de comprar o cartão The New York Pass® e no Go City: New York Explorer Pass é que eles oferecem ingressos para as principais atrações de Nova York, com um baita desconto!


Horário de funcionamento do One World Observatory

O One World Observatory abre todos os dias do ano. Segue a tabela com o horário de funcionamento para cada época do ano:

  • 4/1 – 30/4: 9 às 21h (último ingresso vendido às 20h15)
  • 1/5 – 4/9: 8 às 21h (último ingresso vendido às 8h45 e os visitantes podem aproveitar até às 22h)
  • 5/9 – 20/12: 9 às 21h (último ingresso vendido às 20h15)
  • 21/12 – 3/1: 8 às 20h (último ingresso vendido às 19h15)

Qual é o melhor horário para visitar o One World Observatory?

O ideal é visitar o One World Observatory em um fim de tarde, para assistir às luzes da cidade acendendo. Dessa maneira você pode tirar fotos da vista tanto de dia quando à noite. Além do pôr do sol, é claro!

Escolha chegar entre 16 e 18h para aproveitar melhor a hora mágica do dia! Você pode ficar no observatório o quanto quiser, e pode subir meia hora, 40 minutos antes do seu horário marcado

Infelizmente, como eu tinha pouco tempo em Nova York dessa vez, marquei a visita para a parte manhã. Mas quando cheguei lá, dei de cara com um aviso de falta de visibilidade. Não desisti, esperei um pouquinho, dei uma volta pela região, fotografar a bela estação Oculus, fazer umas comprinhas na Century 21 e almoçar no Eataly Downtown. Deu sorte. Depois do almoço o tempo abriu e conseguimos subir!

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


Como foi a visita ao One World Observatory? Valeu a pena?

Minha primeira impressão foi ótima. A experiência é bastante interativa, e mesmo com o problema do mau tempo, não achei a fila cansativa, ou nada disso. A ‘viagem de elevador’ é bem legal e as surpresas no meio do caminho também!

O observatório é belíssimo, moderno e a vista 360º da cidade é apaixonante. Recomendo!

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


As atrações do One World Observatory

Falarei um pouquinho sobre as atrações do One World Observatory, sem dúvida nenhuma, o observatório mais tecnológico da cidade.

» Global Welcome Center

Após passar pela bilheteria, desça as escadas rolantes até o ponto de conferência dos ingressos e segurança. Aqui você terá que passar por uma revista, assim como deverá posicionar seus pertences na esteira para serem examinados por raio-x.

Depois da liberação, você chega à área chamada “Global Welcome Center”, com uma tela gigante com algumas estatísticas de quantidade de visitantes e seus países de origem que já passaram pelo One World Observatory.

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY

» Voices

A próxima sala é dedicada às histórias da construção do One World Trade Center, contadas em depoimentos da equipe de construção desse mega arranha céu.

Além dos vídeos, outro destaque dessa área são as paredes com rochas, como as da fundação do prédio, que nos lembram que essas são as verdadeiras vozes que levantaram o One World e que o mantém de pé!

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY

» O elevador Sky Pod

Logo chegamos a uma das atrações mais esperadas dessa visita ao One World Observatory, a viagem no mega tecnológico elevador Sky Pod, um elevador ultramoderno, com paredes revestidas internamente por imensas telas de LED de alta qualidade, que percorre mais os 102 andares em 47 segudos!

Enquanto o Skypod sobe até o 102º andar, a gente acompanha a transformação da paisagem de Nova York nos últimos séculos. Super legal e interativo. Dá para ter uma noção da experiência toda neste vídeo.

» See Forever Theater

A chegada ao 102º andar (Horizon Level) reserva mais surpresas aos visitantes. Antes de ir até o observatório propriamente dito, é hora de assistir outro vídeo interativo em um grande painel formado por várias telas de LCD.

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY

Só que dessa vez, com uma surpresa muito interessante. Só vendo para saber!

Aqui você também pode alugar um tablet para saber mais sobre os principais pontos turísticos de Nova York. Outra experiência super interativa, que custa US$15 (extra).

» Discovery Level

O deque com a vista 360 graus fica no 100º andar, e ao chegar lá você vai se surpreender. Dá para ver a Ilha de Manhattan todinha, seus contornos e principais atrações. Belíssimo!

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY

Como o observatório tem uma vista de 360º, dá para ir andando e conhecendo cada região da cidade. Oriente-se pelos pontos cardeais marcados no chão do observatório.

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY

A grande vantagem do One World Observatory é que ele é o único observatório da cidade com vista para a Estátua da Liberdade. Vale a visita, não vale?

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


Quer se hospedar com vista para a Estátua da Liberdade? Confira as tarifas do The Wagner Hotel.


» Sky Portal e City Pulse

Outras duas atrações no 100º andar, são:

  • Sky Portal: um ‘portal de vidro’ no chão com 4 metros de diâmetro, que nada mais é que uma tela LCD que transmite, ao vivo e em tempo real o que acontece lá na rua, 100 andares abaixo. É como pisar em um chão de vidro. Já pensou?!
  • City Pulse: apresentações interativas feitas por guias especialistas em NY, usando telas LCD interativas, dispostas em um grande círculo. Descubra mais sobre a história dos bairros e da cultura nova-iorquina.

Onde comer no One World Observatory?

Ufa! Quanta coisa, né?! Deu fome?! No 101º andar você encontrará 3 opções de restaurantes e cafés para refeições ou lanches rápidos: One Café, One Mix e One Dine.

Você encontrará desde lanches rápidos até uma refeição com uma das melhores vistas de Nova York! Ahhh, tem drinks também, hein?! Mas fique ligado, um choppinho custa 11 dólares!

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


A loja de souvenirs do One World Observatory

Para comprar uma lembrança da sua visita ao One World Oservatory, siga até a ótima loja do One World Observatory, que oferece produtos exclusivos e temáticos.

Aproveite para comprar aquele imã que falta na sua geladeira, hein?!


O One World Observatory é melhor ou pior que os outros mirantes famosos da cidade?

Antes de mais nada, devo dizer que se eu fosse você, visitaria pelo menos dois mirantes em NY. Digo isso porque Nova York é uma das cidades mais interessantes para observar do alto. Lá de cima, a gente consegue ter uma noção do tamanho da cidade e da sua distribuição. Uma coisa linda!

Para quem não pode, ou não quer visitar dois ou mais mirantes em Nova York, preparei aqui um comparativo entre o One World Observatory e os outros dois observatórios mais famosos da cidade, o Top of the Rock e o Empire State Building. Confira.

» One World Observatory ou Top of the Rock?

Sou uma eterna apaixonada pela vista do Top of the Rock. Ele foi o primeiro mirante que visitei em Nova York, em um fim de tarde de outono simplesmente perfeito, e ele está bem guardado no fundo do meu coração.

Mas a experiência de visitar o One World Observatory é totalmente diferente. Além da vista, claro!

Como você deve ter percebido, a visita ao One World Observatory é bem interativa, a vista para Midtown é única. Assim como a vista para Lady Liberty.

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY

Outra vantagem é o observatório ser fechado, perfeito para quem visita Nova York no inverno.

» One World Observatory ou Empire State Building?

Visitar o Empire State Building é viver um clássico em Nova York. Não tem como não se emocionar. O mirante do Empire State é muito especial, mas na minha opinião fica em terceiro lugar.

Não que a vista não seja bonita. Muito pelo contrário, é belíssima, mas acho que como é o mirante mais antigo da cidade, ele fica devendo um pouco. Além disso, foi onde peguei a maior e mais demorada fila.

Outro detalhe que achei fofíssimo no One World Observatory e que você não vai ver nem no mirante Empire State Building é esse mini skyline de Nova York. Olha só como fica legal usá-lo na foto!

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


Dicas práticas para visitar o One World Observatory

  • Compre seu ingresso com antecedência;
  • Viaje light. Lembre-se que a revista na entrada é bem rigorosa. Quanto mais coisa você tiver levando, mas vai se atrapalhar;
  • Desligue o flash do seu celular ou da sua câmera para fazer fotos melhores no observatório;
  • Aproveite para visitar as outras atrações dessa região.

O que mais posso visitar perto do One World Observatory?

Aproveite a visita ao One World Observatory para visitar outras atrações de Nova York, como: o Memorial e Museu do 11 de setembro, The Oculus e toda essa região do Ground Zero.

Se quiser, conjugue a visita com uma caminhada pela Ponte do Brooklyn e não deixe de conhecer o Eataly Downtown.

One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


Onde ficar em NY perto do One World Trade Center

Se você quer se hospedar nessa região da cidade, perto do One World Observatory, boas dicas de hospedagem, são: W New York Downtown (★ 9.0), New York Marriott Downtown (★ 8.4) e Holiday Inn Manhattan – Finantial District (★ 8.2).

Uma excelente opção com vista para a Estátua da Liberdade é o The Wagner Hotel (★ 8.9), que fica a 325 metros da balsa para Estátua da Liberdade.


Leia também: 15 hotéis em Nova York com as melhores vistas da cidade


Não se esqueça do seguro viagem, hein?

Se você tá pensando em viajar para Nova York, é essencial contratar um seguro viagem. Só para você ter ideia, um dia de internação nos Estados Unidos pode custar até $5.220 dólares e uma apendectomia pode chegar a $16.000 dólares. Melhor investir bem menos e contratar um seguro viagem internacional, né?!

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Leia também: Como escolher o melhor seguro viagem para Nova York


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One World Observatory: mirante com uma das melhores vistas de NY


Visitamos o observatório a convite do One World Observatory. Independente da cortesia, todas as opiniões expressas aqui são verdadeiras e transparentes. A gente experimenta e conta tudo para vocês. Leia mais sobre as políticas do blog.


Piracicaba, Piracerveja: roteiro pelas cervejarias de Piracicaba

Pamonha, pamonha, pamonha! Com certeza você já deve ter ouvido falar das deliciosas pamonhas de Piracicaba. Mas hoje o assunto é outro e passaremos bem longe dessa história de milho.

Nosso assunto hoje é cerveja! Para ser mais exata, nossa assunto hoje é um roteiro pelas cervejarias de Piracicaba, cidade no interior de SP.

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Isso mesmo! Piracicaba não é só o rio, esse bonitão aí em cima, a cidade é também terra de ótimas cervejarias. Conheceremos 3 delas nesse roteiro esperto para aproveitar os produtos locais, direto da fonte.


1. Cevada Pura

A primeira parada do nosso roteiro pelas cervejarias de Piracicaba foi o Cevada Pura Chopp Bar, na Avenida Rui Barbosa. Chegamos meio tarde, numa quinta-feira, e o bar estava lotado. Quando finalmente conseguimos uma mesa, crentes que iríamos provar chopps diferentes, o garçom nos informou que eles só tinham Pilsen.

Tudo bem. O chopp estava geladinho, e para melhorar era dia de double chopp, dobradinha que acontece de terça a quinta, até meia-noite.

Mesmo assim, decidimos dar um passo adiante e abrir a porta da geladeira no fundo do bar, onde eles guardam as garrafinhas de edições especiais.

Foi grande a minha surpresa quando vi que eles desenvolveram uma American IPA com a Cigar City Brewing, na Flórida, a minha cervejaria preferida durante nosso Roteiro cervejeiro pela Fórida.

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Além da IPA, também provamos a Irish Red Ale, que levou a medalha de ouro no Festival Brasileiro da Cerveja em Blumenau – quem resiste?! – e a Cevada Pura Lemondrop, uma pilsen com aroma de limão, totalmente dispensável.

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Outra dica é pedir o pão de cevada que eles servem no bar, uma delícia!!! :). No nosso caso, o pão foi acompanhamento para o escondidinho.

Cervejarias de Piracicaba


2. Cervejaria Leuven

A Leuven foi a grande surpresa da viagem. Fomos super bem recebidas na fábrica, e pudemos experimentar in loco duas ótimas cervejas, uma Golden Ale, uma cerveja dourada estilo belga, e uma Red Ale, muito gostosa.

Cervejarias de Piracicaba

Porém, os best-sellers da Leuven são a Witbier e a Dubel. Ambas na garrafa de champanhe, e super difíceis de se encontrar. Eles estão aumentando a produção para dar conta da demanda. Não conseguimos exemplares nem na fábrica, e estou louca para provar!

Eles também oferecem degustação direto da ‘fonte’ todo sábado, na própria fábrica.

Cervejarias de Piracicaba


3. Dama Bier

A Dama Bier é conhecida das torneirinhas da capital. São muitos os bares que oferecem chopp Dama, principalmente o IPA, que é bem gostoso, com uma coloração linda!

Cervejarias de Piracicaba

É a única com um pequeno bar anexo à fábrica, mas eu não recomendo. O atendimento é péssimo, e eu não sei se voltaria. Uma pena, pois o espaço é lindo, super bem montado.

Cervejarias de Piracicaba

Saimos da lojinha com uma caixa cheia de garrafas. Os destaques foram a nova Tupi, uma West Coast Rye IPA lançada no mesmo dia que estivemos lá, e a Dama Munchen, muito gostosa, escura, com aroma de caramelo.

Cervejarias de Piracicaba

Cervejarias de Piracicaba


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Leia outras viagens de cerveja


As 10 melhores vinícolas no Uruguai: dicas para incluir no seu roteiro de enoturismo

O Uruguai está cada vez mais na mira dos brasileiros interessados em enoturismo. E não é à toa! Existem cerca de 180 vinícolas no Uruguai e cada vez mais esses estabelecimentos estão abrindo as suas portas para visitação, degustação de vinhos e experiências enogastronômicas incríveis.

As melhores vinícolas do Uruguai

Soma-se a isso o fato do país ser vizinho do Brasil e ter muitos outros atrativos. O voo de São Paulo a Montevidéu, por exemplo, dura cerca de 2 horas. Super fácil. E você consegue entrar no país apenas com seu RG. Prático, né?

De quebra é possível passear por Montevidéu, a capital uruguaia. E por outras cidades do Uruguai próximas: Carmelo, Punta del Este e Colonia del Sacramento.

Visitei algumas das melhores vinícolas do país e posso te dizer com propriedade: se você quer conhecer mais sobre a cultura do vinho, o Uruguai te reserva grandes surpresas. Vamos nessa?


Leia também: Regras e requisitos para uma viagem ao Uruguai


10 vinícolas no Uruguai que você tem que conhecer

O Uruguai é um país pequeno, mas com uma grande tradição vinícola. Hoje em dia, é o quarto maior produtor de vinho da América Latina e exporta seus vinhos para diversos países.

Alguns dos melhores vinhos do Uruguai são produzidos por vinícolas das regiões de Canelones, Montevidéu, Maldonado, Colônia e Rivera. Mas é possível encontrar vinhos e vinícolas por todo o Uruguai.

Em cada dessas vinícolas, é possível conhecer a história, a cultura e a gastronomia do país. Além de fazer degustação dos melhores vinhos uruguaios em suas diferentes expressões.

Conheci algumas delas e fiz essa lista com as melhores dicas para você fazer enoturismo no Uruguai. A maioria das vinícolas faz parte da Los Caminos del Vino, uma associação que divulga o enoturismo no Uruguai.

Recomendo uma consulta no site deles para conhecer as diversas opções de enoturismo, com vinícolas familiares abertas à visitação durante todo o ano

Vinícolas no Uruguai: Bouza
Bodega Bouza, pertinho de Montevidéu, no Uruguai

❗ Cabe informar que você só pode transportar os vinhos na bagagem despachada. Então é importante garantir que as garrafas estejam bem embaladas. Solicite uma boa embalagem nas vinícolas. Fica a dica!


Vinho Tannat: a uva símbolo do Uruguai

Originária do sudoeste da França, a Tannat é a principal uva do Uruguai. A variedade chegou ao país, no século XIX, através dos imigrantes franceses, com destaque para Don Pascual Harriague, que foi o primeiro a plantar algumas mudas em solo uruguaio.

O clima do Uruguai é predominantemente mediterrâneo, com verões quentes e chuvosos e invernos frios e secos. O país está rodeado por água, com o Oceano Atlântico, o Rio da Prata e o Rio Uruguai. Isso tudo influencia o terroir das diferentes regiões vinícolas uruguaias.

Os vinhos Tannat têm alta concentração de taninos. E o nome vem daí. São vinhos encorpados e elegantes. Não muito fácil, na minha opinião. Por isso preferi os blends de Tannat com alguma outra uva como Cabernet Sauvignon e Merlot.

Em todas as vinícolas do Uruguai você encontrará vinhos Tannat. Além de outras variedades de uva, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Syrah, Chardonnay, Sauvignon Blanc e Viognier. E a qualidade impressiona, viu?


Vinícolas próximas à Montevidéu, a capital uruguaia (em Canelones)

Existem diversas vinícolas perto de Montevidéu. Isso torna a capital uruguaia uma excelente base para quem deseja desfrutar o turismo enológico e ainda aproveitar para conhecer a cidade.

Destaco aqui 7 vinícolas próximas a Montevidéu, por ordem alfabética.


Consulte as melhores ofertas de hospedagem em Montevidéu


»Antigua Bodega

A Antigua Bodega existe desde 1928, é uma das vinícolas familiares mais tradicionais do Uruguai. A Antigua fica em uma bela propriedade em Canelones, a cerca de 25 km de Montevidéu.

Vinícolas no Uruguai: Antigua Bodega
Antigua Bodega Stagnari, uma das melhores vinícolas do Uruguai

Em seu comando estão Virginia Stagnari (diretora) e Laura Casella, uma das primeiras enólogas do Uruguai. A Vinícola produz 200.000 litros de vinhos finos por ano e os vinhos são excelentes!

A Antigua Bodega recebe os visitantes todos os dias da semana, mas é preciso agendar previamente. Durante a visita guiada, você pode passear pelos vinhedos e conhecer o processo de vinificação da bodega.

E tem degustação, sim! São três tipos de degustações, que variam de 35 a 70 dólares por pessoa. Todas as degustações são acompanhadas por um sommelier, agregando ótimo valor à experiência.

Vinícolas no Uruguai: Degustação na Antigua Bodega
Degustação na Antigua Bodega

Na Degustação Premium (USD 70/pessoa), duração aproximada de 2 horas, você experimentará os seguintes vinhos da Antigua Bodega:

  • Prima Donna – Sauvignon Blanc
  • Bella Donna – Marselan
  • Mburucuyá – Assamblage Collection
  • Prima Donna – Crianza Tannat
  • Osiris – Reserva Merlot

Essa degustação é acompanhada de empanadas e tábua de queijos com pão caseiro. É necessário reservar com 48 horas de antecedência. Eles também preparam almoços completos e harmonizados com vinhos para grupos com 4 ou mais pessoas, o valor é de 85 dólares por pessoa.

Para agendar uma visita e degustação entre em contato pelo e-mail:
[email protected].

» Artesana

A Bodega Artesana fica na região de Las Brujas, a cerca de 40 minutos de Montevidéu. Apesar dos proprietários serem dois californianos, pai e filho, a vinícola é dirigida por mulheres.

E o feminino está presente em vários detalhes, como nas artes de seus rótulos.

Vinícolas no Uruguai: Rótulos dos vinhos da vinícola Artesana.
Vinhos da Bodega Artesana

A Artesana é a única vinícola do Uruguai que produz a uva Zinfandel, uma casta característica da Califórnia e que tem equivalência genética com a Primitivo, da Itália.

Vale a pena visitar a Artesana, suas plantações de uvas e ter uma grande experiência gastronômica acompanhada pelos ótimos vinhos produzidos ali.

Vinícolas no Uruguai: Artesana
Bodega Artesana, uma das melhores vinícolas do Uruguai

Agende a sua visita através do site da Artesana e prove o menu de 6 passos, preparado com ingredientes frescos e locais, harmonizado com 5 vinhos. Eu amei! O valor dessa experiência é de 1800 pesos uruguaios por pessoa.

Há também a opção da degustação de 3 vinhos e 3 tapas por 1200 pesos uruguaios, por pessoa. Ambas incluem visita guiada pelos vinhedos e pela bodega.


» Bodega Bouza

A charmosa Bodega Bouza fica em Montevidéu, a cerca de 20 km do centro. A vinícola familiar produz vinhos de alta qualidade, em pequena escala.

Melhores Vinícolas no Uruguai: Bodega Bouza
Carro antigo na Bodega Bouza

A visita guiada à vinícola Bouza dura aproximadamente 45 minutos, acontece das 10h30 às 16h de segunda a sábado e é gratuita. Durante o percurso o visitante conhece os vinhedos, a bodega e a cava, com informações sobre o processo de fabricação dos vinhos.

Para você ter uma ideia, eles recebem cerca de 40 mil visitantes por ano e cerca de 90% são brasileiros.

Além da visitação é possível ter uma incrível experiência enogastronômica na Bodega Bouza. Algumas das experiências são:

🍷 Experiência Bouza: visita guiada + almoço em 5 passos com 5 vinhos. A duração aproximada é de 2h15. E o valor por pessoa é de 3000 pesos uruguaios, cerca de 90 dólares americanos. Essa experiência dá direito ao serviço de transporte gratuito de/para o centro de Montevidéu. A comida do chef Laurent Lainé é maravilhosa e o serviço impecável. Recomendo!

🍷 Degustação de vinhos: essa experiência é oferecida no espaço Bouza Vinos Garage, um bar-museu, com uma coleção de carros antigos. Ali você degustará 4 vinhos (1 branco e 3 tintos) harmonizados com tapas espanholas. O valor dessa experiência é de 1200 pesos uruguaios por pessoa. A duração aproximada é de 45 minutos.

Além das experiências você tem a opção de almoçar no restaurante da vinícola, com ótimos pratos.


Para reservas e outras informações acesse o site da Bodega Bouza.


» De Lucca

De todas as vinícolas no Uruguai que visitei, a De Lucca foi a mais rústica. A visita e degustação são sempre guiadas por um membro da família, que contará toda a trajetória da De Lucca, desde o ano de 1945, quando compraram a propriedade, até hoje.

Foi uma grande experiência ouvir o Sr. Reinaldo De Lucca e sua filha Agostina falarem com tanto amor sobre seus vinhos.

Vinícolas no Uruguai: De Lucca
Vinhos da vinícola De Lucca, no Uruguai

A proposta da De Lucca é que você se sinta em casa. E foi na sala da casa que eles nos receberam para a degustação de alguns de seus vinhos, dentre eles o Nero D’Avola, da linha Premium e de produção limitada.


Para visitar a De Lucca entre em contato pelo e-mail [email protected]


» H. Stagnari

A vinícola H. Stagnari coleciona diversos prêmios e se define como produtora de vinhos de autor. A propriedade fica localizada a cerca de 27km de Montevidéu e oferece opções de degustação, almoço e jantar.

Você pode também fazer uma visita pela propriedade. Provavelmente quem irá te acompanhar no passeio pela plantação de uvas, linha de produção e Cava, onde ficam armazenados os vinhos, é o jovem Franco Stagnari, herdeiro da família. Ele vai te contar todas as histórias da vinícola inclusive sobre o dia em que o ex presidente norte-americano George Bush visitou a vinícola.

Vinícolas no Uruguai: H Stagnari
Vinhos da vinícola H. Stagnari

Para saber sobre as opções de experiências na Bodega H. Stagnari escreva para [email protected]


» Bodega Juanicó

A Bodega Juanicó é uma das mais importantes do Uruguai. Nela são produzidos os renomados vinhos Don Pascual, em homenagem ao imigrante francês que trouxe a uva Tannat para o país.

Das vinícolas uruguaias que visitei essa é a mais ‘comercial’, no sentido de ter uma super estrutura de produção. Eles produzem cerca de 3 milhões de garrafas ao ano e 40% de sua exportação é para o Brasil.

A propriedade onde fica a vinícola Juanicó impressiona. Une prédios históricos a uma paisagem estonteante e faz a gente querer passar longas horas por lá.

Vinícolas no Uruguai: Juanico
Juanicó, uma das melhores vinícolas do Uruguai

Visite os vinhedos, a parte da produção e fique para um almoço harmonizado feito com ingredientes sazonais. A chef Mercedes Deicas tem apenas 23 anos e é a 3a geração da família Deicas, proprietária da Bodega Juanicó.

As degustações na vinícola Juanicó começam a partir de 30 dólares por pessoa, com vinhos e algumas porções. A maior experiência gourmet, no entanto, é a chamada Experiencia Familia Deicas, com pratos harmonizados com os vinhos Familia Deicas. Essa custa 90 USD por pessoa.

É possível combinar o traslado de/para Montevidéu ao custo de 30 USD/pessoa. Para isso é preciso fazer a reserva com no mínimo 24h de antecedência.


» Marichal

A Bodega Marichal produz vinhos desde 1938. A tradição é mantida pela quarta geração da família Marichal. Em 2004 eles começaram a exportar seus vinhos e em 2011 abriram suas portas para atender ao enoturismo.

Os visitantes são recebidos na casa original da família que tem em sua decoração diversos objetos pessoais, que te fazem desvendar um pouco da história daquele lugar, daquela família.

Melhores Vinícolas no Uruguai: Marichal
Bodega Marichal, no Uruguai

A Marichal produz vinhos uruguaios de alta qualidade e você pode fazer uma das degustações. Por 25 dólares, é possível provar 3 vinhos e por 35 USD, 5 ou 6 vinhos. Ambas as degustações são acompanhadas de deliciosas empanadas caseiras, receita de família claro!

A Bodega Marichal realiza eventos bem legais ao logo do ano. Eles também fazem almoços para grupos de no mínimo 6 pessoas. Uma boa oportunidade para experimentar uma autêntica Parrilla Uruguaia (55 USD/pax com vinhos).

A Marichal fica a cerca de 1 hora de Montevidéu, é certamente uma das ótimas vinícolas do Uruguai. Eles indicam transporte para te levar até lá. Agende a sua visita e degustação através do e-mail [email protected].


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Leia também: Novas regras e requisitos para uma viagem para o Uruguai


Vinícolas em Carmelo, perto de Colonia del Sacramento

Carmelo é uma simpática cidadezinha às margens do Rio da Prata, que fica a cerca de 3 horas de carro de Montevidéu e que tem ótimas e charmosas vinícolas. As três que destaco aqui nesse post, e que tive o prazer de visitar, oferecem opção de hospedagem além de incríveis experiências enogastronômicas. Se eu fosse você não deixaria de visitar Carmelo em sua viagem ao Uruguai.


» Campotinto

Já pensou em se hospedar em uma vinícola no Uruguai? Na Campotinto isso é possível! Ficar hospedada lá foi um dos pontos altos da minha viagem ao país. Super recomendo!

A Campotinto é uma pousada e vinícola que fica em um lugar dos sonhos. Ali você viverá uma experiência única. Poderá conhecer o vinhedo e fazer um piquenique, degustar ótimos vinhos, andar de bike pela propriedade, comer bem, dormir em uma de suas charmosas suítes, acordar e tomar um café da manhã com uma vista sensacional. E se for verão ainda dá para aproveitar a piscina externa.

Vinícolas no Uruguai: Campotinto
Vinícola Campotinto, uma das melhores vinícolas do Uruguai

No quesito vinhos, a Campotinto reserva grandes surpresas como o Super Icono safra 2016, um Tannat de produção restrita, apenas 300 garrafas. Para ter mais informações sobre a experiência Campotinto envie um e-mail para [email protected]


Confira as tarifas para hospedagem na Campotinto


» Casa Chic

A Casa Chic é um empreendimento que engloba uma bodega, um restaurante e um hotel. Você pode agendar uma visita à vinícola Casa Chic através do e-mail [email protected].

A enóloga da Casa Chic, Caterina Viña, é uma das primeiras enólogas do Uruguai. Eles produzem vinhos Sauvignon Blanc, Viognier, Sirah, Tannat e Cabernet Franc.

Vinícolas no Uruguai: Casa Chic
Piscina com vista na Casa Chic

O hotel Casa Chic é luxuoso e proporciona uma ótima experiência para seus hóspedes. O grande destaque fica por conta da piscina de borda infinita para o Rio da Prata.


Veja as tarifas para o Hotel Casa Chic Carmelo


» Narbona

A Narbona é uma das mais prestigiadas vinícolas uruguaias. Ela fica localizada em uma enorme propriedade às margens do Rio da Prata. É um lugar lindo, com uma ótima estrutura para os visitantes em busca de uma experiência enoturística completa.

Além de vinícola a Narbona é uma lechería, eles produzem diversos produtos derivados de leite, destaque para o doce de leite, maravilhoso.

Você pode escolher fazer uma visita guiada e assim conhecer os vinhedos, as adegas (nova e antiga), uma cave subterrânea e assim saber sobre o processo de produção dos vinhos Narbona.

Também recomendo fazer uma das degustações disponíveis. A degustação com queijos e vinhos é uma ótima pedida. Para informações sobre o tour e degustações escreva para [email protected].

Vinícolas no Uruguai: Narbona
Narbona, uma das melhores vinícolas do Uruguai

Agora, se você, como eu, adora comer bem, não deixe de fazer uma refeição no restaurante da Narbona. É uma experiência memorável. A Narbona também oferece a opção de hospedagem, são apenas 5 exclusivas acomodações. O Narbona Wine Lodge é membro Relais & Châteaux.


Confira as tarifas para se hospedar no Narbona Wine Lodge e veja as melhores ofertas de hospedagem em Carmelo


Bodega Garzón e Alto de la Ballena: algumas vinícolas perto de Punta del Este

A Bodega Garzón fica em Maldonado, perto de Punta del Este. É uma das vinícolas mais modernas e sustentáveis do mundo.

Possui uma arquitetura impressionante, integrada à paisagem natural. Oferece visitas guiadas pelos vinhedos e pela adega. Assim como degustação de vinhos premium e ícones (Tannat, Cabernet Franc, Pinot Noir, Albariño e Sauvignon Blanc).

Aproveite para almoçar no ótimo restaurante assinado pelo chef argentino Francis Mallmann.

Você também pode fazer passeios de bicicleta e balão.

A Alto de la Ballena é uma vinícola localizada na Sierra de la Ballena, em Maldonado. É uma vinícola pequena e familiar, que produz vinhos de alta qualidade, com uvas como Tannat, Merlot, Cabernet Franc, Syrah e Viognier.

A vinícola oferece visitas guiadas pelos vinhedos e pela adega. Além de degustação de vinhos e queijos artesanais.

Você também pode almoçar em um restaurante com pratos típicos uruguaios e se hospedar em suítes com vista para os vinhedos. Imagina que delícia!


Resumindo: Quais são as melhores vinícolas no Uruguai (ou vinhedos) para incluir no seu roteiro de enoturismo?

Confira na tabela a seguir, um resumo com as melhores vinícolas no Uruguai e suas localizações.

Vinícola na Uruguai Localização
1. Antigua Bodega Canelones
2. Artesana Las Brujas
3. Bodega Bouza Canelones
4. De Lucca Canelones
5. H Stagnari Canelones
6. Juanico Canelones
7. Marichal Canelones
8. Campotinto Canelones
9. Casa Chic Canelones
10. Narbona Canelones
11. Bodega Garzón Maldonado
12. Alto de la Ballena Maldonado

Como visitar vinícolas no Uruguai

Alugar um carro pode ser uma opção mais econômica para visitar vinícolas no Uruguai. Porém, para visitar as vinícolas que ficam em Montevidéu, o Uber funciona super bem.

Para visitar as vinícolas que ficam na região de Canelones, você pode combinar o transporte com a própria vinícola ou no hotel onde se hospedar. Pelo que fui informada, o Uber não atende a região de Canelones.

Agora, para ir para Carmelo – não deixe de ir! – a pedida é alugar um carro. São cerca de 3 horas de viagem de Montevidéu à cidade. E com um carro alugado você tem autonomia para passear pela região, visitar Colonia del Sacramento e curtir ao máximo a viagem.

Mas cabe alertar que nesse caso o motorista não poderá beber. No Uruguai a Lei Seca é bem rígida. Se estiver em um grupo, vocês podem eleger um motorista da rodada para cada vinícola visitada.


Vale a pena alugar um carro no Uruguai para visitar vinícolas?

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Leia também: O site da Rentcars é confiável? Vale a pena usar?


Contrate um passeio para visitar vinícolas no Uruguai

Você pode ainda contratar um passeio para visitar algumas vinícolas uruguaias e para fazer um city tour por Montevidéu. Algumas sugestões são:

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As melhores vinícolas do Uruguai que você precisa conhecer | No Mapa

Veja no mapa interativo a seguir, todas as localizações das vinícolas no Uruguai citadas neste post e aproveite sua viagem!


Quer aprender a usar um mapa do Google My Maps para organizar o seu roteiro de viagem?


Leia outras dicas de viagem ao Uruguai


Sofia viajou a convite da associação Los Caminos del Vino.


27 lugares para comer um delicioso brunch em SP

Procurando um bom lugar para tomar aquele café da manhã caprichado ou brunch em SP? Então você veio ao lugar certo! Selecionamos 27 opções para você começar o dia em grande estilo.


Confira também a melhor programação cultural de São Paulo


Melhores Lugares para Brunch em SP

Neste post você vai encontrar os melhores lugares para comer brunch em São Paulo. Tem brunch em cafés, em hotéis, em padarias e muito mais. As mais variadas opções, dos mais tradicionais aos mais descolados e com todo tipo de preço.

Navegue pelo post todo ou vá direto ao ponto!


Cafés e Restaurantes com Brunch em SP

Opção é o que não falta para tomar aquele café da manhã completíssimo ou um saboroso brunch em São Paulo. Aqui estão 13 restaurantes e cafés de todos os estilos.

1. A Botanista – brunch no quintal

Começo a lista de onde tomar brunch em SP com A Botanista, que fica em um espaço charmoso no centro da cidade. Tem um agradável quintalzinho repleto de plantas e oferece comidinhas do interior e do sertão.

No menu de brunch você encontra itens que podem ser pedidos separadamente, como pão de queijo canastra e ovo mexido com torradas.

Além disso, há combos como o Fartura do Sertão, por exemplo, que vem com cuscus nordestino com ovo perfeito, pão de queijo, pão de mandioquinha, vitamina de banana, aveia e canela e banana da terra com manteiga de garrafa, melado de cana e castanhas. Para acompanhar um café coado vai bem.

Onde tomar brunch em SP: A Botanista
Foto: Divulgação
De terça a sexta, das 9h às 16h. Sábados e domingos, das 9h às 17h.
Rua Bento Freitas, 290, República

2. Futuro Refeitório – brunch orgânico em SP

O Futuro Refeitório é uma ótima opção de onde tomar um brunch em São Paulo, a começar pelo espaço, um amplo galpão, onde outrora funcionou um estacionamento, com ares moderninhos e um pequeno pátio na entrada.

A parte do cardápio de brunch e café da manhã conta com opções saudáveis, com pães integrais e de fermentação natural, iogurte fresco com fruta do dia, mel e sementes (R$ 21), ovos mexidos orgânicos (R$ 15). Há opções de pratos como o Avo e Ovo: avocado, bacon artesanal, ovos mexidos, iogurte e torrada com manteiga (R$ 42).

Na parte de guloseimas tem waffle e pain au chocolat. Tudo bem gostoso. Para completar tem ótimas opções de cafés e outras bebidas.

De terça a sexta, das 8h às 22h. Sábados, das 9h às 22h. Domingos, das 9h às 16h
Rua Cônego Eugênio Leite, 808, Pinheiros

3. Gula Gula – brunch ao ar livre sp

Aos finais de semana e feriados, o restaurante Gula Gula serve um caprichado café da manhã no jardim, à partir das 9h.

No cardápio há opções como o tostex de queijo minas, no pão de tapioca (R$ 26),omelete com minas padrão, cogumelos paris e tomate (R$ 28) e croque madame (R$ 42).

Não deixe de provar a deliciosa rabanada de brioche com goiabada e sorvete de queijo ( R$ 35).

Sábados, domingos e feriados, das 9h às 12h.
Rua Padre João Manuel, 109, Jd. Paulista. Rua Diogo Jácome, 341, Vila Nova Conceição.

4. A Baianeira – delicioso brunch em SP

O café da manhã do A Baianeira é servido de terça a sábado na unidade da Barra Funda e aos domingos no MASP.

Entre as delícias oferecidas estão: pão de queijo tradicional ou recheado (a partir de R$ 9), beiju de tapioca com manteiga (R$ 15), cuscuz de milho com ovo caipira (R$ 17) e outras.

Há ainda, opções de combos completos e deliciosos no valor de R$ 52.

Onde tomar brunch em SP: A Baianeira
Foto: Divulgação
De terça a sexta, das 9h às 15h. Sábado, das 9h às 16h.
Rua Dona Elisa, 117, Barra Funda

5. Botanikafé – brunch SP o dia todo

O Botanikafé serve brunch diariamente, o dia todo, em suas 4 unidades. No extenso cardápio, com pegada saudável, há opções de bowls com as mais variadas combinações de frutas ( a partir de R$ 32), sucos detox (R$ 18), smoothies (R$ 22)e sanduíches (a partir de R$ 30).

Além de toasts feitos com pão levain de diversos sabores, um deles é o Salmão Sour (R$ 40), que leva salmão curado, sour cream, pasta de avocado, pimenta calabresa, brotos e azeite. Só para citar algumas das opções.

Onde tomar brunch em SP: Botanikafé
Foto: Divulgação
Diariamente, à partir das 8h
Al. Lorena, 1765, Jardins. Av. Nicolas Boer, 120, Barra Funda. Av. Magalhães de Castro, 286, Butantã. Rua Padre Garcia Velho, 56, Pinheiros

6. Mug.SP – brunch a qualquer hora do dia

Com quatro unidades na cidade, o Mug.SP serve brunch o dia todo, todos os dias da semana.

Em seu cardápio há opções de brunch completo, denominados combos, a partir de R$ 50 ou ainda você pode pedir delícias avulsas como, por exemplo, pão de queijo (R$ 8), waffle (R$ 32), bagel (R$ 10), croissant (R$ 12), ovos mexidos (R$ 21) , quiche (R$ 25), sanduíche, sobremesa, entre outras.

O café especial servido, em diversos métodos de preparo, é um diferencial.

De segunda a domingo, das 8h às 20h, exceto na unidade Av. Paulista cujos horários são: segunda a sexta, das 8h às 18h e sábados e domingos,das 8h às 17h.
Av. Paulista, 1079, Bela Vista. Rua Barão de Tatuí, 361, Santa Cecília. Rua Pamplona, 145, Bela Vista. Rua Capitão Pinto Ferreira, 38, Jardim Paulista.

7. HM Food Café – brunch em SP sábado e domingo

O brunch do HM Food Café é servido aos sábados e domingos. Com menu enxuto e sazonal, oferece tostadas, panquecas e pratos como a shakshuka, feito com molho de tomate com especiarias e ovos.

Há ainda opção de combinado: tostada, fruta, suco de laranja e uma bebida à base de café à sua escolha. Durante a semana, eles oferecem uma versão reduzida do brunch apenas com a opção das tostadas.

Onde tomar brunch em SP: HM Food Café
Foto: Divulgação
Terça a sexta, das 9h às 18h. Sábados, das 9h30 às 18h. Domingos, das 9h30 às 16h. A cozinha sempre fecha às 15h.
Rua Teodoro Sampaio, 1027, 1o andar, Pinheiros

8. Cuia Café – brunch no Copan

O Cuia Café, da renomada chef Bel Coelho, fica dentro da Livraria Megafauna no icônico Edifício Copan, no centro de São Paulo. No cardápio há opções vegetarianas e veganas, como é o caso do sanduíche de cogumelos grelhados, picles de tubérculos e hommus (R$ 36).

Tem também pão de queijo Serra da Canastra (R$ 10), pan tomaca com seleção de embutidos e queijos brasileiros (R$ 75), pannacotta de iogurte, tartare de frutas, granola da casa e mel de jataí (R$ 26), entre outros.

De terça a sexta, das 11h às 23h. Sábados, das 10h às 23h. Domingos, das 10h às 18h.
Edifício Copan – Av. Ipiranga, 200, Centro (dentro da Livraria Megafauna)

9. Casa Meio do Céu – brunch em SP com vista

Um agradável lugar para tomar brunch aos domingos é a Casa Meio do Céu, que fica em um antigo casarão na Bela Vista.

O espaço aconchegante mistura arte, gastronomia e música. O brunch é servido na laje, que tem vista para a cidade.

No cardápio, há combos, que são ótimas opções para o brunch ( a partir de R$ 62), e matinais avulsos como pão na chapa (R$ 15), ovos mexidos ( R$ 12), pão de queijo recheado (R$ 19), entre outros.

Domingos, das 11h às 18h
Rua dos Franceses, 258, Bela Vista

10. Café Zinn – brunchizinn mineirinn

O Café Zinn é mineirinn, uai e oferece delícias matinais. A começar pelos cafés especiais. Para comer tem ótimas opções como pães de queijo recheados, sanduíches e wraps, entre outras.

Eles têm um combo para compartilhar, o Brunchzinn para 2 pessoas (R$ 180). Nele vem cesta de pães com manteiga e geleia. E ainda, você pode escolher 2 proteínas, 2 toasts e 2 bebidas.

Os chocólatras de plantão não podem deixar de provar o Zinn Delírio (R$ 22). Trata-se de um bolo fofinho de chocolate com calda de brigadeiro cremoso.

Onde tomar brunch em SP: Cafezzin
Foto: Divulgação
De segunda a sexta, das 8h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 7h às 20h.
Rua Haddock Lobo, 1574, Cerqueira César

11. Café Habitual – brunch diariamente

O Café Habitual tem todos os dias ótimas opções para aquele delicioso brunch em São Paulo. Na parte de bebidas, diversos tipos de café, smoothies, sucos, chás e chocolates.

Já no menu de comidas tem muitas opções, selecionei algumas: bacon & egg sandwich (R$ 51), croque madame (R$ 49,50), ovos beneditinos à moda turca, que é imperdível (R$ 44) e o pão de banana com manteiga de sal (R$ 13,50).

Diariamente, das 8h às 18h.
Alameda Tietê, 602, Jardim Paulista. Rua Cônego Eugênio Leite, 1152, Pinheiros.

12. Sterna Café Jardins – brunch famoso em SP

O Sterna Café Jardins serve deliciosas opções de combos de brunch, todos os dias da semana, até às 17h30. Um exemplo, o “Tudo Que Eu Preciso”(R$ 38) vem com panini de pão de queijo, bolo caseiro, iogurte natural, frutas da época, mel e granola.

Além dos combos, a casa oferece itens avulsos como, por exemplo, pão de queijo, tapioca e tostex. Além de servir cafés especiais em diversos métodos, o que pra mim garante pontos extras!

Brunch diariamente, das 8h às 17h30.
Rua Augusta, 2840.

13. Casarìa SP – brunch todos os dias

O Casaría é um ótimo lugar para tomar brunch em SP. O café da manhã caprichado é servido de segunda aà sexta das 7h às 11h e aos sábados e domingos, das 7h às 12h.

Entre os destaques do cardápio estão ovos mexidos ( a partir de R$ 14), crepioca (R$ 29), misto quente ( a partir de R$ 24) , pão de queijo com pastrami (R$ 32).

Eles também servem combos à partir de R$ 60. O Glorioso (R$ 140) vem com croque madame, seleção de frios, seleção de pães, manteiga e geleia e duas mimosas, bebida que é um verdadeiro clássico da cultura do brunch.

Brunch de segunda a sexta, das 7 às 11h e aos sábados e domingos, das 7h às 12h.
Rua Haddock Lobo, 1077.

Padarias com Brunch em SP

Reuni aqui 7 ótimas padarias para um brunch em São Paulo. Em comum elas têm pães artesanais e de fermentação natural. E um bom pão faz toda a diferença na hora da primeira refeição do dia.

14. Fabrique – brunch delicioso em SP

Eu sou suspeita pra falar da Fabrique, uma das minhas padarias favoritas e um dos meus lugares mais frequentes para tomar brunch em São Paulo. Eles fazem ótimos pães de fermentação natural e usam ingredientes de primeira.

Estão entre as ótimas opções do cardápio, grilled cheese & tomato (R$ 31), croque monsieur ( R$ 31), classic french toast (R$ 32). Sem falar no pain au chocolat, croissants ou simplesmente a baguete na chapa.

Onde tomar brunch em SP: Fabrique
Foto: Divulgação
Diariamente, das 7h às 21h
Rua Itacolomi, 612, Higienópolis. Rua Faustolo, 553, Vila Romana. Rua Conselheiro Brotero, 860, Santa Cecília.

15. PÃO – Padaria Orgânica – brunch em São Paulo à vontade

A unidade Mário Ferraz da PÃO – Padaria Orgânica oferece brunch no sistema buffet à vontade, aos sábados, domingos e feriados. Esse brunch com preço fixo em SP custa R$ 72 por pessoa.

Dentre as opções do buffet estão frutas variadas, iogurte, pães de fermentação natural, salgados, bolos, rabanadas, bebidas quentes e frias, entre outras.

Sábados, domingos e feriados, das 8h às 14h
Rua Dr. Mário Ferraz, 213, Itaim Bibi

16. Santiago Padaria Artesanal – brunch na Pompeia em SP

Com duas unidades, a Santiago Padaria Artesanal oferece um café da manhã bem gostoso. Super recomendo!

Tem muita coisa boa como é o caso da tábua de pães artesanais. Além do delicioso queijo quente ou o pão tostado na chapa com ovo caipira cremoso e bacon, entre outras opções, inclusive veganas. Tem bebidas quentes também, sucos e doces.

Onde tomar brunch em SP: Santiago
Foto: Divulgação
De terça a sábado, das 8h às 19h. Domingos e feriados, das 8h às 14h.
Rua Tavares Bastos, 750, Pompeia. Rua Maria Antônia, 211, C

17. Padoca do Maní – brunch SP a qualquer hora

Na Padoca do Maní o brunch é servido todos os dias, o dia todo, em suas duas unidades. O menu à la carte conta com diversas opções como, ovos orgânicos com queijo (R$ 28), croissant na chapa com manteiga (R$ 21), iogurtes, tapiocas (a partir de R$ 27), bolos, smoothies e bebidas quentes.

Também estão no cardápio diversos tipos de combinados como o Café Padoca: cesta de pães, ovos mexidos com queijo, salada de frutas com iogurte e granola, geleia, manteiga e requeijão, suco de laranja e espresso ou pingado (R$ 67). Tem opção vegana e para crianças.

De segunda a sexta, das 7h30 às 19h. Sábados, das 7h30 às 17h. Domingos, das 7h30 às 15h
Rua Joaquim Antunes, 138, Pinheiros e Shopping Iguatemi – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232

18. Panni – Padaria artesanal – brunch na zona norte de SP

Um ótimo lugar para tomar brunch em SP fora do circuito Centro-Pinheiros-Jardins é a Panni – Padaria Artesanal, que tem duas unidades na zona norte.

Eles oferecem 3 opções de brunches, à partir de R$ 39, como por exemplo o completíssimo Brunch Premium (R$ 109): café capuccino grande, suco de laranja 400 ml, 2 taças de vinho branco, torta de frango ou palmito, mix de pães, porção de pão de queijo, requeijão, geleia, manteiga, queijos, peito de peru, salada de frutas, mel e granola, ovos mexidos com bacon e fatia de bolo de chocolate.

Diariamente, das 9h às 15h.
Rua Ismael Neri, 485, Água Fria. Av. Braz Leme, 606, Casa Verde.

19. Le Pain Quotidien – brunch no Brasil e no Mundo

Um dos melhores lugares para tomar brunch em São Paulo, ou no mundo, é na Le Pain Quotidien. Eles têm 9 lojas em terras paulistanas.

São muitas as gostosuras servidas por lá, aposte na tábua de brunch com frios: queijos emmental e brie, presuntos royale e cru, mini parfait de granola, ovo cozido, pães de fermentação natural, croissant, manteiga, geleia, suco de laranja e uma bebida quente (R$ 79). Tem versão vegana!

Onde tomar brunch em SP: Le Pain Quotidien
Foto: Divulgação
Diariamente. Vila Madalena, das 7h às 18h. Vila Nova Conceição, das 7h às 19h. Jardins, das 7h às 19h. Higienópolis, das 8h às 19h.

20. Kez Padaria – brunch judaico

A Kez é uma padaria judaica que produz bagels, babkas, chalá, donuts, diversos tipos de pães e doces e outras delícias.

Aos finais de semana e feriados, eles servem brunch. Provei e aprovei o caprichado brunch judaico (R$ 170), que serve bem 2 pessoas, e é composto por: salmão defumado, pastrami, falafel com coalhada, latkes com pure de maçã, ovos mexidos cremosos, cogumelos, pepino azedo, cream cheese, bagels, pães, iogurte com granola e mel, e ainda, 2 sucos ou 2 cafés.

No cardápio, você encontra muitas outras opções para qualquer hora do dia: lanches, pratos, saladas, sobremesas, cafés, sucos, entre outros.

Funcionamento: Segunda a sexta, das 7h às 20h. Brunch aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 20h.
Rua Sabará, 347, Higienópolis.

Brunch em Hotel SP

Selecionei 5 ótimos hotéis com brunch em São Paulo, todos com excelente qualidade, preço fixo e no estilo coma a vontade – e bem.

21. Brunch Emiliano SP – brunch com espumante em SP

Se você quer uma experiência memorável de brunch você tem que ir no do Hotel Emiliano.

A refeição é servida passo a passo, para comer com tempo. Você pode escolher o que quiser do cardápio.

Começando pelo couvert, passando pelas entradas, na sequência tem os itens de café da manhã, seguido pelos pratos principais, finalizando com as sobremesas.

Opa, ainda tem uns docinhos e petit fours pra encerrar esse verdadeiro banquete.

É recomendado reservar antecipadamente através do telefone 11 3728-2020 ou e-mail: [email protected]

O preço é de R$ 332 por pessoa + 15% de taxa de serviço. O valor ainda inclui bebidas não alcoólicas, espumante, vinho branco e vinho tinto.

Sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 16h.
Rua Oscar Freire, 384, Jd. Paulista

22. Brunch Renaissance – brunch de hotel em SP

O Hotel Renaissance oferece um brunch completíssimo, servido no Terraço Jardins, com estação de frutas frescas e locais, cereais, iogurtes, pães artesanais, estação de omeletes, tapiocas e ovos beneditinos.

Além disso há opções de pratos quentes e espumante incluso no valor de R$ 158 por pessoa. Compre o brunch através do site do Renaissance.

Sábados e domingos, das 12h às 15h.
Alameda Santos, 2233, Jardins

23. Brunch Hyatt SP – brunch em São Paulo domingo

O Grand Hyatt é uma ótima pedida de hotel para tomar um brunch de domingo em SP. Funciona em serviço de buffet, das 13h às 16h.

No buffet do Sunday Brunch do Hyatt são oferecidas opções com frutos do mar, ostras e ainda tem estações gourmet e estações ao vivo feito pelos chefs do hotel. Sem contar os itens de café da manhã como waffles, muffins, panquecas com maple syrup e ovos pochês e beneditinos. Pra finalizar uma bela mesa de sobremesas. E para harmonizar tem espumante, vinho branco e tinto à vontade.

O preço é de R$ 340 por adulto, crianças de 6 a 11 anos pagam R$ 170. Você pode comprar direto pelo site do hotel.

Domingos, das 13h às 16h.
Av. das Nações Unidas, 13301, Morumbi

24. Brunch Tivoli SP – brunch de domingo em São Paulo

O hotel Tivoli Mofarrej São Paulo serve um ótimo brunch de domingo, no Must Bar, na área da piscina com direito a DJ como atração.

Esse brunch SP tem mais de 30 itens, entre couvert, entradas, estações, pratos principais, sobremesas, welcome drink, vinhos tinto e branco, espumante e bebidas não alcoólicas.

Os valores são: sem bebidas inclusas, R$ 210 por pessoa (inclui 1 welcome drink). Com bebidas inclusas, R$ 370 por pessoa (inclui welcome drink, espumante, vinho branco, vinho tinto, e não alcoólicos).

Informações e reservas: 11 3146-5922/5900 e [email protected]

Domingos, das 13h às 17h.
Alameda Santos, 1437, Cerqueira César

25. Brunch do Palácio Tangará – brunch luxuoso em São Paulo

O Palácio Tangará serve um luxuoso brunch aos domingos, no agradável terraço do Pateo do Palácio com vista para o Parque Burle Marx, ou na parte interna do restaurante.

O brunch servido à la carte, inclui diversas entradas, pratos principais e sobremesas. E ainda, bebidas não alcóolicas, espumante, vinho tinto, Aperol Spritz, Gin & Tônica e drinks autorais.

O valor por pessoa é de R$ 480. Crianças até 5 anos não pagam. De 6 a 12 anos, têm 50% de desconto. Há uma opção vegetariana. Para conhecer os menus e comprar seu voucher acesse o site do hotel.

Domingos, das 13h às 16h.
Rua Deputado Laércio Corte, 1.501, Parque Burle Marx Panamby

Brunch em São Paulo: dicas bônus

26. Brunch do Mosteiro de São Bento – programa multicultural

O farto e concorrido brunch no Mosteiro acontece sempre no último domingo de cada mês, em alguns meses pode acontecer em mais algum domingo. Confira a programação no Instagram deles.

Esse brunch em São Paulo vai muito além das comidas e bebidas é um verdadeiro programa cultural e histórico. Você pode começar o programa assistindo à missa com Canto Gregoriano, que tem início às 10h (opcional). Logo após a missa, o brunch é servido, por volta das 11h30.

Após o delicioso brunchhá uma visita guiada por um monge da casa e na sequência um concerto do órgão de tubos.

O preço é de R$ 357 por pessoa, incluso bebidas não alcoólicas. Crianças de até 5 anos não pagam. O valor arrecadado é usado para a manutenção do Mosteiro e para obras assistenciais. É preciso fazer reserva com antecedência pelo Whats App 11 94075-0593.

Segundo e último domingos do mês.
Largo São Bento, s/n, Centro Histórico

27. Brunch do Theatro Municipal – experiência memorável

Encerro a lista de brunch SP com uma dica muito especial: o Bar dos Arcos serve, aos finais de semana no Salão Dourado do Theatro Municipal de São Paulo, um delicioso brunch.

O cardápio é recheado de gostosuras, eu provei e aprovei o cuscuz nordestino com manteiga de garrafa, queijo coalho e ovo frito (R$ 26) e o queijo quente no pão de fermentação natural (R$ 39). Mas há ainda muitas outras opções de sanduíches, ovos e doces.

Sábados e domingos, das 10h às 16h. Praça Ramos de Azevedo, s/n, Centro Histórico

Confira Onde Tomar Brunch em SP | No Mapa

Confira a seguir todas as localizações dos lugares para tomar brunch listados nesse post.


Conclusão: perguntas frequentes sobre brunch SP

Qual o melhor brunch SP?

São Paulo oferece ótimas opções de lugares para se tomar um bom brunch em qualquer dia da semana. Aqui você encontra uma lista com 27 lugares especiais. Tem opções de cafés, padarias, hotéis e outros lugares que servem brunch em SP.

Qual o valor de um brunch por pessoa?

Há diversas opções de valores de brunch em SP, depende muito do lugar e do sistema que ele é servido. Mas em média gasta-se cerca de R$ 70 por pessoa para tomar um bom brunch. Confira aqui ótimas opções de lugares que servem brunch à la carte ou com preço fixo.


Leia mais dicas de SP


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Conheça os melhores lugares para tomar brunch em SP e comece bem o seu dia. Tem ótimas opções para todos os dias da semana.
Conheça os melhores lugares para tomar brunch em SP e comece bem o seu dia. Tem ótimas opções para todos os dias da semana.

O que fazer em Porto Rico: 11 experiências e dicas imperdíveis

Porto Rico é um dos destinos mais interessantes do Caribe. Com muita história, belas praias, natureza exuberante, culinária deliciosa e um povo super hospitaleiro, conhecer la Isla del Encanto é uma daquelas experiências que irão te surpreender. Tem tanta coisa para ver e fazer em Porto Rico, que você vai se encantar do início ao fim da sua viagem.

E antes que você me pergunte, vale a pena conhecer a terra dos Menudos bem despacito, no ritmo das águas mansas e claras do Caribe. Aproveite as dicas e vem ver como Porto Rito é um encanto!

O que fazer em Porto Rico: 11 dicas incríveis


Porto Rico: uma breve introdução

Porto Rico é composto por um arquipélago que fica no Mar do Caribe, entre a República Dominicana e as Ilhas Virgens (Americanas e Britânicas). O arquipélago é formado por uma ilha principal, onde fica a capital San Juan e várias pequenas ilhas (cayos).

A ilha é uma colônia espanhola desde a chegada de Cristóvão Colombo ao Novo Mundo em 1492, mas n ofinal do século XIX, Porto Rico tornou-se território estadunidense, e desde então, é um pedaço dos Estados Unidos em pleno Caribe.

Mapa de Porto Rico, no Caribe
Mapa adaptado de googlemaps.com

A língua oficial de Porto Rico é o inglês – além do espanhol -, a moeda é o dólar e você precisa ter o visto americano para visitar a Ilha. Mas não é tudo tão simples assim. Geopoliticamente, Porto Rico é um território não incorporado dos Estados Unidos mas não é um estado, como o Havaí, por exemplo.


Estado Livre Associado de Porto Rico

O status de ‘Estado Livre Associado de Porto Rico’ dá alguns direitos aos porto-riquenhos, como cidadania americana e livre trânsito em território estadunidense, mas não garante direito de voto para presidente (a menos que morem nos EUA continental).

Além disso, o único representante de Porto Rico no Congresso também não tem qualquer poder de voto.

Parece um assunto complicado? E é! Em 2017, foi realizado um referendo em Porto Rico e com cerca de 97% dos votos, os porto-riquenhos escolheram se tornar o 51º estado americano. Porém, a consulta popular foi altamente boicotada, e registrou a participação de apenas 22,7% dos 2.2 milhões de porto-riquenhos.

Muitos partidos independentistas consideraram a consulta uma mentira, já que o referendo não era vinculante para os EUA.

Como eu falei, a história de Porto Rico é complexa e o assunto divide opiniões. Mesmo sendo ‘parte dos Estados Unidos’, a construção da cultura e ‘nação’ porto-riquenha é um processo muito mais delicado e tem muitos aspectos similares à formação cultural de outras ilhas caribenhas e mesmo com nosso Brasil.


Abra uma conta gratuita em dólar e economize muito na viagem para Porto Rico

Passei a economizar MUITO nas minhas viagens para o exterior desde que comecei a usar os novos cartões de débito vinculados a contas internacionais como Nomad e Wise.

Essas contas são gratuitas e além de oferecerem um cartão de débito Mastercard sem taxas ou anuidade, usam o câmbio do dólar comercial (bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos) e cobra apenas 1,1% de IOF (menos que os 5,38% do cartão de crédito brasileiro).


Leia também: Saiba como funciona a conta Nomad gratuita e ganhe até US$ 20 de presente (mais de R$ 100).


O que fazer em Porto Rico: 11 experiências imperdíveis

Preparei essa lista com 11 dicas imperdíveis de o que fazer em Porto Rico para todos os gostos e tipos de viagem.

Experimentar La Isla del Encanto em toda sua plenitude é deixar-se levar pelas belezas naturais e riquíssima mistura cultural entre a cultura africana, a cultura indígena dos Taínos e a cultura europeia imposta pelos colonizadores espanhóis.

A seguir, você encontra uma lista com as melhores atrações de Porto Rico.


1. Explore Old San Juan a pé

Old San Juan, ou Viejo San Juan é o bairro onde nasceu a cidade que é a capital de Porto Rico, lá em 1520. A região é belíssima e recebeu o título de Patrimônio Histórico pela Unesco e é um dos principais pontos turísticos de Porto Rico. À primeira vista você já entende o porquê.

Conheça Old San Juan, em Porto Rico

A segunda cidade mais antiga do hemisfério oeste foi batizada em homenagem a San Juan Bautista (São João Batista) e foi planejada usando a razão dourada de Fibonaci.

As ruas coloridas de Old San Juan formam um verdadeiro museu a céu aberto. Caminhar por elas fará você embarcar em uma viagem no tempo até a época da colonização do Caribe pelos espanhóis, que deixaram por aqui sua marca.

Exemplos disso são os fortes, marcas vivas da importância estratégica de Porto Rico desde os primeiros anos de exploração do Novo Mundo.

Os principais fortes em San Juan, que você tem que visitar são o Castillo de San Cristóbal, a maior fortificação erguida pelos espanhóis nas Américas (construído entre 1634 e 1790), o Castillo San Felipe del Morro e o Palácio de Santa Catalina, também conhecido como La Fortaleza, que ainda hoje é usado como sede executiva do governador de Porto Rico.

O que fazer em Porto Rico: passeio por Old San Juan

Caminhe por Viejo San Juan prestando atenção na variedade de estilos e influências da arquitetura das casas, galerias de arte, restaurantes, bares e pequenos negócios que dão vida à história porto-riquenha.

Percorrer as ruas de paralelepípedo à pé é uma ótima maneira de sentir na pele como Porto Rico encanta!

Dica do que fazer em Porto Rico: caminhar pelas ruas de Old San Juan

Conhecer Old San Juan é uma excelente maneira de começar a desvendar Porto Rico. Recomendo que este seja o seu primeiro compromisso na Ilha. Uma boa dica é fazer o tour com a Spoon Tours.

Eles oferecem diversas experiências e tours gastronômicos. Eu fiquei encantada com o meu guia Pablo, porto-riquenho raiz e apaixonado. Quando olhamos as cidades pelo olhar de seu povo, as portas se abrem e passamos a nos reconhecer. Isso aproxima as culturas, as pessoas e nos apresenta uma nova perspectiva de como fazer turismo. Recomendo!


Reserve os tours online com antecedência e cancelamento grátis em caso de alguma eventualidade


2. Experimente as delícias da culinária porto-riquenha (dicas do que comer em Porto Rico)

E já que o assunto é comida, o segundo item da nossa lista de coisas imperdíveis para se fazer em Porto Rico é comer bem. Oba!

A gastronomia porto riquenha é um dos pontos altos de qualquer viagem para Porto Rico. Com forte influência das culturas espanhola, africana e taina (indígenas nativos da região), comer em Porto Rico é um deleite para todos sentidos. Permita-se e experimente novos sabores!

San Juan tem ótimos bares e restaurantes, e você não pode deixar de experimentar o prato mais famoso da Ilha: o mofongo. Uma espécie de purê de banana-da-terra, com frango, carne, vegetais ou frutos do mar, que pode ser servido com arroz e feijão, uma salada e tostones, esses chips de banana.

Mofongo, principal prato da gastronomia porto-riquenha


3. Visite Loíza, a atração considerada a ‘Capital da Tradição’ de Porto Rico

Considerada a ‘Capital da Tradição’ de Porto Rico, Loíza é o destino perfeito para conhecer as verdadeiras raízes porto-riquenhas.

A cidade fica a menos de meia hora de distância de San Juan e lá você pode conhecer mais sobre as ‘máscaras caretas’, usadas pelos Vejigantes na Fiesta de Santiago Apósto.

Vejigante, em Loíza, Porto Rico

Uma tradição super especial em Loíza, é que as máscaras são esculpidas na casca do coco por artesãos locais.


Leia também: Loíza, a ‘Capital da Tradição’ de Porto Rico


4. Faça um passeio de barco até a Isla Culebra

Outra dica imperdível do que fazer em Porto Rico é embarcar em um passeio de barco até a Isla Culebra, para conhecer a Playa Flamenco, uma das 10 praias mais bonitas do mundo.

Fiz o tour de 1 dia até Culebra com a East Island Excursions e adorei! Os tours geralmente partem de San Juan e incluem uma breve parada para snorkel e uma parada na belíssima praia.

Recomendo fazer a reserva online, com antecedência, já que as vagas são limitadas.

Ahh, e Culebra é tudo isso mesmo, viu?!

Playa Flamenco, em Porto Rico


Em uma próxima oportunidade, gostaria de ficar uns dias em Culebra como a Fran, do Viagem que Sonhamos fez. Achei o máximo!


5. Aventure-se na tirolesa mais alta do mundo em Orocovis

The Monster é o nome da maior tirolesa das Américas, com 2.5km de extensão (28 campos de futebol) e velocidade de até 152km/h.

Essa ‘monstruosidade’ fica no Toro Verde Adventure Park, em meio às montanhas da região de Orocovis, a uma hora de San Juan.


Leia também: Aventura na maior tirolesa das Américas em Porto Rico


Não se esqueça do seguro viagem, hein?

Se você tá pensando em viajar para Porto Rico, a recomendação do Ministério das Relações Exteriores é contratar um bom seguro viagem.

Assim como nos Estados Unidos, se você tiver qualquer emergência médica ou odontológica, precisará pagar a conta do atendimento do seu próprio bolso, e ela pode ser bem cara!

Uma dica para economizar é usar um comparador online. A gente usa e recomenda o site da Seguros Promo, que é confiável e fácil de usar e tem o melhor preço. Aproveite a oportunidade e ganhe até 25% de desconto!


6. Encante-se com uma das baías de bioluminescência em Porto Rico

Uma das dicas mais incríveis e surreais do que fazer em Porto Rico é visitar uma das baías bioluminescentes, um fenômeno raríssimo, encontrado em apenas 5 lugares no mundo.

A bioluminescência (emissão de luz por organismos vivos) é causada pela alta concentração de dinoflagelados (micro-organismos unicelulares) nas águas de 3 baías em Porto Rico:

  • Laguna Grande, em Fajardo
  • Mosquito Bay, na Ilha de Vieques
  • La Parguera, em Lajas
Baías bioluminescentes em Porto Rico
Foto: Discover Puerto Rico

» Laguna Grande, Fajardo

A Laguna Grande em Fajardo não é bem uma baía, mas é o destino mais visitado para ver a ‘água que brilha no escuro’, por ficar bem perto de San Juan.

Isso também faz com que o passeio seja muito concorrido. Por isso, é super recomendável reservar com antecedência.

» Mosquito Bay, Vieques

Mosquito Bay é uma das baías bioluminescentes mais brilhantes do mundo. É destino certo para quem deseja presenciar ao vivo esse fenômeno incrível, que surpreendentemente aumentou após a passagem do furacão Maria em Porto Rico, em 2017.

Reserve seu lugar no passeio de barco com antecedência e viva na pele esta experiência!


» La Parguera, Lajas

A grande vantagem de fazer o passeio pela baía bioluminescente em La Parguera, no sudoeste de Porto Rico, é que lá você pode mergulhar no azul do plâncton ou fazer um passeio de barco com fundo de vidro.

Lembre que os passeios são muito concorridos. Faça sua reserva com antecedência e ‘mergulhe-se’!


Reservando seu passeio com antecedência pelo site da Get Your Guide, além de garantir sua vaga nesse tour super concorrido, você consegue ir se planejando e já viaja com tudo pago. Além disso, o cancelamento grátis até 24 horas antes da data do passeio.


Você sabia que você pode fazer um passeio em Cocoa Beach, na Flórida, para conferir de perto o fenômeno da bioluminescência?!


7. Aproveite a praia em San Juan

Praia em San Juan: dica de o que fazer em Porto Rico

Voltando para San Juan, a capital de Porto Rico, ir à praia é simplesmente um dos passeios que você não pode perder na cidade.

Para pegar um bronze, recomento as seguintes praias:

  • Condado Beach: uma das praias mais badaladas da região, em Santurce. Aqui estão os grandes resorts e as baladas de San Juan;
  • Playa El Escambrón: essa pequena praia, localizada entre Condado e San Juan, tem natureza mais preservada e atrai muitas famílias por suas águas calmas;
  • Isla Verde Beach: o distrito de Isla Verde tem uma das melhores praias urbanas na região de San Juan. Foi lá que me hospedei, no Hotel Verdanza, a apenas uma quadra da praia. Vale a visita, hein?

Confira as melhores ofertas de hospedagem em Isla Verde


8. Aprecie a arte de rua em San Juan

Aproveite seu passeio por San Juan para apreciar a arte de rua de Porto Rico. Além de toda a história ainda presente nas ruas da cidade antiga, os graffitis e intervenções urbanas estão por toda a parte.

Fiquei muito curiosa especialmente em relação a uma intervenção artística que vi em Old San Juan. De um muro com revestimento desgastado, em plena Calle San José, alguns dos maiores artistas plásticos porto riquenhos guardam uma versão preto e branca da bandeira de Porto Rico.

Arte de rua em Old San Juan, Porto Rico

A intervenção La Puerta, feita por um coletivo informal de artistas, simboliza a luta pela resistência e não luto. O coletivo usa a plataforma para “inspirar, incitar, disseminar, continuar o diálogo sobre o atual cenário sócio-político, a fim de educar, unir e capacitar os cidadãos para criar frentes de luta.”


9. Visite o Parque Nacional El Yunque

O Parque Nacional El Yunque e sua grande floresta tropical  fica perto de Fajardo, a pouco mais de 1 hora de San Juan, no nordeste de Porto Rico.

Você pode aproveitar trilhas, cachoeiras e vistas panorâmicas de tirar o fôlego. Dá para fazer a visita por conta própria (para quem está com um carro alugado) ou contratar um tour.


Também dá para combinar uma visita a El Yunque e um passeio para conhecer uma das bio bays de Porto Rico. Que tal?


10. Curta a noite em San Juan

» La Placita

La Plaza del Mercado, em Santurce, é um dos lugares perfeitos para curtir a vida noturna de San Juan. La Placita funciona como um mercado durante o dia, e de noite se transforma com o movimento dos restaurantes e bares locais.

Experimentei a comida deliciosa do restaurante Chicharron e recomendo! Vai super bem com uma Medalla geladinha, a cerveja mais famosa de Porto Rico.

Restaurante em La Placita, San Juan


» Drinks no bar La Factoria

Visitar San Juan e não ir até o bar mais incrível da cidade é como não ir a San Juan. Não deixe de tomar um drink no bar La Factoria, na Calle San José, uma das ruas mais famosas de San Juan. Com certeza você vai ter uma experiência incrível.

Recomendo o Lavender Mule, feito com vodka, chá de gengibre, lavanda e limão. Delícia!

Drinks em La Factoria, Sand Juan, Porto Rico


» Cerveja artesanal no Taberna Lúpulo

Por último, mas não menos importante, quer conhecer a cena cervejeira de Porto Rico?! Corra para La Taberna Lúpulo, um bar especializado em cervejas artesanais. Recomendo!

Taberna Lúpulo: onde tomar cerveja artesanal em San Juan


11. Faça compras em Porto Rico

Para quem curte uma comprinha durante as viagens, dá para esticar até o Puerto Rico Premium Outlets, em Barceloneta. Uma cidade a uma hora de San Juan. Lá você vai encontrar lojas de marcas conhecidas e bons preços.


Leia também: Ganhe um ótimo cupom de descontos em outlets Premium nos EUA


Como chegar e se locomover em Porto Rico?

Não existem voos diretos entre o Brasil e Porto Rico. A melhor opção é pegar um voo direto para San Juan a partir de Miami, por exemplo.

Outra opção é fazer um cruzeiro que passe pela ilha. A partir de Miami, existem cruzeiros que combinam o destino com outras ilhas, como Cuba e Jamaica.

Para quem chega em Porto Rico de avião, recomendo alugar um carro no aeroporto de San Juan. Assim você poderá explorar a ilha com maior independência e praticidade.


Uma ótima dica para economizar é acessar o site da Rentcars para pesquisar preços de locadoras diferentes de uma vez só.

A Rentcars garante o melhor preço no aluguel de carro, parcelamento no cartão de crédito e alterações ou cancelamentos grátis até 1 dia antes do início da reserva.


Leia também: O site da Rentcars é confiável? Vale a pena usar?


Onde ficar em San Juan, Porto Rico?

Existem vários hotéis em San Juan, dos mais diversos tipos e estilos – e preços -. A localização também varia muito. Você pode se hospedar em Condado, perto da praia, Isla Verde, perto do aeroporto ou então na charmosa Old San Juan.

Eu me hospedei no Hotel Verdanza, em Isla Verde, a uma quadra da praia, pertinho de um ótimo supermercado, Walgreens e Target. Em uma próxima visita eu, com certeza me hospedaria em Old San Juan.


Encontre as melhores ofertas de hospedagem em San Juan


Qual é a melhor época para visitar Porto Rico?

Porto Rico tem uma localização geográfica especialmente vulnerável às mudanças climáticas. Por isso, o ideal é evitar visitar a ilha durante a temporada de furacões de junho a setembro

Janeiro e fevereiro são os meses com temperaturas mais baixas, em torno de 22 °C.


Mapa de Porto Rico com os principais pontos turísticos

Confira as localizações de todas as principais atrações de Porto Rico no mapa abaixo.


Leia mais: Tutorial completo de como usar um mapa do Google My Maps para organizar seu roteiro de viagem


Leia mais dicas de viagem para Porto Rico


Alessandra viajou a convite do Brand USA e Discover Puerto Rico


Passeio de airboat na Flórida: 4 dicas sensacionais

Os passeios de airboat na Flórida são marcas registradas desse estado norte-americano conhecido por seus pântanos. Diferente de outros barcos, os airboats têm uma grande hélice propulsora que fica na parte traseira da embarcação, fora da água.

Isso permite que eles sejam capazes de deslizar com facilidade e em alta velocidade pela vegetação alagada tão característica dessa região dos Estados Unidos.

Embarcar em um desses airboats é a melhor maneira de explorar os rios e cursos d’água que cruzam o estado e que antigamente eram usados como estradas.

Passeio de airboat na Flórida

Preparei uma lista com 4 dicas sensacionais de passeios de airboat na Flórida. Vem comigo sentir o vento no rosto, curtir a paisagem e observar de perto a fauna e flora local.


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Passei a economizar MUITO nas minhas viagens para o exterior desde que comecei a usar os cartões de débito internacional vinculados à conta Nomad digital e conta multimoedas Wise.

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Passeio de airboat na Flórida: 4 dicas sensacionais


1. Passeio de airboat no Golfo do México

Essa lista é encabeçada pela minha mais recente aventura pelos pântanos do rio Homosassa e do Golfo do México, na região centro-oeste da Flórida, cerca de 1h40 de viagem de Orlando.

Dica de passeio de airboat na Flórida: Golfo do México
Passeio de airboat no Golfo do México, na Flórida

O passeio com a River Safaris é muito interessante e diferente de todos os outros passeios de airboat na Flórida que eu já fiz. Isso porque começa em um canal usado para transportar cana-de-açúcar no rio Homosassa e segue até o Golfo do México, o maior golfo do mundo, localizado entre os litorais do México, Estados Unidos e Cuba.

Passeio de airboat no Golfo do México
Visual incrível no Golfo do México

Durante o passeio de airboat você poderá encontrar diversos pássaros, golfinhos, peixes-boi, tubarões-tigre e até tartarugas marinhas. Além de se encantar pelo visual de tirar o fôlego.

Recomendo reservar o passeio com antecedência pelo site da GetYourGuide, com cancelamento grátis com até 24 horas de antecedência e atendimento ao cliente 24 horas, todos os dias, em inglês, alemão, espanhol, francês e italiano.


2. Everglades (passeio de airboat perto de Miami)

O passeio de airboat pelos Everglades é simplesmente imperdível. Só tenho isso pra te dizer. Deslize sobre um dos ecossistemas mais incríveis e peculiares do mundo, patrimônio mundial da Unesco. Um imenso rio de grama correndo, lentamente, em direção ao mar.

Foi durante essa aventura em um airboat que fiquei cara a cara com o rei da Flórida. Tem coragem de encarar também?!

Passeio de airboat na Flórida perto de Miami
O ‘rei’ da Flórida nos Everglades

A maioria das empresas nessa área perto de Miami opera na US 41, ou Tamiami Trail, que praticamente corta os Everglades. A rodovia é uma continuação da Calle Ocho, coração de Little Havana. Escolhi a Buffalo Tiger, administrada pelos descendentes do chefe indígena da tribo Miccosukee.

Se você preferir, pode dar uma olhadas nas várias opções no site da GetYourGuide. O bom de reservar com antecedência é que você escolhe o dia e a hora que você quer fazer o passeio e caso mude de ideia, tem cancelamento grátis até 24 horas antes da data selecionada.


Leia também: Onde ficar em Miami – o guia completo por região


3. Passeio de airboat no rio Withlacoochee

A experiência de fazer um passeio de airboat no rio Withlacoochee na região centro-oeste da Flórida é incrível!

O rio, um dos únicos 2 rios na Flórida que correm do sul para o norte, é cercado por belíssimas paisagens. Uma floresta de centenários e fotogênicos ciprestes e árvores retorcidas, além de uma fauna riquíssima.

Passeio de airboat no Flórida: rio Withlacoochee
Passeio de airboat no rio Withlacoochee, na Flórida

O passeio de airboat com a empresa Wild Bills é dividido em duas partes: a primeira, focada em observação da flora e fauna e a segunda focada em adrenalina, alta velocidade e giros alucinantes.

Tem para todo gosto, hein?!

Passeio de airboat na Flórida: rio Withlacoochee
Visual incrível no rio Withlacoochee, na Flórida

E não se esqueça do seguro viagem, hein?

Contratar um bom seguro viagem para os Estados Unidos é essencial. Uma visita ao pronto-socorro nos EUA pode facilmente ultrapassar os 5.000 dólares. Melhor investir bem menos e contratar um seguro viagem internacional, né?!

Uma boa dica para economizar é usar um comparador online. Nós usamos e recomendamos o site da Seguros Promo. Aproveite a oportunidade e ganhe até 10% de desconto com pagamento via PIX.


Leia também: Qual é o melhor seguro viagem para os EUA


4. Cocoa Beach (passeio de airboat perto de Orlando)

Para completar a lista com passeios de airboat na Flórida, a Twister Airboat Rides, no Lone Cabbage Fish Camp é uma super dica para quem está procurando um passeio de airboat perto de Orlando.

Para ser mais precisa, o Lone Cabbage Fish Camp fica a 50km do aeroporto de Orlando e 31km de Cocoa Beach, a praia mais perto de Orlando. O passeio de airboat tem duração de 30 minutos, e nos leva até uma floresta submersa de ciprestes. Um dos lugares mais lindos e surreais que já conheci.

Passeio de airboat na Flórida, perto de Cocoa Beach
Floresta submersa de ciprestes na Flórida

Você pode fazer na ida para Cocoa Beach, onde fica o imperdível Kennedy Space Center, ou na volta para Orlando.


Leia também: As 10 melhores praias perto de Orlando


Como chegar

Pra mim, o melhor jeito para se locomover até qualquer um desses passeios de airboat na Flórida é de carro.

Aliás, alugar um carro nos Estados Unidos é sempre uma tranquilidade. Já fiz road trips na Califórnia, Flórida, pelo oeste americano, e nunca tive nenhum problema.

Uma ótima dica é usar um comparador online para encontrar o melhor preço em aluguel de carro.

A gente usa e recomenda o site da Rentcars. Uma empresa brasileira super confiável, que além de garantir o melhor preço, ainda oferece pagamento facilitado, sem cobrança de iof, dividido no cartão de crédito.

Leia nosso guia completo de como alugar carro nos EUA para saber mais.


Leia também: Precisa de PID nos EUA? Tire suas dúvidas.


Passeios de airboat na Flórida | No Mapa

Confira todas as localizações dos passeios de airboat na Flórida listados nesse post.


Leia também: Tutorial completo para usar o Google My Maps para planejar a sua viagem


Salve essas dicas de passeio de airboat na Flórida no Pinterest

Embarque em um passeio de airboat na Flórida. Escolha uma dessas 4 dicas sensacionais e conheça as belezas naturais da região pantanosa do sul dos EUA.


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